Papa Francisco é alvo dos terroristas do Estado Islâmico, diz jornal Italiano

Terroristas pela ruas da Síria depois de conquistarem cidades e matarem todos que se opuseram.

Terroristas pela ruas da Síria depois de conquistarem cidades e matarem todos que se opuseram.

Cada vez o mundo assiste o Estado terrorista Islâmico assumir o controle do Iraque e Síria. Sem contatar que já ameaçam invadir a Turquia e outros países próximos. Na mira dessa milícia radical que assusta até mesmo outros muçulmanos está o o Papa. Lembro que o grupo jihadista Estado Islâmico (EI), foi responsável pela decapitação do jornalista americano James Foley.Já o Papa está mira devido eles o considerarem “portador da verdade falsa”, segundo o jornal italiano “Il Tempo” desta segunda-feira (25).

Segundo o jornal, “fontes israelenses acreditam que o papa Francisco, o máximo expoente da religião cristã, está na mira do EI”. O artigo diz ainda que a Itália é “um trampolim de lançamento para os mujahedins (combatentes da guerra santa)” e que “as chegadas contínuas de imigrantes servem de base para a entrada dos jihadistas no Ocidente”.

O Califa

O autoproclamado califa do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, líder do grupo.

O autoproclamado califa do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, líder do grupo.

O jornal lembra que o autoproclamado califa do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, “quer superar à Al Qaeda e as façanhas do ‘chefe do terror’ (Osama bin Laden)”. A publicação garante que o líder do EI, “segundo fontes israelenses, conta em seu entorno mais próximo com a presença de conversos ocidentais e de jovens de segunda geração, filhos de imigrantes nascidos em países europeus, e que agora optaram por abraçar o fundamentalismo islâmico”.

Pedido de Paz

Papa Francisco. Foto: Republic of Korea (CC BY-SA 2.0)

O papa Francisco fez diversos pedidos pela paz no Oriente Médio em várias ocasiões e, exatamente, ontem pediu orações para que termine “a violência insensata” e para “um amanhecer de paz e reconciliação entre os homens”.

Para Vaticano não há ameaça

[Atualização 27/08/2014] Em resposta às notícias que sustentam que terroristas do Estado Islâmico (ISIS) estão ameaçando de morte o Papa Francisco assinalando-o como o “portador de uma falsa verdade”, o diretor do Escritório de Imprensa do Vaticano, Padre Federico Lombardi, declarou que não há razão para a preocupação e desmentiu os rumores.

“Não há nada sério nisto. Não há uma preocupação particular no Vaticano. Esta notícia não tem fundamento”, declarou hoje à agência CNA do Grupo ACI de notícias em inglês.

Fonte: UOL

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Papa Francisco: Cada batizado está chamado a oferecer a Jesus a própria fé, pobre, mas sincera

(ACI/EWTN Noticias).- Ao presidir neste domingo a oração do Ângelus, o Papa Francisco refletiu sobre o Evangelho, no qual Jesus atribui o nome de ‘Pedro’ a Simão, depois de encontrar nele uma fé genuína, e alentou os fiéis a que ofereçam a sua fé “pobre, mas sincera” ao Senhor.

O Santo Padre assinalou que “o Evangelho deste domingo (Mt 16, 13-20) é a célebre passagem, central na história de Mateus, na qual Simão, em nome dos Doze, professa a sua fé em Jesus como ‘o Cristo, o Filho do Deus vivo’; e Jesus chama Simão ‘feliz’ por esta fé, reconhecendo nessa um dom especial do Pai e lhe diz: ‘Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja’.

Papa Francisco. Foto: Republic of Korea (CC BY-SA 2.0)

Papa Francisco. Foto: Republic of Korea (CC BY-SA 2.0)

“Paremos um momento justamente neste ponto, no fato de que Jesus atribui a Simão este novo nome: ‘Pedro’, que na língua de Jesus soa ‘Kefa’, uma palavra que significa ‘rocha’”.

