Arquivo da tag: não ao aborto

Carta do Secretário Geral da CNBB sobre a PLC 3/2013 que abre as portas para o aborto no Brasil

Existe um ditado que afirma onde passa um boi passa uma boiada. A triste carta abaixo do Secretário da CNBB pedindo veto parcial e orientando ao episcopado não levou a sabedoria do dito popular em conta. Isso é como um balde de água fria em todos que são contra o aborto e pró-vida. A carta foi divulgada pela Arquidiocese de São Paulo que já retirou a imagem do seu site e redes sociais. No fim do texto Dom Leonardo Steiner pede que não publiquem a carta. Alguém o fez.  ‪#‎PeçaoVetoCNBB‬

pag1 pag2

Só um comentário a essa carta: DECEPÇÃO TOTAL

Fonte: Frates In Unum

O CRM defende o aborto até os três meses de vida. Seria essa a função do médico?

 

63901_173973896086723_1864697182_n

 

A mídia essa semana está mal repercutindo a decisão do CRM – Conselho regional de Medicina – que defende o aborto em várias situações e também por opção da mulher. Quando digo mal repercutindo, me refiro a ausência de matérias e opiniões mostrando que mais de 80% do brasileiros são contra. É valido lembrar ainda, qual a missão do médico. Eles juram defender a vida e essa decisão é totalmente descabida ao seu juramento.

Apoiar o aborto é apoiar o mal. Irmãos, rezem a Deus Pai que nos proteja dessa insanidade. Deste mal que assola nos crianças. A vida se dá no momento em que o óvulo é fecundado e não depois de três meses. Peçamos a Cristo, que dará sua vida pós nós nesta Sexta-feira Santa, que nos ensine a defender a vida de nossas crianças. Digam não ao aborto.

Proposta do Novo Código Penal pode descriminalizar aborto, desde que seja feito até 12º semana de gestação

Fonte Agência Brasil

A comissão de juristas criada pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), concluiu nesta segunda-feira, 18, os trabalhos de formulação de proposta para mudanças do Código Penal. Depois de sete meses de discussões, a comissão, formada por procuradores, juízes, defensores públicos e advogados e presidida pelo ministro Gilson Dipp, irá apresentar ao presidente do Senado, no próximo dia 27, um documento com aproximadamente 300 páginas.

Ao falar sobre o texto, o procurador Luiz Carlos Gonçalves, relator da comissão, disse que os juristas formularam um anteprojeto de código “polêmico”, mas que obedece ao rigor técnico. “Apresentaremos ao Senado um projeto modernizado de Código Penal, que não fugiu a nenhum tema espinhoso ou polêmico, e para cada um deles ofereceu uma solução no rigor da técnica que nós podemos apresentar”, declarou.

Como mudança mais importante, ele ressaltou as alterações na tipificação do crime de enriquecimento ilícito. Os juristas ampliaram as possibilidades para as autoridades apurarem e enquadrarem servidores públicos por crime de enriquecimento ilícito.

Com isso, na opinião do relator, será mais fácil identificar e punir crimes de corrupção. “Acho que é uma proposta extraordinária, que oferece à sociedade brasileira mais um caminho para atacar a corrupção”.

Polêmica

Entre as matérias que devem provocar mais discussões no Congresso, onde o anteprojeto do código ainda precisa tramitar e pode receber alterações, está o artigo que considera que, até a décima segunda semana de gestação, o aborto não é crime. Os juristas também ampliaram a possibilidade de delação premiada para todos os crimes. Atualmente, só há essa previsão em casos restritos, como o de sequestro.

“Trouxemos [a delação premiada] como regra geral do código, portanto aplicável a todos os crimes. Existem alguns requisitos, a devolução da coisa, a libertação da vítima incólume. Mas aí, trouxemos um mecanismo que existia lá na extorsão mediante sequestro, daí essa preocupação com a libertação da vítima, para que seja agora um critério geral do Código Penal”, explicou o relator.

O anteprojeto a ser apresentado ao Senado também estende ao Código Penal Militar as regras gerais do novo Código Penal. Essa, no entanto, deve ser a única alteração nas regras para os servidores das Forças Armadas. “Os crimes militares, até em razão da complexidade do tema e de hoje ser o último dia para a apresentação, nós resolvemos não lidar com eles, embora reconheçamos a necessidade de uma atualização do Código Penal Militar”, disse.

Depois que o texto for apresentado ao Senado, ele começará a tramitar na Casa, onde poderá receber alterações. Em seguida, a matéria precisará seguir para a Câmara dos Deputados, onde já tramitam os projetos de reforma dos códigos Penal e Civil.