“Papa convida a rezar pela paz” hoje às 13h

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Deputados falaram 59 vezes o nome de Deus na seção do Impeachment

Minha opinião é bem sincera quanto a tudo isso. Para mim

  • O governo não é o melhor;
  • Impeachment não é golpe;
  • O modo como estão fazendo sim;
  • Defendo novas eleições;
  • Não temos deputados dignos de legislar;
  • Passamos vergonha, mas muita vergonha neste domingo;
  • Nossos deputados, em uma análise do discurso, mostraram seu interesse maior, eles mesmos;
  • O povo precisa acordar.

A repórter da EBC Isabela Vieira escreveu sobre o uso do nome de Deus. E nunca antes na história desse país ele foi usado tão em vão. Oremos pela pátria.

Religiosos criticam citações a Deus na sessão da Câmara que votou impeachment

Por Isabela Vieira | EBC | As referências à religião e a Deus nos discursos de parte dos deputados que decidiram, no domingo (17), pela abertura de processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff incomodaram religiosos. Em defesa da separação entre a fé e a representação política, líderes de várias entidades criticaram as citações e disseram que os posicionamentos violam o Estado laico.

Durante a justificativa de voto, os parlamentares usaram a palavra “Deus” 59 vezes, quase o mesmo número de vezes que a palavra “corrupção”, citada 65 vezes. Menções aos evangélicos aparecem dez vezes, enquanto a palavra “família” surgiu 136, de acordo com a transcrição dos discursos, no site da Câmara dos Deputados. Ao votar, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, disse: “Que Deus tenha misericórdia desta Nação”. O apelo foi feito também por Cunha ao abrir a sessão: “Que Deus esteja protegendo esta Nação”.

Para o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), composto pelas igrejas Evangélica de Confissão Luterana, Episcopal Anglicana do Brasil, Metodista e Católica, que havia se manifestado contra o impeachment, assim como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), ligada à Igreja Católica, as menções não surpreenderam. A presidenta da entidade, a pastora Romi Bencke, disse que as citações distorcem o sentido das religiões. “Não concordamos com essa relação complexa e complicada entre religião e política representativa”, afirmou.

Segundo Romi, uma das preocupações dos cristãos é com o uso da religião para justificar posicionamento em questões controversas. A fé, esclareceu, pode contribuir, com uma cultura de paz, com a promoção do diálogo e com o fortalecimento das diversidades. Porém, advertiu, “tem uma faceta de perpetuar violência”, quando descontextualizada. “Infelizmente, vimos que os parlamentares que se pronunciaram em nome de Deus, ao longo do mandato, se manifestam contra mulheres, defendem a agenda do agronegócio e assim por diante. Nos preocupa bastante o fato de Deus ser invocado na defesa de pautas conservadoras – é ruim adjetivar, mas é a primeira palavra que me ocorre – e de serem colocadas citações bíblicas descontextualizadas. Não aceitamos isso e eu acho que é urgente refletir sobre o papel da religião na sociedade”.

O teólogo Leonardo Boff, que já foi sacerdote da Igreja Católica, expoente da Teologia da Libertação no Brasil e hoje é escritor, também criticou o discurso religioso dos parlamentares que, na sua opinião, colocaram em segundo plano os motivos para o pedido de impeachment, as pedaladas fiscais e a abertura de créditos suplementares pelo governo de Dilma. Leia a integra da matéria aqui.

Houve até pastor homenageado. Fica a dúvida. Como podemos confiar nossa nação aqueles que claramente usam do nome de Deus para se alto proclamar? O que você pensa sobre isso? Comente.

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O que é um Plebiscito Popular?

 

 

 

Papa Francisco é alvo dos terroristas do Estado Islâmico, diz jornal Italiano

Terroristas pela ruas da Síria depois de conquistarem cidades e matarem todos que se opuseram.
Terroristas pela ruas da Síria depois de conquistarem cidades e matarem todos que se opuseram.

Cada vez o mundo assiste o Estado terrorista Islâmico assumir o controle do Iraque e Síria. Sem contatar que já ameaçam invadir a Turquia e outros países próximos. Na mira dessa milícia radical que assusta até mesmo outros muçulmanos está o o Papa. Lembro que o grupo jihadista Estado Islâmico (EI), foi responsável pela decapitação do jornalista americano James Foley.Já o Papa está mira devido eles o considerarem “portador da verdade falsa”, segundo o jornal italiano “Il Tempo” desta segunda-feira (25).

