Cardeal Dolan: Atentados em Boston nos recordam que o diabo existe

Cena das vítimas do atentado em Boston. Foto: Aaron Tang

(ACI/EWTN Noticias).- O Presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), Cardeal Timothy Dolan, elevou suas orações pelas vítimas dos atentados em Boston (Massachusetts), e assinalou que este trágico acontecimento “nos recorda que o diabo existe e que a vida é frágil”.

Conforme informou a Rádio Vaticano, o Cardeal pediu ontem que “rezemos pelas almas dos que foram assassinados e pela restauração da paz para todos nós”, que foi perturbada pelas bombas neste evento esportivo.

O Cardeal elevou suas orações pela Arquidiocese de Boston e pelas pessoas que estão trabalhando e atendendo os feridos de diferentes maneiras.

“A crescente cultura de violência no mundo e inclusive em nosso país requer sabias medidas de segurança por parte das autoridades e de um exame pessoal por parte de cada um de nós para ver o que podemos fazer pessoalmente para melhorar a paz e o respeito por cada um em nosso mundo”, expressou.

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Defender o autêntico matrimônio não é atacar gays, explica Cardeal Dolan de Nova Iorque

Arcebispo de Nova Iorque, Cardeal Timothy Dolan

(ACI/EWTN Noticias).- O Arcebispo de Nova Iorque e Presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, Cardeal Timothy Dolan, assinalou que a defesa do autêntico matrimônio, composto por um homem e uma mulher, não significa nem é atacar os homossexuais.

Em uma entrevista concedida na Semana Santa ao programa televisivo This Week da rede americana ABC, o Cardeal explicou que a Igreja não é contrária a ninguém mas ama todos, também os homossexuais, que são criados a imagem e semelhança de Deus.

Ao ser perguntado sobre o que responderia a um casal de gays “católicos” que “querem casar-se, se amam e querem criar uma família”, o Cardeal assinalou: “o primeiro que lhes diria é que eu os amo e Deus também”.

“Estamos feitos a imagem e semelhança de Deus e queremos sua felicidade, mas também sabemos que Deus nos diz que o caminho à felicidade, sobretudo quando se trata do amor sexual, é só para o homem e a mulher no matrimônio onde nascerão os filhos naturalmente”, sublinhou o Arcebispo.

“Temos que fazer, que se veja melhor que nossa defesa do matrimônio não consiste em um ataque aos homossexuais”. O Cardeal admitiu logo que embora “não fomos bons” para dar com claridade essa mensagem, a Igreja não é contrária a nenhuma pessoa.

“Estamos defendendo o que Deus nos ensinou sobre o matrimônio, que é entre um homem e uma mulher para sempre e que traz uma nova vida”, precisou.

Além disso indicou que “temos que escutar às pessoas, como o exemplo que acaba de descrever: Jesus morreu na cruz por eles como morreu por mim. Queremos ensinar o que Deus nos ensina sobre como devemos viver”.