Hoje a igreja celebra a Festa da Divina Misericórdia

Jesus disse à Irmã Faustina: “Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pobres pecadores. Neste dia estão abertas as entranhas da Minha Misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre aquelas almas que se aproximam da fonte da Minha Misericórdia. A alma que for à confissão e receber a Sagrada Comunhão obterá remissão total das culpas e das penas. Nesse dia estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais se derramam as graças. Que nenhuma alma receie vir a Mim, ainda que os seus pecados sejam tão vivos como escarlate… (D 699). “Minha filha, declara que a Festa da Minha Misericórdia brotou das Minhas entranhas para consolação do Mundo inteiro”. (D 1517).

Jesus deseja que esta festa seja celebrada no primeiro domingo depois da Páscoa. Atentemos na promessa de Jesus sobre os Sacramentos da Confissão e da Comunhão recebidas nesse dia: são-nos concedidos o perdão total dos pecados e a remissão das correspondentes penas! (D 1109). Trata-se de uma indulgência plenária, como a que recebemos no batismo.

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Os cristãos devem assumir as consequências do seu Batismo, recorda o Papa Francisco

(ACI/EWTN Noticias).- Ao celebrar na manhã de ontem a Missa cotidiana na casa Santa Marta junto aos trabalhadores do Vaticano, o Papa Francisco recordou que os cristãos devem assumir as consequências do seu Batismo e anunciar a Cristo porque sem este compromisso a Igreja deixa de ser mãe.

Quando deixamos de anunciar a Cristo “a Igreja deixa de ser mãe, converte-se em uma babá, que cuida das crianças para fazer com que elas durmam. É uma Igreja em estado latente”, assim “pensemos em nosso batismo, na responsabilidade do nosso batismo”, explicou.

O Santo Padre recordou que “ser cristão não é estudar uma carreira para converter-se em um advogado ou em um médico cristão, não. Ser cristão é um dom que nos impulsiona para ir para frente com a força do Espírito para anunciar a Jesus Cristo”.

“Há uma grande responsabilidade para nós os batizados: anunciar a Cristo, levar adiante a Igreja, esta maternidade fecunda da Igreja”, insistiu o Papa.

“Às vezes pensamos: ‘Não, mas se eu sou cristão. Fui batizado, fiz a crisma, a primeira comunhão… e pronto’. E agora, posso dormir tranquilamente, sou um cristão. Mas… Onde está o poder do Espírito que te leva a caminhar?”, questionou.

“Faz falta ser fiéis ao Espírito para anunciar a Jesus com nossa vida, com nosso testemunho e com nossas palavras”.

O Pontífice recordou as perseguições no Japão no século XVII, quando os missionários católicos foram expulsos e as comunidades cristãs se mantiveram por 200 anos sem sacerdotes. Quando voltaram, os missionários encontraram “todas as comunidades em seu lugar, todos batizados, catequizados, todos se casaram na Igreja”, e isso se deu “graças ao trabalho dos batizados”.

Durante a perseguição dos primeiros cristãos –recordou o Papa-, Maria “orava muito”, e alentou os batizados para que sigam adiante com valentia diante da violenta perseguição que começou depois do martírio de São Estevão.

“Isto é um pouco o estilo de vida da Igreja: entre a paz da caridade e a perseguição”. É o que ocorre sempre na história “porque é o estilo de Jesus”, disse.

Com a perseguição, muitos fiéis fugiram e ficaram sozinhos no anúncio do Evangelho, sem sacerdotes, abandonaram sua casa, não tinham nada, estavam em perigo, mas caminharam de lugar em lugar, anunciando a Palavra.

“Levavam com eles a riqueza que tinham: a fé. A riqueza que o Senhor lhes tinha dado… Mas tinham o valor de caminhar e anunciar. E acreditavam neles! E faziam milagres!”, exclamou Francisco.

“Estes primeiros cristãos, que só tinham o poder do batismo, o que lhes deu a valentia apostólica, a força do Espírito, faz-me pensar em nós, batizados. E me pergunto se temos esta força e penso: Mas realmente acreditamos que com o batismo basta, que é suficiente para evangelizar?”.

“Peçamos ao Senhor a graça de ser batizados valentes e confiados no Espírito que temos em nós, recebido no batismo, que sempre nos anima a proclamar a Jesus Cristo em nossa vida, através de nosso testemunho e também com nossas palavras”, concluiu.

