Papa assina e publica Carta Circular que instrui o “fim do abraço da paz” na missa

Missa Gaucha com o rito da paz nada adequado às normas da Igreja

Missa Gaucha com o rito da paz nada adequado às normas da Igreja (Imagem Google)

Papa Francisco assinou no início do mês a Carta Circular, preparada pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, que orienta sobre o significado do Ritual da Paz na Missa. No documento, a Congregação afirma que a Igreja através desta carta, quer alertar os católicos de que momento da paz não é a hora de extrapolarmos nos abraços e cumprimentos. Muito menos hora de todos romperem o silêncio de forma abrupta, distribuir abraços calorosos, beijos, e até mesmo colocar o papo em dia. A carta atesta ainda que não é a hora de cantar músicas animadas, que estimulem palmas ou danças.  Também exorta ao sacerdote que não deve abandonar o Altar para cumprimentar os fiéis.

As medidas se devem a simples observação, o momento da paz está inserido no Rito Eucarístico, um momento profundo onde o silêncio e a oração se fazem presentes, mas principalmente o próprio Cristo está sobre altar. Portanto o momento da paz é simples: de maneira discreta e profunda, deseje a PAZ DE CRISTO a pessoa que está do lado esquerdo e direito. Feito isso, segue o rito. Não fiquemos acenando para a aquele amigo que está do outro lado da igreja.

c) De todos os modos, será necessário que no momento de dar-se a paz se evitem alguns abusos tais como:
- A introdução de um “canto para a paz”, inexistente no Rito romano [9].
- Os deslocamentos dos fiéis para trocar a paz.
- Que o sacerdote abandone o altar para dar a paz a alguns fiéis.
- Que em algumas circunstâncias, como a solenidade de Páscoa ou de Natal, ou Confirmação, o Matrimônio, as sagradas Ordens, as Profissões religiosas ou as Exequias, o dar-se a paz seja ocasião para felicitar ou expressar condolências entre os presentes[10].
Leia o texto na íntegra AQUI. 
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[ Em conformidade aos comentários dos leitores do blog retirei algumas expressões do texto. Contudo, gostaria de lembrar que o modo como se tem feito o Rito da Paz nas missas sempre esteve em desacordo com as normas da liturgia]
Sobre estes anúncios

Papa: “quem somos nós para fechar as portas” ao Espírito Santo?

Rádio Vaticano  | Cidade do Vaticano (RV) - “Quem somos nós para fechar as portas” ao Espírito Santo? Esta foi a pergunta que o Papa Francisco fez várias vezes na homilia da missa matutina, presidida na Casa Santa Marta.

O Papa falou sobre a conversão dos primeiros pagãos ao cristianismo, segundo a experiência que Simão Pedro vive no trecho dos Atos dos Apóstolos proposto pela liturgia. 

Pedro é testemunha ocular da descida do Espírito Santo sobre esta comunidade, mas antes hesita em ter contato com aquilo que sempre considerou “impuro”. Ele sofre duras críticas dos cristãos de Jerusalém, escandalizados pelo fato que seu chefe tivesse se sentado à mesa com pessoas “não circuncisas” e as tivesse até mesmo batizadas. Um momento de crise interna, que o Papa Francisco recorda com um pouco de ironia:

Francisco durante a missa matinal na Casa Santa Marta.

Francisco durante a missa matinal na Casa Santa Marta.

“É uma coisa que não se podia pensar. Se amanhã viesse uma expedição de marcianos, por exemplo, e alguns deles viessem a ter conosco… marcianos, não? Verdes, com aquele nariz longo e as orelhas grandes, como nos desenhos das crianças… E um deles dissesse: ‘Mas eu quero o Batismo!’. O que aconteceria?”

Pedro compreende o erro quando uma visão o ilumina sobre uma verdade fundamental: aquilo que foi purificado por Deus não pode ser chamado “profano” por ninguém. E ao narrar esses fatos à multidão que o critica, o Apóstolo – recordou o Papa – tranquiliza todos com esta afirmação: “Portanto, se Deus lhes concedeu o mesmo dom que a nós, que cremos no Senhor Jesus Cristo, quem seria eu para poder impedir a Deus de agir?”.

