Papa manda mensagem para Campinas-SP

Esta semana vimos uma tragédia em Campinas-SP. Um homem entrou na igreja e atirou contra os fiéis presentes. Nossas orações devem ser direcionadas para estas vítimas e seus familiares bem como todas as vítimas de violência.

Na matéria abaixo, retirada do site da Agência Brasil, nosso Papa manda uma mensagem de conforto a todos e nos ensina a sempre olharmos as situações com amor. Mesmo na adversidade da violência.

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O papa Francisco enviou telegrama à Arquidiocese de Campinas, a 98 quilômetros de São Paulo, lamentando a tragédia em que morreram seis pessoas. O pontífice pede que todos se esforcem para perdoar e fazer prevalecer o “amor sobre o ódio e a vingança”.

O texto do papa “convida a todos, diante deste momento de dor, a encontrar conforto e forças em Jesus Ressuscitado, pedindo a Deus que a esperança não esmoreça nesta hora de prova”.

O telegrama em nome de Francisco é assinado pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin.

“Profundamente consternado pelo dramático atentado ocorrido durante a celebração da Santa Missa na Catedral da Arquidiocese de Campinas, o papa Francisco confia à misericórdia de Deus as vítimas e assegura a sua solidariedade e conforto espiritual às famílias que perderam seus entes queridos e toda a comunidade arquidiocesana, com votos de pronta recuperação dos feridos.”

Ele encerra a mensagem com uma benção apostólica.

O Regional Sul I da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou também nota de solidariedade a todos os fiéis e à Cúria, fazendo um apelo para depor “as armas da violência seja das mãos, seja dos corações”.

*Com informações da Rádio Vaticano

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Estava faltoso com vocês

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Minha mãe. Linda! Ela era zeladora da capelinha da Sagrada Família na rua onde moramos e coordenadora do Grupo de Reflexão. 

Meus irmãos e irmãs, paz e bem!

Estava faltoso com vocês aqui no blog. Até tentei postar algumas coisas aqui nos últimos meses mas estava complicado. No meu blog portfólio eu estava sem fazer postagem há mais de um ano. No entanto, tudo tem motivo. Os meus uma série de acontecimentos.

Seria mais assíduo a partir de agora. Mas gostaria de compartilhar com vocês alguns motivos dessa baixa frequência. Vou postar parte do texto aqui e convidar vocês a lerem o restante no outro blog.

O ano de 2017 foi uma ano que não quero lembrar muito. No entanto, de acordo com o muitos especialistas tenho de fazer memória. Um ano sem fazer uma postagem aqui. Sem ter cadência no blog O Anunciador. E nem conto o Pensamentos Póstumos. Foi um tempo que não desejo revisitar, mas necessito digerir.

Vamos ser redundantes e começar do começo.

Imerso na pressão da empresa viajei muito para Contagem onde havia uma unidade da faculdade. Perdi cabelos. Preocupação exacerbada com a campanha de vestibular. Números não batiam e quando batiam era para derrubar. Em oito anos de faculdade nunca havia vivenciado um período tão ruim para a educação superior quanto foi o início de 2017.

Com toda essa péssima prospecção nos restou atrasar o início das aulas e embrenhar março a dentro captando alunos. Resultado zero.

E março não trouxe coisa boa. Ainda em janeiro, ou dezembro, não lembro ao certo, minha fez uma cirurgia. Retirada simples da vesícula. Aparentemente. Em março seu médico nos liga e pede que comparecêssemos ao seu consultório. Neste dia, ouvimos abalados que mãe estava com um câncer. A vesícula se quer foi retirada. Estava atrofiada. O câncer era raro. Raríssimo. Se alojou no peritônio. Uma camada que temos e que envolve os nossos órgãos. Era o mesmo tipo que matou a Hebe Camargo.

Minha mãe faleceu em agosto. Isso me abalou muito.

Em suma, a páscoa de minha mãe me desanimou e muito. Mas por ela não posso parar. Tenho de caminhar. No blog Marquione Ban tem o restante do texto. Convido a ler.

Continue a ler aqui. 

por Marquione Ban

 

Sobre o Sábado Santo

Hoje, fazemos a experiência do vazio. O Senhor cumpriu sua missão nos redimindo, através de sua paixão e cruz, através de sua entrega até a morte. Na noite passada contemplamos o sepultamento de seu corpo.

Agora, nesta manhã de sábado, a saudade está presente, mas uma saudade cheia de paz e de esperança. 

Como Maria, com o coração em luto, a Igreja aguarda esperançosa, que a promessa do Cristo se cumpra, que ele surja, que ele ressuscite.

A ausência não é experiência do vazio, mas aprofunda a presença desejada.

Podemos recordar e refletir sobre os sábados santos de nossa vida, nossas experiências de vazio após sofrimentos e perdas.  

