Arquivo da tag: Nossa Senhora da Imaculada Conceição

Hoje é dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Viva a Nossa Senhora!!!!

Hoje é dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Nossa Senhora sem pecado original. Foi neste dia que tomei a decisão de retomar as publicações deste blog, que a princípio era apenas um trabalho acadêmico. Me assustei ao entrar em um dia 08 de dezembro na plataforma de edição do blog e me deparar que um post de um ano atrás, referente a missa de Nossa Senhora da Imaculada Conceição em minha paróquia, ter atingido um alto número de visualizações. Por causa disso, as bençãos de Maria, entendi que tinha de evangelizar pela internet.

Hoje, não só celebro o dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, mas também o dia da padroeira deste blog. Anunciar Jesus é nossa missão. Viva a Maria, concebida sem pecado original. Pura virgem, nossa mãe e mãe de Deus.

Imaculada Conceição

Conheça a história de Nossa Senhora da Imaculada Conceição: 

Mais do que memória ou festa de um dos santos de Deus, neste dia estamos solenemente comemorando a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os santos.

Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos.

A Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.

Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: “Ó Mariaconcebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”.

No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: “Maria isenta do pecado original”.

A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: “Eu Sou a Imaculada Conceição”.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós!

Imaculada Conceição: viva mãe de Deus e nossa

Hoje é dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Nossa Senhora sem pecado original. Foi neste dia que tomei a decisão de retomar as publicações deste blog, que a princípio era apenas um trabalho acadêmico. Me assustei ao entrar em um dia 08 de dezembro na plataforma de edição do blog e me deparar que um post de um ano atrás, referente a missa de Nossa Senhora da Imaculada Conceição em minha paróquia, ter atingido um alto número de visualizações. Por causa disso, as bençãos de Maria, entendi que tinha de evangelizar pela internet.

Hoje, não só celebro o dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, mas também o dia da padroeira deste blog. Anunciar Jesus é nossa missão. Viva a Maria, concebida sem pecado original. Pura virgem, nossa mãe e mãe de Deus.

Imaculada Conceição
Salve Maria, mãe de Deus e nossa!

Conheça a história de Nossa Senhora da Imaculada Conceição: 

Mais do que memória ou festa de um dos santos de Deus, neste dia estamos solenemente comemorando a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os santos.

Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos.

A Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.

O Dogma

Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração:

 “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”.

No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: Maria isenta do pecado original“.

A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: “Eu Sou a Imaculada Conceição”.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós!

Missa em devoção

Hoje a comunidade Imaculada Conceição encerra o tríduo e grande festa à Nossa Senhora da Imaculada Conceição.  A missa vai ser presidida pelo Padre Efferson Andrade.  As comemorações começaram a partir das 19h com a oração do Ofício. A comunidade Imaculada Conceição fica localizada no Bairro Caçula, na Av Guido Marlieri com Av Roberto Burle Marx, próximo ao Trevo do Panorama.  Participe!

Imaculada Conceição: viva mãe de Deus e nossa

Hoje é dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Nossa Senhora sem pecado original. Foi neste dia que tomei a decisão de retomar as publicações deste blog, que a princípio era apenas um trabalho acadêmico. Me assustei ao entrar em um dia 08 de dezembro na plataforma de edição do blog e me deparar que um post de um ano atrás, referente a missa de Nossa Senhora da Imaculada Conceição em minha paróquia, ter atingido um alto número de visualizações. Por causa disso, as bençãos de Maria, entendi que tinha de evangelizar pela internet.

Hoje, não só celebro o dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, mas também o dia da padroeira deste blog. Anunciar Jesus é nossa missão. Viva a Maria, concebida sem pecado original. Pura virgem, nossa mãe e mãe de Deus.

Imaculada Conceição
Salve Maria, mãe de Deus e nossa!

Conheça a história de Nossa Senhora da Imaculada Conceição: 

Mais do que memória ou festa de um dos santos de Deus, neste dia estamos solenemente comemorando a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os santos.

Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos.

A Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.

O Dogma

Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração:

 “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”.

No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: Maria isenta do pecado original“.

A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: “Eu Sou a Imaculada Conceição”.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós!

Missa em devoção

Hoje a comunidade Imaculada Conceição encerra o tríduo e grande festa à Nossa Senhora da Imaculada Conceição.  A missa vai ser presidida pelo Padre Aloísio Viera.  As comemorações começaram a partir das 19h com a oração do Ofício.