Segundo o jornal, “fontes israelenses acreditam que o papa Francisco, o máximo expoente da religião cristã, está na mira do EI”. O artigo diz ainda que a Itália é “um trampolim de lançamento para os mujahedins (combatentes da guerra santa)” e que “as chegadas contínuas de imigrantes servem de base para a entrada dos jihadistas no Ocidente”.

O Califa

O autoproclamado califa do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, líder do grupo.
O autoproclamado califa do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, líder do grupo.

O jornal lembra que o autoproclamado califa do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, “quer superar à Al Qaeda e as façanhas do ‘chefe do terror’ (Osama bin Laden)”. A publicação garante que o líder do EI, “segundo fontes israelenses, conta em seu entorno mais próximo com a presença de conversos ocidentais e de jovens de segunda geração, filhos de imigrantes nascidos em países europeus, e que agora optaram por abraçar o fundamentalismo islâmico”.

Pedido de Paz

Papa Francisco. Foto: Republic of Korea (CC BY-SA 2.0)

O papa Francisco fez diversos pedidos pela paz no Oriente Médio em várias ocasiões e, exatamente, ontem pediu orações para que termine “a violência insensata” e para “um amanhecer de paz e reconciliação entre os homens”.

Para Vaticano não há ameaça

[Atualização 27/08/2014] Em resposta às notícias que sustentam que terroristas do Estado Islâmico (ISIS) estão ameaçando de morte o Papa Francisco assinalando-o como o “portador de uma falsa verdade”, o diretor do Escritório de Imprensa do Vaticano, Padre Federico Lombardi, declarou que não há razão para a preocupação e desmentiu os rumores.

“Não há nada sério nisto. Não há uma preocupação particular no Vaticano. Esta notícia não tem fundamento”, declarou hoje à agência CNA do Grupo ACI de notícias em inglês.

Fonte: UOL

CNBB forma católicos para a promoção da Fé e Política

Dom Helder Camara“Se a política é fazer que os direitos humanos fundamentais sejam reconhecidos por todos, esta política não é somente um direito, mas um dever para a Igreja”, dizia dom Helder Câmara e essa sua expressão inspira o Centro Nacional de Fé e Política a promover cursos anuais de formação de leigos e leigas.

Uma iniciativa da CNBB, o Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara é um serviço à formação política dos cristãos sob a presidência da Comissão Episcopal para o Laicato. No próximo mês de agosto começa o período para a formação de nova turma e o curso tem três fases, sendo que a primeira é presencial e se realiza no Centro Cultural Missionário, em Brasília.

Para participar desse curso, o candidato precisa ter identidade cristã de vivência e participação, compromisso em participar das etapas previstas pelo curso e realizar os trabalhos solicitados; conclusão do Ensino Médio (as exceções serão analisadas); compromisso em ser agente multiplicador; carta de apresentação da entidade que o envia e conhecimento e acesso à internet para o curso a distância.

O curso tem duração de 360 horas em um ano e meio em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. O curso tem como objetivo: formar cristãos leigos para a missão política, favorecendo-lhes a aquisição de competência e habilitação para agir como cristãos no complexo campo da política e fomentar em nosso país um pensamento social cristão à luz do Ensino Social da Igreja e dos valores evangélicos.

Mais informações sobre o curso do ano de 2014 podem ser obtidas com Francileudo Lacerda, das 13h30 às 17h30 no telefone: (61) 3349 4623.

CNBB divulga nota “Eleições Municipais 2012 – Voto consciente e limpo”

cnbbDurante entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira, 27 de setembro, a presidência da CNBB apresentou a sua mensagem para as eleições municipais 2012. O texto foi aprovado durante a última reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep), realizado esta semana na sede da entidade, em Brasília (DF).

A seguir, a íntegra da nota.

Eleições Municipais 2012 – Voto consciente e limpo

O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília de 25 a 27 de setembro, considerando as eleições municipais do próximo mês de outubro, vem reforçar a importância desse momento para o fortalecimento da democracia brasileira. Estas eleições têm característica própria por desencadear um processo de maior participação em que os candidatos são mais próximos dos eleitores e também por debater questões que atingem de forma direta o cotidiano da vida do povo.

