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Fundada primeira igreja da maconha no mundo

Bill Levin, 59 anos, é o fundador da Igreja da Cannabis (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)
Bill Levin, 59 anos, é o fundador da Igreja da Cannabis (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)

Um notícia na time line do facebook me chamou a atenção e resolvi compartilhar com vocês. Nos EUA a maconha é liberada em alguns estados, mas isso nós já sabemos. O que me espantou e fez com que compartilhasse com vocês essa notícia é o fato de que em um estado que ainda não liberou o uso da maconha, Indianápolis (EUA) foi criada a primeira igreja da maconha, “Igreja da Cannabis”.

De acordo com a BBC Brasil, Bill Levin, de 59 anos, fundador da Igreja da Cannabis criou a nova doutrina para levar os ensinamentos de “paz e amor” e para cultuar o que ele chama de “planta mais saudável que existe no planeta”. A nova seita foi fundada em março de 2015 pouco após a lei “Religious Freedom Restoration Act” que protege a liberdade religiosa no estado.

“Eu vi o que realmente dizia a lei e aí entrei em um transe profundo e religioso com a cannabis, falei com Deus, ele tocou minha mão e me disse como fazer”, disse o fundador da Igreja à BBC Brasil.

Sobre a lei

Ela garante aos cidadãos o direito de exercer quaisquer crenças religiosas sem que sejam vítimas de processos na Justiça. Em prática a lei garante que se sua doutrina não permite apoiar algo você pode ir contra sem penas de um tribunal lhe processar. Lógico que o movimento LGBT questionou alegando homofobia.

Oportunidade

Diante de tamanha brecha, Levin criou uma página no Facebook e conseguiu a aprovação oficial para sua Igreja com base na nova lei, o que lhe garante reconhecimento oficial e isenção fiscal como as outras doutrinas possuem.

12 mandamentos da Cannabis

Após a aprovação Levin divulgou uma lista de 12 mandamentos. Nela´a mandamentos como: “Não seja um idiota, trate as pessoas igualmente e com amor”, ou “Ria bastante, espalhe bom humor; divirta-se na vida e seja positivo”. O último deles fala do “culto” à cannabis.

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Pornografia: veja como se livrar desta dependência

Há quem compare o poder viciante da pornografia à dependência de drogas como a cocaína

A pornografia tem um efeito devastador no cérebro humano, pois suas imagens ficam gravadas em nossa mente e nos acompanham durante anos ou durante toda a vida. Há quem compare seu poder viciante ao de drogas como cocaína. O interessante é que uma simples olhada em imagens, vídeos pornográficos ou fotos sensuais podem inocular, em nossa mente, um efeito constante, ou seja, basta fechar os olhos e ter acesso àquilo que foi visto, registrado.

Lembro-me de que, infelizmente, meu presente de sete anos de vida, isso mesmo, 7 anos (uma criança!), foi um revista pornográfica dada pelo meu padrinho de batismo. Digo a você que, até hoje, as cenas daquela revista estão em minha mente, tal o poder devastador da pornografia. Lógico que, hoje, por um processo de autoconhecimento e de muita oração perante Deus, essas cenas não me controlam mais, porque eu escolho olhar para minha futura esposa buscando, nesse relacionamento, a pureza à qual sou chamado a viver. Mas, por muito tempo, o “ideal” de mulher e de amor que havia em minha mente era o daquela revista.

A pornografia não só é um pecado, mas é uma profunda deturpação do que é um homem e uma mulher de verdade. A pornografia cria a ilusão do prazer, a alienação do outro como um dom e sujeito de dignidade. A pornografia cria a fantasia de que o ser humano é uma máquina a ser manipulada na obtenção máxima de prazer, custe o que custar.

Olha-se o corpo (muitas vezes, alterado pelo ‘Photoshop’ ou pelos mais modernos meios de edição de vídeos), mas não se percebe o coração.

Se você é viciado em pornografia, quero chamar a sua atenção para a ilusão que vive, pois nunca terá, na vida real, a promessa daquela revista e daquele vídeo. Esse vício o jogará na amargura do irrealizado e, assim, o fará perder a promessa de uma vida humana digna de respeito e doação. Ele tirará de você a capacidade de amar de verdade, pois fará seus olhos e mente parar naquilo que é vazio e montado. Infelizmente, muitos pais (no meu caso, o padrinho) incentivam seus filhos, principalmente os homens, a ver material pornográfico. Triste esse caminho! Na verdade, não estamos sendo educados para o amor verdadeiro, mas para a ilusão de que o prazer responderá às angústias de nosso coração! Não…

E se meu filho já estiver viciado em pornografia? O que fazer?

