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Cristo se sacrificou por nós

Bendito o que vem em nome do Senhor!

Hoje iniciamos a Semana Santa. Cristo entra triunfante em Jerusalém, com o povo ao seu lado e gritos de Hosana.

A nós resta uma reflexão. Como estamos permitindo a entrada de Cristo em nossa vida?

O questionamento nos faz pensar sobre tudo que ocorre hoje no mundo e como lidamos com os fatos. A moda humana, egocêntrica ou a moda de Cristo?

Cristo nos ensinou a amar sem medida. E deu sua vida por nós, como também é lembrado na liturgia deste domingo. E vendo tudo que ocorre é possível dizer que estamos como aquele povo. Festejamos Cristo nas ruas de Jerusalém e o condenamos nos tribunais à morte.

E preciso mais amor. É preciso mais Cristo em nós. Sejamos como o Senhor nos ensina e amemos uns aos outros.

Assim peço que apoiemos as medidas de isolamento nessa pandemia. Quem não conseguir que cuide e cumpra os protocolos. A vacina é importante. Só com ela salvamos CNPJs e pessoas (O mais importante).

por Marquione Ban

A polêmica da cf 2021 e o diálogo pastoral

Há uma semana a Campanha da Fraternidade 2021 tem gerado uma polêmica muito grande entre nós católicos. O cisma que vive a nação parece ter atingindo a Igreja no Brasil. Só parece? Ele já existe há mais tempo que podemos imaginar.

Procurei ler e ouvir os vários lados sobre essa polêmica. E chego apenas a uma conclusão:

A Igreja no Brasil precisa olhar para dentro de si e conversar entre si. O diálogo pastoral é suprimido pelos estatutos e certezas de cada movimento, pastoral e serviço.

Recordo da primeira campanha ecumênica. Em uma formação dada em minha Diocese, as pastorais não se entendiam. RCC de uma lado, PJ, Pastoral da Saúde, CEBs de outro. Vicentinos sem saber onde iam e abrindo seu estatuto. E assim por diante. E no fim, o que ocorreu foi passar o estudo como obrigação quaresmal. Como vivência do Cristo na sociedade nada foi adiante. E a assim tem sido desde então. Não só nas campanhas ecumênicas, mas em todas.

Se falamos dos idosos, os esquecemos logo em seguida. Falar sobre índios é desnecessário, muitos bradam, pois vivem na cidade. Outros sobre o meio ambiente. Sobre acessibilidades nem temos rampas em nossos altares. Sobre a juventude, deixamos o insonso Setor Juventude substituir a pastoral e no fim no há mais movimento.

A incoerência para nós católicos começa aí. Nos preocupamos demais em defender nossos mundinhos, nossas pastorais, serviços e movimentos. Esquecemos que o mundo precisa de nós como lâmpada.

A CF 2021 faz alertas grandiosos sobre a inclusão, violência e questões sociais que precisamos sim debater. Isso não significa que vamos mudar a Tradição da Igreja. Precisamos viver mais como Cristo. Precisamos lembrar do samaritano, da samaritana, Nicodemos, Zaqueu e tantos outros.

Falar sobre as fobias sociais contemporâneas e iluminar soluções é o nosso papel. Nos trancamos nos templos e sonhamos com o paraíso sem sequer tentar construir ele aqui. Lâmpada não estamos sendo.

Parabenizo a CNBB pelo esforço em contribuir com o ecumenismo, mas saliento que precisa se curar também. Unificar a Igreja e seus movimentos. Há muito não dialogamos internamente como se deve.

Para quem quiser ler mais sobre o tema sugiro os artigos:

Então irmãos, não é tempo de briga, mas de unificação.

Marquione Ban

Por que a Igreja dedica o dia a Basílica de Latrão?

Sabemos que cada dia a Igreja celebra um santo e sua jornada rumo ao Cristo, Rei do Universo, e outras datas memoráveis da vida de Cristo na Terra. Mas, por que hoje celebramos uma Igreja? Sabemos que cada dia a Igreja celebra um santo e sua jornada rumo ao Cristo, Rei do Universo, e outras datas memoráveis da vida de Cristo na Terra. Mas, por que hoje celebramos uma Igreja?

Dia 09 de novembro é dedicado à Basílica de Latrão. E ela tem este dia porque é considerada a catedral do Bispo de Roma, o Papa. A Basílica de Latrão também chamada de a “mãe de todas as igrejas”, devido o então imperador Constantino, no ano 313 d.C., deu ao papa uma Basílica e nela os cristãos. Foi ai que o conceito de “igreja” surgiu. Ele fez a Igreja na entrada de Roma para que as pessoas soubessem que aquela cidade era cristã.

