Você sabe a diferença entre Assunção e Ascensão?

Hoje é dia de Assunção de Nossa Senhora e também de Nossa Senhora da Sáude. A igreja em todo o mundo celebra a subida de Maria ao céu. Contudo, você sabe o que significa assunção? E a igreja já celebrou a ascensão de Jesus Cristo este ano. Mas como assim?

Assunção de Maria ao céu
A assunção de Nossa Senhora constitui uma verdade de fé, que faz parte da doutrina da comunidade cristã. Proclamado em meados do século XX, foi o último dogma mariano definido pela Igreja.

Estou reblogando este post aqui para que entendamos melhor a diferença dessas duas festas. Sei que para muitos deu um nó, não é? Embora as palavras sejam parecidas seu significado e sua festas são distintas. Vejamos!

Ascensão de Cristo

Ascensão de Jesus Cristo é celebra-se depois do Tempo Pascal, encerrando esse período de festa pela ressurreição de Cristo e marca o anuncio da chegada de Pentecostes. É uma festa móvel da igreja. A Ascensão de Cristo significa que Jesus subiu ao céu – At 1, 1- 11. O significado da festa também é o da palavra. Ascender significa subir por sua conta. Cristo vai ao céu pelo seu poder. Ninguém o leva.

E a Assunção…

A festa da Assunção de Nossa Senhora, marca um dia importante na vida do católico, pois celebramos um dos dogmas marianos mais importantes. Maria subiu ao céu e é santa. A Assunção de Maria significa que o magnifica, oração cantada por Maria se cumpriu – Lc 1. Ser assunto significa que alguém o levou. Maria foi assunta ao céu. Jesus a leva. Aí está o sentido desta festa. Maria é levada ao céu pelo seu Filho e Mestre Jesus.

Então, a diferença entre assunção e ascensão é simples. Ascensão é subir ao céu por sua conta, como Cristo fez. Assunção é ser levada ao céu, como é o caso de Nossa Senhora.

Crença antiga

A crença na assunção de Nossa Senhora é antiga, remontando ao século IV. O povo cristão já acreditava no fato. S. Efrém (+ 373) afirmava que o corpo virginal de Maria não sofreu corrupção depois da morte. S. Epifânio (+ 403) dizia que o fim dela foi prodigioso e que ela possuía o Reino dos Céus ainda com a carne.

No século VI, já acontecia, em Jerusalém, a festa da Dormição (Trânsito) de Nossa Senhora, fixada, por decreto imperial, para 15 de agosto. Pelo ano 600, tal festa era celebrada também em Constantinopla. No Ocidente, a partir do século VII celebrava-se em Roma a mesma festa, patrocinada pelo Papa S. Sérgio I (687-701). De Roma, a festa passou para a França e a Inglaterra no século VIII, tomando o título de “Assunção de Santa Maria”. Este título sugeria a ressurreição imediata da Virgem Santíssima e a sua glorificação na bem-aventurança celeste

A partir do século VII, no Oriente, eram numerosos os testemunhos de escritores e teólogos que defendiam a assunção de Nossa Senhora, embora houve pensadores que tinham incertezas sobre seu destino final. Do século X em diante, os orientais consolidaram sua convicção sobre a glorificação corpórea da Virgem Santíssima, amplamente divulgada entre o clero, os teólogos e o povo em geral.

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Você sabe a diferença entre Assunção e Ascensão?

Hoje é dia de Assunção de Nossa Senhora. A igreja em todo o mundo celebra a subida de Maria ao céu. Contudo, você sabe o que significa assunção? E a igreja já celebrou a ascensão de Jesus Cristo? Como assim?

Deu um nó, não é? Embora as palavras sejam parecidas seu significado e sua festas são distintas.

Ascensão de Jesus Cristo celebra-se depois do Tempo Pascal encerrando esse período de festa pela ressurreição de Cristo e marca o anuncio da chegada de Pentecostes. É uma festa móvel da igreja. A Ascensão de Cristo significa que Jesus subiu ao céu – At 1, 1- 11. O significado da festa também é o da palavra. Ascender significa subir por sua conta. Cristo vai ao céu pelo seu poder. Ninguém o leva.