Na Bíblia, explicou o Papa, “este termo, ‘rocha’, refere-se a Deus. Jesus o atribui a Simão não por suas qualidades ou seus méritos humanos, mas por sua fé genuína e firme, que lhe vem do alto”.

“Jesus sente no seu coração uma grande alegria, porque reconhece em Simão a mão do Pai, a ação do Espírito Santo. Reconhece que Deus Pai deu a Simão uma fé ‘confiável’, sobre a qual Ele, Jesus, poderá construir a sua Igreja, isso é, a sua comunidade, isso é, todos nós”.

Francisco, citado pela Rádio Vaticano, indicou que “Jesus tem em mente darvida à ‘sua’ Igreja, um povo fundado não mais na descendência, mas na sé, vale dizer na relação com Ele mesmo, uma relação de amor e de confiança”.

“A nossa relação com Jesus constrói a Igreja. E, portanto, para iniciar a sua Igreja, Jesus precisou encontrar nos discípulos uma fé sólida, uma fé ‘confiável’. É isto que Ele deve verificar a este ponto do caminho”.

O Papa assinalou que “o Evangelho de hoje interpela também cada um de nós. Como vai a tua fé? Cada um dê a resposta no próprio coração. Como vai a tua fé? Como o Senhor encontra os nossos corações? Um coração firme como a pedra ou um coração de areia, isso é, duvidoso, desconfiado, incrédulo? Fará bem a nós hoje pensar nisto”.

“Se o Senhor encontra no nosso coração uma fé, não digo perfeita, mas sincera, genuína, então Ele vê também em nós pedras vivas com as quais construir a sua comunidade. Desta comunidade, a pedra fundamental é Cristo, pedra angular e única”.

Francisco destacou que “Pedro é pedra, enquanto fundamento visível da unidade da Igreja; mas cada batizado é chamado a oferecer a Jesus a própria fé, pobre, mas sincera, para que Ele possa continuar a construir a sua Igreja, hoje, em cada parte do mundo”.

O Santo Padre advertiu que “também nos nossos dias, tanta gente pensa que Jesus seja um grande profeta, um mestre de sabedoria, um modelo de justiça… E também hoje Jesus pergunta aos seus discípulos, isso é, a todos nós: “Mas vós, quem dizeis que eu sou?”. O que responderemos?”.

“Pensemos. Mas, sobretudo, rezemos a Deus Pai, por intercessão da Virgem Maria; rezemos para que nos dê a graça de responder, com coração sincero: “’Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo’”.

O Papa assegurou que “esta é uma confissão de fé, este é o próprio ‘o credo’. Repitamos juntos por três vezes: ‘Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo’”.

Conheça a mártir mais jovem, Anastasia Yi Bong-geum, que será beatificada pelo Papa Francisco na Coréia

(ACI/EWTN Noticias).- No sábado, 16 de agosto, e por ocasião de sua primeira viagem à Ásia, concretamente à Coréia do Sul, o Papa Francisco beatificará 124 mártires entre os quais se encontra uma pequena menina que foi assassinada por ódio à fé antes de fazer 12 anos. Conheça aqui a sua história.

Anastasia Yi Bong-geum nasceu em 1827. Seus pais foram Paul Yi Seong-sam e Anastasia Kim Jo-i, que nesse então sofriam a perseguição Jeonghae.

Conheça a história

Jovem mártir da Igreja, Anastasia Yi Bong-geum, será beatificada durante visita do Papa a Coreia

Jovem mártir da Igreja, Anastasia Yi Bong-geum, será beatificada durante visita do Papa a Coreia

Anastasia foi educada pela sua mãe e desde pequena já sabia cumprir os seus deveres religiosos e amava o Senhor com todas as suas forças. Era, afirmam alguns, “um belo e pequeno anjo com um grande coração”.

Com dez anos aprendeu as orações da manhã e da tarde, assim como o Catecismo. Conheceu um sacerdote que se hospedou em sua casa. Impressionado pela devoção da menina, o missionário lhe permitiu receber a Primeira Comunhão embora fosse considerada muito jovem para receber o sacramento nessa época.

