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Amanhã: Campanha para a Evangelização realiza coleta neste final de semana

CE2012A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza no tempo do Advento a Campanha para a Evangelização (CE) que chega ao fim neste domingo, 16 de dezembro. O objetivo da iniciativa é despertar em todos os cristãos a responsabilidade com a missão da Igreja. “É uma forma de mostrar que todos nós somos chamados a colaborar, de forma concreta, para que tenhamos recursos em nossos projetos de evangelização”, explica o assessor nacional da campanha, Pe. Luiz Carlos Dias.

Todas as coletas das missas e celebrações das comunidades de todo o país neste final de semana se destinam para a CE. A distribuição dos recursos é feita da seguinte forma: 45% permanece na própria diocese; 20% é encaminhado para os Regionais da CNBB; e os demais 35% para a CNBB Nacional.

As doações, em caráter individual, também podem ser feitas através do site www.evangelija.com.  A Comissão Episcopal da CE enviou esta semana uma mensagem a todas às comunidades do Brasil destacando a importância da iniciativa. A seguir, a íntegra do texto:

Participe da Campanha para a Evangelização neste final de semana

A Igreja existe para evangelizar. (…) Anunciar, por palavras e ações,
Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida (Jo 14,6)

Estimados:

Bispos, padres, consagrados/as, agentes de pastoral, líderes de comunidades e movimentos, comunicadores e os demais fieis leigos, do Brasil e exterior, sempre ajudaram a manter, com suas generosas ofertas, o serviço evangelizador da nossa Igreja. A todos/as nosso reconhecido agradecimento.

Nascida em 1998, a Campanha para a Evangelização está para comemorar 15 anos. Ainda não atingiu o objetivo para o qual foi criada: mobilizar os católicos a assumir a responsabilidade de participar da sustentação de toda a ação evangelizadora da Igreja no Brasil.

Para esse ano de 2012, o material promocional da Campanha traz um slogan que pretende expressar a “urgência da evangelização”, “a evangelização já”: EVANGELI.JÁ.

A Comissão Episcopal da CNBB, responsável pela Campanha, precisa e pede confiantemente sua participação nas Missas e Celebrações nas Comunidades neste final de semana, quando ocorrerá a coleta para a Evangelização. Na impossibilidade de participação, a doação pode ser feita através do site http://www.evangelija.com

Na esperança de poder contar com sua imprescindível colaboração, pedimos, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, que a bênção de Deus faça frutuosos seus trabalhos.

Com toda gratidão, em Cristo,

Murilo Sebastião Ramos Krieger
Arcebispo de Salvador (BA)
Presidente da Comissão para a Campanha para a Evangelização

Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília (DF)
Secretário Geral da CNBB

Subsidio para estudar e baixar sobre a Campanha da Fraternidade 2013

O Anunciador já está se preparando para a Campanha da Fraternidade do ano que vem. No último final de semana, dias 10 e 11, eu estive reunido na cidade de João Monlevade junto a outros irmãos da Diocese de Itabira para estudarmos o tema da CF 2013. O encontro foi assessorado pelo assessor para Campanha da Fraternidade Pe. Luiz Carlos.

Como nossa missão aqui é evangelizar, criamos uma página especial para a CF 2013. Lá estão disponíveis subsídios para serem baixados e /ou estudados de forma online. O hino também pode ser baixado em mp3. Tudo gratuito, para que você se informe e se torne um multiplicar em sua comunidade, paróquia, diocese, nas redes sociais e outros.

Para acessar a página, basta passar o mouse sobre o menu Campanha da Fraternidade e depois clicar em CF 2013. Para ficar mais fácil ainda e não ter desculpas para acessar a página no clique no cartaz da campanha ao lado ou no link abaixo.

ESTUDO DA CF 2013 AQUI

Proposta do Novo Código Penal pode descriminalizar aborto, desde que seja feito até 12º semana de gestação

Fonte Agência Brasil

A comissão de juristas criada pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), concluiu nesta segunda-feira, 18, os trabalhos de formulação de proposta para mudanças do Código Penal. Depois de sete meses de discussões, a comissão, formada por procuradores, juízes, defensores públicos e advogados e presidida pelo ministro Gilson Dipp, irá apresentar ao presidente do Senado, no próximo dia 27, um documento com aproximadamente 300 páginas.

Ao falar sobre o texto, o procurador Luiz Carlos Gonçalves, relator da comissão, disse que os juristas formularam um anteprojeto de código “polêmico”, mas que obedece ao rigor técnico. “Apresentaremos ao Senado um projeto modernizado de Código Penal, que não fugiu a nenhum tema espinhoso ou polêmico, e para cada um deles ofereceu uma solução no rigor da técnica que nós podemos apresentar”, declarou.