Já a festa da Assunção de Nossa Senhora, marca um dia importante na vida do católico, pois celebramos um dos dogmas marianos mais importantes. Maria subiu ao céu e é santa. A Assunção de Maria significa que o magnifica, oração cantada por Maria se cumpriu – Lc 1. Ser assunto significa que alguém o levou. Maria foi assunta ao céu. Jesus a leva. Aí está o sentido desta festa. Maria é levada ao céu pelo seu Filho e Mestre Jesus.

Então, a diferença entre assunção e ascensão é simples. Ascensão é subir ao céu por sua conta, como Cristo fez. Assunção é ser levada ao céu, como é o caso de Nossa Senhora.

Você sabe a diferença entre Assunção e Ascensão?

Hoje é dia de Assunção de Nossa Senhora. A igreja em todo o mundo celebra a subida de Maria ao céu. Contudo, você sabe o que significa assunção? Mas também celebramos a festa da ascensão de Jesus Cristo? Como assim?

Deu um nó, não é? Embora as palavras sejam parecidas seu significado e sua festas são distintas. Ascensão de Jesus Cristo celebra-se depois do Tempo Pascal encerrando esse período de festa pela ressurreição de Cristo e marca o anuncio da chegada de Pentecostes. A Ascensão de Cristo significa que Jesus subiu ao céu – At 1, 1- 11. O significado da festa também é o da palavra. Ascender significa subir por sua conta. Cristo vai ao céu pelo seu poder. Ninguém o leva.

Já a festa da Assunção de Nossa Senhora marca  uma dia importante na vida do católico, pois celebramos um dos dogmas marianos mais importantes. Maria subiu ao céu e é santa. A Assunção de Maria significa que o magnifica, oração cantada por Maria se cumpriu – Lc 1. Ser assunto significa que alguém o levou. Maria foi assunta ao céu. Jesus a leva. Aí está o sentido desta festa. Maria é levada ao céu pelo seu Filho e Mestre Jesus.

 

Livro responde questionamentos sobre a fé católica

Questionamentos sobre os dogmas de Nossa Senhora, a veracidade da Eucaristia, a comunhão dos santos ou a veneração de imagens e relíquias são comumente feitos aos católicos por pessoas de outras convicções religiosas e, algumas vezes, nem mesmo os próprios católicos sabem responder.

Todas essas respostas estão contidas num livro que completa neste ano seu 20º aniversário: O Catecismo da Igreja Católica (CIC).

Na instituição do Ano da Fé, que começará no dia 11 de outubro de 2012 e terminará no dia 24 de novembro de 2013, o Papa Bento XVI salientou quão precioso e indispensável é o Catecismo para se chegar a um conhecimento sistemático da fé.

“É precisamente nesta linha que o Ano da Fé deverá exprimir um esforço generalizado em prol da redescoberta e do estudo dos conteúdos fundamentais da fé, que têm no Catecismo da Igreja Católica a sua síntese sistemática e orgânica”, escreve o Papa na Carta em que proclama o Ano da Fé.

O Santo Padre reforça que o Catecismo oferece uma memória permanente dos inúmeros modos em que a Igreja meditou sobre a fé e progrediu na doutrina para dar certeza aos fiéis de suas convicções.

Para o apresentador do programa Escola da Fé, transmitido pela TV Canção Nova, professor Felipe Aquino, o Catecismo da Igreja Católica deve ser o livro de cabeceira de todo católico. Ele é o texto de referência da doutrina católica.

“São 2865 parágrafos com um resumo de tudo aquilo que a Igreja recebeu por revelação de Deus e aquilo que o Espírito Santo inspirou aos papas, santos e doutores da Igreja: é a nossa fé”, esclarece professor Felipe Aquino.

A obra é dividida em quatro partes:

1- A profissão de fé: no que consiste a Revelação, a teologia dogmática;
2- Os sacramentos da fé: aquilo que é celebrado na Igreja;
3- A vida da fé: explica como agir de forma correta e livre, com ajuda da fé e da graça de Deus, baseado nos desdobramentos dos 10 Mandamentos;
4- Oração na vida da fé: o sentido e a importância da oração na vida dos fiéis.