Imagem do interior da Basílica de Latrão, a igreja do Papa
“São necessários tijolos para construir uma igreja, mas é preciso uma alma para que esses “tijolos” tomem vida na vida dos cristãos, “pedras vivas” chamadas ao dever da “coerência”. – Papa Francisco

A Basílica de Latrão contém o trono do Papa e é a sede da Diocese de Roma. Padre Paulo Ricardo, em entrevista a Rádio Canção Nova, afirma que celebramos a festa dedicada a Basílica para lembramos que somo templo de Deus e quando nos encontramos na igreja, Deus está presente.

Curiosidades sobre a Basílica

  • Latrão, é dedicada a São João Evangelista e a São João Batista, porque os dois foram anunciadores do reino de Deus e nela é contida as relíquias dos santos.
  • Toda quinta-feira santa o Papa vai até o pórtico, de dois andares na fachada principal, e dá sua benção.
  • E na parte superior tem encontra-se estátuas de Cristo e dos santos esculpidos durante o século XVIII.
  • Dentro da Basílica há uma grande decoração desde o teto até o chão.
  • Santa Helena colocou imagens de 12 apóstolos na igreja.
  • Ao lado da Basílica de Latrão encontra-se um grande prédio que foi a residência dos papas por mais de mil e quinhentos anos.
  • Em frente à Basílica, foi construído um monumento de São Francisco de Assis e seus irmãos para lembrar que ali o Papa Inocêncio III aprovou as constituições de São Francisco de Assis.
  • Próximo à Basílica existe uma igreja onde está a escada santa, pela qual Jesus Cristo subiu para ser julgado na sexta-feira santa. Santa Helena trouxe a escadaria do palácio de Pôncio Pilatos para à cidade de Roma.
Escada Santa em Roma é exposta ao público em seu estado original
Escadaria do palácio de Pôncio Pilatos

Rezemos por este templo de Deus que significa muito para a história dos cristãos para que continue sendo a Casa de Deus e do Papa, para continue evangelizando.

Curta, comente e compartilhe.

Por Marquione Ban com informações da Rádio Canção Nova.

Hoje é dia dos Reis Magos

O historiador inglês São Bedas (673-735) foi o primeiro a citar os nomes e descrever os três Reis Magos. Cada um deles representa uma raça: a branca, a amarela e a negra.

O africano Baltazar, com cerca de 30 anos, o asiático Gaspar, com 15 anos, e o europeu Melchior (ou Belchior), com aproximadamente 40 anos, foram os primeiros a visitar o Menino Jesus, e lhe ofereceram presentes: mirra (resina extraída da árvore de mesmo nome), em sinal de sua humanidade; incenso, para representar a divindade do Menino Jesus; e ouro, em homenagem à sua realeza.

No Brasil, as primeiras imagens dos Reis Magos chegaram de Portugal, em 1752, destinadas ao Forte dos Reis Magos, no Rio Grande do Norte.

Fonte: Portal do Padre Reginaldo Manzotti

Dois Papas: um singelo e profundo diálogo sobre a Igreja

Neste mês de dezembro a Netflix lançou o filme, que ao meu ver o melhor, Dois Papas. O filme narra a história por trás da eleição de Bento XVI, sua renúncia e a escolha de Francisco a partir do ponto de vista do então papa Bento XVI, bem como o drama em assumir a missão de Francisco. Chega a ser uma biografia. Alerto que o filme é ficção baseada em fatos reais. Não é todo verdade, mas transmite sentimentos reais.

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Um das cenas finais com Francisco já papa e Bento XVI emérito. 

E que ganho foi este filme para a Igreja. Antes de vê-lo eu me preparei pensando que veria bastidores tendenciosos a criticar de forma pejorativa a Igreja, o papa, principalmente Bento XVI. Quebrei a cara.  O filme é singelo. Um diálogo cativante e generoso. Digno da intelectualidade de Bento XVI e da simplicidade de Francisco. É forte como os dois.

dois-papas-poster-bode-na-salaDois Papas nos colocam no olhar de cada um. No sofrer de cada um deles. Um papa pesado pela por ser conservador e outro por querer reformas que são modernas demais para alguns. Há um diálogo que é claro e notória a diferença entre um e outro, mas que ao fim confirmam apenas que os dois desejam uma só coisa: levar Cristo ao mundo por meio da Igreja sem corromper sua mensagem.

Aconselho a cada cristão, principalmente os católicos a verem este filme. Repito, é ficção baseada em fatos reais. Não tomem tudo como verdade. Meirelles, diretor, sobre muito bem abordar a crise que a Igreja vivia ainda com João Paulo II, em seu final de papado, e continua no papado de Bento XVI. E que afeta até hoje o papado de Francisco.

O filme é sobre missão. Qual foi e é a de cada papa. Recomendo vocês verem.