 Como vivenciamos esses mistérios  quando irromperam em nossa existência? Permitimos que luz da fé na certeza da vitória da Vida, iluminasse nossa mente e aquecesse nosso coração? Preenchemos esse vazio abrindo as portas de nosso coração a Jesus, Palavra de Vida, de Eternidade? Ou nos fragilizamos mais ainda, permitindo que a escuridão da morte nos envolvesse?

Jesus é Vida! Nossa Senhora, a verdadeira discípula, na manhã de sábado permaneceu, apesar da dor, do luto, esperançosa. Ela acreditou nas palavras de seu Filho e não permitiu que o sofrimento pela perda dissesse a última palavra, mas que a palavra definitiva seria a promessa de seu Filho, a própria Palavra, que disse que iria ressuscitar que ele era o Caminho, a Verdade, a Vida!

Hoje à noite iremos celebrar a Vitória da Vida, a ressurreição de Jesus, o encontro do Filho ressuscitado com a Mãe que deixará de ser a Senhora das Dores, para ser a Senhora da Glória.

Contudo, para nós que perdemos entes queridos, esse encontro ainda não aconteceu e sabemos que nesta vida, não acontecerá. Como viver, então, a Páscoa da Ressurreição?

Nossa vida deverá ser um permanente Sábado Santo, não com vazio, mas pleno de fé, de esperança na certeza da vitória da Vida e que também teremos o reencontro que Maria teve, e será para sempre! Quanto mais nos deixarmos envolver pela Palavra de Vida, que é Jesus, mais nos aproximaremos da tarde da ressurreição; de modo mais intenso essa palavra irá nos iluminar e aquecer.

Que nossas perdas não nos tirem a alegria de viver, que nos é dada com a presença de Jesus, a Vida plena, Eterna».

(Reflexão do Padre Cesar Augusto dos Santos)

Papa Francisco: “pena de morte é inadmissível”

(ACI).- O Papa Francisco recebeu esta manhã em audiência privada uma delegação da Comissão Internacional contra a pena de morte. No encontro o Santo Padre entregou uma carta a Federico Mayor, Presidente da instituição, na qual ressaltou que “hoje em dia a pena de morte é inadmissível”.

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No texto o Santo Padre afirma que “hoje em dia a pena de morte é inadmissível, por mais grave que tenha sido o delito do condenado. É uma ofensa à inviolabilidade da vida e à dignidade da pessoa humana que contradiz o intuito de Deus sobre o homem e a sociedade e sua justiça misericordiosa, e impede de cumprir com qualquer finalidade justa das penas. Não faz justiça às vítimas, e sim fomenta a vingança”.

”Para um Estado de direito, a pena de morte representa um fracasso, porque o obriga a matar em nome da justiça. Nunca se alcançará a justiça dando morte a um ser humano”, acrescenta.

O Papa afirma deste modo que “com a aplicação da pena capital, nega-se ao condenado a possibilidade da reparação ou emenda do dano causado; a possibilidade da confissão, pela qual o homem expressa sua conversão interior; e da contrição, pórtico do arrependimento e da expiação, para chegar ao encontro com o amor misericordioso e sanador de Deus”.

Continuar lendo “Papa Francisco: “pena de morte é inadmissível””

Papa Francisco: A morte não é a última palavra sobre o destino do homem

(ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco presidiu ontem a oração do Ângelus dominical, na Festa dos Fiéis Defuntos, e assegurou que “a morte não é a última palavra sobre o destino do ser humano”.

“O homem está destinado a uma vida sem limites, que tem suas raízes e sua realização em Deus”, assinalou.

O Santo Padre recordou que “ontem celebramos a Solenidade de Todos os Santos e hoje a liturgia nos convida a celebrar os fiéis defuntos. Estas duas festas estão intimamente relacionadas entre si, assim como a alegria e as lágrimas encontram em Jesus Cristo uma síntese que é o fundamento da nossa fé e da nossa esperança”.

“Por um lado, de fato, a Igreja, peregrina na história, se alegra com a intercessão dos santos e beatos que a sustentam na missão de anunciar o Evangelho, por outro lado ela, como Jesus, compartilha as lágrimas daqueles que sofrem a separação de seus entes queridos e, por Ele e graças a Ele, agradece ao Pai que nos libertou do domínio do pecado e da morte”.

Francisco assinalou que “entre ontem e hoje muitos visitam o cemitério, que, como diz a palavra, é o ‘lugar de descanso’, à espera do despertar o final. É belo pensar que o próprio Jesus nos despertará. O próprio Jesus que revelou que a morte do corpo é como um sono do qual Ele nos desperta”.

“Com esta fé nos detemos – inclusive espiritualmente—diante dos túmulos dos nossos seres queridos, daqueles que nos amaram e nos fizeram algum bem”.

O Papa destacou que neste dia “somos chamados a recordar a todos, inclusive aqueles que ninguém se lembra”.