O professor explica que o Catecismo pode ser estudado de várias maneiras, individualmente ou em grupo, lendo-o do começo ao fim ou escolhendo uma parte que gera maior dúvida.

“Por exemplo, se estou interessado em fazer um estudo sobre os sacramentos eu posso ir direto à segunda parte, mesmo que eu não tenha lido a primeira parte e assim por diante. O Catecismo é muito útil para qualquer tipo de preparação”, exemplifica Aquino.

Dogmas de Nossa Senhora

Um dos pontos mais importante contidos nesta obra, segundo o professor, trata dos quatro dogmas sobre Nossa Senhora: Imaculada Conceição, Virgindade Perpétua, Maternidade Divina e Assunção de Nossa Senhora.

“A Assunção da Virgem Maria é uma participação singular na Ressurreição de seu Filho e uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos”, afirma o Catecismo da Igreja Católica no parágrafo 966.


Eucaristia: Corpo de Cristo 

Os católicos acreditam que Jesus Cristo está presente na Eucaristia de modo único e incomparável, de modo verdadeiro, real e substancial: com seu Corpo e Sangue, Alma e Divindade.

Isso é a transubstanciação que significa a conversão de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo e de toda a substância do vinho na substância do seu Sangue, conforme o parágrafo 1413.

Os dogmas sobre Maria e a veracidade da Eucaristia são apenas dois exemplos. No fim de todas as edições do Catecismo da Igreja Católica há um índice temático que ajuda a encontrar pontos específicos de questionamento.

Como este livro foi escrito?

Após o Concílio Vaticano II (1962-1965) e numa situação cultural alterada, muitos já não sabiam ao certo no que os católicos realmente acreditavam, o que a Igreja ensinava e se ela, no fundo, podia ensinar algo.

O Papa João Paulo II tomou, então, uma decisão audaz. Decidiu que os bispos de todo mundo deveriam escrever um livro que pudesse apresentar tais respostas.

“Em 1986, confiei a uma Comissão de doze Cardeais e Bispos, presidida pelo senhor Cardeal Joseph Ratzinger, o encargo de preparar um projeto para o Catecismo requerido pelos Padres do Sínodo”, escreveu o Papa João Paulo II no prefácio desta obra.

O agora Papa Bento XVI confessa que na época chegou a duvidar que isso fosse exequível, pois como seria possível que autores espalhados no mundo compusessem juntos um livro legível. O resultado o surpreendeu.

“É um grande livro: um testemunho da unidade na diversidade. De muitas vozes pôde constituir-se um coro comum, porque tínhamos a partitura comum da fé que a Igreja transmitiu desde os apóstolos”, disse o Papa Bento XVI no prefácio do YouCat, o Catecismos da Igreja Católica reescrito numa linguagem para jovens.

Catecismo online

Consulte aqui no O Anunciador o Catecismo da Igreja Católica online. Acesse a página Catecismo no menu superior ou simplesmente clique AQUI. 

Dogmas marianos: conheça as verdades de fé sobre Maria

A Igreja possui uma série de verdades de fé, conhecidas como dogmas, em que os católicos devem crer. No total, são 44 dogmas subdivididos em 8 categorias diferentes – sobre Deus; sobre Jesus Cristo; sobre a criação do mundo; sobre o ser humano; sobre o Papa e a Igreja; sobre os sacramentos; sobre as últimas coisas; sobre Maria.

Segundo o doutorando em Mariologia pela Universidade Católica de Dayton (EUA) e membro do Instituto Secular dos Padres de Schoenstatt, Alexandre Awi de Mello, os dogmas na Igreja são verdades salvíficas. “Muitas vezes utiliza-se a palavra dogma como se fosse algo pesado, difícil, mas, na realidade, é uma grande bênção, um presente. São verdades da fé em que cremos e que a Igreja sente necessidade de esclarecer. São verdades que trazem salvação e mensagem de esperança”, salienta.

