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O Papa é pop. O Papa é Rock. Vem aí o CD de Francisco

Gente, estava navegando pela web, em site que gosto muito e me deparo com essa notícia. O Papa é mais que pop, é rock. Sei que muitos vão condenar a atitude do Vaticano de apoiar os “doidin” que tiveram essa ideia, mas eu particularmente acho genial. Leia:

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OMELETE | O Papa Francisco vai lançar um álbum de pop-rock. O disco, aprovado pelo Vaticano, é uma colaboração de Sua Santidade com a gravadora Believe Digital, que coletou discursos do pontífice no arquivo da Rádio Vaticana e mixou com trechos de canto gregoriano.

Francisco fazendo o símbolo do amor em sua visita no ano passado nas Filipinas.
Francisco fazendo o símbolo do amor em sua visita no ano passado nas Filipinas.

O álbum, intitulado Wake Up!, será lançado em 27 de novembro, com distribuição da própria Believe Digital. Ouça a primeira faixa, “Wake Up! Go! Go! Forward!”, baseada em um discurso proferido por Francisco na Coreia do Sul em 2014. Confira:

O disco terá discursos do Papa Francisco em italiano, inglês, espanhol e português, e vai tratar de assuntos como paz, dignidade, consciência ambiental e ajuda aos mais necessitados. Veja a lista de faixas abaixo:

  1. “Annuntio Vobis Gadium Mangum”
  2. “Salve Regina”
  3. “Laudato Sie…”
  4. “Poe Que’ Sufren Los Ninos”
  5. “Non Lasciatevi Rubare La Speranza!”
  6. “La Iglesia No Puede Ser Una Ong!”
  7. “Wake Up! Go! Go! Forward!”
  8. “La Fa Es Entera, No Se Licua!”
  9. “Pace! Fratelli!”
  10. “Per La Famiglia”
  11. “Fazei O Que Ele Vos Disser”

Freira, Irmã Cristina, vence o The Voice Itália

ALETEIA | Na noite da quinta-feira, 5, aconteceu a final do “The Voice Itália”. A Irmã Cristina Scuccia, de 25 anos, permaneceu no programa até o fim e nesta noite se tornou a voz da Itália.

A freira que entrou na competição cantando “No One”, de Alicia Keys, superou os outros competidores depois de cantar as músicas “Beautiful That Way”, “Girls just want to have a fun”, “Lungo La Riva”, “Livin’ on a prayer”, “Uno su mille”, “Gli Anni”, e “Flashdance… What a Feeling”.

O grande destaque desta noite foi o momento em que ela cantou de forma inédita a música “Lungo La Riva”. Após este momento, seguiu-se a votação. Ela venceu com 62,30% dos votos e convidou todos a rezarem o Pai-Nosso com ela, em agradecimento Àquele que a ajudou do Alto (minuto 05:15):

O cantor J-Ax, que a acompanhou durante toda a competição, disse: “Foi uma experiência extraordinária. O meu conselho é que você possa mudar as coisas e dar um exemplo aqui fora. Digo isso como ateu”.

Uma freira e um ateu cantando juntos, momento emocionante e muito significativo do programa:

Assista à apresentação da Irmã Cristina cantando “Lungo La Riva”, na final do “The Voice”:

 

 

 

Música da Semana

Um certo Galileu

Um certo dia, a beira mar
Apareceu um jovem Galileu
Ninguém podia imaginar
Que alguém pudesse amar do jeito que ele amava
Seu jeito simples de conversar
Tocava o coração de quem o escutava

E seu nome era Jesus de Nazaré
Sua fama se espalhou e todos vinham ver
O fenômeno do jovem pregador
Que tinha tanto amor

Naquelas praias, naquele mar
Naquele rio, em casa de Zaqueu
Naquela estrada, naquele sol
E o povo a escutar histórias tão bonitas
Seu jeito amigo de se expressar
Enchia o coração de paz tão infinita