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Veja e descubra como os dois foram parar no meio do povo. 

Ah! O filme ainda conta com as atuações fenomenais de Anthony Hopkins e Jonathan Pryce nos papeis de Bento XVI e Francisco respectivamente.  Confira o trailer:

por Marquione Ban

13 fatos sobre são João Paulo II que você precisa saber

ACI |.- Por ocasião da festa de São João Paulo II, celebrada neste dia 22 de outubro, nossos amigos do Churchpop.com resgataram estes 13 fatos fascinantes da vida do grande Pontífice.

1. Aos 15 anos quase morreu por um disparo acidental

Um amigo lhe mostrou uma arma, a qual acreditava estar descarregada. Foi quando durante uma brincadeira este amigo apertou o gatilho e disparou bem perto de Karol. Felizmente (ou milagrosamente), a bala não o tocou.

2. Teve uma “namorada” judia durante sua juventude

Seu nome era Ginka Beer, era “uma bela judia, com lindos olhos e cabelos, magra, uma excelente atriz”. Embora não possamos descrever com precisão o vínculo entre Karol Wojtyla e Ginka, ela foi primeira e possivelmente a única com quem ele teve uma relação romântica.

3. Foi ator e dramaturgo

Era membro de um grupo de teatro e pretendia trabalhar como ator, antes de descobrir sua vocação ao sacerdócio.

4. Aos 21 anos de idade já tinha perdido todos seus familiares diretos

Sua mãe morreu quando ele tinha 8 anos devido a algumas complicações durante um parto, seus três irmãos morreram durante sua infância e seu pai morreu de um ataque cardíaco, quando ele tinha 21 anos.

5. Foi atropelado por um caminhão nazista durante a Segunda Guerra Mundial

Em fevereiro de 1944, enquanto voltava do trabalho para sua casa, foi atropelado por um caminhão alemão. Os oficiais alemães pararam e, ao ver que estava inconsciente e gravemente ferido, detiveram um automóvel para usá-lo como ambulância e levá-lo ao hospital. Ficou internado durante duas semanas. A terrível experiência e sua surpreendente recuperação confirmaram sua vocação ao sacerdócio.

6. Foi detido por soldados nazistas e fugiu escondendo-se atrás de uma porta

Em agosto de 1944, durante um levantamento polonês, soldados nazistas invadiram a sua cidade a fim de prender todos os homens jovens. Ao entrar em sua casa, escondeu-se atrás de uma porta. Os soldados revistaram sua casa, mas não o encontraram e foram embora. Em seguida, escondeu-se na casa do seu Arcebispo, onde permaneceu até o final da guerra.

7. Participou do Concílio Vaticano II como Bispo e ajudou a escrever vários documentos

Colaborou na redação do texto final de Dignitatis humanae, o Decreto sobre a liberdade religiosa, e Gaudium et spes, a Constituição Pastoral sobre a Igreja no mundo atual.

8. Foi o primeiro Papa não italiano desde o século XVI

João Paulo II era polonês e não tivemos um Papa italiano a partir dele: Bento XVI é alemão e Francisco é argentino.

9. Como Papa, falava 9 idiomas com facilidade

Sabia polonês, latim, grego antigo, italiano, francês, alemão, inglês, espanhol e português. Durante sua juventude, esteve familiarizado com 12 idiomas.

10. Visitou 129 países durante seu pontificado

Isto o tornou um dos líderes mundiais que mais viajou na história e fez com que ganhasse o apelido de “Papa Peregrino”.

11. Beatificou e canonizou mais pessoas que o resto dos Papas que o antecederam… juntos

Beatificou 1.340 pessoas e canonizou 483 pessoas. Esta cifra supera todos os beatos e santos canonizados por todos os Papas anteriores a ele em toda a história da Igreja.

12. Foi herói de um gibi de Marvel na década de 1980

Assim como ele, a Beata Madre Teresa de Calcutá e São Francisco de Assis também protagonizaram livros de histórias em quadrinho.

13. É o quarto Papa com o título de “o Grande”

Embora o título não seja de maneira oficial e é apenas pelo uso popular, somente outros três papas na história mereceram tal honra: São Leão Magno (440 até 461), São Gregório Magno (590-604), e São Nicolau Magno (858-867).

São João Paulo II, rogai por nós!

São Lucas e Dia dos Médicos é celebrado no Santuário-Basílica de Santo Antônio em Vitória

Igreja celebra neste dia São Lucas, padroeiro dos médicos, e também dará a Unção aos enfermos

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Missa é organizada pela Pastoral da Comunicação junto Pastoral da Saúde

Amanhã, dia 18, a igreja em todo o mundo celebra São Lucas, padroeiro dos médicos, por isso a data também é marcada como Dia do Médico. Em virtude a festa, o Santuário-Basílica promove nesta sexta uma missa em Ação de Graças pelos médicos e profissionais da saúde e também pelos enfermos. A ação litúrgica começa às 19h e será presidida pelo Pe. Roberto Camillato, pároco e reitor da Basílica.