A Igreja louva e aprecia o trabalho de quantos se dedicam ao bem da nação e tomam sobre si o peso de tal cargo, em serviço de todas as pessoas (cf. GS 75). Saudamos, portanto, os candidatos e candidatas que, nesta ótica, apresentam seu nome para concorrer a um cargo eleitoral. Nascido da consciência e do desejo de servir com vistas à construção do bem comum, este gesto corrobora o verdadeiro sentido da atividade política.

Estimulamos os eleitores/as, inclusive os que não têm a obrigação de votar, a comparecerem às urnas no dia das eleições para aí depositar seu voto limpo. O voto, mais que um direito, é um dever do cidadão e expressa sua corresponsabilidade na construção de uma sociedade justa e igualitária. Todos os cidadãos se lembrem do direito e simultaneamente do dever que têm de fazer uso do seu voto livre em vista da promoção do bem comum (cf. GS 75).

A lei que combate a compra de votos (9840/1999) e a lei da Ficha Limpa (135/2010), ambas nascidas da mobilização popular, são instrumentos que têm mostrado sua eficácia na tarefa de impedir os corruptos de ocuparem cargos públicos. A esses instrumentos deve associar-se a consciência de cada eleitor tanto na hora de votar, escolhendo bem seu candidato, quanto na aplicação destas leis, denunciando candidatos, partidos, militantes cuja prática se enquadre no que elas prescrevem.

A vigilância por eleições limpas e transparentes é tarefa de todos, porém, têm especial responsabilidade instituições como a Justiça Eleitoral, nos níveis Federal, Estadual e Municipal, bem como o Ministério Público. Destas instâncias espera-se a plena aplicação das leis que combatem a corrupção eleitoral, fruto do anseio popular. O resgate da ética na política e o fim da corrupção eleitoral merecem nossa permanente atenção.

O político deve cumprir seu mandato, no Executivo ou no Legislativo, para todos, independente das opções ideológicas, partidárias ou qualquer outra legítima opção que cada eleitor possa fazer. Incentivamos a sociedade organizada e cada eleitor em particular, passadas as eleições, a acompanharem a gestão dos eleitos, mantendo o controle social sobre seus mandatos e cobrando deles o cumprimento das propostas apresentadas durante a campanha. Quanto mais se intensifica a participação popular na gestão pública, tanto mais se assegura a construção de uma sociedade democrática.

As eleições são uma festa da democracia que nasce da paixão política. O recurso à violência, que marca a campanha eleitoral em muitos municípios, é inadmissível: candidatos são adversários, não inimigos. A divisão, alimentada pelo ódio e pela vingança, contradiz o principio evangélico do amor ao próximo e do perdão, fere a dignidade humana e desrespeita as normas básicas da sadia convivência civil, que deve orientar toda militância política. Do contrário, como buscar o bem comum, princípio definidor da política?

A Deus elevemos nossas preces a fim de que as eleições reanimem a esperança do povo brasileiro  e que, candidatos e eleitores, juntos, sonhem um país melhor, humano e fraterno, com justiça social.

Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, abençoe nossa Pátria!

Brasília, 27 de setembro de 2012

Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís
Vice-presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

Ranking dos Políticos

Recebi um e-mail de uma amigo com este vídeo que fala como podemos acabar com a corrupção. O vídeo é bem interessante e traz ainda uma novidade para mim e creio que para vocês também, o Ranking do Políticos. Confira o vídeo:

 

Acesse também Ranking do Políticos. 

Rio + 20…. Enquanto isso na Warner brasileira – Brasília – Tom e Jerry salvam uma cachoeira

“Os olhos do mundo estão voltados para o Brasil”. Assim começa todos os telejornais brasileiros e assim são as manchetes dos impressos nessa pátria gentil. Fato relevante e importante para a sociedade tupiniquim que contém grandes reservas naturais a serem cuidadas pelo governo. Outra coisa que o governo deve cuidar é de suas reservas de popularidade, embora o povo tenha memória curta. Muito curta. Quase um Alzheimer.

É, a preservação das florestas de dinheiro publico para o bem político de um ser chamado político começou. Creio que com inspiração na Rio +20 e Cúpula dos Povos. Afinal a grande floresta verde de reais está se esgotando. Será? Não, isso só aconteceria em sonhos, ou melhor, pesadelos dos sofistas do planalto. Dos éticos. É nesse contesto de Rio +20 e Cúpula dos Povos que Tom and Jerry  entram em ação na CPI de preservação das cachoeiras. Ou de quem nela se banhou.