A fé de Anastasia crescia dia a dia. Quando a perseguição Gihae se iniciou em 1839, escapou com sua mãe à casa de Protase Hong Jae-yeong. Foi presa ali pela polícia e levada a Jeonju. A menina foi logo interrogada pelo chefe policial, que lhe perguntou os dados do missionário, ao que ela respondeu que era muito pequena para saber essas coisas. Logo, o policial lhe disse que se falasse contra Deus, iria perdoar-lhe a vida.

Anastasia respondeu-lhe: “não sabia como adorar o Senhor até que cheguei ao uso da razão aos sete anos. Também era muito jovem para ler livros. Mas dos sete anos até agora, adorei o Senhor. Portanto, não posso trai-lo nem pensar mal dele inclusive se tiver que morrer mil vezes”.

Tortura

Anastasia foi levada à prisão sem ser torturada porque era menina. Sua mãe duvidou de sua firmeza e lhe disse que “certamente trairá o Senhor já que não tem valor para enfrentar a tortura”. A pequena respondeu que nunca faria isso e prometeu a sua mãe manter-se fiel ao ensinamento da Igreja “sem importar a classe de tortura que tivesse que sofrer”.

O chefe policial e os guardas da prisão insistiram a Anastasia para que salvasse sua vida, mas tampouco cedeu. Logo foi ameaçada muitas vezes, mas tampouco sucumbiu à prisão. Ao dar-se conta de que não ia ceder, finalmente a autoridade ordenou que fosse torturada.

Anastasia teve também que ser testemunha do martírio de sua mãe. Já como órfã se manteve firme até o final e o chefe policial, quando ela não tinha completado ainda os 12 anos de idade, ordenou que fosse enforcada na prisão no dia 5 ou 6 de dezembro de 1839.

Como o papa Francisco deverá resolver o “problema do celibato”?

AP Photo/Erin Stubblefield

AP Photo/Erin Stubblefield

Eu sou um padre católico casado.

Já fui ministro anglicano. Recebi a ordenação sacerdotal católica graças à provisão pastoral criada por São João Paulo II para permitir que ex-ministros protestantes casados fossem dispensados do voto de celibato a fim de se ordenarem na Igreja católica.

Muitas pessoas acham que a permissão de casamento para os padres resolverá a crise das vocações sacerdotais. Pode até ajudar, mas não será, necessariamente, a solução mágica. Permitir que homens casados ​​sejam ordenados trará tantos problemas novos quantas soluções de problemas velhos. Para começar, a Igreja terá que avaliar muito bem se tem condições de sustentar padres casados e suas famílias. Uma fonte confiável no Vaticano me disse, em conversa privada, que, quando a questão dos padres casados ​​é discutida, são os bispos das igrejas de rito oriental, que permitem o casamento do clero, os que na maioria das vezes mais desaconselham a mudança desta disciplina.

Num artigo publicado recentemente pela mídia, afirmou-se que o papa Francisco teria prometido “resolver o problema do celibato”. Esta declaração, por si só, já levanta uma série de perguntas. Em primeiro lugar, o que viria a ser esse “problema do celibato”? O celibato já seria em si mesmo um problema? Se a maioria dos padres católicos prometeu e viveu o celibato ao longo dos últimos mil anos, não parece que ele seja um problema tão grande a ponto de precisar de urgente reforma. É claro que existem os críticos do celibato. O ex-monge Richard Sipe, por exemplo, escreveu um contundente questionamento do celibato. O mesmo foi feito pelo dissidente católico Donald Cozzens. Enquanto isso, o padre anglicano Ray Ryland, convertido, escreveu em forte defesa tanto do celibato dos sacerdotes quanto da continência perfeita dos padres já casados​​ (ou seja, da abstenção de todas as relações sexuais).

A primeira pergunta a ser feita, portanto, é esta: o que é esse “problema do celibato?”. Existem muitas pressões contra o celibato em nossa sociedade altamente sexualizada. O acesso e a aceitabilidade do “sexo livre” faz com que o celibato pareça muito estranho neste contexto. Além disso, com a diminuição das vocações sacerdotais, mais sacerdotes vivem o peso crescente da solidão; e com a expectativa de vida aumentando, a perspectiva de um voto de celibato pelo resto da vida se torna uma dificuldade maior ainda. O celibato, em si, pode não ser um problema urgente, mas é certamente verdade que a observância do celibato é muitas vezes bem desafiadora.

E como poderia o papa Francisco “resolver o problema do celibato”?

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Papa pede insistentes orações pela paz no Oriente Médio

000_par7908212-1(ACI).- Rezar nunca é em vão: disse o Papa Francisco após a oração mariana do Angelus, este domingo, ocasião em que fez mais um apelo pelo fim do conflito no Oriente Médio, pedindo que todos continuem rezando com insistência pela paz na Terra Santa.

Referindo-se ao encontro de 8 de junho passado com o Patriarca Bartolomeu, o Presidente Peres e o Presidente Mahmoud Abbas, “alguém poderia pensar que este encontro se realizou em vão”, disse o Papa.

Ao invés não, porque a oração nos ajuda a não nos deixar vencer pelo mal nem nos resignar ao fato de que a violência e o ódio predominem sobre o diálogo e a reconciliação.

O Pontífice exortou israelenses, palestinos e todos os que têm responsabilidades políticas em nível local e internacional a não pouparem oração e esforços para que cesse toda hostilidade e se obtenha a paz desejada pelo bem de todos.

E convidou os fiéis e peregrinos na Praça a um momento de oração silenciosa, depois do qual pronunciou as seguintes palavras:

Agora, Senhor, ajuda-nos Tu! Doa-nos Tu a paz, ensina-nos Tu a paz, guia-nos Tu rumo à paz. Abre os nossos olhos e doa-nos a coragem de dizer: “nunca mais a guerra!”; “com a guerra, tudo está perdido!”. Infunde em nós a coragem de realizar gestos concretos para construir a paz… Torna-nos disponíveis a ouvir o clamor dos nossos cidadãos que nos pedem para transformar as nossas armas em instrumentos de paz, os nossos medos em confiança e as nossas tensões em perdão.

Papa pede desculpas a vítimas de abuso e critica cumplicidade da Igreja

1459923_669126163127066_1775571749_nGLOBO.COM | O Papa Francisco denunciou nesta segunda-feira (7) a “cumplicidade inexplicável” da Igreja Católica com os padres pedófilos que cometeram abusos sexuais e pediu desculpas às vítimas em um encontro com algumas delas no Vaticano.

Em suas palavras mais fortes sobre o assunto, Francisco disse às vítimas que os abusos foram “camuflados com cumplicidade” e implorou por perdão.

“Há muito tempo sinto no coração uma profunda dor, um sofrimento tanto tempo oculto, tanto tempo dissimulado com uma cumplicidade que não tem explicação”, disse o pontífice em uma comovedora homília na qual pediu várias vezes perdão.

Francisco também disse que sente o peso da dor e dos suicídios das vítimas de abusos. “Alguns sofreram inclusive a terrível tragédia do suicídio de um ser querido. As mortes destes filhos tão amados por Deus pesam no coração e na minha consciência e de toda a Igreja”, afirmou.

Ele ainda pediu perdão pelos “pecados de omissão” cometidos pelos líderes da Igreja que “não responderam adequadamente” às denúncias de abusos.

Francisco recebeu pela primeira vez no Vaticano seis vítimas de padres pedófilos.

O pontífice recebeu dois britânicos, dois alemães e dois irlandeses que sofreram abusos sexuais de religiosos.

O encontro aconteceu na residência privada de Francisco no Vaticano, a Casa Santa Marta, onde ele mora desde sua eleição como pontífice em março de 2013.

A reunião foi anunciada pelo próprio Francisco no dia 26 de maio, durante o voo que o transportou para Roma após uma viagem ao Oriente Médio.

As vítimas assistiram à missa que o bispo de Roma preside na capela de sua residência e depois aconteceu o encontro privado.

Os nomes das pessoas presentes não serão divulgados, segundo o Vaticano.

Francisco se comprometeu desde o início a lutar contra a pedofilia e criou uma comissão para a proteção da infância, que tem entre seus integrantes uma vítima, a irlandesa Mary Collins.

Apesar dos gestos, as associações de vítimas consideram que a Igreja não está fazendo todo o possível para impedir que padres abusem sexualmente de menores de idade em todo o mundo.

Um grupo de ativistas mexicanos enviou na quinta-feira uma carta ao Papa Francisco na qual pede “decisões estruturais” para acabar com os “padres abusadores”.

As vítimas pedem que as boas intenções manifestadas pelo papa virem normas específicas, explicou José Barba, ex-membro dos Legionários de Cristo, de 75 anos.

Barba foi vítima de Marcial Maciel, o falecido fundador da poderosa congregação, protagonista do maior escândalo de pedofilia da instituição, que recebeu durante décadas a proteção de João Paulo II.

Dois Papas intercedem por uma final inédita em Copas do Mundo

FranciscoBXVI_LOssevatoreRomanoANSA(ACI/EWTN Noticias).- O jornal da Santa Sé, L’Osservatore Romano (LOR), não descarta uma final da Copa do Mundo de 2014 seja entre a Argentina e Alemanha, uma partida histórica onde se enfrentariam as nações de dois Papas.

O Mundial o Brasil 2014 “poderia dar-nos de presente uma final Argentina x Alemanha”, diz a publicação vaticana e afirma que essa possibilidade “entraria para da história do futebol” por ser o confronto inédito de dois países de onde vêm simultaneamente o Papa e o Papa Emérito.

“Se pensarmos bem, poderia ocorrer que uma final do Mundial entre para a história pela peculiaridade de seus torcedores. Por exemplo, como quando Barack Obama que tomou uma foto no Air Force One enquanto via a partida entre os Estados Unidos e a Alemanha… e se a ideia do enfrentamento entre o Papa Francisco e Guarda a Suíça inflamou a vigília da partida Argentina X Suíça, poderia ocorrer que a verdadeira surpresa chegue com os torcedores especiais da final do Mundial”, acrescenta referindo-se ao Pontífice e o bispo emérito de Roma. Ambos amantes do futebol.

Segundo o jornal da Santa Sé, Alemanha foi até agora a equipe mais limpa do Mundial “com apenas 37 faltas cometidas durante quatro partidas… Logo estão as fontes históricas”. Por outro lado, os argentinos, continua o LOR, “devem ainda compreender se são ‘Messi-dependentes’ e, neste caso, pensar até que altura ele poderá leva-los no campeonato”.

O jornal da Santa Sede propõe ainda a seleção costa-riquenha como “a verdadeira surpresa do Mundial”. “a Costa Rica já pode orgulhar-se de ser a equipe revelação do Brasil 2014 e não só isso, porque obteve a máxima posição na história do futebol costa-riquenho ao chegar às quartas de Final, e além disso entrou na classificação quando era a zebra do único grupo que reunia três nações vencedoras de mundiais: Itália, Inglaterra e Uruguai”, assegura.

No Brasil tudo está preparado para o espetáculo. As quartas de Final começam no dia 4 de julho com o enfrentamento entre Brasil e Colômbia, logo apóa a Alemanha x França. No dia seguinte segue o enfrentamento pelas quartas de final entre a Costa Rica x Holanda, e Argentina x Bélgica.

No momento, o jornal da Santa Sé não se atreve a apostar por um ganhador, mas assegura que esta edição do Mundial 2014 “será uma surpresa”.

Messi e Swastaiger

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