Para Priscila Weber, médica e agente da pastoral da comunicação, a missa é um momento importante para agradecer e renovar as energias.

“Dizer obrigado por tudo que passamos e colocar aos pés do Senhor nossos anseios nos ajudam a continuar firmes em nosso juramento de sempre priorizar a vida humana”, diz.

NO Brasil a data segue a origem católica cristã e o Dia do Médico é celebrado no dia do São Lucas.

São Lucas

São Lucas é um dos evangelistas e também autor do livro dos Atos dos Apóstolos. Foi médico por isso o santo foi considerado protetor dos médicos e de todos os trabalhadores da saúde. Ele nasceu em Antioquia da Síria e foi convertido pelo apóstolo São Paulo, do qual se tornou inseparável e fiel companheiro de missão. Colaborador no apostolado, o grande apóstolo dos gentios em diversos lugares externa a alta consideração que tinha por Lucas, como portador de zelo e fidelidade no coração. Ambos fazem várias viagens apostólicas, tornando-se um dos primeiros missionários do mundo greco-romano. Tornou-se excepcional para a vida da Igreja por ter sido dócil ao Espírito Santo, que o capacitou com o carisma da inspiração e da vivência comunitária para escrever o evangelho.

Outras informações acesso o site do Santuário-Basílica de Santo Antônio. 

Por Marquine Ban

Segunda, Terça e Quarta-feiras Santas na Semana Maior

Um das formas de referir a Semana Santa é também como Semana Maior. Dentro dela existem três dias que muitos não consideram importantes, mas são. Liturgicamente, estes dias da Semana Maior são momentos importantes da Quaresma. Todo o conteúdo bíblico e litúrgico destes três dias nos preparam para o Tríduo Pascal. Segunda, terça e quarta são os três primeiros dias da Semana Santa é são neles que fazemos grandes celebrações lembrando a prisão de Jesus.

  • Encontro d’Ele com Sua Mãe;
  • As dores de Nossa Senhora (Embora muitos celebram uma semana antes a Semana Maior;
  • O Ofício das Trevas;
  • As Chagas de Cristo;
  • E muitos refazem o caminho da Via Sacra;
  • Celebrações penitenciais;

Nestes três dias, Jesus e Seus discípulos estavam se preparando para celebrar a Páscoa, festa principal dos judeus. Porém, o Senhor sabia muito bem que eram os últimos dias de sua vida. A Páscoa Judaica iria se converter na Páscoa de Jesus, sua passagem da morte para a vida. Estes dias, recebem o qualificativo de santos, porque a misericórdia de Deus se manifesta de uma maneira muito especial.

Segunda-feira Santa

Neste dia, proclama-se, durante a Missa, o Evangelho segundo São João. Seis dias antes da Páscoa, Jesus chega a Betânia para fazer a última visita aos amigos de toda a vida. Está cada vez mais próximo o desenlace da crise. Ela guardava este perfume para a minha sepultura. Jesus já havia anunciado que Sua hora havia chegado.

A primeira leitura é a do servo sofredor: “Olha o meu servo, sobre quem pus o meu Espírito”, disse Deus por meio de Isaías. A Igreja vê um paralelismo total entre o servo de Javé cantado pelo profeta Isaías e Cristo. O Salmo é o 26, ‘Um canto de confiança’.

Terça-feira Santa

A mensagem central deste dia passa pela Última Ceia. Estamos na hora crucial de Jesus. Cristo sente, na entrega, que faz a ‘glorificação de Deus’, ainda que encontre, no caminho, a covardia e o desamor. No Evangelho, há uma antecipação da Quinta-feira Santa. Jesus anuncia a traição de Judas e as fraquezas de Pedro.

“Jesus insiste: ‘Agora é glorificado o Filho do homem e Deus é glorificado nele’.”

A Primeira leitura é o segundo canto do servo de Javé. Nesse canto, descreve-se a missão de Jesus. Deus o destinou a ser “luz das nações, para que a salvação alcance até os confins da terra”. O Salmo é o 70. “Minha boca cantará teu auxílio.” É a oração de um abandonado, que mostra grande confiança no Senhor.