A comunidade Imaculada Conceição fica localizada no Bairro Caçula, na Av Guido Marlieri com Av Roberto Burle Marx, próximo ao Trevo do Panorama.  Participe!

Festa em devoção a Imaculada Conceição em Ipatinga-MG

Imaculada ConceiçãoA comunidade católica do bairro Caçula está em festa. Entre os dias 5 e 8/12 os fiéis estarão reunidos para rezarem em devoção a Imaculada Conceição, padroeira da comunidade.

As celebração começa no dia 5/12, com a Santa Missa presidida pelo Padre Zezinho. Este dia tem como tema “Maria Modelo de Fé paras as Famílias”. Já no dia 6/12, sob o tema “Maria, caminho perfeito que nos leva a Fé” o padre Jefferson Veronês celebra a Santa Missa. No terceiro dia do tríduo ( 7/12), o tema a ser refletido é “Maria berço da Fé”. Neste dia, a missa será celebrada pelo Padre Aloísio Vieira. Todos os dias as missas começam as 19h com a oração do Oficio à Virgem Maria.

O encerramento do tríduo e grande festa à Nossa Senhora da Imaculada Conceição será no dia 8/12. A missa vai ser presidida pelo Padre Aloísio Viera.  As comemorações começaram a partir das 19h com a oração do Ofício.

A comunidade Imaculada Conceição fica localizada no Bairro Caçula, na Av Guido Marlieri com Av Roberto Burle Marx, próximo ao Trevo do Panorama.  Participe!

Hoje é dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Viva a Nossa Senhora!!!!

Hoje é dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Nossa Senhora sem pecado original. Foi neste dia que tomei a decisão de retomar as publicações deste blog, que a princípio era apenas um trabalho acadêmico. Me assustei ao entrar em um dia 08 de dezembro na plataforma de edição do blog e me deparar que um post de um ano atrás, referente a missa de Nossa Senhora da Imaculada Conceição em minha paróquia, ter atingido um alto número de visualizações. Por causa disso, as bençãos de Maria, entendi que tinha de evangelizar pela internet.

Hoje, não só celebro o dia de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, mas também o dia da padroeira deste blog. Anunciar Jesus é nossa missão. Viva a Maria, concebida sem pecado original. Pura virgem, nossa mãe e mãe de Deus.

Imaculada Conceição

Conheça a história de Nossa Senhora da Imaculada Conceição: 

Mais do que memória ou festa de um dos santos de Deus, neste dia estamos solenemente comemorando a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os santos.

Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos.

A Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.

Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: “Ó Mariaconcebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”.

No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: “Maria isenta do pecado original”.

A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: “Eu Sou a Imaculada Conceição”.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós!

‘Salve a Mãe de Deus e nossa, sem pecado concebida!’

Imaculada Conceição de Maria2

A Imagem de Nossa Senhora Aparecida que foi encontrada no Rio Paraíba e que atrai milhões de devotos ao maior Santuário mariano do mundo, representa uma verdade de fé.

Explicando essa verdade de fé, Irmão Gilberto Teixeira da Cunha Júnior nos ajuda a entender que Nossa Senhora foi preservada do pecado original em virtude de sua grande missão: ser a Mãe de Jesus.

Irmão Gilberto Teixeira da Cunha Júnior preparou esta Catequese Mariana por ocasião da Festa da Padroeira 2011, mas no dia em que a Igreja celebra a Solenidade da Imaculada Conceição de Maria, o Portal A12 traz novamente até o internauta o texto ‘A Imaculada Conceição de Maria’.

‘A Imaculada Conceição de Maria’

Ir. Gilberto Teixeira da Cunha Jr.
Sodalício de Vida Cristã

Nós, devotos de Nossa Senhora da Conceição Aparecida em todo o Brasil, a invocamos, temos-lhe tanto amor filial e carinho. Por sua intercessão temos obtido inúmeros milagres. A imagem da Mãe Aparecida que foi encontrada no Rio Paraíba e a qual temos tanta devoção é a da Imaculada Conceição, que representa uma verdade de fé que gostaria de aprofundar agora.