Os dogmas marianos são alguns dos que levantam as discussões mais acaloradas.  Eles são quatro:

 – Maria, Mãe de Deus

Maria é verdadeiramente Mãe do Deus encarnado, Jesus Cristo. Já nos primeiros três séculos, os Padres da Igreja utilizaram as definições Mater Dei (em latim) ou Theotókos (em grego), que significam Mãe de Deus, tais como Inácio (107), Orígenes (254), Atanásio (330) e João Crisóstomo (400). Essa doutrina foi definida dogmaticamente pelo Terceiro Concílio Ecumênico, realizado em Éfeso, em 431.

“Jesus é plenamente homem e plenamente Deus. Maria foi Mãe deste Deus feito homem, que é Jesus; assim, Maria é Mãe de Deus. É uma realidade que dá fundamento a todas as outras. É uma verdade, em primeiro lugar, sobre Cristo, pois é preciso afirmar que Jesus é verdadeiramente Deus para que possamos falar que Maria é Mãe de Deus”, explica padre Alexandre.

 – Perpétua Virgindade de Maria

Ensina que Maria é virgem antes, durante e depois do parto. É o dogma mariano mais antigo das Igrejas Católica e Oriental Ortodoxa, afirmando a “real e perpétua virgindade mesmo no ato de dar à luz o Filho de Deus feito homem” (Catecismo da Igreja Católica, 499). Essa doutrina foi definida dogmaticamente pelo Concílio de Trento, em 1555, embora já fosse um dogma no cristianismo primitivo, como indicam escritos de São Justino Mártir e Orígenes.

“É uma crença que já está na sagrada Escritura e defende que Maria concebeu Jesus virginalmente, deu à luz virginalmente e assim permaneceu até o final da vida”, ressalta padre Alexandre.

 – Imaculada Conceição de Maria

Defende que a concepção de Maria foi realizada sem qualquer mancha de pecado original, no ventre da sua mãe. Dessa forma, ela foi preservada por Deus do pecado desde o primeiro momento da sua existência, como apontam as palavras do Anjo Gabriel – “sempre cheia de graça divina” – kecaritwmenh, em grego. Essa doutrina foi definida dogmaticamente pelo Papa Pio IX na Constituição Ineffabilis Deus, em 8 de dezembro de 1854.

A festa da Imaculada Conceição de Maria é celebrada em 8 de Dezembro, definida inicialmente em 1476 pelo Papa Sixto IV. Também neste caso, muitos escritos dos Padres da Igreja já defendiam a Imaculada Conceição de Maria, pois era adequado que a Mãe do Cristo estivesse completamente livre do pecado para gerar o Filho de Deus.

 – Assunção de Maria

Indica que a Virgem Maria, ao fim de sua vida terrena, foi elevada em corpo e alma à glória dos céus. Essa doutrina foi definida dogmaticamente pelo Papa Pio XII na Constituição Munificentissimus Deus, em 1º de novembro de 1950.

“Depois de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do Espírito da Verdade, para glória de Deus onipotente, que outorgou à Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória do céu”, indica o Papa.

“É uma verdade em que a Igreja acredita desde os séculos 5 e 6, quando já havia uma celebração da então chamada Dormição de Maria”, complementa padre Alexandre.

noticias.cancaonova.com – Padre, o senhor afirmou que os dogmas são uma bênção para o católico viver a sua fé. Mas há quem questione que os dogmas são apenas uma construção da Igreja ao longo da história. Frente a isso, quais são os principais fundamentos (bíblia, tradição, magistério), ao que a Igreja se reporta para proclamar um dogma?

Padre Alexandre Awi de Mello – Em primeiro lugar, o fundamento de toda a verdade é a própria Sagrada Escritura, que contém as verdades fundamentais da fé e de onde se podem deduzir os dogmas e verdades que a Igreja foi acreditando ao longo dos séculos. Quem acredita são os fiéis e o que o Magistério faz é declarar o que já está na fé do povo. São verdades que são vivas, em primeiro lugar, na fé e na crença do povo cristão. Não é uma invenção da Igreja, mas a explicitação daquilo em que o povo já crê. Os primeiros fundamentos estão na Sagrada Escritura, pois cremos que Deus prometeu o Seu Espírito para guiar a Igreja, que vai confirmando as verdades de fé à medida que aprofunda o seu conteúdo.