Hoje a igreja celebra a Festa da Divina Misericórdia

Jesus disse à Irmã Faustina: “Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pobres pecadores. Neste dia estão abertas as entranhas da Minha Misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre aquelas almas que se aproximam da fonte da Minha Misericórdia. A alma que for à confissão e receber a Sagrada Comunhão obterá remissão total das culpas e das penas. Nesse dia estão abertas todas as comportas divinas, pelas quais se derramam as graças. Que nenhuma alma receie vir a Mim, ainda que os seus pecados sejam tão vivos como escarlate… (D 699). “Minha filha, declara que a Festa da Minha Misericórdia brotou das Minhas entranhas para consolação do Mundo inteiro”. (D 1517).

Jesus deseja que esta festa seja celebrada no primeiro domingo depois da Páscoa. Atentemos na promessa de Jesus sobre os Sacramentos da Confissão e da Comunhão recebidas nesse dia: são-nos concedidos o perdão total dos pecados e a remissão das correspondentes penas! (D 1109). Trata-se de uma indulgência plenária, como a que recebemos no batismo.

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Justiça do Batismo

Dom José Alberto Moura
Arcebispo de Montes Claros (MG)

Muitas vezes se entende justiça no sentido de se dar o que é devido a cada um. Mas a justiça de Deus é a doação gratuita de seus dons em base à sua prodigalidade e misericórdia. Nenhum ser humano pode exigir ou merecer algo divino para si. O que Deus é e faz para nós se dá na sua justiça misericordiosa. Ele nos favorece porque nos ama. Seu amor se baseia na gratuidade. Por isso, de nossa parte, a melhor atitude é a de tentarmos corresponder a seu amor. Nem isso conseguimos suficientemente. Mas Ele supre o que nos falta para essa correspondência.

Basta que usemos bem suas oportunidades e  graças. Elas podem passar por nós e não surtirem efeito se não nos esforçarmos por utilizá-las adequadamente. A justiça divina  dá-nos seu amor porque Ele nos ama e nos quer ver conquistando a verdadeira felicidade. Ele é justo porque é a fonte da justiça amorosa.

Isaías lembra a bondade divina cooperando com o resultado do chamado ao ser humano: “Eu, o Senhor, te chamei para a justiça e te tomei pela mão” (Isaías, 42, 6). No Filho de Deus se realiza tal chamado. O próprio Jesus vem implantar nova mentalidade e novo comportamento, que diferenciam quem o segue e se torna sinal de salvação para a humanidade: “Deus aceita quem o teme e pratica a justiça” (Atos 10, 35). A justiça de Deus mostra sua  bondade e  condescendência para conosco. Quem a pratica faz o bem. Conforta os corações, promove o respeito e a dignidade de toda pessoa humana. Coopera com a inclusão de cada um na convivência fraterna e na vida digna. Não se omite em colaborar com causas de superação das discriminações e de tudo o que diminui a pessoa diante dos outros.

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O batismo instituído por Jesus é a efetivação e oficialização da nova vida da justiça misericordiosa de Deus. Quem o recebe e assume de modo efetivo, caminha no seguimento dos passos do seu próprio autor. Não se envergonha de remar contra a correnteza da corrupção, do materialismo, do capitalismo selvagem, da idolatria do ter, do poder e do prazer. É pessoa de convicção: sabe discernir o que é do mundo e o que é de Deus. Dá a própria face para mostrar a verdade, na vida destemida de testemunhar sua opção em trabalhar pela implantação dos critérios éticos, humanos e verdadeiramente crísticos ou de Cristo.

O batismo, assim assumido, não é apenas um rito religioso. É a mudança fundamental da pessoa, que se torna um outro Cristo, presente e atuante com os critérios do Evangelho. Assim, sua presença e ação na família, na Igreja, na política, na cultura, na ciência e em tudo o mais, são percebidas positivamente, como quem realmente é humano com a divinização da ação do Espírito Santo: “Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo” (Lucas 3,20).
O batismo marca com o amor divino a pessoa, para ela ser luz e ajudar o semelhante a encontrar o sentido da vida na direção do Ilimitado. Então, a pessoa se torna verdadeiramente humana, como o Filho, descido à nossa tenda terrestre, humanizando-nos. Quem é batizado e vive seu compromisso de fé,  torna-se autenticamente humano, com o amor perpassado por Deus. Pratica a justiça provinda do amor de Deus.