Quarta-feira Santa

Estamos de cara com o Tríduo Pascal. A liturgia de hoje tem um sabor amargo: a traição de judas. Não nos confundamos: Judas representa todas as forças do mal de que tomam parte nossos pecados, que se opõem aos planos maravilhosos de Deus. No Evangelho de Mateus, a noite já descia sobre a cidade e os peregrinos que vinham para a Páscoa continuavam chegando. Um ar festivo invade tudo, uma espécie de canto da libertação. Judas fica em silêncio, parece não ter consciência de ter vendido o seu Senhor como se Ele fosse um escravo. Todos percebem que chegou a hora e Jesus está livre e decidido.

A primeira leitura é o terceiro canto de Isaías – “não ocultei o rosto aos insultos” –, é o Canto da Paixão, porque relata com detalhes o sofrimento do servo. O Salmo é o 68. Ficamos impressionados com o grito angustiado de um justo perseguido.

Fonte: Formação Canção Nova

Você sabe a importância do Domingo de Ramos?

O artigo abaixo é do professor Felipe Aquino e fala sobre a importância deste domingo na igreja e na nossa vida. Confira:

A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo simples que O aplaudia como “Aquele que vem em nome do Senhor”. Esse povo, há poucos dias, tinha visto Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia e estava maravilhado, pois tinha a certeza de que esse era o Messias anunciado pelos profetas, mas, esse mesmo povo tinha se enganado com tipo de Messias que Cristo era. Pensava que, fosse um Messias político, libertador social, que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão.

Para deixar claro a este povo que Ele não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, e sim, o grande Libertador do pecado, a raiz de todos os males, então, o Senhor entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena. Ele não é um Rei deste mundo! Dessa forma, o Domingo de Ramos dá o início à Semana Santa, que mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras.

Os ramos lembram nosso batismo

Esses ramos significam a vitória: “Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”. Os ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, especialmente nestes tempos difíceis em que essa é desvalorizada e espezinhada. Os ramos sagrados que levamos para nossas casas, após a Missa, lembram-nos de que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.

O sentido da Procissão de Ramos

O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus. Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, tão transitório, que se gasta tão rapidamente e nos mostra que a nossa pátria não é neste mundo, mas sim, na eternidade; aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda da casa do Pai.

A Missa do Domingo de Ramos traz a narrativa de São Lucas sobre a Paixão de Nosso Senhor Jesus, Sua angústia mortal no Horto das Oliveiras, o Sangue vertido com o suor, o beijo traiçoeiro de Judas, a prisão, os maus-tratos causados pelas mãos dos soldados na casa de Anás, Caifás; Seu julgamento iníquo diante de Pilatos, depois, diante de Herodes, Sua condenação, o povo a vociferar “crucifica-O, crucifica-O”; as bofetadas, as humilhações, o caminho percorrido até o Calvário, a ajuda do Cirineu, o consolo das santas mulheres, o terrível madeiro da cruz, Seu diálogo com o bom ladrão, Sua morte e sepultura.

Entrada “solene” de Jesus em Jerusalém

A entrada “solene” de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de Suas dores e humilhações. Aquela mesma multidão que O homenageou, motivada por Seus milagres, agora vira as costas a Ele e muitos pedem a Sua morte. Jesus, que conhecia o coração dos homens, não estava iludido. Quanta falsidade há nas atitudes de certas pessoas! Quantas lições nos deixam esse Domingo de Ramos!

O Mestre nos ensina, com fatos e exemplos, que o Reino d’Ele, de fato, não é deste mundo. Que Ele não veio para derrubar César e Pilatos, mas para derrubar um inimigo muito pior e invisível: o pecado. E para isso é preciso imolar-se, aceitar a Paixão, passar pela morte para destruir a morte; perder a vida para ganhá-la. A muitos o Senhor Jesus decepcionou; pensavam que Ele fosse escorraçar Pilatos e reimplantar o reinado de Davi e Salomão em Israel; mas Ele vem montado em um jumentinho frágil e pobre.

Muitos pensam: “Que Messias é esse? Que libertador é esse? É um farsante! É um enganador que merece a Cruz por nos ter iludido”. Talvez Judas tenha sido o grande decepcionado. O Domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja e, consequentemente, a nossa também, é a luta contra o pecado, a desobediência à Lei Sagrada de Deus, que hoje é calcada aos pés até mesmo por muitos cristãos que preferem viver um Cristianismo “light”, adaptado aos seus gostos e interesses, e segundo as suas conveniências. Impera, como disse Bento XVI, “a ditadura do relativismo”.

O Domingo de Ramos nos ensina que seguir o Cristo é renunciarmos a nós mesmos, morrermos na terra como o grão de trigo para poder dar fruto, enfrentar os dissabores e ofensas por causa do Evangelho do Senhor. Ele nos arranca das comodidades e das facilidades, para nos colocar diante d’Aquele que veio ao mundo para salvá-lo.