“Quando o Senhor nos faz ver o caminho, quem somos nós para dizer: ‘Não Senhor, não é prudente! Não, façamos de outro modo… E Pedro naquela primeira diocese – a primeira diocese foi Antioquia – toma esta decisão: ‘Quem sou eu para impedir?’. Uma bela palavra para os bispos, para os sacerdotes e também para os cristãos. Mas quem somos nós para fechar as portas? Na Igreja antiga, até hoje, há o ministério do ostiário. E o que ele fazia? Abria a porta, recebia as pessoas e as deixava entrar. Mas jamais foi o ministério de quem fecha as portas, jamais!”.

Ainda hoje, repetiu o Papa Francisco, Deus deixou a guia da Igreja “nas mãos do Espírito Santo”. “É ele quem, como diz Cristo, nos ensinará tudo e fará com que recordemos aquilo que Jesus nos ensinou:

“O Espirito Santo é a presença viva de Deus na Igreja. É quem leva avante a Igreja, quem a faz caminhar. Sempre mais, além dos limites, mais avante. Com os seus dons, o Espírito Santo guia a Igreja. Não se pode entender a Igreja de Jesus sem este Paraclito, que o Senhor nos envia para isso. E faz essas escolhas impensáveis, mas impensáveis! Para usar uma palavra de S. João XXIII: é justamente o Espírito Santo que atualiza a Igreja: realmente, a atualiza e a faz prosseguir. E nós cristãos devemos pedir ao Senhor a graça da docilidade ao Espírito Santo. A docilidade a este Espirito, que nos fala no coração, nos fala nas circunstâncias da vida, nos fala na vida eclesial, nas comunidades cristãs, nos fala sempre”.

Texto proveniente da página http://pt.radiovaticana.va/news/2014/05/12/papa:_n%C3%A3o_fechar_as_portas_ao_esp%C3%ADrito_santo/bra-798523
do site da Rádio Vaticano 

Imaculada Conceição: viva mãe de Deus e nossa

Hoje é dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Nossa Senhora sem pecado original. Foi neste dia que tomei a decisão de retomar as publicações deste blog, que a princípio era apenas um trabalho acadêmico. Me assustei ao entrar em um dia 08 de dezembro na plataforma de edição do blog e me deparar que um post de um ano atrás, referente a missa de Nossa Senhora da Imaculada Conceição em minha paróquia, ter atingido um alto número de visualizações. Por causa disso, as bençãos de Maria, entendi que tinha de evangelizar pela internet.

Hoje, não só celebro o dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, mas também o dia da padroeira deste blog. Anunciar Jesus é nossa missão. Viva a Maria, concebida sem pecado original. Pura virgem, nossa mãe e mãe de Deus.

Imaculada Conceição

Salve Maria, mãe de Deus e nossa!

Conheça a história de Nossa Senhora da Imaculada Conceição: 

Mais do que memória ou festa de um dos santos de Deus, neste dia estamos solenemente comemorando a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os santos.

Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos.

A Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.

O Dogma

Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração:

 “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”.

No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: Maria isenta do pecado original“.

A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: “Eu Sou a Imaculada Conceição”.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós!

Missa em devoção

Hoje a comunidade Imaculada Conceição encerra o tríduo e grande festa à Nossa Senhora da Imaculada Conceição.  A missa vai ser presidida pelo Padre Aloísio Viera.  As comemorações começaram a partir das 19h com a oração do Ofício.

A comunidade Imaculada Conceição fica localizada no Bairro Caçula, na Av Guido Marlieri com Av Roberto Burle Marx, próximo ao Trevo do Panorama.  Participe!

Festa em devoção a Imaculada Conceição em Ipatinga-MG

Imaculada ConceiçãoA comunidade católica do bairro Caçula está em festa. Entre os dias 5 e 8/12 os fiéis estarão reunidos para rezarem em devoção a Imaculada Conceição, padroeira da comunidade.

As celebração começa no dia 5/12, com a Santa Missa presidida pelo Padre Zezinho. Este dia tem como tema “Maria Modelo de Fé paras as Famílias”. Já no dia 6/12, sob o tema “Maria, caminho perfeito que nos leva a Fé” o padre Jefferson Veronês celebra a Santa Missa. No terceiro dia do tríduo ( 7/12), o tema a ser refletido é “Maria berço da Fé”. Neste dia, a missa será celebrada pelo Padre Aloísio Vieira. Todos os dias as missas começam as 19h com a oração do Oficio à Virgem Maria.