Como mudança mais importante, ele ressaltou as alterações na tipificação do crime de enriquecimento ilícito. Os juristas ampliaram as possibilidades para as autoridades apurarem e enquadrarem servidores públicos por crime de enriquecimento ilícito.

Com isso, na opinião do relator, será mais fácil identificar e punir crimes de corrupção. “Acho que é uma proposta extraordinária, que oferece à sociedade brasileira mais um caminho para atacar a corrupção”.

Polêmica

Entre as matérias que devem provocar mais discussões no Congresso, onde o anteprojeto do código ainda precisa tramitar e pode receber alterações, está o artigo que considera que, até a décima segunda semana de gestação, o aborto não é crime. Os juristas também ampliaram a possibilidade de delação premiada para todos os crimes. Atualmente, só há essa previsão em casos restritos, como o de sequestro.

“Trouxemos [a delação premiada] como regra geral do código, portanto aplicável a todos os crimes. Existem alguns requisitos, a devolução da coisa, a libertação da vítima incólume. Mas aí, trouxemos um mecanismo que existia lá na extorsão mediante sequestro, daí essa preocupação com a libertação da vítima, para que seja agora um critério geral do Código Penal”, explicou o relator.

O anteprojeto a ser apresentado ao Senado também estende ao Código Penal Militar as regras gerais do novo Código Penal. Essa, no entanto, deve ser a única alteração nas regras para os servidores das Forças Armadas. “Os crimes militares, até em razão da complexidade do tema e de hoje ser o último dia para a apresentação, nós resolvemos não lidar com eles, embora reconheçamos a necessidade de uma atualização do Código Penal Militar”, disse.

Depois que o texto for apresentado ao Senado, ele começará a tramitar na Casa, onde poderá receber alterações. Em seguida, a matéria precisará seguir para a Câmara dos Deputados, onde já tramitam os projetos de reforma dos códigos Penal e Civil.

Frente Nacional de Prefeitos e CNBB discutem Campanha da Fraternidade 2012

luizeprefeitos2012A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) promoveu na última terça-feira, 27, em Brasília (DF), um café da manhã com representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O encontro teve como objetivo avaliar, com a CNBB, como os prefeitos e prefeitas podem contribuir e se envolver com a 49º Campanha da Fraternidade, que tem como tema “Fraternidade e Saúde Pública”. O café da manhã fez parte da programação da 61ª Reunião Geral da Frente, que é preparatória para o 1º Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, que foi aberto oficialmente no mesmo dia 27, em Brasília.

O prefeito de Vitória (ES) e presidente da FNP, João Coser, que coordenou o encontro, lembrou que o tema da saúde é afeito às demandas da população, que depende dos serviços básicos, e dos municípios, que é onde as pessoas residem. “A FNP trata a pauta da saúde com atenção. Temos o debate da Emenda 29 e do aporte de recursos para os municípios. Todos temos responsabilidades na melhora da saúde pública”, destacou o presidente da FNP.

“O tema da campanha é muito pertinente”, afirmou o diretor presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Dirceu Barbano, que parabenizou a FNP pelo encontro.

luizeprefeitos22012Segundo o secretário executivo da Campanha da Fraternidade, padre Luiz Carlos Dias, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil entende que os Sistema Único de Saúde (SUS) deve ser melhorado e consolidado. “A CNBB não traz a solução. Ela traz a proposta de um debate, e o espaço aberto pela FNP é ótimo para isso”, reforçou.

Entre os prefeitos que participaram do café da manhã estavam o vice-presidente para Assuntos da Saúde, de Foz do Iguaçu (PR), Paulo Mac Donald, o prefeito de Cariacica (ES), Helder Salomão, além do Assessor de Política da CNBB, padre Geraldo Martins.

CF-2012: Secretário da CNBB destaca avanços e desafios à saúde pública no país

AberturaCFFoi aberta, na tarde desta Quarta-Feira de Cinzas, a 49ª Campanha da Fraternidade (CF), cujo tema é “Fraternidade e Saúde Pública”, com o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”. A solenidade de abertura, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF), foi dirigida pelo secretário geral da entidade, dom Leonardo Steiner, e contou com a participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha; do secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias, além de outros convidados.

“A Campanha da Fraternidade é um tempo especial para a conversão do coração, através da prática da oração, do jejum e da esmola, como processo de abertura necessária para sermos tocados pela grandeza da vida nova que nasce da cruz e da ressurreição”, disse dom Leonardo.

