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MINISTÉRIO VIDA RELUZ ECENRRA FESTA DE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO EM CACHOEIRA ESCURA

Banda fará show no dia 29 de junho em Cachoeira Escura, Belo Oriente-MG
Banda fará show no dia 29 de junho em Cachoeira Escura, Belo Oriente-MG

PASCOM | DIOCESE DE ITABIRA/FABRICIANO |A Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, do distrito de Cachoeira Escura, Belo Oriente-MG, realizou entre os dias 18 e 26 de junho, Novena em Honra a sua padroeira, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que tem o dia 27 de junho reservado na Liturgia Católica.

Nestes dias de oração, padre Jefferson Veronês, responsável pela paróquia, conta com o auxílio de outros padres para a celebração das Missas; diga-se, de passagem, o ponto alto de comunhão e espiritualidade, com a expressiva participação dos fiéis paroquianos e visitantes. Segundo a programação, o horário das celebrações varia entre 19h e 19h30. Também não faltam as tradicionais barracas de comidas tradicionais, e a animada Quadrilha dançada pelos jovens da paróquia.

Um momento não menos esperado é o show com o Ministério Vida Reluz, que acontecerá no sábado (29), após a Missa Campal das 19h30, na área de eventos de Cachoeira Escura.

A História da Banda Vida Reluz

Vida Reluz é uma banda brasileira de Música Católica Popular, originária de São José dos Campos. Foi fundada em 1985 por Walmir Alencar e Cidinha Moraes. A banda já lançou oito álbuns até o momento e duas coletâneas, todos pela gravadora Paulinas-COMEP.

No início, a banda fora formada como Grupo da Bíblia, e fazia parte da Sociedade de São Vicente de Paulo da paróquia que frequentavam em São José dos Campos, SP. Após dez anos de carreira, eles conheceram o padre Joãozinho, SCJ, já consagrado compositor e cantor da Paulinas Comep. Ele os indicou para a gravadora, e, em 1995 mesmo, saiu o chamado “álbum azul”, Vida Reluz, seu primeiro CD, que ganhou disco de ouro e se tornou um divisor de águas, inaugurando uma nova era na música católica popular. Trouxe vários hits, entre eles “Acreditar no Amor” e “Perfeito É Quem Te Criou”.

Após o primeiro disco, a vocalista Elaine Cristina decide dar uma pausa em suas atividades na banda. Após dois anos, em 1997, o grupo lança o álbum Celebra a Vitória, que foi muito aclamado pela crítica e teve ótima vendagem, também ganhando disco de ouro e se tornando um clássico para a banda. Este álbum mantém a sonoridade do anterior e ousa mais ainda, com guitarras e baixo marcantes, grooves de bateria, teclados e pianos ótimamente trabalhados e os vocais que marcaram a cara da banda, trazendo hits como “Deus Quero Louvar-Te”, “Declaramos” e a faixa-título “Celebra a Vitória”, que tem participação de Eugênio Jorge.

Após o lançamento de Celebra a Vitória, Elaine Cristina retorna ao coro da banda. Neste tempo, em 28 de março de 1998, após uma reunião, o baterista e percussionista Erik Rodrigues, o baixista Marcelo Soares, o vocalista e guitarrista Luiz Palma e o tecladista Gilbert decidem sair da banda. O violonista C. Henrique permanece ainda uma semana para ajudar a banda, mas também decide sair do grupo. Também o vocalista Walmir Alencar sai do grupo musical neste ano, indo fazer carreira solo1 , embora ainda tivesse grande contato com o grupo.

Após a saída da maioria da banda, novos integrantes entram e o disco Deus Imenso é lançado em 2000. Este disco foi o primeiro e único a ganhar disco de ouro com a nova formação. São sucessos: “Diante do Rei”, “Quem É Filho de Deus” e a faixa-título “Deus Imenso”. Ainda na divulgação do disco, o baterista R. Júnior, o segundo baixista Everton Oliveira e o saxofonista Marquinho também decidem deixar a banda, tendo Marquinho se juntado ao já solo Gilbert e formado a dupla Marquinho e Gilbert.