“Recordemos as vítimas da guerra e da violência; muitos mundos ‘pequenos’ esmagados pela fome e pela miséria; recordemos os anônimos que descansam no ossuário comum. Recordemos nossos irmãos e irmãs assassinados por serem cristãos; e aqueles que sacrificaram a vida para servir aos outros. Confiemos ao Senhor especialmente aqueles que nos deixaram neste último ano”.

“A tradição da Igreja sempre exortou os fiéis a rezarem pelos defuntos, em particular, oferecendo a Celebração Eucarística por eles: esta é a melhor ajuda espiritual que podemos dar às almas, especialmente às mais abandonadas”.

O Papa destacou que “a memória dos defuntos, o cuidado pelas sepulturas e os sufrágios são o testemunho de uma esperança confiante, enraizada na certeza de que a morte não é a última palavra sobre o destino do ser humano, porque o homem está destinado a uma vida sem limites, que tem sua raiz e sua realização em Deus”.

“Com esta fé no destino último do homem, nos dirigimos a Virgem Maria, que padeceu sob a cruz o drama da morte de Cristo e, depois, participou na alegria da sua ressurreição”.

O Papa pediu o auxílio da Virgem Maria, “Porta do Céu”, para poder “compreender sempre mais o valor da oração de sufrágio pelos defuntos. Eles estão conosco!”.

“Ela nos sustenta em nossa peregrinação cotidiana aqui na terra e nos ajuda a nunca perder de vista o objetivo final da vida, que é o Paraíso. E nós, com esta esperança que nunca decepciona, vamos em frente!”, concluiu.

“CSI: Jesus de Nazaré”, a crucificação vista por um legista

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(ACI/Europa Press).- O legista José Cabreras descreveu as lesões sofridas por Jesus de Nazaré desde o momento de sua prisão até sua morte na cruz, analisando a documentação da época e as imagens do Santo Sudário, e recolheu suas conclusões no livro “CSI: Jesus de Nazaré. O crime mais injusto”.


Cabreras assegurou que escolheu para seu livro, publicado pela Neverland Edições, esse título chamativo, que inclusive é o nome de uma famosa série de TV americana, “para que o público se aproxime da descoberta da figura de Jesus” e saiba como foi sua morte desde um triplo enfoque: legista, criminológico e judicial. Em inglês a sigla CSI significa “Crime Scene Investigation”, em português: Investigação da cena do crime, na qual os personagens são legistas e agentes da lei que conduzem suas investigações segundo os rastros deixados nos lugares do crime e nas evidências nos corpos das vítimas.

Mesmo sem um cadáver pode-se realizar efetuar uma “análise legista retrospectiva” baseada em testemunhos e na documentação da época, como os Evangelhos e outros textos apócrifos, e nas imagens do Santo Sudário, cujo valor “ninguém jamais desmentiu”, disse o legista.

A documentação histórica romana estabelece que desde a prisão até a morte de Jesus na cruz transcorreram 24 horas, e que, uma vez crucificado, sobreviveu duas horas, quando alguns crucificados duravam inclusive vários dias, sinal, segundo Cabreras, da intensidade das torturas prévias às que foi sujeito.


Um capacete repleto de espinhos


pasionAs punções em todo o couro cabeludo assinalam que não foi uma coroa mas uma espécie de capacete denso de espinhos que Jesus levou na cabeça, espinheiros que, segundo Cabreras, os legionários romanos não tiveram trabalho para procurar, porque eram os mesmos utilizados para acender o fogo e que haviam em abundância na região.

O manto, guardado na cidade de Turim, Itália, evidencia que o nariz de Cristo tinha fraturado por um golpe e o ombro direito esfolado pelo peso do patibulum, a parte horizontal da cruz, cujo peso era entre 40 e 50 quilogramas, pois os crucificados não transportavam toda a cruz, a parte maior, vertical, permanecia cravada no chão, à espera do crucificado.

Segundo os estudos, a flagelação foi realizada ao estilo romano, com um flagelum, um látego que partia de um pedaço de madeira e cujas caudas terminavam em bolas de chumbo.

300 marcas de flagelo


A lei proibia golpear com este látego a cabeça ou outros órgãos vitais para provocar sofrimento, mas não a morte, de modo que Jesus, que recebeu cerca de 300 impactos dessas bolas de chumbo –o triplo do que era permitido na lei judia–, já tinha várias costelas fraturadas quando tomou o ‘patibulum’ sobre os ombros e subiu o calvário.

Ambos os joelhos foram esfolados até a rótula pelo efeito das quedas e o peso do lenho da cruz.
Os pregos atravessaram os pulsos de Cristo passando entre os ossos, enquanto que para os pés, postos um sobre o outro, usou-se um único prego que entrou pelas impigens, local onde o pé é mais largo.

