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Papa Francisco: “Dois ou três anos e irei para a casa do Pai”

(ACI).- No voo de volta da Coréia, o Papa Francisco teve uma ampla e intensa coletiva de imprensa com dezenas de jornalistas que o acompanharam em sua primeira visita à Ásia. Vários meios europeus tiraram de contexto uma de suas frases para difundir a “notícia” de que resta ao Papa apenas “dois ou três anos de vida”.

Quase ao final da coletiva de imprensa no avião papal, o Pontífice respondeu uma pergunta sobre a sua grande popularidade e disse que a vive “agradecendo ao Senhor de que seu povo seja feliz, esperando o melhor para o povo. Vejo isso como uma generosidade do povo de Deus”.

Em tom de brincadeira disse que tenta “pensar nos meus pecados, nos meus erros e não ficar orgulhoso. Porque eu sei que durará pouco tempo. Dois ou três anos e irei para a casa do Pai”, arrancando risadas dos presentes.

Adicionou que vive sua popularidade “como presença do Senhor no seu povo que usa o bispo, que é o pastor do povo, para manifestar muitas coisas. Vivo isso com mais naturalidade que antes, porque me assustava um pouco”.

Renúncia papal?

Nesta linha, insistiu em que vê a figura do “Papa emérito” como “uma instituição, porque nossa vida se alonga e a uma certa idade já não se tem a capacidade para governar bem, porque o corpo se cansa”.

“A saúde talvez seja boa, mas já não se tem a capacidade de levar adiante todos os problemas de um governo como o da Igreja. E se eu sentisse que já não posso seguir adiante? Faria o mesmo. Eu rezaria muito e faria a mesma coisa. Somos irmãos, e já disse que é como ter o avô em casa, por sua sabedoria. É um homem de sabedoria. Faz-me bem escutá-lo. E ele me anima bastante”, adicionou.

 

CNBB abre inscrições para prêmios de cinema e jornalismo

Inscrições já estão abertas
Inscrições já estão abertas

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, já está recebendo inscrições para os seus prêmios de cinema e jornalismo. Os candidatos ao Margarida de Prata, cinema; Microfone de Prata, rádio; Clara de Assis, televisão e Dom Helder Câmara, impresso; podem enviar seus trabalhos até 30 de dezembro deste ano. São válidos materiais de cinema e jornalísticos produzidos e veiculados entre os meses de janeiro de 2012 a dezembro de 2013. Estão aptos a concorrer aos prêmios da CNBB jornalistas, produtores, cineastas e estudantes de jornalismo e comunicação.

Para se inscrever os interessados devem preencher a Ficha de Inscrição disponível no site www.cnbb.org.br, onde os profissionais também podem obter detalhes da premiação e ler a íntegra do regulamento. Os materiais devem ser enviados para o Setor de Comunicação – CNBB, SE/Sul, quadra 801, conjunto B, CEP 70200-014, Brasília/DF. As inscrições são gratuitas e a cerimônia de entrega dos prêmios acontece em 01 de maio de 2014, no Santuário de Aparecida do Norte, no interior de São Paulo.

As premiações da CNBB prestigiam trabalhos que ressaltam o papel o ser humano como protagonista das obras e dignificam o seu valor na construção de um mundo melhor, mais solidário e fraterno. Já bastante reconhecidos pelos meios artístico e jornalístico, os prêmios têm como objetivo estabelecer um diálogo entre a informação e cultura com o olhar atento dos profissionais de comunicação que se empenham em retratar o que acontece na sociedade, seja através de denúncias ou omissões da realidade brasileira ou por meio de exemplos da capacidade de construir o bem comum.

por CNBB

Imprensa mundial: “Papa Francisco considera acabar com o celibato” #SQN

O que são frases recortadas e colocadas na boca das pessoas. Não estou aqui discutindo o fim ou a permanência do celibato, mas manipulação das palavras e imposição de ideologias por parte de alguns veículo midiáticos.