Em plena rua, naquele chão
Naquele poço e em casa de Simão
Naquela relva, no entardecer
O mundo viu nascer a paz de uma esperança
Seu jeito puro de perdoar
Fazia o coração voltar a ser criança

Um certo dia, ao tribunal
Alguém levou o jovem Galileu
Ninguém sabia qual foi o mal
E o crime que ele fez; quais foram seus pecados
Seu jeito honesto de denunciar
Mexeu na posição de alguns privilegiados

E mataram a Jesus de Nazaré
E no meio de ladrões puseram sua cruz
Mas o mundo ainda tem medo de Jesus
Que tinha tanto amor

Pe. Zezinho

Prestemos atenção na letra das músicas

Canções que nada dizem

gsfdgNão há canções que nada dizem.

Alguma coisa elas dizem, para quem as compôs, para quem as canta e para quem as repete.

Podem não dizer nada para mim e pra você que temos outros gostos, outra cultura, outra fé e outras informações.

Também não gostamos de certos sucos, certos alimentos e certas bebidas. Outros gostam! Se fazem bem ou mal, depende de cada organismo.

A nós talvez não façam bem.

Não digerimos como eles digerem!Diga-se o mesmo de sambas, rocks e marchas, de ritmos de ontem, da música Disco, ou de como Beatles, Abba, Michael Jackson e Madonna.

Há quem goste e detecte uma mensagem onde não detectamos.

Rap, reggae, afro, clássico, hip hop são gêneros que dizem algo a algum grupo.

Mas se quiserem trazê-lo para a liturgia é hora de enfrentá-los.

Se nos enfrentam, sejam enfrentados!Porque, uma coisa é a música que nos agrada e outra, a música de igreja que por definição não nos pertence.

Um compositor de música religiosa supostamente é chamado a servir à catequese da sua igreja.

Então, sua canção não pode servir apenas a um movimento, nem a uma só linha de espiritualidade.

Se for o caso, não a cante numa missa onde há outros grupos, ou em qualquer encontro, pois seria impor sua maneira de pensar aos demais.

A música religiosa tem que dizer o que a Igreja espera que seja dito em seus cultos e concentrações.

Nem mesmo a letra nos pertencerá.

Por isso, alguém mais abalizado precisa opinar sobre o que cantamos para todos os católicos.

O recado serve para músicos franciscanos, salesianos, dehonianos, da RCC, ou vicentinos.

Há canções típicas de nossa linha de espiritualidade, cantáveis em nossos lugares de oração.

Há outras, mais abrangentes, feitas para todos os católicos.

Precisam transmitir a catequese de todos.

Estas tem outro destino.

Leio algumas letras não religiosas e outras religiosas.

Duas delas dizem egocentricamente:

-“Preciso de um alguém que me dê o seu amor, que seja só para mim e que me faça feliz. Quero o amor mais sincero do jeito que eu o quero/do jeito que eu sempre quis E então eu serei feliz”.

“Hei de amar somente a Deus, o resto pra mim é nada. Só a Deus eu amarei.”

Uma Igreja cristã não pode assinar em baixo dessas duas canções, nem cantá-las porque são egoístas.

Os autores pensaram apenas em si ao escrevê-las.

Esqueceram que seriam cantadas para outras pessoas.

No seu bojo tais canções traem fechamento.

São dois gritos egoístas, ainda que uma delas seja supostamente religiosa.

Falta nelas o essencial do que se entende por amor cristão: o amor ao próximo e nosso dever de também amá-lo.

Canções sempre dizem alguma coisa, mas canções religiosas não podem negar o catecismo.

Por natureza, estão sujeitas à censura.

Se uma palavra dela nega uma doutrina, a autoridade mande corrigi-la, cantar diferente ou, simplesmente, não mais cantá-la.

Não basta ser bonita e fazer bem à banda que a executa.

Tem que ser mensagem da Igreja.

Se alguém insiste nela, já que fundou uma banda, funde também sua própria igreja!

Mas, então, não a considere igreja cristã…

Fonte: Rainha da Paz