4 anos de O Anunciador

Este mês o blog completa 4 anos #ParabénsAnunciadores
Este mês o blog completa 4 anos #ParabénsAnunciadores

Este mês, mas especificamente no dia 18 de setembro, surgia o nosso blog O Anunciador. Até então um trabalho acadêmico da disciplina de WebJornalisno, do 6º período do curso de Comunicação Social do Unileste/MG. Orientados pela docente Patricia Oliveira, os alunos Marquione Ban, eu, e Eliana Leite, que não contribui com o blog mais, começaram a escrever o blog.

O Objetivo do trabalho era noticiar acontecimentos da Paróquia Sagrada Família – Ipatinga/MG e da Diocese de Itabira/Cel. Fabriciano. O projeto durou cerca de quatro meses e permaneceu somente com minha colaboração, Marquione Ban, até hoje.

Um fato interessante neste tempo, quatro anos, foi que deixei de publicar no blog por um certo tempo e só voltei a fazê-lo quando recebi uma notificação por e-mail da quantidade de pessoas que leram um post sobre a festa da Imaculada Conceição na comunidade católica do bairro Caçula, em Ipatinga. O número considerável de visitas a um post que tinha um ano de publicação e sendo justo no dia de Imaculada Conceição, me motivou e abriu os olhos à necessidade de continuar a evangelizar na rede de computadores.

De lá para cá, pensei em desistir, mas Deus sempre arruma um tempo e dá um empurrão para que eu possa alimentar essa obra.

Como Deus tem sido bom com o blog. Temos em média, somados visualizações e visitas, cerca de 500 pessoas nos visitando/visualizando diariamente. No mês chegamos a uma média de 15.000 visitas/visualizações. Ao longo deses quatro anos, já temos somados 348.746 visualizações/visitas. Isso é mais que a população da minha cidade, Ipatinga.

Por todos esses anos, apenas uma palavra me basta: Obrigado. Obrigado a Deus pela vitória e discernimento  na luta pela evangelização. Obrigado por todos que acessam esse blog. Obrigado pela vida e pela iniciativa do trabalho acadêmico a quatro anos atrás.

Tem festa? Tem sim senhor

Sem título-1

Para comemorar a festa dos quatro anos, que coincide com os seis meses de papado de Francisco, vamos lançar um série chamada Franciscos da Igreja. Essa serie abordará os santos que possuem o nome de Francisco e deixaram o exemplo para nós de como seguir a Cristo é recompensador e maravilhoso. Aguardem. A partir de segunda, aqui no O Anunciador.

Obrigado anunciadores.

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Meninas à venda por 10 euros: a denúncia de uma missionária

Recebi essa matéria por e-mail de um amigo, Júlio Arruda, e resolvi compartilhar com vocês. É importante que denunciemos esse comércio absurdo de pessoas. Em 2014 a Campanha da Fraternidade vai abordar essa realidade brasileira ignorada por muitos e por várias autoridades. Vamos dar um basta. Chega de tráfico de pessoas!

Leia a matéria:

São Gabriel (Agência Fides) – No último mês, 21 denúncias foram apresentadas às autoridades de São Gabriel da Cachoeira, pequena cidade da Amazônia brasileira na fronteira com a Colômbia, por meninas que expuseram por escrito suas declarações sobre as violências sofridas. Segundo revela o jornal “A Folha de São Paulo”, os responsáveis seriam nove homens adultos. As meninas pertencem às etnias tariana, uanana, tucano e barè, e vivem na extrema periferia de São Gabriel da Cachoeira, onde 90% da população é indígena.

A batalha contra este comércio é conduzida por uma missionária salesiana italiana, Irmã Giustina Zanato, que trabalha ao lado dos mais pobres e indefesos da Amazônia desde 1984. A missionária arrisca a vida todos os dias defendendo estas meninas da violência de adultos. Com efeito, uma menina índia de 10 a 12 anos, na Amazônia, vale poucos euros, um pacote de balas ou uma camiseta. Quem compra a inocência destas meninas são quase sempre homens adultos, brancos, ricos e poderosos, certos de ficar impunes. É frequente que a polícia arquive as denúncias de mães de meninas violentadas. Muitas vezes, depois das denúncias, as pequenas vítimas são ameaçadas e algumas delas devem fugir. “Apresentamos numerosas denúncias, mas não obtivemos resultados. É muito triste pensar que quem deve impor o respeito das leis não o faz” – disse a missionária, que desde 2008 coordena o programa Menina Feliz, que assiste as meninas violentadas ou abandonadas, e é também presidente do Conselho Municipal para a Defesa de Crianças e Adolescentes. (CE) (Agência Fides, 13/11/2012)

Pesquisador perde emprego por negar-se a investigar células de bebês assassinados em abortos

Dr. Thomas Sardella e seu filho Emanuele. (Foto: SPUC)

(ACI).- O Dr. Thomas Sardella, especialista em Ciências Biológicas, licenciado na Universidade de Roma – Tor Vergata, perdeu seu emprego na Universidade de Glasgow (Reino Unido) como assistente de pesquisa, depois de negar-se a participar de um estudo que usava células de uma criança abortada.