Arcebispos brasileiros recebem pálio nesta sexta-feira

arcebispospalioA Santa Sé anunciou hoje, através de uma nota da Sala de Imprensa, uma explicação de como se dará a imposição do pálio aos arcebispos metropolitanos, que se realiza anualmente no dia 29 de junho, Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo. Na lista dos que receberão o pálio, nesta sexta-feira, estão 7 arcebispos brasileiros e Dom Filippo Santoro, que foi bispo de Petrópolis no Brasil e é atualmente Arcebispo de Taranto, Itália.

“O rito vai permanecer substancialmente o mesmo”, diz a nota, “porém este ano, seguindo uma lógica de desenvolvimento na continuidade, foi decidido simplesmente mover de lugar o próprio rito, que agora será realizado antes da celebração eucarística”.

A modificação foi aprovada pelo Santo Padre pelos seguintes motivos:

“1. Para tornar o rito mais curto. A lista dos novos arcebispos metropolitanos será lida imediatamente antes da abertura da procissão da entrada e o canto de “Tu es Petrus ” não fará parte da celebração. O rito do Pálio terá lugar logo que o Santo Padre chegar ao altar.

2. Para garantir que a celebração eucarística não seja “interrompida” por um rito de um tempo relativamente longo (o número de arcebispos metropolitanos agora é de cerca de 45 por ano), o que poderia tornar a participação atenta e enfocada na Missa mais difícil.

3. Para fazer o rito de imposição do pálio mais de acordo ao “Cerimoniale Episcoporum”, e para evitar a possibilidade de que, sendo após a homilia (como aconteceu no passado), possa ser interpretado como um rito Sacramental. Na verdade, os ritos que ocorrem durante uma celebração eucarística após a homilia, são normalmente ritos sacramentais: o Batismo, a Confirmação, a Ordem, o Matrimônio e a Unção dos Enfermos. A imposição do pálio, por outro lado, não é de natureza sacramental”.

Entre os 44 arcebispos que receberão o pálio em Roma, estão os seguintes brasileiros:

Dom Wilson Tadeu Jonck S.C.I., de Florianópolis (SC).
Dom Jose Francisco Rezende Dias, de Niterói (RJ).
Dom Esmeraldo Barreto de Farias, de Porto Velho (RO).
Dom Airton Jose dos Santos, de Campinas (SP).
Dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho, de Teresina (PI).
Dom Paulo Mendes Peixoto, de Uberaba (MG).
Dom Jaime Vieira Rocha, de Natal (RN).

A cerimônia será transmitida ao vivo pela TV Canção Nova, a partir das 4h30 da manhã desta sexta-feira.

O que é um sacramento?

Procuremos, em primeiro lugar, compreender bem o que é um sacramento, de onde vem e para que serve. Esta simples noção fará cair já a maior parte das objeções, como, perante a exposição clara da verdade, dissipam-se todos os erros.

O catecismo diz que “sacramento é um sinal sensível, instituído por Nosso Senhor Jesus Cristo, para produzir a graça em nossas almas e santificá-las.”

Desta definição resulta que três coisas são exigidas para constituir um sacramento:

a) “Um sinal sensível”, representativo da natureza da graça produzida. Deve ser “sensível” porque se não pudéssemos percebê-lo, deixaria de ser um sinal. Este sinal sensível consta sempre de “matéria” e de “forma”, isto é, da matéria empregada e das palavras pronunciadas pelo ministro do sacramento.

b) Deve ser “instituído por Jesus Cristo”, porque só Deus pode ligar um sinal visível a faculdade de produzir a graça. Nosso Senhor, durante a sua vida mortal, instituiu pessoalmente os sete sacramentos, deixando apenas à Igreja o cuidado de estabelecer ritos secundários, realçá-los com cerimônias, sem tocar-lhe na substância.

c) “Para produzir a graça”. Isto é, distribuir-nos os efeitos e méritos da redenção que Jesus Cristo mereceu por nós, na cruz… Os sacramentos comunicam esta graça, “por virtude própria”, independente das disposições daquele que os administra ou recebe. Esta qualidade, chamada pela teologia “ex opere operato”, distingue os sacramentos da “oração”, das “boas obras” e dos “sacramentais”, que tiram a sua eficácia “ex opere operantis” das disposições do sujeito.

Fonte Catequizar