Em 2002, Walmir Alencar corta definitivamente os laços musicais com o grupo, alegando que o Senhor tinha uma missão diferente para ele. Também a vocalista Elaine Cristina decide neste ano deixar a banda. Apesar disto, o grupo continua a gravar e em 2003 lança o disco Deus É Capaz, que apresenta o novo vocalista Felipe Souza. Apesar da faixa-título, “Deus É Capaz”, ter recebido certo airplay, o álbum não foi muito bem em vendas e acabou culminando na saída definitiva de Elaine Cristina da banda.

Num esforço de reconstrução e união, em 2004 o grupo grava Gratidão, lançado em fevereiro de 2005. Gratidão foi melhor que o predecessor e lançou sucessos como “Nome Maravilhoso” e “Gratidão”. Em 7 de setembro de 2005, comemorando os vinte anos de carreira da banda, eles decidem gravar um show, cujo registro em CD e DVD resulta no aclamado álbum ao vivo Vida Reluz – Ao Vivo, muito vendido no mercado católico.

Recentemente, em 2009, a banda se mudou para a gravadora da comunidade católica Canção Nova, o DAVI, e lança o disco Toma o Teu Lugar, Senhor.

De volta à Paulinas-COMEP, depois de um tempo sem lançar discos, o ministério lança o CD Restaurado pra Adorar, produzido pelo ex-integrante e amigo Walmir Alencar.

A Igreja precisa de fervor apostólico e não de cristãos de salão, diz Francisco

ppfranciscoaudiencia03042013(ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco assinalou nesta manhã que a Igreja precisa de cristãos com fervor apostólico e não cristãos de salão que não o vivem, a exemplo de São Paulo que anunciou o Evangelho sempre com coragem.

Na Missa, que concelebrou com o Cardeal Peter Turkson e Dom Mario Tusso, presidente e secretário do Pontifício Conselho Justiça e Paz, o Papa recordou que a vida de São Paulo foi “uma batalha campal” e uma “vida com muitas provações” ante as que não se desalenta “porque sempre vê o Senhor ao final pelo que não deixa de ir adiante”.

“Paulo incomodava: com sua pregação, com seu trabalho e com o seu comportamento, porque anunciava Jesus Cristo ante nossas comodidades, tantas vezes ante nossas estruturas cômodas, também cristãs. O Senhor quer que nós sigamos adiante, que não nos refugiemos numa vida tranquila, em estruturas caducas”.

Depois de assinalar que São Paulo era um homem ardoroso e de grande fervor apostólico, o Papa explicou que este zelo “é algo que vem de dentro, que o mesmo Senhor quer de nós (…) E de onde vem? Vem do conhecimento de Jesus Cristo. Paulo encontrou-se com Jesus, mas não em um conhecimento intelectual ou científico – isso é importante porque nos ajuda – mas encontrou-se com esse conhecimento do coração, do conhecimento pessoal”.

O Papa disse logo que “Paulo esteve sempre em problemas, mas não em problemas pelos problemas, mas sim por Jesus” porque anunciá-lo “tem estas consequências”. O fervor apostólico se compreende sozinho “em uma atmosfera de amor”. Este zelo “tem um pouco de loucura, uma loucura espiritual, uma loucura sadia” que São Paulo também tinha.

“Existem também os cristãos de salão, né? Aqueles educados, que fazem tudo bem, mas que não sabem fazer filhos da Igreja com o anúncio e com o ardor apostólico. Hoje peçamos ao Espírito Santo que nos dê este fervor apostólico a todos nós e que nos dê a graça de incomodar as coisas que estão muito tranquilas na Igreja, a graça de avançar para as periferias existenciais. A Igreja precisa muito disto!”

“Não só em terras longínquas, nas Igrejas jovens, nos povos que ainda não conhecem Jesus Cristo, mas também aqui nas cidades (…) Adiante, como diz o Senhor a Paulo ‘Coragem!’”.