Logo no início da Igreja, toda a atenção estava voltada para Cristo, mas, desde muito cedo, também se pergunta sobre de onde veio esse cristo, o que faz parte do próprio pensamento semita de perguntar sobre a identidade de alguém indo a sua origem. Assim, despertou-se o interesse para se saber de onde Ele veio, onde nasceu, e quem é aquela de onde veio o Cristo. No Evangelho de Lucas há muitos elementos – inclusive ele mesmo poderia ter perguntado isso à Mãe de Deus. E isso foi sendo transmitido ao longo da tradição da Igreja, ou seja, as verdades que foram sendo descobertas a respeito de Maria.

A própria Sagrada Escritura tem muitos desses fundamentos: basta citar as Bodas de Caná (Jo 2), que indica o poder intercessor de Maria, a possibilidade que o próprio Jesus lhe dá de interceder pelo bem dos fiéis. No final do texto aparece a menção de que, logo após o milagre das Bodas de Caná, os discípulos creram nele. Esse é o único interesse da intercessão de Maria: Que os discípulos creiam n’Ele, no Seu filho, para fazer a vontade de Jesus. Então, se as pessoas, de alguma maneira, desprezam essa possibilidade que Deus está dando, quem tem a perder são elas próprias.

Dentro do plano de Deus, essa verdade é para a nossa salvação e está assegurada pela tradição e pelos 2000 anos de história da Igreja, que experimenta essa intercessão, esse exemplo e presença de Maria conduzindo a Jesus. Não acolher este dom, que o próprio Jesus deu aos pés da Cruz (Jo 19, 25-27), é justamente perder uma verdade salvífica, um dom de salvação que o próprio Deus nos oferece.

noticias.cancaonova.com  O senhor faz parte do Movimento Apostólico de Schoenstatt, que prima muito pela devoção mariana. Por que podemos afirmar que essa devoção não faz o cristão se aproximar menos de Jesus, mas, ao contrário, auxilia no caminho de encontro com Cristo?

Padre Alexandre – Em primeiro lugar, pela própria experiência. Aqueles que conhecem pessoas que são verdadeiramente marianas, que têm um forte amor a Nossa Senhora, experimentam que o amor a Ela conduz mais fortemente ao coração de Jesus. Maria é aquela que ajuda a formar Cristo em nós, intercede junto a Deus e ao Espírito Santo para que se possa gerar, em nossa vida, a imagem de Jesus, nos fazer pequenos Jesus, como diz o fundador do nosso Movimento, o padre Joseph Kentenich.

Acreditamos que, quanto mais nos assemelhamos a Maria, mais temos condição de viver em união com Cristo. Essa é nossa experiência, como salienta São Luís Maria de Montfort, que afirma que Maria é o caminho mais próximo, direto e imediato para encontrar-se com Jesus.

Na prática, quando as pessoas chegam à intimidade com Maria, não se dirigem a Ela por Ela mesma, mas para que possam chegar a Jesus. Pelo amor a Maria, pela vinculação a Ela, chegam a uma vinculação mais profunda e perfeita com Jesus. Porque imitar as atitudes e virtudes de Maria é fazer o que todo o cristão deve fazer, já que Ela foi pessoa mais próxima de Jesus, que mais aprendeu d’Ele.

Por outro lado, Jesus não quer um cristianismo cristomonista, exclusivo só para Ele. Na sua forma de atuar, Jesus sempre integra o número maior possível de pessoas, de mediadores, para chegar até Ele, que é Mediador com maiúscula por excelência. Por isso existem os sacramentos, os padres, a própria Igreja, Maria, os santos, e tantos outros mediadores com minúscula que conduzem ao Mediador com maiúscula, que é Jesus.

Essa é a forma de atuar de Deus, que quis agir na Sua Igreja e quer continuar atuando até hoje. Por isso, a vinculação a Maria leva a uma vinculação mais profunda com o próprio Cristo e com o Deus Trino.

Fonte Canção Nova