Uma boa conversa é o começo. Não parta para a censura e para a reprovação de imediato. Converse com ele sobre as motivações que o levaram a acessar tal material. Gaste tempo com ele, fale da realidade do amor e abra os olhos de seu filho frente à mentira e ilusão que a pornografia cria. Mostre-lhe o quanto é desumano a vida de mulheres e homens que se colocam como artistas do “pornô”. E o quanto uma simples imagem pornográfica marca para sempre sua mente. Pergunte para ele se quer fazer da sua futura esposa e mãe de seus filhos uma dessas mulheres que ele vê na revista ou no filme.

Pesquisas têm mostrado que adolescentes expostos à pornografia apresentam respostas emocionais traumáticas, relações sexuais em idade precoce, um aumento do risco de doenças sexualmente transmissíveis e um desenvolvimento de compulsões sexuais e perversões. Sem contar relacionamentos afetivos apenas objetivos, ou seja, o ser humano como objeto e não sujeito. Sexo por sexo!

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Dicas para deixar a ponografia

1- Assumir que está ferido

Muitas pessoas pensam que a pornografia é algo inofensivo ou apenas uma satisfação de curiosidade. De fato não! Somos visuais, e as imagens entram em nosso cérebro fazendo verdadeiras catástrofes. É preciso assumir tal fraqueza, encarar que não se tem controle referente a isso, pois só assim saberá o quanto foi atingido e o tamanho da ferida!

2- Buscar ajuda

Não há como querer vencer sozinho. Depois de assumir o problema, é hora de buscar ajuda. Encontrar alguém maduro afetivamente, com quem você possa se abrir, dizendo de suas fraquezas. Um bom diretor espiritual e um confessor ajudarão muito! Pecado se vence na confissão! Às vezes, até um processo de terapia é interessante, caso seu vício esteja muito enraizado.

3- Armar-se

Eu disse, acima, sobre pessoas e ajuda, mas é preciso, de sua parte, armar-se. Ter uma vida de oração e sacramentos, ler a Palavra de Deus e buscar a Eucaristia. A adoração a Jesus Eucarístico é um bom remédio também. Ficar, ali, durante alguns minutos, vendo o Senhor e apresentando a Ele sua mente e seus desejos vai, aos poucos, limpar a sujeira que entrou pelos seus olhos.

 4- Decisão firme

Não há como vencer a batalha dormindo com o inimigo. É preciso desfazer-se de toda possibilidade de pornografia. Jogue fora revistas, filmes, imagens etc. Às vezes, é preciso romper com as pessoas que o motivam ao vício. Não dá para, em meio à guerra, ficar em território inimigo!

 5- Sempre ativo

Nós sabemos e sentimos quando estamos prestes a cair no pecado. Não tem essa de “eu não sabia que ia dar nisso”. Ninguém cai do nada no precipício. Sempre é um passo de cada vez. Quais são as suas fragilidades? Quando está mais sensível? Sabendo disso e se tornando ativo nessas horas, evitará cair ladeira abaixo.

 6- Não é pecado sentir

Às vezes, na luta contra o pecado, as pessoas se tornam obcecadas e pensam que até o que sentem é pecado. Não é assim! O pecado está em “consentir” e não em “sentir”. Quando vejo uma mulher bonita, sinto sua beleza entrar em meus olhos. Isto não é pecado. Pecado é quando eu pego essa beleza, que entrou em mim, e a manipulo, desejo-a e a deixo dominar meus pensamentos. No entanto, o que posso fazer, ao sentir isso, é louvar a Deus por minha afetividade viva e ativa, louvá-Lo pela beleza da criação e da criatura. Canalizar o desejo em Deus!

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Texto escrito por Adriano Gonçalves

Mineiro de Contagem (MG), Adriano Gonçalves dos Santos é membro da Comunidade Canção Nova. Cursou Filosofia no Instituto da Comunidade e é acadêmico de Psicologia na Unisal (Lorena). Atua na TV Canção Nova como apresentador do programa Revolução Jesus. Mais que um programa, o Revolução Jesus é uma missão que desafia o jovem a ser santo sem deixar de ser jovem. Dessa forma, propõe uma nova geração: a geração dos Santos de Calça Jeans. É autor dos seguintes livros: “Santos de Calça Jeans”, “Nasci pra Dar Certo!” e “Quero um Amor Maior”

Uma droga que lhe transforma em um Zumbi. #TodosContraoCrack

“ZOMBIE- A ORIGEM” É uma campanha educativa que traz inúmeras informações sobre o crack, desde as táticas utilizadas pelos traficantes para aliciar usuários de outras drogas ao crack, até os efeitos dessa droga e as conseqüências que causa na vida das pessoas e de seus familiares.

