Mil anos de separação aproximados em uma hora

Papa Francisco é o cara! Não há como negar que Francisco tem sido um papa de encontros para a igreja. Um Papa que tem trazido ao mundo, independente da fé, ESPERANÇA. Não podemos negar os trabalhos de seus antecessores, Bento XVI, João Paulo II, nos diálogos  estabelecidos nesta semana com a Igreja Ortodoxa, mas a abertura maior se deve ao carisma de Francisco.

20331277_770x433_acf_cropped.jpg
Foto de Max Rossi/POOL/EPA

Max Rossi/POOL/EPA

O encontro do Papa Francisco com o Patriarca russo Kirill aconteceu em Cuba, no aeroporto de Havana. A reunião em local inusitado se deu devido as agendas dos dois. Papa Francisco ia para o México e Kirill fazia sua primeira visita a América Latina, a Cuba.

“Foi com alegria que nos encontrámos enquanto irmãos da fé cristã para falarmos cara a cara”, lê-se no documento assinado pelo dois. Mais à frente no documento é lamentada a cisão que separou estas duas igrejas em 1054:

“Durante quase mil anos, católicos e ortodoxos foram privados da comunhão da Eucaristia. Temos estado divididos por feridas causadas por conflitos antigos e recentes, por diferenças que herdamos dos nossos ancestrais na maneira como entendemos e expressamos a nossa fé em Deus e em outras três pessoas — pai, filho e espírito santo. Estamos magoados com a falta de unidade, que resulta da fraqueza e do pecado do Homem”. Que a nossa reunião inspire cristãos em todo o mundo para rezarem pelo Senhor com um fervor renovado a favor da unidade de todos os seus discípulos. Num mundo que anseia não só pelas nossas palavras mas também por gestos concretos, que esta reunião sirva como um sinal de esperança para todas as pessoas de bem!”, lê-se no documento assinado por Kirill e Francisco.

O que os uniu? 

O principal motivo desse encontro é a perseguição que cristãos tem sofrido no Oriente Médio e no Norte da África. “As suas igrejas estão a ser barbaramente destruídas e saqueadas, os seus objetos sagrados são profanados e os seus monumentos são destruídos”, escreveram, para depois afunilar o discurso para a situação “na Síria, Iraque e outros países do Médio Oriente”.

E, a propósito da instabilidade e conflito sentidos naquela região, fizeram um apelo à comunidade internacional que ajudasse cristãos e também pessoas de outras religiões:

Continuar lendo “Mil anos de separação aproximados em uma hora”

Papa pede espaço público para a religião

Cidade do Vaticano, 28 nov 2013 (Ecclesia) – O Papa Francisco alertou hoje no Vaticano para os “poderes mundanos” que querem transformar a religião numa “coisa privada”, pedindo aos católicos que mantenham a fé em todas as circunstâncias.

“Não se pode falar de religião, é uma coisa privada, não? Disto publicamente não se fala. Os sinais religiosos são removidos, tem de se obedecer às ordens que vêm dos poderes mundanos. Podem fazer-se muitas coisas, coisas bonitas, mas não adorar Deus: é proibido adorar”, alertou, na homilia da missa a que presidiu na capela da Casa de Santa Marta.

Francisco evocou a vida de Jesus, que sofreu com os “insultos” e “calúnias” até à crucifixão, para pedir “fidelidade e paciência” aos cristãos, sem medo das perseguições.

“Os cristãos que sofrem tempos de perseguição, tempos de proibição de adoração, são uma profecia do que acontecerá a todos”, observou.

O Papa questionou os presentes sobre a forma como “adoram” Deus, perguntando se fazem o “jogo do príncipe deste mundo”, uma expressão que remete para a figura do demónio.

“Esta semana vai fazer-nos bem pensar nesta apostasia geral, que se chama ‘proibição de adoração’ e perguntar-nos: Eu adoro o Senhor? Adoro Jesus Cristo, o Senhor”, acrescentou.

Citando uma passagem dos evangelhos sobre o fim do mundo, Francisco assinalou que “quando o tempo dos pagãos for cumprido” será altura de “levantar a cabeça”, porque estará próximo a “vitória de Jesus Cristo”.

“Não tenhamos medo, Ele apenas nos pede fidelidade e paciência”, declarou.

Atentado de extremistas muçulmanos contra um templo católico no Paquistão deixa 78 mortos

Interior da Igreja de Todos os Santos. Foto: Twitter/@xe_m
Interior da Igreja de Todos os Santos. Foto: Twitter/@xe_m

(ACI/EWTN Noticias).- Neste domingo, 22 de setembro, dois extremistas muçulmanos suicidas realizaram atentados consecutivos à Igreja Católica de Todos os Santos, em Peshawar, ao norte do Paquistão, causando a morte de 78 pessoas e pelo menos 130 feridos.