Essa verdade de fé (dogma) foi proclamada no dia 8 de dezembro de 1854 pelo Papa Pio IX na Bula Ineffabilis Deus e diz o seguinte: “A doutrina que sustenta que a beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante da sua Conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original, essa doutrina foi revelada por Deus, e por isto deve ser crida firme e inviolavelmente por todos os fiéis.”

Preservada do pecado original

A primeira coisa que devemos entender é que Nossa Senhora foi preservada do pecado original em virtude de sua grande missão: ser a Mãe de Jesus. Era necessário que Ela fosse toda pura para ser, como nos diz o Beato João Paulo II, “o primeiro «sacrário» da história para o Filho de Deus” (Ecclesia de Eucharistia, 55).

Todos nós nascemos com a mancha do pecado original e no nosso Batismo somos redimidos, purificados. Essa redenção se deve a Cristo, que com sua morte e ressurreição reconciliou toda a humanidade. Diante dessa verdade (a redenção universal de Cristo), alguns teólogos, dentre eles destaca-se Santo Tomás de Aquino, colocaram a seguinte dúvida quanto à Imaculada Conceição de Maria: Se a salvação de Cristo é universal, então como Maria poderia ter sido salva, se Ela nasceu sem pecado original? Ela não precisava da redenção de Cristo?

O Beato Duns Escoto ofereceu uma resposta satisfatória e permitiu seguir aprofundando no dogma: Ao ser preservada do pecado original, Maria é redimida por Cristo de modo ainda mais admirável. Introduz na teologia o conceito de redenção preservadora.

Resolvida a dúvida, podemos seguir entendendo o que significa o dogma da Imaculada Conceição. Maria é toda pura, não possui aquela inclinação ao pecado que todos nós temos, chamada concupiscência. Essa singular graça e privilégio de Deus e a ativa cooperação de Maria, a possibilitou permanecer livre em toda a sua vida de todo o pecado, inclusive venial. Portanto, a santidade de Nossa Senhora é plena. Essa verdade já estava presente implicitamente nos Padres da Igreja (Santo Agostinho, Santo Tomás de Aquino, dentre outros) e foi afirmada no Concílio de Trento.

Durante a história essa verdade de fé foi bem aceita pelos fiéis, que em sua sabedoria popular encontraram o seguinte motivo para justificar essa graça na vida de Maria: Cristo não poderia permitir que sua Mãe estivesse manchada em nenhum momento de sua vida.

Fundamentos bíblicos da doutrina da Imaculada Conceição

Na Sagrada Escritura existem duas passagens que ajudaram na reflexão da Igreja sobre a fé de que Maria tinha que ter nascido imaculada.

A primeira passagem está nos inícios da história da salvação e diz assim: “Porei hostilidade entre ti e a mulher, entre tua linhagem e a linhagem dela. Ela te esmagará a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3,15). Essa passagem é chamada na tradição da Igreja de Proto-Evangelho (o primeiro anúncio da Boa Nova). Vale a pena destacar nessa passagem o grande amor que Deus nos tem: no mesmo instante em que é cometido o pecado original, Ele já nos dá esperança de salvação. Da linhagem da mulher nasceria aquele que combateria a linhagem da serpente: Cristo. Nesse versículo cheio de esperança, percebemos que Deus promete colocar uma inimizade entre Maria e a serpente e também entre a sua linhagem (Cristo) e a da serpente. Cristo e Maria tiveram as mesmas inimizades contra o diabo. Podemos concluir então que se a inimizade de ambos é total, é possível afirmar que Maria já nasceu sem qualquer amizade com o demônio, sem qualquer mancha de pecado e permaneceu assim durante toda a sua vida.

A outra passagem encontramos no Novo Testamento. Narra o momento da Anunciação do anjo Gabriel (nome que significa mensageiro de Deus) a Maria, onde sua saudação nos dá luzes para entender melhor a verdade de fé que estamos aprofundando: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo” (Lc 1,28).

Maria é denominada pelo anjo como a “cheia de graça”, aquela que possui a plenitude da graça necessária para a sua grande missão: ser a Mãe de Jesus. Essa santidade de vida foi entendida pela Igreja ao refletir sobre a passagem, deveria estar presente desde o primeiro instante de sua vida, ou seja, desde a sua concepção.