O encerramento do tríduo e grande festa à Nossa Senhora da Imaculada Conceição será no dia 8/12. A missa vai ser presidida pelo Padre Aloísio Viera.  As comemorações começaram a partir das 19h com a oração do Ofício.

A comunidade Imaculada Conceição fica localizada no Bairro Caçula, na Av Guido Marlieri com Av Roberto Burle Marx, próximo ao Trevo do Panorama.  Participe!

Confira os horários das missas de Finados em Ipatinga-MG

Missa realizada ano passado no cemitério Senhora da Paz

Missa realizada ano passado no cemitério Senhora da Paz

O Dia dos Fiéis Defuntos, Finados, é dia santo para todos os católicos. Como dia santo, deve ser guardado, como fazemos com o domingo. Em Ipatinga-MG, no próximo dia 02, os fiéis terão duas missas no cemitério Senhora da Paz, Bairro Veneza II. A primeira, será às 8h da manhã presidida pelo Padre Francisco Guerra, pároco da Paróquia de Cristo Rei e vigário diocesano. Já às 16h, Dom Odilom Guimarães Moreira, bispo emérito da diocese de Itabira/Cel. Fabriciano é quem vai presidir a Santa Missa.

No cemitério do Bairro Bom Jardim, localizado na Rua Joaquim Gonçalves Rosa, às 9h, conforme comentário de Meirevone Ferreira, também vai haver missa.

Na paróquia Sagrada Família, haverá missa as 19h30, na comunidade Imaculada Conceição, Caçula. Padre Aloísio Viera é o presidirá a liturgia neste dia.

Poste nos comentários os horários das missas de finados em sua cidade ou comunidade.

Papa na homilia da manhã: “Missa não é evento social, mas memória da salvação”

Cidade do Vaticano (RV) - “Quando Deus vem e se aproxima, é sempre festa”, disse o Papa na homilia proferida na manhã desta quinta, 3, na Casa Santa Marta, concelebrando a missa com os cardeais membros do Conselho que está reunido desde dia 1º no Vaticano.

O Papa ressaltou que não se pode transformar a memória da salvação numa lembrança, num “evento costumeiro”. “A missa não é um “evento social” e sim a presença do Senhor em meio de nós”.

Francisco se inspirou na primeira leitura, do Livro de Nemias, centrando sua homilia no tema da memória “que toca o coração”:

Isto não é importante só nos grandes momentos históricos, mas na nossa vida; todos temos memória da salvação. Mas ela está próxima de nós? Ou é uma memória distante, arcaica, uma memória de museu…? Quando a memória não é próxima, se torna uma simples recordação”.

“E esta alegria é a nossa força. A alegria da memória próxima. Ao invés, a memória domesticada, que se afasta e se torna uma simples recordação, não aquece o coração, não nos dá alegria e não nos dá força. Este encontro com a memória é um evento de salvação, é um encontro com o amor de Deus que fez história conosco e nos salvou; é um encontro de salvação. E é tão bom ser salvos que é preciso festejar”.

“Quando Deus vem e se aproxima – afirmou, há sempre festa. E muitas vezes nós cristãos temos medo de festejar: esta festa simples e fraterna que é um dom da proximidade do Senhor. A vida, acrescentou o Papa, nos leva a afastar esta proximidade, e a manter somente a lembrança da salvação, não a memória que está viva”. A Igreja tem a “sua” memória, que é a Paixão de Senhor. Também conosco acontece de afastar esta memória e transformá-la numa lembrança, num evento habitual”:

“Toda semana vamos à igreja, ou quando alguém morre vamos ao funeral… e essa memória, muitas vezes, nos aborrece porque não é próxima. É triste, mas a missa muitas vezes se transforma num evento social e não estamos próximos da memória da Igreja, que é a presença do Senhor diante de nós.”

“Peçamos ao Senhor – concluiu o Papa – a graça de ter sempre a sua memória próxima a nós, não domesticada pelo hábito, por tantas coisas, e distanciada numa simples recordação.

Do site da Rádio Vaticano 

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Já neste caso o que foi: “Padre Celebra missa no meio do esgoto”?