Dom Pietro Parolin (Foto: Osservatore (CC BY-SA 3.0)
Dom Pietro Parolin (Foto: Osservatore (CC BY-SA 3.0)

Nesta semana importantes meios de comunicação secular – jornais, TV, rádio e outros veículos de impressa comuns – disseram que o Papa Francisco estudava a possibilidade de por fim ao celibato na igreja. Isto baseados numa declaração não do pontífice, mas do atual Núncio Apostólico na Venezuela e Secretário de Estado nomeado, Dom Pietro Parolin, concedeu ao jornal venezuelano “El Universal”. Em contraponto a essas informações autoridades eclesiais afirmaram que o papa em nenhum momento pensou nisso.

Durante a entrevista, o Arcebispo que assumirá a Secretaria de Estado em outubro, falou sobre vários temas e amistosamente evitou que o ponto de vista do jornalista fosse imposto. Tais como a convocação de um Concílio Vaticano III ou comunhão com teologias reformistas com a de Hans Küng, teólogo dissidente suíço.

A ACI Digital publicou em seu site um trecho da entrevista e a frase usada como base para os boatos da semana. Leia.

Jornalista: O celibato não é….

Dom Parolin: Não é um dogma da Igreja e se pode discutir porque é uma tradição eclesial.

Esta foi a frase sobre a qual os meios construíram não apenas a hipótese de que o futuro Secretário de Estado “abria a porta” à discussão sobre o celibato; mas que mesmo Papa Francisco o estava fazendo.

Em efeito, um comentarista consultado pela influente rede televisiva norte-americana NBC, Thomas Groome, professor de teologia de Boston College, assinalou que “dificilmente Parolin teria feito este comentário se não tivesse a impressão de que o Papa estaria aberto a ter esta conversação”.

Entretanto, Groome e outros peritos consultados pelos meios seculares ignoraram a primeira parte da entrevista de El Universal, onde Dom Parolin assinala claramente que ainda está por familiarizar-se com os objetivos do Pontífice.

“A verdade”, diz Parolin na entrevista, “é que não falei muito com ele e penso que quando tiver a graça e a oportunidade, perguntarei a ele o porquê desta eleição. Assim não saberia dizer qual foi a razão pela qual o Papa pensou em mim. Posso dizer, entretanto, que me sinto muito afim a sua maneira de entender a Igreja e, sobretudo, a seu estilo de simplicidade e de proximidade às pessoas, a seu ânimo de escutá-las e de tentar, seriamente, que a Igreja possa voltar a ter uma presença significativa no mundo de hoje”.

Consultado sobre a entrevista concedida pelo futuro Secretário de Estado, o porta-voz da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, assinalou que “o que o Arcebispo Parolin falou é totalmente consistente com o ensinamento da Igreja”.

Em efeito, para a Igreja, o celibato sacerdotal é uma disciplina, não um dogma. Portanto, a diferença do dogma, pode teoricamente mudar.

Entretanto, os meios seculares internacionais ignoraram importantes passagens da mesma entrevista, em que Dom Parolin explicou o valor do celibato.

Segue abaixo uma parte de como continuou a pequena passagem da entrevista citada no mundo inteiro:

Jornalista: “A que época se remonta o celibato?”

Dom Parolin: “Aos primeiros séculos. Depois, a implementação se aplicou durante todo o primeiro milênio, mas a partir do Concílio de Trento se insistiu muito nisso. É uma tradição e esse conceito permanece na Igreja porque ao longo de todos estes anos ocorreram acontecimentos que contribuíram para desenvolver a revelação de Deus. Esta finalizou com a morte do último apóstolo (São João). O que aconteceu depois foi um crescimento na compreensão e atuação da revelação.

Jornalista: A propósito do celibato…

Dom Parolin: O esforço que a Igreja fez para estatuir o celibato eclesiástico deve ser considerado. Não se pode dizer, simplesmente, que pertence ao passado. É um grande desafio para o Papa porque ele possui o ministério da unidade e todas essas decisões devem assumir-se como uma forma de unir à Igreja, não de dividi-la. Então se pode falar, refletir e aprofundar sobre estes temas que não são de fé definida e pensar em algumas modificações, mas sempre ao serviço da unidade e tudo segundo a vontade de Deus. Não se trata do que eu gosto, mas sim de sermos fiéis ao que Deus quer para a sua Igreja.

Em outra passagem da mesma entrevista, quando o jornalista tenta apresentar o Papa Francisco como um “revolucionário” que trará mudanças radicais, o Arcebispo Parolin esclarece:

“Assim é. Mas essas mudanças não podem colocar em perigo a essência da Igreja, que tem uma continuidade na história proveniente de sua fundação por Jesus Cristo. Então se deve ser fiel. A Igreja nunca poderá mudar ao ponto de adaptar-se completamente ao mundo. Se o fizesse e se perdesse nele, já não cumpriria sua missão de ser sal e luz para todos”.

Mais adiante Dom Parolin continua: “E quero destacar o tema da continuidade porque às vezes parece (e não sei se exagero) que o Papa Francisco vai revolucionar tudo, mudar tudo”.

Jornalista: “Não é isso o que se espera dele?”

Dom Parolin: “Espera-se que ele ajude à Igreja a ser Igreja de Jesus e a cumprir a sua função. Isso é o que devem fazer todos os papas. Mas a Igreja tem uma Constituição, uma estrutura, uns conteúdos que são os da fé e que ninguém pode mudar”.

Em meio da tormenta de titulares mediáticos sobre o suposto “fim do celibato”; a jornalista da revista “Time”, Elizabeth Dias, escreveu um breve, mas incisivo comentário com o título: “por que a política sobre o celibato para os sacerdotes católicos não vai mudar proximamente”.

Dias explica que Dom Parolin não fez mais que explicar a antiga e tradicional diferença na Igreja entre dogma e disciplina. O celibato é, em efeito, uma disciplina. Entretanto, a jornalista de “Time” recorda que nenhuma disciplina importante mudou na história recente da Igreja; e conclui assinalando que, por essa razão, “Dom Parolin destaca que ‘as mudanças não podem colocar em perigo a essência da Igreja, que tem uma continuidade na história proveniente de sua fundação por Jesus Cristo’”.

Com informações da ACI DIgital

Governo chinês responde ao Papa Francisco: “a China protege a liberdade religiosa”

Fiéis chineses
Fiéis chineses

A China “protege a liberdade religiosa” e a Igreja Católica do país “desfruta de um desenvolvimento saudável”, assinalou nesta quinta-feira, 23 de maio, o Governo comunista em resposta à que disse o Papa Francisco na Audiência da última quarta-feira, para que os fiéis do gigante asiático possam viver “de maneira coerente sua fé”.

 “A China sempre foi sincera no seu desejo em melhorar as relações com o Vaticano e fez esforços positivos neste sentido”, assinalou numa coletiva de imprensa o Porta-voz do Ministério dos Assuntos Exteriores chinês, Hong Lei.

Hong assegurou que o Governo chinês “apoia o papel desempenhado por figuras religiosas e por fiéis na promoção do desenvolvimento econômico e social”, porém insistiu que “a tradição na Igreja Católica do país asiático é gerir seus assuntos de forma independente”.

O Vaticano é o único Estado europeu que reconhece Taiwan como País. Uma das condições para o restabelecimento de relações é a ruptura de relações diplomáticas com Taipei. “Esperamos que o Vaticano crie condições favoráveis para a melhoria nas relações diplomáticas”, conclui o Porta-voz.

Na Audiência Geral desta quarta-feira, 22 de maio, o Papa Francisco lançou um apelo em favor dos católicos chineses “para que possam anunciar com humildade e alegria a Cristo e servir a seu país e a seus compatriotas de maneira coerente com a fé que professam”. “Convido a todos os católicos do mundo – disse o Santo Padre – a unirem-se em oração com os irmãos e irmãs que estão na China”.

A troca de declarações entre China e Vaticano é a primeira desde que Papa Francisco e o Presidente chinês Xi Jinping, assumiram suas funções em meados de março. Na China existem entre 8 e 12 milhões de católicos, divididos entre os pertencentes à Igreja Patriótica (‘oficial’) – controlada pelo governo – e a clandestina, em comunhão com Roma e perseguida pelo regime comunista chinês em algumas ocasiões.

Nos últimos anos houve progressos nas relações – quando foram nomeados Bispos com a aprovação do Vaticano -, mas também de tensões, quando a Igreja Patriótica nomeou bispos sem o conhecimento da Santa Sé.

O governo chinês e a Santa Sé romperam relações diplomáticas em 1951, depois que o Papa Pio XII excomungou dois Bispos designados pelo governo chinês, que por sua vez expulsou o Núncio Apostólico, que estabeleceu-se em Taiwan.

O impostor: falso bispo tenta invadir conferência pré-conclave

(ACI/EWTN Noticias).- Um homem identificado como Ralph Napierski, que vestia um traje imitando o de um Bispo católico, fracassou em sua tentativa de ingressar na manhã de ontem à Sala Nova do Sínodo no Vaticano, onde se realizou a primeira Congregação Geral do Colégio Cardenalício.

Conforme informou a imprensa internacional, Napierski foi rapidamente descoberto por seus sapatos esportivos pretos, a documentação falsa e o anel de bijuteria que usava, por isso foi expulso do lugar.

No passado, Napierski falsificou documentos para identificar-se como bispo, e criou uma falsa congregação católica chamada “Corpus Dei” na Internet, cuja página Web utiliza para burlar-se da Igreja Católica.

Ao ser consultado a respeito, o porta-voz da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, assegurou à imprensa que todos os Cardeais presentes na manhã da primeira Congregação Geral eram “verdadeiros”.

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Padre Marcio é inocentado e Diocese de Itabira/Cel. Fabriano divulga sobre o assunto

(DeFato) A Diocese de Itabira-Coronel Fabriciano divulgou nesta sexta-feira, 28 de dezembro, uma nota à imprensa sobre o resultado das investigações, envolvendo uma grave acusação ao padre Márcio, há cerca de dois anos e meio.

Na ocasião, padre Márcio foi acusado de estupro de vulnerável, com pena prevista de 8 a 15 anos de reclusão.
O caso ganhou repercussão, inclusive nacional, e a igreja, na época, veio a público defender a inocência do padre. O caso correu em segredo de Justiça por ter um menor envolvido. Confira a nota na íntegra a seguir:
Carta da Diocese de Itabira/Cel.Fabriaciano  

Em toda a história da salvação, Deus agiu e continua a manifestar a sua graça em nossos dias atuais. Em nosso caminhar, às vezes, encontramos alguns “tropeços”, que somente com fé conseguimos superar.

Nesta noite, nas vésperas de celebrarmos o Nascimento do Nosso Salvador, bendizemos a Deus por todas as graças recebidas em nossas vidas e na vida de nosso Pároco, Padre Márcio.
 
Há mais de dois anos e meio, Padre Márcio foi acusado de um crime grave: estupro de vulnerável, com pena prevista de 08 a 15 anos de reclusão.
 
Instaurado inquérito policial para averiguar o suposto fato, Padre Márcio imediatamente procurou a autoridade policial para prestar todas as informações necessárias e desvendar aquela caluniosa e abjeta acusação.
 
E como não poderia deixar de ser, Padre Márcio, sem entender o porquê do ocorrido, pediu que os fatos fossem apurados com todo rigor possível e com a menor brevidade para prestar esclarecimentos a toda a comunidade itabirana.
 
Em momento algum Padre Márcio apresentou receio com relação aos resultados dessa investigação e até colaborou com a polícia, pois, tinha clareza de sua postura ética e seus princípios, e desejava que a verdade fosse conhecida e apresentada a todos. Tal colaboração se deu por meio de esclarecimentos, coleta de material genético apto a excluir a sua responsabilidade pelo crime.
 
Depois de longo, sério e minucioso inquérito policial, o Sr. Delegado de Polícia relatou o inquérito policial, não tendo indiciado o investigado (Padre Márcio), vez que não existiam elementos, menor que fossem, que indicassem que Padre Márcio havia cometido o crime. Ato seguinte os autos da investigação foram remetidos à Justiça, sendo registrado sob o n. 0317.10.0009.721-9.
 
Após análise dos autos pelo Ministério Público, a ilustre Promotora de Justiça se manifestou, opinando pela extinção do inquérito. Como era de se esperar, o Juiz de Direito, seguindo o parecer ministerial, determinou a extinção daquela investigação, tendo em vista a completa ausência de lastro probatório suficientemente capaz de amparar a acusação anteriormente feita.
 
Fica esclarecido que nenhuma acusação pesa sobre Padre Márcio. Sua inocência está comprovada. Todavia, nos é vedado detalhar os fatos e procedimentos ocorridos durante a investigação, visto que sobre o inquérito pesa o segredo de justiça.
 
Contudo, podemos afirmar com certeza que se fez justiça e, apuradas as responsabilidades, a pena foi aplicada a quem de direito.
 
Agradecemos a todos que se mostraram solidários para com nosso sacerdote e acreditaram em sua conduta coerente com os valores evangélicos.
 
Louvado Seja Deus por esta graça alcançada.

CIMI desmente suicídio coletivo de indígenas

Cimi-logo-marron2O Conselho Indigenista Missionário (CIMI) publicou uma nota em seu site onde desmentiu um suposto suicídio coletivo de indígenas das tribos Kaiowá e Guarani, de Pyelito, no Estado do Mato Grosso do Sul. O CIMI atribui a divulgação da notícia na imprensa e redes sociais a uma interpretação equivocada da expressão “morte coletiva” utilizada em carta divulgada pelos indígenas.

O CIMI esclarece que quando os Kaiowá e Guarani usaram a expressão “morte-coletiva”,_que é diferente de suicídio coletivo_, se referiam ao contexto da luta pela terra. Isto é, se eles forem forçados a sair de suas terras pela Justiça ou por pistoleiros contratados por fazendeiros, estariam dispostos a morrer todos nela, sem jamais abandoná-la, pois vivos não sairiam do chão de seus antepassados.

Por outro lado, o CIMI esclarece que o suicídio entre os índios Kaiowá e Guarani ocorre, já há algum tempo, sobretudo entre os jovens. Entre 2003 e 2010 foram 555, motivados porém, por situações de confinamento, falta de perspectiva, violência, afastamento das terras tradicionais e vida de acampamento às margens de estradas. Nenhum dos referidos suicídios ocorreu de maneira coletiva, organizada ou anunciada.

CNBB distribui material para 45º Dia Mundial das Comunicações

45diamundialcom_2011O Setor de Comunicação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou a todas as dioceses do Brasil, em parceria com a Editora Paulinas, o material [livreto e cartaz] para a comemoração do 45º Dia Mundial da Comunicação (DMC), cujo tema este ano é “Verdade, anúncio e autenticidade de vida, na era digital”. O DMC será celebrado este ano no dia 5 de junho.

O conteúdo do livreto contém a Mensagem do papa Bento XVI para o Dia Mundial da Comunicação; uma reflexão do presidente da Comissão Episcopal para a Educação, Cultura e Comunicação Social da Conferência dos Bispos, dom Orani João Tempesta; e uma reflexão da jornalista e doutora em comunicação social, a paulina irmã Joana Puntel sobre o tema da mensagem do papa; além de algumas sugestões para a celebração e animação do DMC.

Para a assessora do Setor de Comunicação Social da CNBB, irmã Elide Fogolari, o material impresso é uma forma de valorizar a comemoração do DMC, conforme pede o próprio papa.

“Com este material queremos comemorar o 45º Dia Mundial da Comunicação como pede o papa: com bastante festividade e com reflexão para que nós possamos criar na Igreja no Brasil uma cultura da comunicação, para assim, articularmos melhor as pastorais. A comunicação deve se estabelecer como a alma de todo o anúncio da boa nova de Jesus Cristo”, sublinhou a assessora.

Ainda segundo irmã Elide, a Igreja precisa fazer da comunicação um meio para que a “boa nova de Jesus Cristo chegue a todas as pessoas. O papa Paulo VI já dizia que se nós não conseguimos compreender a comunicação, fica difícil chegar a todas as pessoas; e vamos nos sentir culpados se a Igreja não usar dos meios de comunicação para a evangelização”, concluiu.

Baixe aqui o material em PDF 45diamundialcom_cartilha

Fonte CNBB

Cartaz Divulgação