Sermos puros como Maria

Toda essa reflexão sobre a vida de Nossa Senhora deve nos levar à resolução de sermos puros e santos como Ela, reconhecendo que somos fracos e que precisamos da graça de Deus para alcançar essa meta. Devemos pedir a Deus como o salmista: “Criai em mim um coração que seja puro” (Sl 50,12). É necessário tomar a firme decisão de como Ela, cooperando com a graça de Deus, eliminar o pecado de nossas vidas. Temos a Ela como modelo e intercessora de todas as graças que precisamos para isso. Basta querermos e deixarmos que a Mãe nos guie.

Pedindo a sua intercessão e agradecendo por sua resposta generosa a esse grande dom que Deus a concedeu, gostaria de terminar saudando à nossa querida Mãe Aparecida:

Salve a Mãe de Deus e nossa,
sem pecado concebida!
Viva a Virgem Imaculada,
Ó Senhora Aparecida!

Foto: Lib-art/ Obra de Juan Antonio Frias

Fonte A12

Dogmas marianos: conheça as verdades de fé sobre Maria

A Igreja possui uma série de verdades de fé, conhecidas como dogmas, em que os católicos devem crer. No total, são 44 dogmas subdivididos em 8 categorias diferentes – sobre Deus; sobre Jesus Cristo; sobre a criação do mundo; sobre o ser humano; sobre o Papa e a Igreja; sobre os sacramentos; sobre as últimas coisas; sobre Maria.

Segundo o doutorando em Mariologia pela Universidade Católica de Dayton (EUA) e membro do Instituto Secular dos Padres de Schoenstatt, Alexandre Awi de Mello, os dogmas na Igreja são verdades salvíficas. “Muitas vezes utiliza-se a palavra dogma como se fosse algo pesado, difícil, mas, na realidade, é uma grande bênção, um presente. São verdades da fé em que cremos e que a Igreja sente necessidade de esclarecer. São verdades que trazem salvação e mensagem de esperança”, salienta.

Os dogmas marianos são alguns dos que levantam as discussões mais acaloradas.  Eles são quatro:

 – Maria, Mãe de Deus

Maria é verdadeiramente Mãe do Deus encarnado, Jesus Cristo. Já nos primeiros três séculos, os Padres da Igreja utilizaram as definições Mater Dei (em latim) ou Theotókos (em grego), que significam Mãe de Deus, tais como Inácio (107), Orígenes (254), Atanásio (330) e João Crisóstomo (400). Essa doutrina foi definida dogmaticamente pelo Terceiro Concílio Ecumênico, realizado em Éfeso, em 431.

“Jesus é plenamente homem e plenamente Deus. Maria foi Mãe deste Deus feito homem, que é Jesus; assim, Maria é Mãe de Deus. É uma realidade que dá fundamento a todas as outras. É uma verdade, em primeiro lugar, sobre Cristo, pois é preciso afirmar que Jesus é verdadeiramente Deus para que possamos falar que Maria é Mãe de Deus”, explica padre Alexandre.

 – Perpétua Virgindade de Maria

Ensina que Maria é virgem antes, durante e depois do parto. É o dogma mariano mais antigo das Igrejas Católica e Oriental Ortodoxa, afirmando a “real e perpétua virgindade mesmo no ato de dar à luz o Filho de Deus feito homem” (Catecismo da Igreja Católica, 499). Essa doutrina foi definida dogmaticamente pelo Concílio de Trento, em 1555, embora já fosse um dogma no cristianismo primitivo, como indicam escritos de São Justino Mártir e Orígenes.

“É uma crença que já está na sagrada Escritura e defende que Maria concebeu Jesus virginalmente, deu à luz virginalmente e assim permaneceu até o final da vida”, ressalta padre Alexandre.

 – Imaculada Conceição de Maria

Defende que a concepção de Maria foi realizada sem qualquer mancha de pecado original, no ventre da sua mãe. Dessa forma, ela foi preservada por Deus do pecado desde o primeiro momento da sua existência, como apontam as palavras do Anjo Gabriel – “sempre cheia de graça divina” – kecaritwmenh, em grego. Essa doutrina foi definida dogmaticamente pelo Papa Pio IX na Constituição Ineffabilis Deus, em 8 de dezembro de 1854.