As frases que o atores de ” Zombie- A Origem ” falam no filme são de depoimentos reais de usuários e dependentes do crack e foram retiradas de diversos materiais e documentários. São frases reais.

Os idealizadores da campanha e apoiadores acreditam que é possível aos usuários de crack se livrarem da dependência, levando uma vida livre da droga.

Vejam o vídeo, compartilhem nas redes sociais. Passe aos jovens das Pastorais e Movimentos. Vamos lutar contra essa droga.

Deus é a base da cultura: legalizar a maconha não resolve o problema das drogas, afirma Arcebispo de Santiago

Arcebispo de Santiago, Dom Ricardo Ezzati.

(ACI).- O Arcebispo de Santiago (Chile), recordou à sociedade que a cultura atual “tem um fundamento que é Deus”; além de assinalar a necessidade imediata de uma melhor distribuição da riqueza para melhorar a confiança no país. O Prelado advertiu ainda em recentes declarações ao jornal Mercurio, reproduzidas pelo site Iglesia.cl, que legalizar a maconha não solucionará o problema das drogas no país.

“Preocupa-me a crise de confiança no mundo político. O Chile pode crescer muito mais, muito mais em eqüidade, em solidariedade, em superação da extrema pobreza e pobreza, em uma distribuição justa dos bens. Isto, na medida em que a arte de governar encontre a confiança dos diversos projetos e haja uma colaboração para procurar o bem comum”, expressou.

Dom Ezzati afirmou que isto se deve ao fato que a sociedade do bem-estar “não avançou ao mesmo ritma no aprofundamento da relação com o outro”. Para isso, indicou, é preciso trabalhar na transmissão de valores dentro das famílias, porque “se os pais tiverem confiança nos seus filhos, os filhos acolherão o patrimônio que os pais transmitem”.

Do mesmo modo, durante a entrevista o Arcebispo afirmou que conforme as instituições e a sociedade chilena amadureçam, a mediação da Igreja já não será necessária na solução de conflitos.

“É bom que a Igreja vá perdendo seu papel mediador, que ela vá cedendo, porque isto quer dizer que a sociedade é capaz de solucionar seus próprios problemas, embora sempre estaremos disponíveis”, assinalou.

Sobre os casos de abusos sexuais cometidos por alguns clérigos, o Prelado disse que se está vivendo um segundo momento de recuperar a confiança. “Dependerá fundamentalmente da claridade com a que atuamos aqueles que temos responsabilidades na Igreja, e sobre tudo da qualidade da imensa maioria de sacerdotes que são muito queridos em suas comunidades”, assinalou.

Nesse sentido, recordou a transparência com a que a Igreja atuou diante dos casos de abusos.
“Não sei se outras instituições foram tão abertas como a Igreja Católica para pôr sobre a mesa problemáticas dessa natureza. Não parece que sejamos heróis, reconhecemos nossa responsabilidade e rêmora”, expressou.

Mons. Ezzati também afirmou que os jovens têm razões para protestar contra o lucro na educação, pois “descuidou-se uma dimensão que é fundamental que é a gratuidade, e não só a gratuidade econômica, mas também a gratuidade do fato educativo, da entrega educativa”. Entretanto, esclareceu que a violência nunca é aceitável.

Finalmente, o Arcebispo da capital chilena rechaçou que o combate às drogas seja feito legalizando o consumo da maconha, pois isto terminará prejudicando os próprios jovens. O necessário é a prevenção, afirmou.

Alunos da Unipac Ipatinga e PM realizam evento contra as drogas

Objetivo é conscientizar a população sobre os perigos das drogas

O curso de Educação Física participa com Polícia Militar de ações educativas que integram a Semana Nacional de Combate às Drogas. Na última terça-feira, alunos do 1º período do curso, supervisionados pela coordenadora Marilane Santos e pelos professores Bruna Chaves e Ulisses Marangon, auxiliaram na realização de blitz educativa no bairro Bethânia.

Na oportunidade,houve distribuição de material educativo sobre o tema para motoristas e motociclistas que trafegavam no entorno da Unipac e avenida Selim de Salles.

PASSEIO CICLÍSTICO

A próxima ação será no próximo sábado (23), quando será realizado um passeio ciclístico. Alargada será a portaria da Unipac com sentido ao Parque Ipanema. Além da Polícia Militar e do curso de Educação Física, o evento envolverá a Associação dos Ciclistas do Vale do Aço (Avaci) e comunidade em geral.