Vamos viver a Semana Santa

O blog está bem parado estes dias. Triste estou por isso, mas o tempo tem me apertado. Mas nesta semana, em que vivemos o calvário de Nosso Senhor vou me dedicar mais a estar aqui com vocês. Mas não se esqueçam de viver a semana. Sugiro a vocês, que nessa semana deixemos de lado as coisas que nos consomem o tempo e vivamos a experiência glorificante dessa semana. Procure sua paróquia e veja a programação.

Paz e Bem!

Papa manda mensagem para Campinas-SP

Esta semana vimos uma tragédia em Campinas-SP. Um homem entrou na igreja e atirou contra os fiéis presentes. Nossas orações devem ser direcionadas para estas vítimas e seus familiares bem como todas as vítimas de violência.

Na matéria abaixo, retirada do site da Agência Brasil, nosso Papa manda uma mensagem de conforto a todos e nos ensina a sempre olharmos as situações com amor. Mesmo na adversidade da violência.

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O papa Francisco enviou telegrama à Arquidiocese de Campinas, a 98 quilômetros de São Paulo, lamentando a tragédia em que morreram seis pessoas. O pontífice pede que todos se esforcem para perdoar e fazer prevalecer o “amor sobre o ódio e a vingança”.

O texto do papa “convida a todos, diante deste momento de dor, a encontrar conforto e forças em Jesus Ressuscitado, pedindo a Deus que a esperança não esmoreça nesta hora de prova”.

O telegrama em nome de Francisco é assinado pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin.

“Profundamente consternado pelo dramático atentado ocorrido durante a celebração da Santa Missa na Catedral da Arquidiocese de Campinas, o papa Francisco confia à misericórdia de Deus as vítimas e assegura a sua solidariedade e conforto espiritual às famílias que perderam seus entes queridos e toda a comunidade arquidiocesana, com votos de pronta recuperação dos feridos.”

Ele encerra a mensagem com uma benção apostólica.

O Regional Sul I da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou também nota de solidariedade a todos os fiéis e à Cúria, fazendo um apelo para depor “as armas da violência seja das mãos, seja dos corações”.

*Com informações da Rádio Vaticano

Igreja celebra Santa Luzia

Hoje, dia 13 de Dezembro, comemoramos o dia de Santa Luzia. Por isso conheçamos sua história:

Santa Luzia, como se lê nas Atas, pertencia a uma família rica de Siracusa. A mãe dela, Eutíquie, ficou viúva e havia prometido dar a filha como esposa a um jovem concidadão. Luzia, que tinha feito voto de conservar-se virgem por amor a Cristo, obteve que as núpcias fossem adiadas, também porque a mãe foi atingida por uma grave doença. Devota de santa Águeda, a mártir de Catânia, que vivera meio século antes, Luzia quis levar a mãe enferma em visita à tumba da Santa. Desta peregrinação a mulher voltou perfeitamente curada e por isso concordou com a filha dando-lhe licença para seguir a vida que havia escolhido; consentiu também que ela distribuísse aos pobres da cidade os bens do seu rico dote. O noivo rejeitado vingou-se acusando Luzia de ser cristã ao procônsul Pascásio. Ameaçada de ser exposta ao prostíbulo para que se contaminasse, Luzia deu ao procônsul uma sábia resposta: “O corpo se contamina se a alma consente.”

O procônsul quis passar das ameaças aos fatos, mas o corpo de Luzia ficou tão pesado que dezenas de homens não conseguiram carregá-lo sequer um palmo. Um golpe de espada pôs fim a uma longa série de sofrimentos, mas mesmo com a goela cortada, a jovem continuou a exortar os fiéis a antepor os deveres para com Deus àqueles para com as criaturas, até que os companheiros de fé, que faziam um círculo em volta dela, selaram o seu comovente testemunho com a palavra Amém.

Testemunham-lhe a antiga devoção, que se difundiu muito rapidamente não só no Ocidente, mas também no Oriente. O episódio da cegueira, ao qual ordinariamente chamam a atenção as imagens de Santa Luzia, está provavelmente vinculado ao nome: Luzia (Lúcia) derivada de lux (= luz), elemento indissolúvel unido não só ao sentido da vista, mas também à faculdade espiritual de captar a realidade sobrenatural. Por este motivo Dante Alighieri, na Divina Comédia, atribui a Santa Lúcia ou Luzia a função de graça iluminadora.

Santa Luzia, rogai por nós e pelos nossos. Amém.

por Marquione Ban

imagens da Internet

Hoje é dia de Nossa Senhora de Guadalupe

Hoje vamos conhecer um pouco da aparição de Maria, no México, em Guadalupe. Devido a essa aparição Maria recebeu o título de Nossa Senhora de Guadalupe, que é padroeira da América Latina, cuja o dia celebramos hoje, 12 de dezembro. Confira:

A Virgem de Guadalupe: desafio à ciência moderna

Para o ateu moderno, acostumado a dar valor só ao que julga provado pela ciência, o milagre de Guadalupe, no México, é no mínimo constrangedor. Pois a ciência prova que houve milagre!