Segundo Cabreras, habitualmente se atava os crucificados e os pregos, por serem muito caros, reservavam-se para “ocasiões especiais”.

O centurião da guarnição romana, antes de abandonar o lugar do sacrifício, tinha a missão de assegurar-se de que o crucificado estava morto para garantir que ninguém o tirava da cruz com vida. Por isso, no caso de Jesus a lança atravessou o coração de baixo para cima e da direita à esquerda.

As Sagradas Escrituras narram que brotou água e sangue desta ferida e a ciência corrobora o fato.  “A água era o soro que costuma rodear o coração quando a agonia se prolonga durante horas”, explicou Cabreras.


Descumprimento nas leis


O legista realiza ainda uma análise criminológica dos elementos que acompanharam as torturas e outro judicial de “saltos” que se deram no processo entre as duas leis vigentes na Palestina, a romana e a judia, com o propósito de prejudicar o réu.

“Pilatos, ao final, não teve nenhum elemento objetivo para condenar Jesus, e o condena por razões políticas”, concluiu.

Cabreras recordou que foi no século XX, ao Papa Pio XII, que o cirurgião, Pierre Barbet, descreveu as lesões e os sofrimentos de Cristo desde o ponto de vista científico, e assegurou que o Papa chorou ao admitir: “Nós não sabíamos, ninguém jamais nos relatou (a Paixão) desta maneira”.

Paul Walker: seu último filme, Hours, traz mensagem sobre o valor da vida

Cartaz do Filme Hours
Cartaz do filme Horas com Paul Walker

(ACI/EWTN Noticias).- Na semana passada o astro de Velozes e Furiosos, Paul Walker, faleceu em um acidente trágico de carro nos EUA. Ele tinha 40 anos. O carro em que estava colidiu contra um poste e uma árvore e então pegou fogo. Paul estava gravando o 7º filme da série Velozes e Furiosos. Agora milhões de fãs esperam Hours, uma produção diferente dos tradicionais filmes de ação mas que promete deixar sem fôlego os espectadores, e que mostra um intenso amor pela vida humana

Muito conhecido por essa franquia, Paul fez diversos outros filmes. Seu último filme foi Hours (Horas). Esse filme traz uma profunda mensagem de vida. Nele não automóveis velozes, garotas super bonitas. O filme narra a história de um pai que faz o possível e impossível para salvar sua filha recém-nascida em meio a destruição do furacão Katrina, que devastou o sul do EUA a anos atrás. A estréia do filme nos EUA será no dia 13/12.

Hours – Horas

O filme foi rodado em março deste ano na cidade de Nova Orleans, que foi devastada pelo Furacão Katrina. Walker compartilha a tela com a atriz Génesis Rodríguez, e teve estreia adiantada devido ao falecimento de Walker, protagonista do filme.

“Paul estava orgulhoso deste projeto. Há duas semanas fizemos uma coletiva imprensa e me lembro que ele estava emocionado”, disse Peter Safran, produtor executivo de Hours ao site de notícias The Hollywood Reporter.

O Filme

Hours está ambientado em 2005, no meio do furacão Katrina, um dos maiores desastres naturais da história dos EUA. Walker interpreta Nolan, um homem que deve enfrentar em um mesmo dia a morte de sua esposa e o nascimento de sua filha.

Nolan (Walker) deve lutar para manter com vida a sua filha recém-nascida que se encontra em uma unidade neonatal com respiração artificial, em um hospital evacuado pelo furacão e onde não há energia elétrica. Os médicos disseram que o bebê necessita do respirador por 48 horas para sobreviver ao nascimento prematuro.

Trailer

Crítica

A crítica cotou o suspense como bom.  Entretanto, o mais poderoso do filme é sua forte mensagem a favor do matrimônio, da família e da vida humana nos “diálogos” que o protagonista mantém com sua filhinha.

Hours é um dos três filmes que Paul Walker protagoniza e que serão exibidos de maneira póstuma.

Reencarnação: almas não são recicláveis!

Uma das coisas que mais confundem católicos desinteressados pela doutrina e abertos as loucuras mundanas por aí é a reencarnação. Muitos até dizem “na outra vida quero voltar mais isso ou aquilo”. Calma com o andor que o Santo é de barro. Isso mesmo. Muita calma nessa hora. NÃO EXISTE REENCARNAÇÃO.

Navegando um blog muito legal e que já usei como fonte para outras matéria aqui no O Anunciador li o artigo abaixo que explica muito bem essa ideia equivocada de muitos. Recomendo a leitura para vocês de O Catequista. O blog é massa. Vejam a matéria abaixo.

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Lembra que aquela sua tia esotérica garantiu que você tinha sido um poderoso rei em uma outra encarnação? Pois é.  Não fique triste, mas era caô.  Reencarnação não existe e a doutrina da Igreja sempre deixou isso bem claro.  Obviamente, alguns defensores da reciclagem de almas tentam dizer o contrário, retorcendo os ensinamentos da Igreja.  E vamos agora colocar os pingos nos “I”s.