A festa da Imaculada Conceição de Maria é celebrada em 8 de Dezembro, definida inicialmente em 1476 pelo Papa Sixto IV. Também neste caso, muitos escritos dos Padres da Igreja já defendiam a Imaculada Conceição de Maria, pois era adequado que a Mãe do Cristo estivesse completamente livre do pecado para gerar o Filho de Deus.

 – Assunção de Maria

Indica que a Virgem Maria, ao fim de sua vida terrena, foi elevada em corpo e alma à glória dos céus. Essa doutrina foi definida dogmaticamente pelo Papa Pio XII na Constituição Munificentissimus Deus, em 1º de novembro de 1950.

“Depois de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do Espírito da Verdade, para glória de Deus onipotente, que outorgou à Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória do céu”, indica o Papa.

“É uma verdade em que a Igreja acredita desde os séculos 5 e 6, quando já havia uma celebração da então chamada Dormição de Maria”, complementa padre Alexandre.

noticias.cancaonova.com – Padre, o senhor afirmou que os dogmas são uma bênção para o católico viver a sua fé. Mas há quem questione que os dogmas são apenas uma construção da Igreja ao longo da história. Frente a isso, quais são os principais fundamentos (bíblia, tradição, magistério), ao que a Igreja se reporta para proclamar um dogma?

Padre Alexandre Awi de Mello – Em primeiro lugar, o fundamento de toda a verdade é a própria Sagrada Escritura, que contém as verdades fundamentais da fé e de onde se podem deduzir os dogmas e verdades que a Igreja foi acreditando ao longo dos séculos. Quem acredita são os fiéis e o que o Magistério faz é declarar o que já está na fé do povo. São verdades que são vivas, em primeiro lugar, na fé e na crença do povo cristão. Não é uma invenção da Igreja, mas a explicitação daquilo em que o povo já crê. Os primeiros fundamentos estão na Sagrada Escritura, pois cremos que Deus prometeu o Seu Espírito para guiar a Igreja, que vai confirmando as verdades de fé à medida que aprofunda o seu conteúdo.

Logo no início da Igreja, toda a atenção estava voltada para Cristo, mas, desde muito cedo, também se pergunta sobre de onde veio esse cristo, o que faz parte do próprio pensamento semita de perguntar sobre a identidade de alguém indo a sua origem. Assim, despertou-se o interesse para se saber de onde Ele veio, onde nasceu, e quem é aquela de onde veio o Cristo. No Evangelho de Lucas há muitos elementos – inclusive ele mesmo poderia ter perguntado isso à Mãe de Deus. E isso foi sendo transmitido ao longo da tradição da Igreja, ou seja, as verdades que foram sendo descobertas a respeito de Maria.

A própria Sagrada Escritura tem muitos desses fundamentos: basta citar as Bodas de Caná (Jo 2), que indica o poder intercessor de Maria, a possibilidade que o próprio Jesus lhe dá de interceder pelo bem dos fiéis. No final do texto aparece a menção de que, logo após o milagre das Bodas de Caná, os discípulos creram nele. Esse é o único interesse da intercessão de Maria: Que os discípulos creiam n’Ele, no Seu filho, para fazer a vontade de Jesus. Então, se as pessoas, de alguma maneira, desprezam essa possibilidade que Deus está dando, quem tem a perder são elas próprias.

Dentro do plano de Deus, essa verdade é para a nossa salvação e está assegurada pela tradição e pelos 2000 anos de história da Igreja, que experimenta essa intercessão, esse exemplo e presença de Maria conduzindo a Jesus. Não acolher este dom, que o próprio Jesus deu aos pés da Cruz (Jo 19, 25-27), é justamente perder uma verdade salvífica, um dom de salvação que o próprio Deus nos oferece.

noticias.cancaonova.com  O senhor faz parte do Movimento Apostólico de Schoenstatt, que prima muito pela devoção mariana. Por que podemos afirmar que essa devoção não faz o cristão se aproximar menos de Jesus, mas, ao contrário, auxilia no caminho de encontro com Cristo?

Padre Alexandre – Em primeiro lugar, pela própria experiência. Aqueles que conhecem pessoas que são verdadeiramente marianas, que têm um forte amor a Nossa Senhora, experimentam que o amor a Ela conduz mais fortemente ao coração de Jesus. Maria é aquela que ajuda a formar Cristo em nós, intercede junto a Deus e ao Espírito Santo para que se possa gerar, em nossa vida, a imagem de Jesus, nos fazer pequenos Jesus, como diz o fundador do nosso Movimento, o padre Joseph Kentenich.