Em uma entrevista realizada pelo John Smeaton a Sociedade para a Proteção dos Nascituros (SPUC, por suas siglas em inglês), publicada em 17 de agosto, o Dr. Sardella assinalou que ante o requisito de utilizar o tecido de crianças abortadas na oitava semana para um estudo científico, “decidi perder meu emprego”.

“Como podia me convencer que estes seres humanos de oito semanas não tinham o direito de viver, e que minha carreira, meu salário e minha família eram mais importantes que suas vidas?” questionou-se.

Depois de um corte no pressuposto, o grupo do Dr. Sardella se uniu a outra equipe de pesquisa de San Diego (Estados Unidos). O estudo conjunto daria ao cientista mais seis meses de estabilidade trabalhista.

“Ainda me lembro de quando li o e-mail enviado de San Diego sobre o requisito do aborto humano nesta colaboração. Sentei-me na cadeira com um sentimento de repulsa e me disse a mim mesmo que não podia fazer isto nem o faria”, disse o cientista a John Smeaton.

O Dr. Sardella assinalou que ele “não ia estar diretamente envolvido no aborto, mas como ia poder olhar pelo microscópio esquecendo que essas células foram tiradas de uma criança junto com a vida dele ou dela?”.

O médico recordou que na tarde do dia em que recebeu a informação sobre o que seria a pesquisa conjunta com o grupo americano, consultou a sua esposa, que estudou Bioética e textos a respeito e confirmou que sua posição estava certa.

“Consultamos livros italianos de bioética que asseguravam que se ajudasse na pesquisa seria colaborador passivo e remoto do procedimento abortivo; por isso não conseguia deixar de me sentir tão mal”, assinalou.

“Se estamos de acordo que está mal matar a um ser humano, um membro da espécie homo sapiens, então temos que nos perguntar quando é que nos fazemos homo sapiens. Para cada organismo do reino animal é a mesma resposta: quando uma célula de esperma fertiliza ao óvulo da mesma espécie, qualquer zoólogo ou embriologista afirmará que um novo organismo é concebido”, disse.

O cientista explicou que “quando um óvulo humano é fertilizado por uma célula de esperma humana não podemos fazer mais nada para parar ao novo embrião de ser parte de nossa espécie. O novo indivíduo deve ser considerado um ser humano”.

Depois de perder seu emprego, o Dr. Sardella se dedicou a dar palestras em distintos âmbitos sobre a realidade do aborto, e se surpreendeu que muitos jovens “verdadeiramente não tinham nem ideia do que é um aborto e de como se faz”.

“Alguns alunos também vieram me falar que a sua opinião sobre o aborto mudou totalmente, assim que, me disse a mim mesmo que ‘se perdi o emprego para salvar uma vida, então valeu a pena’”, assinalou.

O cientista lamentou que muitas pessoas, incluindo colegas deles, “consideram à ciência como uma entidade superior e motor immobilis que guia as decisões do gênero humano”.

“Ciência é somente uma palavra, do latim scientia que significa conhecimento. O conhecimento não possui uma consciência. É o cientista o que tem uma consciência e uma ética que guia seus pensamentos e decisões”, sublinhou.

O Dr. Sardella sublinhou que “primeiro vem a vida, e depois em segundo lugar vem as melhorias à mesma. É inadmissível considerar uma vida humana como um produto e utilizá-la em programas de investigação para o hipotético melhoramento das vidas de outros”.

O cientista, emocionado, assegurou que apesar das dificuldades econômicas que enfrentaram, “uma simples eleição foi uma revisão da minha vida e das minhas crenças, um momento de verdadeira unidade com minha esposa e família”.

“Se a gente escolhe branco, embora pareça irracional nesse momento, embora a montanha que a gente tenha que escalar pareça tão alta, a gente está abrindo os braços a uma felicidade muitíssimo maior do que a que poderia planejar”.

Vaticano cria e-mail para fiéis parabenizarem o Papa

O Vaticano divulgou um email para as pessoas que quiserem enviar felicitações ao Papa Bento XVI pelo seu aniversário de 85 anos, que foi nesta segunda-feira, 16. O endereço eletrônico auguri.benedettoxvi@vatican.va também está disponível para o envio de mensagens por ocasião do 7º aniversário da eleição de Bento XVI como Sumo Pontifice, celebrado na próxima quinta-feira, 19.