De acordo com as autoridades, este foi o ataque mais grave realizado contra a minoria católica no Paquistão.

Uma facção talibã assumiu o atentado, e ameaçou continuar atacando as minorias religiosas do país até que os Estados Unidos pare com os ataques de drones nas zonas remotas do país.

De acordo com o chefe de Polícia Mohammad Ali Babakhel, “o ataque aconteceu no final da missa”, quando os dois terroristas abriram fogo contra os guardas de segurança que vigiavam a igreja, matando um e ferindo o outro.

Depois de brigar com alguns fiéis, um dos terroristas explodiu a primeira bomba, ao ver-se rodeado pela polícia. Ao pouco tempo, no interior da igreja, aconteceu a segunda explosão.

Segundo informações recolhidas pela Europa Press, o atentado tem uma grande carga simbólica para os moradores da cidade porque a Igreja de Todos os Santos é um lugar que representa a harmonia inter-religiosa.

Depois das explosões, dezenas de pessoas saíram às ruas para protestar contra a Polícia por sua incapacidade para impedir os atentados.

Tanto o primeiro-ministro do Paquistão, Nawaz Sharif, como o presidente Mamnoon Hussein, condenaram energicamente o atentado; outras autoridades provinciais também se pronunciaram à condenação do ataque.

Conheça os países que mais perseguem cristãos no mundo

A Classificação de países por perseguição (WWL, sigla em inglês) é uma lista de 50 países onde a perseguição de cristãos por motivos religiosos é pior. Em primeiro lugar, a lista engloba a perseguição aos cristãos de todas as denominações, em todo o país. O foco está nas  perseguições por causa da fé, e não política, econômica, social, étnica ou por razões inesperadas. A lista é desenvolvida pelo site Portas Abertas. Veja o link ao lado.

O dez mais

Os dez países que mais perseguem cristãos no mundo são:

  1. Coréia do Norte;
  2. Irã;
  3. Afeganistão;
  4. Arábia Saudita;
  5. Somália;
  6. Maldivas;
  7. Iémen;
  8. Iraque;
  9. Uzbequistão;
  10. Laos.

Veja no mapa a localização dos países:

por Marquione Ban

Imagem Portas Abertas


Conheça os países que mais perseguem cristãos no mundo

A Classificação de países por perseguição (WWL, sigla em inglês) é uma lista de 50 países onde a perseguição de cristãos por motivos religiosos é pior. Em primeiro lugar, a lista engloba a perseguição aos cristãos de todas as denominações, em todo o país. O foco está nas  perseguições por causa da fé, e não política, econômica, social, étnica ou por razões inesperadas. A lista é desenvolvida pelo site Portas Abertas. Veja o link ao lado.

O dez mais

Os dez países que mais perseguem cristãos no mundo são:

  1. Coréia do Norte;
  2. Irã;
  3. Afeganistão;
  4. Arábia Saudita;
  5. Somália;
  6. Maldivas;
  7. Iémen;
  8. Iraque;
  9. Uzbequistão;
  10. Laos.

Veja no mapa a localização dos países:

por Marquione Ban

Imagem Portas Abertas


Cristãos se unem em dia de oração por Asia Bibi

''Sinto-me amada pela Igreja Católica e por todas as comunidades cristãs do mundo'', disse Asia Bibi

A Igreja no Paquistão celebra nesta quarta-feira da Semana Santa, 20, o Dia de Oração por Asia Bibi e por todas as vítimas da lei sobre a blasfêmia.

A iniciativa foi lançada pela Fundação Masihi a todas as Igrejas cristãs espalhadas pelo mundo. A instituição “pede aos homens e mulheres de boa vontade para que se unam em oração e acendam uma vela, implorando a Deus a salvação e a libertação de Asia Bibi e de todos aqueles que sofrem as consequências das falsas acusações de blasfêmia”, ressaltou o diretor da Fundação Masihi, Haroon Masih.

O Bispo de Multan, Dom Andrew Francis, Presidente da Comissão para o Diálogo Inter-religioso na Conferência Episcopal do Paquistão, aderiu à iniciativa e frisou que “a oração é um instrumento importante para os fiéis paquistaneses que confiam na obra de Deus”.

As Pontifícias Obras Missionárias no Paquistão aderiram ao evento, afirmando que tal iniciativa ajudará a sensibilizar as comunidades locais. Também aderiram à iniciativa de oração, vários mosteiros femininos da Espanha e Itália. As monjas rezarão por Asia Bibi e para que o Senhor Ressuscitado abra os corações de todos a fim de que seja edificado o seu Reino de paz e justiça.

O presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean Louis Tauran, presidirá a Celebração Eucarística nesta quarta-feira, na capela do Parlamento Italiano. A Missa é promovida pela Associação Parlamentares Amigos do Paquistão e pela Associação de Paquistaneses Cristãos na Itália, a fim de lembrar o ministro para as minorias religiosas, Shahbaz Bhatti, assassinado recentemente no Paquistão, que defendeu Asia Bibi, pagando o preço com sua própria vida.

A Fundação Masihi faz um apelo a todas as comunidades, paróquias, associações, escolas, congregações religiosas e todas as Igrejas cristãs espalhadas pelo mundo para que se unam a iniciativa.

Agência Fides divulga balanço de assassinatos de religiosos em 2010

A Congregação para a Evangelização dos Povos, através da Agência Fides, divulgou, no dia 3 de janeiro, o balanço de violências contra religiosos no ano de 2010. De acordo com os dados, 1 bispo, 15 sacerdotes, 1 religioso, 1 freira, 2 seminaristas, e 2 leigos foram assassinados durante o ano passado.

Com esses números, há uma redução significativa comparada a 2009, que houve 37 mortes violentas, dentre elas as de 30 sacerdotes. Entre 2001 e 2010, foram assassinados 253 agentes de pastoral em todo o mundo.

Cabe destacar, pelo seu impacto internacional, em 2010, o assassinato sangrento de dom Luigi Padovese, vigário apostólico de Anatólia e presidente da Conferência Episcopal da Turquia, na véspera da viagem do papa Bento XVI a Chipre.

América

Por continentes, a América voltou a ser o mais perigoso em 2010. Nesse ano, perderam a vida 10 sacerdotes, 1 religioso, 1 seminarista e 3 leigos. Na maioria dos casos, mais uma vez o assalto foi o motivo do crime.

O maior número de assassinatos ocorreu no Brasil, onde morreram os padres Dejair Gonçalves, Rubens Almeida, Bernardo Muñiz, o seminarista Mario Dayvit Pinheiro e o leigo Epaminondas Marques. Na Colômbia, foram assassinados Román de Jesás Zapata, Herminio Calero e Luis Enrique Pineda.

Os sacerdotes mortos no México foram José Luis Puerto e Carlos Salvador Wotto. No Peru, durante o roubo de um convento franciscano, morreram o irmão Linán Ruiz Morales, OFM, e seu colaborador, Ananías Aguila.

Na Venezuela, Equador e Haiti, morreram, respectivamente, Esteban Robert Wood, o missionário polonês Miroslaw Karczewski e o agente da Cáritas Julien Kénord.

Ásia e África

Na Ásia, morreram no ano passado, 1 bispo, 4 padres e 1 freira, destacam-se como principais motivos a violência religiosa ou o acerto de contas.

Além do caso de Dom Luigi Padovese, morto em sua casa de Iskenderun por seu motorista muçulmano, que alegou motivos religiosos, destaca-se também o falecimento dos sacerdotes iraquianos Wasim Sabieh e Thaier Saad Abdal, assassinados durante o ataque à catedral sírio-católica de Bagdá.

Na China, um portador de transtornos mentais assassinou, depois de ser demitido, Joseph Zhang Shulai, vigário-geral da diocese de Ningxia, e a Irmã Maria Wei Yanhui, no asilo de Wuhai (Mongólia Interior). Na Índia, desconhecidos assassinaram cruelmente o padre Peter Bombacha.

Na República Democrática do Congo (África), foram mortos no ano passado 1 sacerdote, Christian Bakulene, e 1 seminarista, Nicolas Eklou Komla, ambos após tentativa de assalto.

A agência de notícias Fides também observou que nesse ano houve a abertura do processo de beatificação de sacerdote italiano fidei donum Daniel Badillo, que foi morto no Peru em 1997, e a beatificação do polonês Jerzy Popieluszko, mártir, assassinado por ódio à fé, em 20 de outubro de 1984, perto de Wroclawek (Polônia).

Fonte CNBB com Zenit

 

Conheça os países que mais perseguem cristãos no mundo

A Classificação de países por perseguição (WWL, sigla em inglês) é uma lista de 50 países onde a perseguição de cristãos por motivos religiosos é pior. Em primeiro lugar, a lista engloba a perseguição aos cristãos de todas as denominações, em todo o país. O foco está nas  perseguições por causa da fé, e não política, econômica, social, étnica ou por razões inesperadas. A lista é desenvolvida pelo site Portas Abertas. Veja o link ao lado.

O dez mais

Os dez países que mais perseguem cristãos no mundo são:

  1. Coréia do Norte;
  2. Irã;
  3. Afeganistão;
  4. Arábia Saudita;
  5. Somália;
  6. Maldivas;
  7. Iémen;
  8. Iraque;
  9. Uzbequistão;
  10. Laos.

Veja no mapa a localização dos países:

por Marquione Ban

Imagem Portas Abertas