Acreditamos que, quanto mais nos assemelhamos a Maria, mais temos condição de viver em união com Cristo. Essa é nossa experiência, como salienta São Luís Maria de Montfort, que afirma que Maria é o caminho mais próximo, direto e imediato para encontrar-se com Jesus.

Na prática, quando as pessoas chegam à intimidade com Maria, não se dirigem a Ela por Ela mesma, mas para que possam chegar a Jesus. Pelo amor a Maria, pela vinculação a Ela, chegam a uma vinculação mais profunda e perfeita com Jesus. Porque imitar as atitudes e virtudes de Maria é fazer o que todo o cristão deve fazer, já que Ela foi pessoa mais próxima de Jesus, que mais aprendeu d’Ele.

Por outro lado, Jesus não quer um cristianismo cristomonista, exclusivo só para Ele. Na sua forma de atuar, Jesus sempre integra o número maior possível de pessoas, de mediadores, para chegar até Ele, que é Mediador com maiúscula por excelência. Por isso existem os sacramentos, os padres, a própria Igreja, Maria, os santos, e tantos outros mediadores com minúscula que conduzem ao Mediador com maiúscula, que é Jesus.

Essa é a forma de atuar de Deus, que quis agir na Sua Igreja e quer continuar atuando até hoje. Por isso, a vinculação a Maria leva a uma vinculação mais profunda com o próprio Cristo e com o Deus Trino.

Fonte Canção Nova

Comunidade do Caçula celebra Imaculada Conceição

Para festejar a padroeira da comunidade, Imaculada Conceição, a comunidade católica do bairro Caçula celebra com missa o dia dedicado à mãe de Deus. A missa vai ser amanhã, dia 08/12, às 19h30, com o padre Aloísio Vieira, pároco da paróquia Sagrada Família de Ipatinga.

Durante três dias a comunidade se preparou com o tríduo. Estiveram celebrando na comunidade o Padre Zezinho, Dom Odilon – bispo de Itabira/Cel. Fabriciano. Hoje à noite, 07, é vez de Padre Jorge, de João Monlevade celebrar o último dia do tríduo.

A comunidade Imaculada Conceição fica localizada à Av. Guido Marliere, trevo do Jardim Panorama sentido Iguaçu.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição

Mais do que memória ou festa de um dos santos de Deus, neste dia estamos solenemente comemorando a Imaculada Conceição de Nossa Senhora, a Rainha de todos os santos.

Esta verdade, reconhecida pela Igreja de Cristo, é muito antiga. Muitos padres e doutores da Igreja oriental, ao exaltarem a grandeza de Maria, Mãe de Deus, usavam expressões como: cheia de graça, lírio da inocência, mais pura que os anjos.

A Igreja ocidental, que sempre muito amou a Santíssima Virgem, tinha uma certa dificuldade para a aceitação do mistério da Imaculada Conceição. Em 1304, o Papa Bento XI reuniu na Universidade de Paris uma assembleia dos doutores mais eminentes em Teologia, para terminar as questões de escola sobre a Imaculada Conceição da Virgem. Foi o franciscano João Duns Escoto quem solucionou a dificuldade ao mostrar que era sumamente conveniente que Deus preservasse Maria do pecado original, pois a Santíssima Virgem era destinada a ser mãe do seu Filho. Isso é possível para a Onipotência de Deus, portanto, o Senhor, de fato, a preservou, antecipando-lhe os frutos da redenção de Cristo.

Rapidamente a doutrina da Imaculada Conceição de Maria, no seio de sua mãe Sant’Ana, foi introduzido no calendário romano. A própria Virgem Maria apareceu em 1830 a Santa Catarina Labouré pedindo que se cunhasse uma medalha com a oração: “Ó Mariaconcebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”.

No dia 8 de dezembro de 1854, através da bula Ineffabilis Deus do Papa Pio IX, a Igreja oficialmente reconheceu e declarou solenemente como dogma: “Maria isenta do pecado original”.

A própria Virgem Maria, na sua aparição em Lourdes, em 1858, confirmou a definição dogmática e a fé do povo dizendo para Santa Bernadette e para todos nós: “Eu Sou a Imaculada Conceição”.

Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós!