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CNBB abre inscrições para prêmios de cinema e jornalismo

Inscrições já estão abertas
Inscrições já estão abertas

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, CNBB, já está recebendo inscrições para os seus prêmios de cinema e jornalismo. Os candidatos ao Margarida de Prata, cinema; Microfone de Prata, rádio; Clara de Assis, televisão e Dom Helder Câmara, impresso; podem enviar seus trabalhos até 30 de dezembro deste ano. São válidos materiais de cinema e jornalísticos produzidos e veiculados entre os meses de janeiro de 2012 a dezembro de 2013. Estão aptos a concorrer aos prêmios da CNBB jornalistas, produtores, cineastas e estudantes de jornalismo e comunicação.

Para se inscrever os interessados devem preencher a Ficha de Inscrição disponível no site www.cnbb.org.br, onde os profissionais também podem obter detalhes da premiação e ler a íntegra do regulamento. Os materiais devem ser enviados para o Setor de Comunicação – CNBB, SE/Sul, quadra 801, conjunto B, CEP 70200-014, Brasília/DF. As inscrições são gratuitas e a cerimônia de entrega dos prêmios acontece em 01 de maio de 2014, no Santuário de Aparecida do Norte, no interior de São Paulo.

As premiações da CNBB prestigiam trabalhos que ressaltam o papel o ser humano como protagonista das obras e dignificam o seu valor na construção de um mundo melhor, mais solidário e fraterno. Já bastante reconhecidos pelos meios artístico e jornalístico, os prêmios têm como objetivo estabelecer um diálogo entre a informação e cultura com o olhar atento dos profissionais de comunicação que se empenham em retratar o que acontece na sociedade, seja através de denúncias ou omissões da realidade brasileira ou por meio de exemplos da capacidade de construir o bem comum.

por CNBB

PAIXÃO DE CRISTO: emoção no parque

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Ontem aconteceu no Parque Ipanema, em Ipatinga, o tradicional Teatro da Paixão de Cristo. Este ano foi a 17ª edição do evento que conta a participação de mais de 100 jovens católicos da cidade.

Veja a matéria do maior jornal diário de Ipatinga – Diário do Aço:

IPATINGA – Mesmo sob sol forte e o calor do Vale do Aço o público lotou o Parque Ipanema, para assistir a encenação da Paixão de Cristo.   Produzido pelas Paróquias da Igreja Católica de Ipatinga, o evento ocorreu na última sexta-feira (6). Para driblar o tempo quente as populares sombrinhas, geralmente usadas em tempos de chuva, se destacaram em meio à multidão que cercava a lagoa do parque.

A programação da “Sexta-Feira Santa” foi iniciada por volta da 8h30, com caminhada saindo do trevo do bairro Jardim Panorama em direção ao Parque Ipanema. Todos os anos o trajeto é feito antes da encenação em sinal de misericórdia. Para trabalhar o tema da fraternidade 2012 entre os jovens, os fiéis traziam o lema “Vida sim, Drogas não!”.

Com objetivo de enfatizar o lema durante toda a marcha, os participantes faziam declarações e protestos com relação ao abandono dos jovens mergulhados nas drogas. Em seguida após a concentração de atores e expectadores nas proximidades da lagoa, o teatro da Paixão de Cristo foi iniciado. Baseada nos relatos bíblicos, a peça é feita em forma de Via Sacra, que divide a caminhada de Jesus rumo à crucificação em 15 estações.

A ressurreição lembrada neste “Domingo de Páscoa” está prevista para ser apresentada hoje no Santuário São Judas Tadeu, no bairro Canaã, às 19h30. Segundo a coordenação do evento o ator que representa Jesus fará uma levitação de oito metros, usando técnicas da arte, para mostrar a ascensão de Jesus ao céu.

Celebração

O Padre Geraldo Ildeu da Paróquia Sagrado Coração de Jesus destaca que desde o início da sua história, a igreja celebra toda a caminhada do Messias, do seu nascimento até a morte e ressurreição, enfatizando a cruz como encontro de toda burrice e sujeira humana com a infinita misericórdia de Deus. “Então a igreja como mãe e mestra procura incentivar os católicos e cristãos do mundo inteiro a estar por dentro do que aconteceu porque, Jesus venceu, mas sofreu na cruz”, afirmou.