Como no desenho, Tom e Jerry sempre se estranham e vão as vias de se extinguirem. Contudo diante a ameaça em comum de alguém se unem facilmente. Em Brasília, a Warner brasileira, ou até mesmo a Disney, afinal lá são produzidos belos contos de fada, assistimos, ou não, ao  filme “O que há por trás da Cachoeira”. Na verdade, como sempre sabemos, espero, que os filmes de contos de fadas, heróis e outros seres são ficção, a CPI também é.

Ontem, 14/06, houve uma grande encenação de abandono da CPI por parte de Tom – oposição – e uma “trolagem”  de Jerry – Governo – pela não aprovação da convocação do dono da Delta. Empresa mergulhada nas águas dessa cachoeira, assim como o Senador ético e governadores semelhantes. Sem falar em outros membros do governo e da CPI que fizeram um tour por Paris com Cachoeira.

A Rio + 20 corre o risco de novamente não gerar grandes frutos ambientais para o planeta. A Cúpula dos Povos continuará com os status de evento paralelo. Já a CPI do Cachoeira terá o destino mais bonito de todos. A preservação. O desfecho que o mundo espera na Rio + 20 acontecerá em Brasília. No final as águas de cachoeira serão preservadas e Tom e Jerry saíram abraçados comendo queijo e peixe. A Rio+20, só Deus sabe.

Ah! Me esqueci do povo, inclusive eu. Mas não me lembro de nada hoje, ontem e nem daqui uns dias.

Por Marquione Ban

FIDEL CASTRO: DESEJEI A BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II

O encontro com o ex-presidente cubano fechou a visita pastoral do Papa Bento XVI

Incerto até o último momento, em determinados momentos dado por excluído, o encontro entre o Papa Bento XVI e o ex-líder cubano Fidel Castro, por fim, aconteceu. Os dois se encontraram por volta das 12:30, hora de Cuba, na Nunciatura Apostólica da Havana e sua conversa durou por volta de meia hora. O colóquio foi definido pelo porta-voz Vaticano, padre Federico Lombardi, “cordial, animado, alegre e intenso”.

Quase da mesma idade (85 anos do Papa e 86 do ex-líder máximo), ironizaram sobre a idade avançada. O Santo Padre, em particular, disse: “Sou ancião, mas ainda posso fazer o meu dever”.

Bento XVI expressou ao seu interlocutor a própria alegria pela recepção calorosa no solo cubano, e à pergunta: “O que faz um Papa?”, respondeu: “Está ao serviço da Igreja universal”. Fidel disse ter seguido todos os momentos da visita pastoral na televisão.

Castro dirigiu ao Pontífice algumas perguntas sobre mudanças na liturgia da Igreja e lhe expressou a sua própria preocupação sobre os problemas da humanidade. O ex-presidente cubano também afirmou ter desejado de coração as beatificações de Madre Teresa de Calcutá – grande benfeitora de Cuba – e de João Paulo II, que ele conheceu, em 1996 no Vaticano e em 1998 na Havana.

Diante dos discursos de Bento XVI sobre o problema da “essência de Deus” e sobre a relação entre ciência e fé, Castro pediu ao Santo Padre para envir-lhe alguns livros sobre o tema. “Tenho que pensar em quais títulos enviar-lhe”, respondeu o Papa. Durante a conversa estava presente a mulher do ex-líder cubano, Dalia. Na conclusão do encontro Castro apresentou ao Papa dois dos seus filhos.

O encontro entre Bento XVI e Fidel Castro foi a última etapa da visita pastoral do Papa a Cuba, antes do transferimento para o aeroporto “José Martí” da Havana. O retorno a Roma do vôo Alitalia levando a bordo o Santo Padre está previsto para as 10 da manhã, do dia 29 de março, quinta-feira.

HAVANA, quarta-feira, 28 de março de 2012 (ZENIT.org)

Reforma Política Já – Projeto de Lei de Iniciativa Popular

Recentemente, a Plataforma dos Movimentos Sociais para a Reforma do Sistema Político lançou o Projeto de Lei de Iniciativa Popular Para a Reforma do Sistema Político. Esse vídeo trata das principais propostas apresentadas no projeto, além de informar o cidadão como ele pode assinar o projeto de lei e divulgar para a sua comunidade.

Veja o vídeo:

Acesse  também http://www.reformapolitica.org.br