Alguns irmãos espíritas buscam legitimar a doutrina da reencarnação dizendo que esta um dia já foi defendida pela Igreja Católica, em seus primórdios. Amigos, por favor… não apelem! Um mínimo de conhecimento teológico e histórico faz essa historinha cair por terra.

Abaixo, confira um dos textos divulgados por espíritas no Facebook.

fantasmaCAÔ ESPÍRITA na web:

“Você sabia?

A Reencarnação era aceita pela Igreja Católica até o ano de 553.

Mas essa tese foi recusada no segundo Concílio de Constantinopla, não pela Igreja ou pelo Papa, mas pelo Imperador Justiniano por influência de sua esposa, ex-prostituta, que não achava conveniente a lei do carma.”


A assombração que escreveu isso viajou no ectoplasma, hein?

Como muitos sabem, a doutrina da Igreja se baseia na Tradição dos Apóstolos e na Bíblia. A Tradição que herdamos dos Apóstolos está registrada, em parte, nos escritos dos padres dos primeiros séculos. Então, vejam a seguir o que dizem a Bíblia e os primeiros padres.

Na Carta aos Hebreus (9,27), está dito: “E como é fato que os homens devem morrer uma só vez, depois do que vem um julgamento…”. Tal ensinamento é confirmado na parábola de Jesus sobre o “Rico e o Lázaro”: após a morte, o rico egoísta vai direto para os tormentos do inferno, enquanto o bom Lázaro é acolhido imediatamente por Abraão, em um bom lugar (Lucas 16,19-31). Em nenhum momento Jesus diz que o rico reencarnaria pra ter uma nova chance.

Lembremos que Jesus prometeu a Dimas, o bom ladrão, que naquele mesmo dia ele estaria no Paraíso. Ou seja, nada de reencarnar pra purgar o mal que fez (saiba mais sobre karma aqui).

Em outra passagem, Jesus ensina que “se alguém não nascer de novo, não poderá ver o Reino de Deus” (Jo 3,3). Nicodemos, então, pergunta se trata de algo como entrar no ventre da mãe e renascer, e a isso Jesus responde: “ninguém pode entrar no Reino de Deus se não nasce da água e do Espírito”. Ou seja, não tinha nada a ver com um renascimento biológico, carnal, pois “Quem nasce da carne é carne”; mas sim de um renascimento espiritual, marcado pelo batismo, que é feito… com água!

Reparem que Jesus diz precisamente a Nicodemos o que é preciso para esse renascimento – a fé: “Quem acredita n’Ele não está condenado; quem não acredita já está condenado, porque não acreditou no Nome do Filho único de Deus”. E, logo depois da conversa com Nicodemos, Jesus foi à Judeia para batizar as pessoas, isto é, para fazê-las renascer pela água e pelo Espírito.

batismo

Bem, já vimos que a Bíblia não dá margem a qualquer crença na reencarnação. E quanto aos primeiros Padres da Igreja, aqueles que foram os primeiros a receber e guardar o ensinamento oral doa Apóstolos? Tal doutrina foi tida como herética por Clemente de Alexandria (+215), por Santo Irineu (+202) e Eneias de Gaza (+518).

Além deles, podemos citar Orígenes de Alexandria (+254), que considerava a doutrina da reencarnação uma FÁBULA. “Ué? Mas não foi justamente Orígenes o autor cristão que propôs essa doutrina como verdadeira?”. Não, não mesmo!

Orígenes, na verdade, propôs uma tese esquisita sobre a preexistência das almas (quem quiser saber mais, leia esse artigo de Dom Estevão Bettencourt), mas que não tinha nada a ver com reencarnação. Ele jamais foi herege; era um teólogo brilhante, e foi sempre fiel ao Magistério da Igreja. Para Bento XVI, Orígenes foi “o autor mais fecundo dos primeiros três séculos cristãos” (Fonte: site do Vaticano).

A tese equivocada de Orígenes sobre a preexistência das almas, infelizmente, foi tomada como artigo de fé por um grupo de fãs mocorongos – os origenistas. No século III, esses discípulos fanáticos resolveram tomar como dogma aquilo que seu mestre propunha como mera hipótese, e ainda perverteram suas ideias, passando a professar a crença na reencarnação.

O origenismo ganhou força e se espalhou pela Palestina. Foi então que, em 539, o Patriarca de Jerusalém mandou um S.O.S. pro Imperador Justiniano, que então publicou um duro pronunciamento contra os origenistas. O Papa Virgílio e os demais Patriarcas também aprovaram e repercutiram os artigos condenatórios de Justiniano, conforme explica D. Bettencourt: “Como se vê, tal condenação foi promulgada por um sínodo local de Constantinopla reunido em 543, e não pelo Concílio ecumênico de Constantinopla II, o qual só se realizou em 553”.

