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Papa recebe camisa do autografada do Barcelona por Messi

Papa Francisco recebe a camiseta do craque argentino Lionel Messi. Foto: News.va

(ACI).- Durante a Audiência Geral, um grupo de sacerdotes entregaram ao Papa Francisco uma camiseta do FC Barcelona da Espanha, com o nome de Lionel Messi e assinada pelo próprio jogador de futebol.

Esta é a terceira camiseta de futebol que o Santo Pai recebe. A primeira foi a do Clube São Lorenzo de Almagro, equipe argentina da que Francisco é torcedor.

Posteriormente recebeu uma da seleção espanhola de futebol, assinada por todos os jogadores e entregue pelo chefe do Governo espanhol, Mariano Rajoy.

Do mesmo modo, o obséquio da camiseta de Lionel Messi acontece depois de que o jogador argentino tenha felicitado publicamente o Cardeal Jorge Bergoglio por sua eleição como Pontífice e de convidá-lo a assistir um jogo no Camp Nou, o estádio do Barcelona.

Itália propõe à Argentina um jogo de futebol em Roma para homenagear o Papa

(ACI/EWTN Noticias).- A Federação Italiana de Futebol propôs à Associação de Futebol Argentino realizar um amistoso em Roma como homenagem ao Papa Francisco, torcedor do clube San Lorenzo de Almagro e cujos pais foram imigrantes italianos.

Conforme se informou, ambas federações estão procurando já faz algum tempo programar uma partida em um campo neutro, como Suíça ou Bélgica. Nesta terça-feira, o organismo italiano enviou uma carta a sua homóloga argentina propondo Roma como sede do encontro.

A data proposta foi o dia 14 de agosto, véspera da Assunção de Maria. Entretanto, o país sul-americano recordou que neste dia, no calendário oficial da FIFA, eles já têm programado uma partida contra a Rússia.

Na semana passada, o treinador italiano Cesare Prandelli disse que “a partida contra a seleção de Lionel Messi é a única contra os grandes da Copa que nos falta. Com isso fecharíamos o círculo. Seria uma homenagem ao novo Papa”.

A proposta foi acolhida por Guillermo Tofoni, presidente da empresa que organiza as partidas não oficiais da seleção argentina. Ele já está organizando o evento e procurando a melhor data.

Prandelli também manifestou que seria “belo” que antes do encontro tivessem uma audiência conjunta “do Papa que ama o futebol” com ambas as equipes “e depois ir ao estádio com um único ônibus as duas seleções, juntas”.

A Argentina precisa agora dar uma resposta e definar a data do jogo.

Giro de Notícias: Papa, Messi, CNBB, CFM, Aborto

Papa fará visita a Brasília em julho

E o papa Francisco confirmou viagem a Brasília em julho. Vai se encontrar com a presidente Dilma Rousseff, o que transformará sua vinda ao país, para a Jornada Mundial da Juventude, no Rio, em visita oficial.

Palavra do Papa

Ao dirigir, nesta manhã, 23, um discurso aos membros do Corpo Diplomático acreditado junto à Santa Sé, o Papa Francisco explicou que seu nome se deve ao grande santo de Assis e seu amor aos pobres, e precisou que existe em nossos dias uma pobreza espiritual ainda maior que é a ditadura do relativismo, como a chamava Bento XVI.

“Como sabeis, há vários motivos que, ao escolher o meu nome, me levaram a pensar em Francisco de Assis, uma figura bem conhecida mesmo além das fronteiras da Itália e da Europa, inclusive entre os que não professam a fé católica. Um dos primeiros é o amor que Francisco tinha pelos pobres”, disse o Santo Padre.

Messi quer ver o Papa

pppapamessi210313O atacante do Barcelona e principal figura da seleção argentina de futebol, Lionel Messi, disse que gostaria de conhecer seu compatriota o Papa Francisco. Em breves declarações à imprensa argentina Messi afirmou que “é um orgulho para todos nós que somos argentinos o Papa seja daqui”.

CNBB se manifesta a respeito da decisão do CFM sobre o aborto

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família da CNBB, dom João Carlos Petrini, divulgou nesta sexta-feira, 22 de março, algumas considerações a respeito de uma nota publicada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que apoia o direito de aborto até a 12ª semana de gestação. A seguir, a íntegra da mensagem.

“O Conselho Federal de Medicina ao se manifestar favorável ao aborto até 12 semanas parece não ter levado em consideração todos os fatores que entram em jogo nas situações que se pretendem enfrentar. Sua decisão, que não contou com a unanimidade dos Conselhos Regionais, deixa uma mensagem inequívoca: quando alguém atrapalha, pode ser eliminado.” – Continue a ler AQUI.