Arquidiocese de BH celebra o início das obras da Catedral Cristo Rei

nuncio BHGraças aos gestos concretos de solidariedade e doação, um momento histórico foi vivido durante o dia 7 de abril – Domingo da Misericórdia: o início das obras de edificação da Catedral Cristo Rei. A solenidade começou com Missa campal, presidida pelo Núncio Apostólico no Brasil, dom Giovanni D’Aniello, e concelebrada pelo arcebispo dom Walmor Oliveira de Azevedo, bispos-auxiliares, além de sacerdotes da arquidiocese de Belo Horizonte. O evento estendeu-se até a tarde de domingo, com momentos de oração e atividades voltadas para as famílias, como brincadeiras para as crianças, exames de pressão arterial e salão de beleza.

Durante a Missa, dom Giovanni D’Aniello, que pela primeira vez visitou a arquidiocese de Belo Horizonte, falou com alegria dessa experiência e agradeceu a dom Walmor pela oportunidade. “Durante as visitas, testemunhei como esta Igreja oferece aos carentes a esperança de Cristo Ressuscitado”, sublinhou. O Núncio disse que vai apresentar ao Papa Francisco a força das comunidades de fé da Arquidiocese de Belo Horizonte. “Contarei que aqui tem uma comunidade forte, viva, que vai sustentar com orações o seu ministério petrino”.

Ao recordar das importantes iniciativas de inclusão social e ajuda aos mais necessitados que conheceu na Arquidiocese, dom Giovanni D’Aniello ressaltou que a Catedral Cristo Rei reunirá as diversas pastorais, os meios de comunicação e o Memorial Arquidiocesano. Lembrou que uma semana antes do Domingo da Misericórdia, os fiéis testemunham o nascimento da Igreja, por meio da Páscoa, para dizer, referindo-se à Catedral, que no dia 7 de abril de 2013 todos testemunharam o início de uma igreja, fonte de comunhão.

Inspirado pela Liturgia do Dia, o Núncio Apostólico explicou que a comunhão e a solidariedade são leis universais e ensinou que Cristo é o ponto de referência. “Em Cristo, se constrói a comunhão, sacramento que coloca o homem em comunhão com Deus e, consequentemente, com outros homens”. Dom Giovanni concluiu sua homilia manifestando o desejo que de que a Catedral Cristo Rei, brevemente, torne-se lugar para a vivência da comunhão fraterna. “Que Nossa Senhora da Piedade nos ampare”, suplicou.

Ao se despedir dos fiéis, dom Giovanni D’Aniello citou a seguinte frase de Santo Agostinho: “tarde te conheci, tarde te amei”. Em seguida, a adaptou para homenagear a capital mineira: “Belo Horizonte, tarde te conheci, tarde te amei”. Foi bastante aplaudido pelos cerca de 5 mil fiéis que acompanharam a Celebração Eucarística.

Após a celebração, o arcebispo dom Walmor Oliveira de Azevedo abençoou os operários que trabalharão nas obras da Catedral Cristo Rei e seus equipamentos. Dom Walmor afirmou que a Catedral Cristo Rei “será a casa de homens e mulheres de Deus”. Lembrou-se daqueles que ajudaram e ajudam a Arquidiocese de Belo Horizonte nesta caminhada rumo à Catedral. “São muitos nomes que estão no coração de Deus, da nossa Arquidiocese e no nosso”.

O Arcebispo sublinhou que a Catedral Cristo Rei acolherá especialmente os pobres e sofredores, “para que a Igreja continue a importante tarefa de fazer, de todos, discípulos e discípulas de Deus”. Depois, pediu a proteção de Nossa Senhora da Piedade, Padroeira de Minas Gerais, e a condução de São José, patrono das obras da Catedral, para os trabalhos de edificação.

Diversas autoridades participaram da solenidade. O governador de Minas, Antonio Anastasia, disse que a Catedral Cristo Rei será lugar de fé e esperança. Dirigindo-se ao Núncio Apostólico, pediu que leve uma saudação especial ao Papa Francisco e o convide para que visite Minas Gerais. Já o prefeito da capital, Márcio Lacerda, ressaltou a importância da Catedral Cristo Rei “para que a fé, a solidariedade e a fraternidade sejam vividas de modo ainda mais intenso”.