Em seu discurso, o secretário geral da CNBB disse que houve “significativos avanços” nas últimas décadas da saúde pública no país, como o aumento da expectativa de vida da população, a drástica redução da mortalidade infantil, a erradicação de algumas doenças infecto-parasitárias e a eficácia da vacinação e do tratamento da Aids, elogiada internacionalmente.

Dom Leonardo também levantou pontos que ainda não são completamente sanados pelo Governo em relação à saúde. “Com a Campanha da Fraternidade de 2012, a Igreja deseja sensibilizar a todos sobre uma das feridas sociais mais agudas de nosso país: a dura realidade dos filhos e filhas de Deus que enfrentam as longas filas para o atendimento à saúde, a demorada espera para a realização de exames, a falta de vagas nos hospitais públicos e a falta de medicamentos. Sem deixar de mencionar a situação em que se encontra a saúde indígena, dos quilombolas e da população que vive nas regiões mais afastadas”, destacou dom Leonardo.

O bispo auxiliar de Brasília ressaltou não ser exagero dizer que a saúde pública no país “não vai bem”. “Os problemas verificados na área da saúde são reflexos do contexto mais amplo de nossa economia de mercado, hoje globalizada, que não tem, muitas vezes, como horizonte os valores ético-morais e sociais”.

Sobre o corte de cinco bilhões de reais da área da saúde, dom Leonardo destacou que esta decisão do governo preocupa e frustra “a expectativa da população por maior destinação de recurso à saúde” após a discussão da Emenda Constitucional 29.

Agradecimento à CNBB

O ministro da saúde, Alexandre Padilha, agradeceu à CNBB, em nome do Ministério da Saúde, do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Conselho Nacional de Saúde (CNS), pela escolha do tema da Campanha da Fraternidade deste ano. “Agradecemos esse gesto da CNBB por trazer a saúde, em especial a saúde pública, como tema central de reflexão da Quaresma e durante toda a Campanha da Fraternidade. Sabemos que isso provoca um debate permanente durante todo o ano na Igreja Católica e nas comunidades. Não poderia ter presente maior para o SUS do que esta iniciativa da Igreja Católica”, disse o ministro.

Segundo Padilha, a responsabilidade e os desafios de consolidar o Sistema Único de Saúde são enormes. “Primeiro pela dimensão de nosso país, desafio que nenhum outro país com mais de 100 milhões de habitantes assumiu. O Brasil assumiu em sua Constituição, colocando a saúde como dever do Estado. E depois assumiu o SUS, que tem como princípio levar saúde de forma integral e universal para toda a sua população. Sabemos que o desafio do SUS não é pequeno”, destacou.

“Tenho a esperança de que nesta Campanha da Fraternidade, cada uma das comunidades do país possam discutir o ‘SUS real’, aquilo que é a única porta para 145 milhões de brasileiros. É a partir desse debate que poderemos enfrentar os problemas que temos a sanar na saúde pública no país”, observou o ministro.

Mensagem do Papa

“De bom grado me associo à CNBB que lança uma nova Campanha da Fraternidade, sob o lema “que a saúde se difunda sobre a terra” (cf Eclo 38,8), com o objetivo de suscitar, a partir de uma reflexão sobre a realidade da saúde no Brasil, um maior espírito fraterno e comunitário na atenção dos enfermos e levar a sociedade a garanti a mais pessoas o direito de ter acesso aos meios necessários para uma vida saudável”.

Estas foram algumas palavras do papa Bento XVI na carta enviada à CNBB por ocasião do lançamento da CF. A carta foi lida na íntegra pelo secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias, no ato de lançamento Campanha.

O papa desejou que esta Campanha inspire no “coração dos fiéis e das pessoas de boa vontade, uma solidariedade cada vez mais profunda para com os enfermos, tantas vezes sofrendo mais pela solidão e abandono, do que pela doença”.

“Associando-me, pois, a esta iniciativa da CNBB e fazendo minhas as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias de cada um, saúdo fraternalmente quantos tomam parte, física ou espiritualmente, na Campanha, invocando pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, para todos, mas de modo especial, para os doentes, o conforto e a fortaleza de Deus no cumprimento do dever de estado, individual, familiar e social, fonte de saúde e progresso do Brasil, tornando-se fértil na santidade, próspero na economia, justo na participação das riquezas, alegre no serviço público, equânime no poder e fraterno no desenvolvimento”, escreveu o papa.