Como vocês viram, a Bíblia, a patrística, os documentos papais e os demais registros históricos comprovam que a Igreja Católica jamais aceitou a tese da reencarnação. Essa foi abraçada nos séculos III e IV por um grupo restrito de monges, sendo condenada e combatida pelos bispos e Papas, em todos os tempos.

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Atentado de extremistas muçulmanos contra um templo católico no Paquistão deixa 78 mortos

Interior da Igreja de Todos os Santos. Foto: Twitter/@xe_m
Interior da Igreja de Todos os Santos. Foto: Twitter/@xe_m

(ACI/EWTN Noticias).- Neste domingo, 22 de setembro, dois extremistas muçulmanos suicidas realizaram atentados consecutivos à Igreja Católica de Todos os Santos, em Peshawar, ao norte do Paquistão, causando a morte de 78 pessoas e pelo menos 130 feridos.

De acordo com as autoridades, este foi o ataque mais grave realizado contra a minoria católica no Paquistão.

Uma facção talibã assumiu o atentado, e ameaçou continuar atacando as minorias religiosas do país até que os Estados Unidos pare com os ataques de drones nas zonas remotas do país.

De acordo com o chefe de Polícia Mohammad Ali Babakhel, “o ataque aconteceu no final da missa”, quando os dois terroristas abriram fogo contra os guardas de segurança que vigiavam a igreja, matando um e ferindo o outro.

Depois de brigar com alguns fiéis, um dos terroristas explodiu a primeira bomba, ao ver-se rodeado pela polícia. Ao pouco tempo, no interior da igreja, aconteceu a segunda explosão.

Segundo informações recolhidas pela Europa Press, o atentado tem uma grande carga simbólica para os moradores da cidade porque a Igreja de Todos os Santos é um lugar que representa a harmonia inter-religiosa.

Depois das explosões, dezenas de pessoas saíram às ruas para protestar contra a Polícia por sua incapacidade para impedir os atentados.

Tanto o primeiro-ministro do Paquistão, Nawaz Sharif, como o presidente Mamnoon Hussein, condenaram energicamente o atentado; outras autoridades provinciais também se pronunciaram à condenação do ataque.

As últimas palavras do Senhor

O profeta Isaías mostra-nos que Jesus foi para a cruz “como um cordeiro que se conduz ao matadouro (Ele não abriu a boca)” (Is 53,7). Mas o Senhor quis deixar-nos as suas últimas palavras, já pregado na Cruz. Sabemos que as últimas palavras de alguém, antes da morte, são aquelas que expressam as suas maiores preocupações e recomendações. A Igreja sempre guardou essas “Sete Palavras” com profundo amor, respeito e devoção, procurando tirar delas todo o seu riquíssimo significado.

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1- “Pai, perdoai-lhes porque eles não sabem o que fazem” (Lc 23,34).

Com essas palavras Jesus selava todo o seu ensinamento sobre a necessidade de “perdoar até os inimigos”( Mt 5,44) . Na Cruz o Senhor confirmava para todos nós que é possível, sim, viver “a maior exigência da fé cristã”: o perdão incondicional a todos. Na Cruz Ele selava o que tinha ensinado: “Não resistais ao mau. Se alguém te feriu a face direita, oferece-lhe também a outra… Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos maltratam e perseguem. Deste modo sereis filhos do vosso Pai do céu, pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons” (Mt 5,44-48). “Se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará”( Mt 6,14). Certa vez Pedro perguntou-Lhe:“Senhor, quantas vezes devo perdoar meu irmão, quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?” “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mt 18, 21-22).

2- “Hoje mesmo estarás comigo no Paraíso” (Lc 23,43).

Com essas palavras de perdão e amor ao “bom” ladrão, Jesus nos mostra de maneira inequívoca o oceano ilimitado de sua misericórdia. Bastou Dimas confiar no Coração Misericordioso do Senhor, para ter-lhe abertas, de imediato, as portas do Céu.

Não é à toa que a Igreja ensina que o pior pecado é o da desesperança, o de não confiar no perdão de Deus, por achar que o próprio pecado possa ser maior do que a infinita misericórdia do Senhor. Uma grande tentação sempre será, para todos nós, não confiar na misericórdia de Deus. Santa Teresinha do Menino Jesus dizia: “como a misericórdia e a bondade do coração de Jesus são pouco conhecidas!” “Jesus, eu confio em Vós”.

3- “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?” (Mt 27,46).

Estas palavras, que também estão no Salmo 21, mostram todo o aniquilamento do Senhor. É aquilo que São Paulo exprimiu muito bem aos filipenses: “aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo” (Fil 2,8).

Jesus sofreu todo o aniquilamento possível de se imaginar: moral, psicológico, afetivo, físico, espiritual, enfim, como disse o profeta: “foi castigado por nossos crimes e esmagado por nossas iniquidades…” (Is 53,5).

Depois de tudo isto “ninguém tem mais o direito de duvidar do amor de Deus”. Será uma grande blasfêmia alguém dizer que Deus não lhe ama, depois que Jesus sofreu tanto para assumir em si o pecado de todos os homens e de cada homem. Paulo disse aos Gálatas: “Ele morreu por mim”(Gal 5,22).

4- “Mulher, eis aí o teu filho”… “Filho, eis aí tua Mãe” (Jo19,26).

Tendo entregado-se todo pela nossa salvação, já prestes a morrer, Jesus ainda nos quiz deixar o que Ele tinha de mais precioso nesta vida, a sua querida Mãe. E como Jesus confiava nela! A tal ponto de querê-la para nossa Mãe também. Todos aqueles que se esquecem de Maria, ou, pior ainda, a rejeitam, esquecem e rejeitam também a Jesus, pois negam receber de Suas mãos, na hora suprema da Morte, o seu maior Presente para nós.

5. “ Tenho sede! ” (Jo 19,28).

Dizem os Padres da Igreja que esta “sede” do Senhor mais do que sede de água, é sede de almas a serem salvas, com o seu próprio Sacrifício que se consumava naquela hora. E esta “sede” de Jesus continua hoje, mais forte do que nunca.

Muitos ainda, pelos quais ele derramou o seu sangue preciosíssimo, continuam vivendo uma vida de pecado, afastados do amor de Deus e da Igreja. Quantos e quantos batizados, talvez a maioria, nem sequer vai à Missa aos domingos, não sabe o que é uma Confissão há anos, não comunga, não reza, enfim, vive como se Deus não existisse…

6- “Tudo está consumado” (Jo 19,30).

Nos diz São João: “sabendo Jesus que tudo estava consumado…”, isto é, Jesus tinha plena consciência que tinha cumprido “toda” a sua missão salvífica, conforme o desígnio santo de Deus. Enquanto tudo não estava cumprido, Ele não “entregou” o seu espírito ao Pai. Assim, fica bem claro que a nossa salvação depende agora de nós, porque a parte de Deus já foi perfeitamente cumprida até às últimas consequências.

7- “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” (Lc 23,46).

Confiando plenamente no Pai, que Ele fizera também nosso Pai ao assumir a nossa humanidade, Jesus volta para Aquele que tanto amava. É o seu destino, o coração do Pai; e é o nosso destino também. Ao voltar para o Pai, Jesus indica o nosso fim; o seio do Pai, o Céu. “Vós sois cidadãos do Céu” (Fil 3,20), grita o Apóstolo; por isso, como diz a Liturgia, é preciso “caminhar entre as coisas que passam, abraçando somente as que não passam”.

Prof. Felipe Aquino

Por que a Igreja Católica celebra o 7º dia de Falecimento

Hoje faz sete dias do atentado a escola de Realengo no Rio de Janeiro. Também hoje, o bispo da Arquidiocese do Rio, Dom Orani Tempesta irá celebrar o 7º dia de falecimento das 12 crianças. Mas, por que isso? Por que sete dias?

Essas perguntas são pertinentes e nos ajudaram a entender melhor porque a Igreja Católica celebra o sétimo dia de falecimento das pessoas.

No dia do enterro todas as denominações, religiões celebram o culto fúnebre, corpo presente, exéquias diante do corpo do falecido e junto a família. A igreja católica entende também que se deve celebrar o sétimo dia da morte das pessoas.

Essa atitude faz parte da doutrina católica é e baseada na Bíblia. No livro de Genesis, capitulo 50, 10 está escrito que José fez uma celebração n  sétimo dia de morte de seu pai Jacó. “Fizeram uma solene lamentação. José celebrou em honra de seu pai Jacó, um luto que durou sete dias”, Gn 50, 10.

Já no livro de Samuel, há uma passagem que narra o falecimento de Saul que diz: “E tomaram os seus ossos, e os sepultaram debaixo de um arvoredo, em Jabes, e jejuaram sete dias.”(1Sm, 31,13) Assim também foi com Judit, a heroína do povo hebreu. “Todo o povo chorou durante sete dias”. (Jd 16,24)

Baseado nessas em outras citações é que a Igreja celebra o sétimo dia de falecimento de seus fiéis. É valido lembrar também que o numeral 7 possui uma grande simbologia para os cristãos. Foi no sétimo dia que Deus terminou a grande obra da criação e descansou. Esse número significa plenitude, perfeição, eternidade fazendo com que a celebração de sétimo dia signifique os falecidos estejam na plenitude divina.

Também no último livro da Bíblia, Apocalipse, o número sete ressurge mostrando a perfeição divina novamente. “E olhei, e eis que estava no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra.” (Ap 5, 6)

É por tudo isso que a Igreja celebra seus mortos no sétimo.

Por Marquione Ban

 

Por que a Morte? “A morte não é a última coisa; é só a penúltima”

Dom Geraldo M. Agnelo
Cardeal Arcebispo Emérito de Salvador (BA)

Nesses dias de angústia , desespero, de muitas lágrimas diante de tantas mortes, ponho-me a pensar mais uma vez por que o primeiro homem e todos os seus descendentes, incluindo o Filho de Deus que se fez homem, morrem?

A morte não é a última coisa, mas é somente a penúltima. Última será a ressurreição em Cristo e a vida eterna em Deus. Para o cristão a morte permanece um mistério iluminado pela fé. Também Jesus Cristo morreu, mas com a sua ressurreição Deus Pai o tirou da morte, e nós sabemos, porque Jesus nos disse, que tirará da morte a nós e a nossos caros. O discurso cristão sobre a morte é uma novidade inaugurada pela ressurreição de Jesus.

Às vezes sentimos nossos defuntos tão longe, mas a fé nos faz sentir vizinhos. Na realidade, não existe um reino dos vivos e um reino dos mortos. Existe somente o Reino de Deus; e nós, vivos ou mortos, estamos todos dentro.

A Palavra de Deus nos ilumina. O profeta Isaias 25,8, anunciava ao seu povo: O Senhor “eliminará a morte para sempre, enxugará as lágrimas em cada rosto”. O livro de Jó dá esta certeza sobre o além e sobre a visão de Deus: “Verei a Deus. Eu o verei, eu mesmo, e os meus olhos o contemplarão” (19,27). Desejava e pedia que as palavras de sua firme convicção “fossem fixadas em livro, impressas com estilete de ferro sobre o chumbo, esculpida para sempre sobre a rocha” (19,23).

Um sábio de Israel descreveu assim “o destino reservado aos justos: “As almas dos justos estão nas mãos de Deus: nenhum tormento as tocará. Aos olhos dos estultos parecia que tinham morrido, o seu fim foi uma desgraça, sua partida de nosso meio uma ruína, mas eles estão na paz”. Isto ocorre porque “Deus os provou e os encontrou dignos de si”.

O sábio acrescentou que esta é a magnanimidade de Deus: “Os que lhe são fiéis viverão junto dele no amor, porque a graça e a misericórdia são reservadas a seus eleitos” (Sabedoria 3,1-9).

Sobre os destinos do homem o Novo Testamento traz uma luz de pleno conforto para nós. Uma luz que nasce antes de tudo das palavras de Jesus. O Senhor nos revelou “a vontade do Pai”: todo aquele que vê o Filho e nele crê, tem a vida eterna”. E precisou: “Eu o ressuscitarei no último dia” (João 6,40).

Jesus foi mais explícito com os apóstolos: “Na casa do meu Pai há muito lugar. Eu vou preparar-vos um lugar. Voltarei, e vos tomarei comigo. Assim também vós estareis onde eu estou” (João 14, 2-3).

Devemos ao evangelista João, na visão do Apocalipse, projeta luz sobre o futuro do homem. “Eu, João, vi um novo céu e uma nova terra. Vi a cidade santa, a nova Jerusalém, pronta como uma esposa adornada para o seu esposo. Eis a morada de Deus com os homens! Ele morará conosco, e nós seremos o seu povo, e ele será o Deus conosco. E enxugará toda lágrima de nossos olhos; não haverá mais a morte, nem luto, nem lamento, nem preocupação porque as coisas de antes  passaram… Eu faço novas todas as coisas. Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim” (Apocalipse 21,1-5).

São Paulo é claro: “Somos filhos de Deus. E se somos filhos, somos também herdeiros: herdeiros de Deus, co-herdeiros de Cristo”. Conforto para nós: “Os sofrimentos do momento presente não têm comparação com a glória futura!” (Romanos 8,16-18).

Jesus porém precisou quem são os filhos de Deus destinados ao Reino. Eles são os homens das bem-aventuranças. Não aquele que diz Senhor, Senhor!, mas “Bem-aventurados os pobres em espírito, os aflitos, os pacientes, os que têm fome e sede de justiça, os misericordiosos, os puros de coração, os operadores de paz, os perseguidos por causa da justiça…” Por que bem-aventurados? É claro: “desses é o reino dos céus” (Mateus 5,1-11).

Jesus mostrou que são filhos de Deus os operadores das obras de misericórdia, com a parábola do Juízo universal. O Senhor dirá a quem cumpriu as obras de misericórdia: “Vinde, benditos de meu Pai, recebei em herança o reino preparado para vós desde a fundação do mundo”. Por que benditos? “Porque eu tive fome e sede, fui forasteiro, nu, doente, encarcerado… e me assististes” (Mateus 25,31-46).

A morte não é a última coisa; é só a penúltima.

Publicado no site da CNBB