Valdis Grinsteins

Uma pessoa não totalmente ateia  mas profundamente contaminada pelo pensamento moderno, dizia-me que aquilo que não é provado cientificamente não existe. Mas — típica contradição da alma humana — não queria falar do Santo Sudário de Turim, pois as descobertas científicas sobre ele a abalavam; e se fosse obrigada a olhar o assunto de frente, teria de negar o valor da ciência ou… converter-se.

Vejamos o problema do ponto de vista desses amantes indiscriminados da ciência. Para eles, tudo aquilo que não se demonstra em laboratório entra para o domínio da fantasia. Ciências, com C maiúsculo, são para eles a Física, a Química, a Biologia, etc. Já a História lhes parece suspeita, pois é irrepetível e muito subjetiva, ao depender de testemunhas. Muito mais ainda se for história eclesiástica, e o auge do suspeito lhes parecem as histórias dos milagres. São como o Apóstolo São Tomé, que precisou ver para crer. Para esse tipo de almas incrédulas, que havia até entre os Apóstolos, Nosso Senhor realiza certo tipo de milagres, de forma que não possam alegar a falta de provas. E uma dessas provas é a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, no México.(1)

Breve resumo da história

Virgen_de_guadalupe1Os problemas para eles começam com o fato de ter-se conservado o manto de Juan Diego, no qual está impressa até hoje a imagem. Esse tipo de manto, conhecido no México como tilma, é feito de tecido grosseiro, e deveria ter-se desfeito há muito tempo. No século XVIII, pessoas piedosas decidiram fazer uma cópia da imagem, a mais fidedigna possível. Teceram uma tilma idêntica, com as mesmas fibras de maguey da original. Apesar de todo o cuidado, a tilma se desfez em quinze anos. O manto de Guadalupe tem hoje 475 anos, portanto nada deveria restar dele. No dia 9 de dezembro de 1531, na cidade do México, Nossa Senhora apareceu ao nobre índio Quauhtlatoatzin — que havia sido batizado com o nome de Juan Diego — e pediu-lhe que dissesse ao bispo da cidade para construir uma igreja em sua honra. Juan Diego transmitiu o pedido, e o bispo exigiu alguma prova de que efetivamente a Virgem aparecera. Recebendo de Juan Diego o pedido, Nossa Senhora fez crescer flores numa colina semi-desértica em pleno inverno, as quais Juan Diego devia levar ao bispo. Este o fez no dia 12 de dezembro, acondicionando-as no seu manto. Ao abri-lo diante do bispo e de várias outras pessoas, verificaram admirados que a imagem de Nossa Senhora estava estampada no manto. Muito resumidamente, esta é a história, que foi registrada em documento escrito. Se ficasse só nisso, facilmente poderiam os céticos dizer que é só história, nada há de científico.

Uma vez que o manto (ou tilma) existe, é possível estudá-lo a fim de definir, por exemplo, o método usado para se imprimir nele a imagem. Comecemos pela pintura. Em 1936, o bispo da cidade do México pediu ao Dr. Richard Kuhn que analisasse três fibras do manto, para descobrir qual o material utilizado na pintura. Para surpresa de todos, o cientista constatou que as tintas não têm origem vegetal, nem mineral, nem animal, nem de algum dos 111 elementos conhecidos. “Erro do cientista” — poderia objetar algum cético. Difícil, respondemos nós, pois o Dr. Kuhn foi prêmio Nobel de Química em 1938.(2) Além do mais, ele não era católico, mas de origem judia, o que exclui parti-pris religioso.

No dia 7 de maio de 1979 o prof. Phillip Serna Callahan, biofísico da Universidade da Flórida, junto com especialistas da NASA, analisou a imagem. Desejavam verificar se a imagem é uma fotografia. Resultou que não é fotografia, pois não há impressão no tecido. Eles fizeram mais de 40 fotografias infravermelhas para verificar como é a pintura. E constataram que a imagem não está colada ao manto, mas se encontra 3 décimos de milímetro distante da tilma. Para os céticos, outra complicação: verificaram que, ao aproximar os olhos a menos de 10 cm da tilma, não se vê a imagem ou as cores dela, mas só as fibras do manto.

Convém ter em conta que ao longo dos tempos foram pintadas no manto outras figuras. Estas vão se transformando em manchas ou desaparecem. No caso delas, o material e as técnicas utilizadas são fáceis de determinar, o que não acontece com a imagem de Nossa Senhora.