VÍDEO: Gabriel, o menino brasileiro sem pés que jogou futebol com o Barcelona F.C. derruba mito do aborto eugênico

BARCELONA, 26 Out. 12 / 10:48 am (ACI).- Gabriel Muniz tem onze anos. Ele nasceu sem os pés devido a uma má formação congênita mas é um excepcional jogador de futebol e esta semana comoveu a sociedade espanhola por ter alcançado o sonho de treinar com o FC Barcelona e jogar bola com Dani Alves e Lionel Messi. Para os líderes pró-vida espanhóis, sua história desafia a lei que permite o aborto eugênico no país.

Sandra, mãe de Gabriel, pensou que seu filho não poderia valer-se por si mesmo pois não contava com os recursos para dar à criança um tratamento adequado. Entretanto, o assombroso menino conseguiu caminhar após cumprir um ano de idade.

Gabriel vive em um humilde lar de Campos dos Goytacazes, no nordeste do Rio do Janeiro. Ele compartilha sua pequena habitação com seu irmão mais velho Mateus. Ele vai de bicicleta à escola todos os dias e passa seu tempo livre jogando futebol com os amigos.

Sua incrível habilidade para o esporte já lhe rendeu várias medalhas escolares e a possibilidade de participar em julho do ano passado em uma academia organizada pelo Barcelona no “país do futebol”, onde a imprensa divulgou sua comovedora história de superação.

“Logo que ele começou a caminhar nós o perseguíamos esperando que fosse cair mas ele nunca caiu”, recordou sua mãe em uma reportagem para a televisão brasileira.

Frente à destreza do menino e seu particular empenho, o FC Barcelona ofereceu uma viagem com tudo pago à Espanha para treinar na escolinha do clube durante uma semana e conhecer a equipe, incluindo Dani Alves e Lionel Messi. O menino deixou uma lição de vida que os famosos jogadores não esquecerão.

Um dos mais eloqüentes encontros do menino foi com o jogador brasileiro Adriano Correia, quem assegurou que o caso do Gabriel “é uma lição de vida, de superação total, porque muitas vezes reclamos por certas coisas e você o vê tão feliz, fazendo tudo com tanta alegria… que agradeceu Gabriel “por ser assim”.  “Deus queira que ele cumpra todos os seus sonhos”, afirmou o atleta.

O jogador brasileiro assegurou que não tinha idéia de como Gabriel conseguia superar sua deficiência física para jogar futebol: “é uma coisa incrível”. “Me tocou muito e levarei isso para toda minha vida”, disse Adriano.

Para a líder pró-vida Gádor Joya, o caso de Gabriel chama os espanhóis a refletirem, pois “quando falamos de aborto eugênico devemos recordar a atrocidade que supõe sentenciar à morte a um ser humano porque não cumpre um determinado nível de ‘qualidade biológica'”.

“Acaso alguém pode dizer que é biologicamente perfeito? Acaso alguém pode outorgar um certificado de qualidade a outro ser humano?”, questionou.

Gádor Joya, porta-voz da plataforma pro-vida espanhola Direito a Viver, assinalou que a história do menino brasileiro demonstra que o aborto eugênico é inadmissível.

Em declarações ao grupo ACI no dia 25 de outubro, Joya assinalou que “a história do Gabriel é um exemplo mais de que o aborto eugênico, aquele que se pratica sob a premissa desumana de que quem padece uma enfermidade ou um defeito físico antes de nascer não merece viver, é absolutamente inadmissível”.

A Dra. Joya também alertou “sobre os avanços científicos que permitem a detecção precoce de enfermidades e má formações nos fetos. Estes mecanismos só devem servir para uma melhor preparação médica, psicológica e social, nunca para adiantar a prática do aborto”.

Por sua parte, o Dr. José Maria Simón Castellví, membro do Pontifício Conselho para os Agentes Sanitários (Pastoral da Saúde) e presidente da Federação Internacional de Associações Médicas Católicas (FIAMC), disse ao grupo ACI que a legislação espanhola “é um desastre” no que se refere à defesa da vida das pessoas com deficiência físisca.

“Aborta-se sem limite de semanas e com poucos controles”, criticou o médico.

Simón Castellví, quem participa no Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização como auditor, lamentou que “a polícia ou o Ministério não revistam indagar nos casos de aborto”.

“É muito triste que um ser humano com problemas seja considerado inferior a um sujeito são. Nossa civilização está fracassando!”, assinalou.

A porta-voz de Direito a Viver assinalou que se o Ministro da Justiça da Espanha, Alberto Ruiz-Gallardón, responsável pela reforma da lei do aborto nesse país, cumpre com a oferta de respeitar a sentença do Tribunal Constitucional sobre aborto de 1985, “acabaria com 98 por cento dos abortos porque tanto o aborto eugênico como o chamado terapêutico, seriam inconstitucionais”.

A lei do aborto vigente na Espanha foi aprovada em fevereiro de 2010. Foi impulsionada pelo PSOE, mais precisamente pela então ministra da Saúde, Bibiana Aído. Esta norma permite o aborto a pedido das mães até a semana 14 de gestação, incluindo as menores de idade a partir dos 16 anos. O governo de Mariano Rajoy do Partido Popular ofereceu reformar esta lei que atualmente se encontra em debate.