Fonte Diário do Aço

Foto: Wôlmer Ezequiel

7º Muticom lança site oficial

 

Página do 7º Mutirão Brasileiro de Comunicação

“Não se vive sem a comunicação. Só existimos porque nos comunicamos. O outro nos constitui, assim como cada um de nós se elabora no processo comunicativo”, assim destaca o coordenador acadêmico do 7º Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom), Miguel Pereira ao site Canção Nova. O evento pretende reunir comunicadores, acadêmicos e representantes de pastorais de todo o país, entre os dias 17 e 22 de julho, no Rio de Janeiro.

Oficialmente foi lançada a página do evento no dia 30, quarta-feira. O lançamento do site foi transmitido ao vivo pelo portal do Muticom. O evento é promovido pela CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil –  e ocorre a cada dois anos. Este ano o Muticom é organizado pela Arquidiocese de São Sebastião – RJ – e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), com o apoio do Regional Leste 1, da CNBB.

Com o tema “Comunicação e vida: diversidade e mobilidades”, o 7º Muticom pretende motivar as comunidades brasileiras “a refletirem sobre a comunicação relacionada com a vida cotidiana e suas expressões que acolhem a diversidade que somos e as mobilidades que experimentamos na cultura contemporânea”, explica Miguel Pereira ao portal da Canção Nova.

Programação

Sem deixar o modelo já utilizado em mutirões anteriores o encontro deste ano terá espaço para a teoria e a prática da comunicação.

Durante todos os dias de manhã, cinco grandes painéis temáticos apresentarão desde a estrutura e as modalidades de comunicação na Igreja até o papel fundamental das organizações e instituições católicas de comunicação do Brasil. Eles passarão pelas mais diversas formas de comunicação como: documentário e a ficção, as novas comunidades e redes sociais, etc. Paralelamente, outros quatro painéis partirão do cinema para refletir aspectos da sociedade, sempre com a exibição de um filme e em seguida de debate.

Já as tardes serão dedicadas aos encontros em grupos menores. Os participantes podem fazer oficinas pastorais, de técnicas e gerenciais onde terão aulas práticas voltadas para o dia a dia das atividades de comunicação na Igreja. Também haverá grupos de discussão mais teórica sobre temas importantes à sociedade e à Igreja.

Uma das novidades deste Muticom será o Comgás. Ele é um projeto desenvolvido pelos alunos da PUC-Rio para apresentação de trabalhos acadêmicos que desta vez estará aberto para não só aos estudantes de comunicação, mas para agentes pastorais e pesquisadores que queiram partilhar suas experiências.

Quem se inscrever no Muticom 2011 terá também a oportunidade de conhecer empresas de comunicação fluminenses e visitar as comunidades da Rocinha e Morro do Alemão para ver trabalhos voltados para a comunicação desenvolvidos nessas comunidades.

Por Marquione Ban com informações da Canção Nova

Imagem da Internet

CNBB distribui material para 45º Dia Mundial das Comunicações

45diamundialcom_2011O Setor de Comunicação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou a todas as dioceses do Brasil, em parceria com a Editora Paulinas, o material [livreto e cartaz] para a comemoração do 45º Dia Mundial da Comunicação (DMC), cujo tema este ano é “Verdade, anúncio e autenticidade de vida, na era digital”. O DMC será celebrado este ano no dia 5 de junho.

O conteúdo do livreto contém a Mensagem do papa Bento XVI para o Dia Mundial da Comunicação; uma reflexão do presidente da Comissão Episcopal para a Educação, Cultura e Comunicação Social da Conferência dos Bispos, dom Orani João Tempesta; e uma reflexão da jornalista e doutora em comunicação social, a paulina irmã Joana Puntel sobre o tema da mensagem do papa; além de algumas sugestões para a celebração e animação do DMC.

Para a assessora do Setor de Comunicação Social da CNBB, irmã Elide Fogolari, o material impresso é uma forma de valorizar a comemoração do DMC, conforme pede o próprio papa.

“Com este material queremos comemorar o 45º Dia Mundial da Comunicação como pede o papa: com bastante festividade e com reflexão para que nós possamos criar na Igreja no Brasil uma cultura da comunicação, para assim, articularmos melhor as pastorais. A comunicação deve se estabelecer como a alma de todo o anúncio da boa nova de Jesus Cristo”, sublinhou a assessora.

Ainda segundo irmã Elide, a Igreja precisa fazer da comunicação um meio para que a “boa nova de Jesus Cristo chegue a todas as pessoas. O papa Paulo VI já dizia que se nós não conseguimos compreender a comunicação, fica difícil chegar a todas as pessoas; e vamos nos sentir culpados se a Igreja não usar dos meios de comunicação para a evangelização”, concluiu.

Baixe aqui o material em PDF 45diamundialcom_cartilha

Fonte CNBB

Cartaz Divulgação


 

Papa divulgou mensagem par o Dia Mundial da Comunicações

O papa Bento XVI divulgou hoje, 24, no site oficial do Vaticano, a Mensagem para 45º Dia Mundial das Comunicações Sociais. A mensagem intitulada “Verdade, anúncio e autenticidade de vida, na era digital”, o papa pede que as novas formas de comunicação sejam utilizadas apenas pensando no bem coletivo, destacando a verdade na atuação dos participantes das Redes Sociais e principalmente o papel dos jovens na Era Digital.

“As novas tecnologias da comunicação pedem para ser postas ao serviço do bem integral da pessoa e da humanidade inteira. Usadas sabiamente, podem contribuir para satisfazer o desejo de sentido, verdade e unidade que permanece a aspiração mais profunda do ser humano”, destaca o papa.

Bento XVI diz ainda, que as novas tecnologias estão mudando “não só o modo de comunicar, mas a própria comunicação em si mesma. As novas tecnologias permitem que as pessoas se encontrem para além dos confins do espaço e das próprias culturas, inaugurando deste modo todo um novo mundo de potenciais amizades”.

O papa faz um alerta, dizendo que “é importante nunca esquecer que o contato virtual não pode nem deve substituir o contato humano direto com as pessoas, em todos os níveis da nossa vida”.

Para finalizar, o Papa afirma em sua mensagem que a web está contribuindo para o desenvolvimento de formas novas e mais complexas de consciência intelectual e espiritual. “Somos chamados a anunciar, neste campo também, a nossa fé: que Cristo é Deus, o Salvador do homem e da história, Aquele em quem todas as coisas alcançam a sua perfeição (cf. Ef 1, 10)”.

Leia abaixo a íntegra da mensagem do papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais:

Verdade, anúncio e autenticidade de vida, na era digital

Queridos irmãos e irmãs!

Por ocasião do XLV Dia Mundial das Comunicações Sociais, desejo partilhar algumas reflexões, motivadas por um fenômeno característico do nosso tempo: a difusão da comunicação através da rede internet. Vai-se tornando cada vez mais comum a convicção de que, tal como a revolução industrial produziu uma mudança profunda na sociedade através das novidades inseridas no ciclo de produção e na vida dos trabalhadores, também hoje a profunda transformação operada no campo das comunicações guia o fluxo de grandes mudanças culturais e sociais. As novas tecnologias estão mudando não só o modo de comunicar, mas a própria comunicação em si mesma, podendo-se afirmar que estamos perante uma ampla transformação cultural. Com este modo de difundir informações e conhecimentos, está nascendo uma nova maneira de aprender e pensar, com oportunidades inéditas de estabelecer relações e de construir comunhão.

Aparecem em perspectiva metas até há pouco tempo impensáveis, que nos deixam maravilhados com as possibilidades oferecidas pelos novos meios e, ao mesmo tempo, impõem de modo cada vez mais premente uma reflexão séria acerca do sentido da comunicação na era digital. Isto é particularmente evidente quando nos confrontamos com as extraordinárias potencialidades da rede internet e a complexidade das suas aplicações. Como qualquer outro fruto do engenho humano, as novas tecnologias da comunicação pedem para ser postas ao serviço do bem integral da pessoa e da humanidade inteira. Usadas sabiamente, podem contribuir para satisfazer o desejo de sentido, verdade e unidade que permanece a aspiração mais profunda do ser humano.

No mundo digital, transmitir informações significa com frequência sempre maior inseri-las numa rede social, onde o conhecimento é partilhado no âmbito de intercâmbios pessoais. A distinção clara entre o produtor e o consumidor da informação aparece relativizada, pretendendo a comunicação ser não só uma troca de dados, mas também e cada vez mais uma partilha. Esta dinâmica contribuiu para uma renovada avaliação da comunicação, considerada primariamente como diálogo, intercâmbio, solidariedade e criação de relações positivas. Por outro lado, isto colide com alguns limites típicos da comunicação digital: a parcialidade da interação, a tendência a comunicar só algumas partes do próprio mundo interior, o risco de cair numa espécie de construção da auto-imagem que pode favorecer o narcisismo.

Sobretudo os jovens estão a viver esta mudança da comunicação, com todas as ansiedades, as contradições e a criatividade própria de quantos se abrem com entusiasmo e curiosidade às novas experiências da vida. O envolvimento cada vez maior no público areópago digital das chamadas Redes Sociais, leva a estabelecer novas formas de relação interpessoal, influi sobre a percepção de si próprio e por conseguinte, inevitavelmente, coloca a questão não só da justeza do próprio agir, mas também da autenticidade do próprio ser. A presença nestes espaços virtuais pode ser o sinal de uma busca autêntica de encontro pessoal com o outro, se se estiver atento para evitar os seus perigos, como refugiar-se numa espécie de mundo paralelo ou expor-se excessivamente ao mundo virtual. Na busca de partilha, de “amizades”, confrontamo-nos com o desafio de ser autênticos, fieis a si mesmos, sem ceder à ilusão de construir artificialmente o próprio “perfil” público.

As novas tecnologias permitem que as pessoas se encontrem para além dos confins do espaço e das próprias culturas, inaugurando deste modo todo um novo mundo de potenciais amizades. Esta é uma grande oportunidade, mas exige também uma maior atenção e uma tomada de consciência quanto aos possíveis riscos. Quem é o meu “próximo” neste novo mundo? Existe o perigo de estar menos presente a quantos encontramos na nossa vida diária? Existe o risco de estarmos mais distraídos, porque a nossa atenção é fragmentada e absorvida por um mundo “diferente” daquele onde vivemos? Temos tempo para refletir criticamente sobre as nossas opções e alimentar relações humanas que sejam verdadeiramente profundas e duradouras? É importante nunca esquecer que o contato virtual não pode nem deve substituir o contato humano direto com as pessoas, em todos os níveis da nossa vida.

Também na era digital, cada um vê-se confrontado com a necessidade de ser pessoa autêntica e reflexiva. Aliás, as dinâmicas próprias das Redes Sociais mostram que uma pessoa acaba sempre envolvida naquilo que comunica. Quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais. Segue-se daqui que existe um estilo cristão de presença também no mundo digital: traduz-se numa forma de comunicação honesta e aberta, responsável e respeitadora do outro. Comunicar o Evangelho através dos novos midia significa não só inserir conteúdos declaradamente religiosos nas plataformas dos diversos meios, mas também testemunhar com coerência, no próprio perfil digital e no modo de comunicar, escolhas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, mesmo quando não se fala explicitamente dele. Aliás, também no mundo digital, não pode haver anúncio de uma mensagem sem um testemunho coerente por parte de quem anuncia. Nos novos contextos e com as novas formas de expressão, o cristão é chamado de novo a dar resposta a todo aquele que lhe perguntar a razão da esperança que está nele (cf. 1 Pd 3, 15).

O compromisso por um testemunho do Evangelho na era digital exige que todos estejam particularmente atentos aos aspectos desta mensagem que possam desafiar algumas das lógicas típicas da web. Antes de tudo, devemos estar cientes de que a verdade que procuramos partilhar não extrai o seu valor da sua “popularidade” ou da quantidade de atenção que lhe é dada. Devemos esforçar-nos mais em dá-la conhecer na sua integridade do que em torná-la aceitável, talvez “mitigando-a”. Deve tornar-se alimento quotidiano e não atração de um momento. A verdade do Evangelho não é algo que possa ser objeto de consumo ou de fruição superficial, mas dom que requer uma resposta livre. Mesmo se proclamada no espaço virtual da rede, aquela sempre exige ser encarnada no mundo real e dirigida aos rostos concretos dos irmãos e irmãs com quem partilhamos a vida diária. Por isso permanecem fundamentais as relações humanas directas na transmissão da fé!

Em todo o caso, quero convidar os cristãos a unirem-se confiadamente e com criatividade consciente e responsável na rede de relações que a era digital tornou possível; e não simplesmente para satisfazer o desejo de estar presente, mas porque esta rede tornou-se parte integrante da vida humana. A web está contribuindo para o desenvolvimento de formas novas e mais complexas de consciência intelectual e espiritual, de certeza compartilhada. Somos chamados a anunciar, neste campo também, a nossa fé: que Cristo é Deus, o Salvador do homem e da história, Aquele em quem todas as coisas alcançam a sua perfeição (cf. Ef 1, 10). A proclamação do Evangelho requer uma forma respeitosa e discreta de comunicação, que estimula o coração e move a consciência; uma forma que recorda o estilo de Jesus ressuscitado quando Se fez companheiro no caminho dos discípulos de Emaús (cf. Lc 24, 13-35), que foram gradualmente conduzidos à compreensão do mistério mediante a sua companhia, o diálogo com eles, o fazer vir ao de cima com delicadeza o que havia no coração deles.

Em última análise, a verdade que é Cristo constitui a resposta plena e autêntica àquele desejo humano de relação, comunhão e sentido que sobressai inclusivamente na participação maciça nas várias Redes Sociais. Os crentes, testemunhando as suas convicções mais profundas, prestam uma preciosa contribuição para que a web não se torne um instrumento que reduza as pessoas a categorias, que procure manipulá-las emotivamente ou que permita aos poderosos monopolizar a opinião alheia. Pelo contrário, os crentes encorajam todos a manterem vivas as eternas questões do homem, que testemunham o seu desejo de transcendência e o anseio por formas de vida autêntica, digna de ser vivida. Precisamente esta tensão espiritual própria do ser humano é que está por detrás da nossa sede de verdade e comunhão e nos estimula a comunicar com integridade e honestidade.

Convido, sobretudo os jovens a fazerem bom uso da sua presença no areópago digital. Renovo-lhes o convite para o encontro comigo na próxima Jornada Mundial da Juventude em Madrid, cuja preparação muito deve às vantagens das novas tecnologias. Para os agentes da comunicação, invoco de Deus, por intercessão do Patrono São Francisco de Sales, a capacidade de sempre desempenharem o seu trabalho com grande consciência e escrupulosa profissionalidade, enquanto a todos envio a minha Bênção Apostólica.

Vaticano, Festa de São Francisco de Sales, 24 de Janeiro de 2011.

Papa Bento XVI

 

CNBB promove encontro de jornalistas ligados a Igreja

O 4º Encontro de Jornalistas das dioceses, Regionais e Organismos da CNBB vai debater Jornalismo Institucional e Mídia training. Os temas foram definidos na semana passada pela Assessoria de Imprensa e pelo Setor de Comunicação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), organizadores do encontro.

O encontro acontece na Casa de Retiros Assunção, em Brasília, de 25 a 27 de março, e deverá reunir pelo menos 50 jornalistas. Aberto a jornalistas que trabalham em rádios, TVs e jornais ligados também às Congregações, o encontro visa à integração destes profissionais que trabalham nos veículos da Igreja.

Padre Geraldo Martins assessor de imprensa da CNBB

“Nosso objetivo é partilhar o trabalho das assessorias de imprensa feito nas dioceses, nos Regionais e Organismos da CNBB, além de fortalecer os laços entre os jornalistas que trabalham nestas instâncias e nos veículos de comunicação da Igreja”, explicou o assessor de imprensa da CNBB, padre Geraldo Martins Dias.

Segundo o assessor, até o final de janeiro será divulgada a pauta com o tema das conferências e o nome dos conferencistas.
Não há taxa de inscrição e as despesas com hospedagem e alimentação ficarão em R$ 160. As fichas de inscrições devem ser enviadas por fax ou e-mail até o dia 1º de março aos cuidados de Lanier Silva – E-mail: imprensa5@cnbb.org.br ou pelo Fax (61) 2103-8303.

Fone CNBB

por Marquione Ban