Os olhos da imagem

Primeiro, porque elas não são visíveis para o olho humano, salvo a figura maior, de um espanhol. Ninguém poderia pintar silhuetas tão pequenas;Talvez o que mais intriga os cientistas sobre o manto de Nossa Senhora de Guadalupe são os olhos dela. Com efeito, desde que em 1929 o fotógrafo Alfonso Marcué Gonzalez descobriu uma figura minúscula no olho direito, não cessam de aparecer as surpresas. Devemos primeiro ter em vista que os olhos da imagem são muito pequenos, e as pupilas deles, naturalmente ainda menores. Nessa superfície de apenas 8 milímetros de diâmetro aparecem nada menos de 13 figuras! O cientista José Aste Tonsmann, engenheiro de sistemas da Universidade de Cornell e especialista da IBM no processamento digital de imagens, dá três motivos pelos quais essas imagens não podem ser obra humana:

• Em segundo lugar, não se consegue averiguar quais materiais foram utilizados para formar as figuras. Toda a imagem da Virgem não está pintada, e ninguém sabe como foi estampada no manto de Juan Diego;

Em terceiro lugar, as treze figuras se repetem nos dois olhos. E o tamanho de cada uma delas depende da distância do personagem em relação ao olho esquerdo ou direito da Virgem.

Esse engenheiro ficou seriamente comovido ao descobrir que, assim como os olhos da Virgem refletem as pessoas diante dela, os olhos de uma das figuras refletidas, a do bispo Zumárraga, refletem por sua vez a figura do índio Juan Diego abrindo sua tilma e mostrando a imagem da Virgem. Qual o tamanho desta imagem? Um quarto de mícron, ou seja, um milímetro dividido em quatro milhões de vezes. Quem poderia pintar uma figura de tamanho tão microscópico? Mais ainda, no século XVI…

Tentativa de apagar o milagre

Assim como meu conhecido não desejava falar do Santo Sudário, outros não querem ouvir falar dessa imagem, que representa para eles problemas insolúveis. O anarquista espanhol Luciano Perez era um desses, e no dia 14 de novembro de 1921 colocou ao lado da imagem um arranjo de flores, dentro do qual havia dissimulado uma potente bomba. Ao explodir, tudo o que estava perto ficou seriamente danificado. Uma cruz metálica, que ficou dobrada, hoje se conserva no templo como testemunha do poder da bomba. Mas… a imagem da Virgem não sofreu dano algum.

E ainda ela está hoje ali, no templo construído em sua honra, assim como uma vez esteve Nosso Senhor diante do Apóstolo São Tomé e lhe ordenou colocar sua mão no costado aberto pela lança. São Tomé colocou a mão e, verificada a realidade, honestamente acreditou na Ressurreição. Terão essa mesma honestidade intelectual os incrédulos de hoje? Não sei, porque assim como não há pior cego do que o que não quer ver, não há pior ateu do que o que não deseja acreditar. Mas, como católicos, devemos rezar também por esse tipo de pessoas, pedindo a Nossa Senhora de Guadalupe que lhes dê a graça de serem honestas consigo mesmas.

E-mail do autor: valdisgrinsteins@catolicismo.com.br

Hoje é dia da Imaculada Conceição

Hoje celebramos a Solenidade da Imaculada Conceição. E temos um carinho muito grande com Maria neste dia. Foi neste dia que retornamos as atividades do blog e seguimos aqui evangelizando. Sei que as vezes falhamos, mas é parte do caminhar cair e levantar. Desejamos a todos neste dia que Maria, imaculada, abençoe a cada leitor e sua família.

Queremos, além de relembrar a história da Imaculada Conceição, nossa mãe Maria, estabelecer que ela é nossa padroeira. O blog Anunciador se consagra a Imaculada Conceição.

Obrigado Mãe por tantas bençãos alcançadas!

Conheça a história da Imaculada Conceição

Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos.

Já a Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem.

Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.

Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. 

A confirmação do Dogma

No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: “Maria isenta do pecado original”.

A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós:

“Eu Sou a Imaculada Conceição”.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós! 

Por Marquione Ban | Texto retirado do site Canção Nova

“Vigiar e orar” são as ações deste Advento, diz o Papa

Papa Francisco

Vatican News | Vigiar e orar: o Papa Francisco indicou estas atitudes, recomendadas por Jesus e expressas no Evangelho de Lucas, como o caminho, neste início de Advento, para “sairmos de um modo de vida resignado e habitual e alimentar esperanças e sonhos para um novo futuro, com a vinda de Deus”.

Falando de sua sacada na Praça São Pedro neste primeiro domingo de Advento (02/12), diante de milhares de pessoas, o Pontífice iniciou sua reflexão lembrando que no Advento, não vivemos apenas a espera do Natal; pois “Natal não é somente pensar no que possso comprar”.

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