#IntolerânciaReligiosa Mulher é queimada viva por “evangélicos” na Nicarágua

Difícil proferir comentário sem externalizar o sentimento de asco. Nojo. Em tempos de falsos profetas e um rebanho solto essas coisas insistem em acontecer. Vamos orar para que Deus  e pedir perdão por estes que insistem em ler o seu evangelho e não o de Cristo.

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Cinco pessoas foram detidas sob suspeita de terem participado do episódio que culminou com morte de Vilma Trujillo – Foto BBC/Policia da Nicarágua

Veja  a matéria:

BBC | Uma “revelação divina” fez com que uma nicaraguense de 25 anos fosse amarrada e queimada viva numa fogueira para ser “curada” em uma suposta tentativa de exorcismo.

Vilma Trujillo, que sofreu queimaduras em 80% de seu corpo, não resistiu e morreu na terça-feira, depois de uma semana de agonia.

A morte da jovem comoveu a Nicarágua. De acordo com a Polícia Nacional do país, a mulher foi levada para “uma oração de cura”, no dia 15 de fevereiro, a um templo da igreja evangélica Visão Celestial das Assembleias de Deus, em El Cortezal, no noroeste do país.

Vilma Trujillo teve os pés e mãos amarrados e ficou sob a supervisão do pastor da igreja, identificado por autoridades locais como Juan Gregorio Rocha – homem que a Assembleia de Deus nega reconhecer como pastor.

Seis dias depois, em 21 de fevereiro, depois da meia-noite, Trujillo foi queimada na fogueira.

Segundo a Polícia Nacional, a diaconisa da igreja, Esneyda del Socorro Orozco, havia ordenado que “por revelação divina, deveria ser feita uma fogueira no pátio do templo para curar a vítima por meio do fogo”.

Vilma Trujillo teria, então, sido lançada ao fogo com pés e mãos amarrados. A jovem sofreu queimaduras de primeiro e segundo graus em 80% do corpo e, apesar de ter sido levada a um hospital em Manágua, a capital, acabou falecendo. Leia mais Aqui

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Papa Francisco é alvo dos terroristas do Estado Islâmico, diz jornal Italiano

Terroristas pela ruas da Síria depois de conquistarem cidades e matarem todos que se opuseram.
Terroristas pela ruas da Síria depois de conquistarem cidades e matarem todos que se opuseram.

Cada vez o mundo assiste o Estado terrorista Islâmico assumir o controle do Iraque e Síria. Sem contatar que já ameaçam invadir a Turquia e outros países próximos. Na mira dessa milícia radical que assusta até mesmo outros muçulmanos está o o Papa. Lembro que o grupo jihadista Estado Islâmico (EI), foi responsável pela decapitação do jornalista americano James Foley.Já o Papa está mira devido eles o considerarem “portador da verdade falsa”, segundo o jornal italiano “Il Tempo” desta segunda-feira (25).

Segundo o jornal, “fontes israelenses acreditam que o papa Francisco, o máximo expoente da religião cristã, está na mira do EI”. O artigo diz ainda que a Itália é “um trampolim de lançamento para os mujahedins (combatentes da guerra santa)” e que “as chegadas contínuas de imigrantes servem de base para a entrada dos jihadistas no Ocidente”.

O Califa

O autoproclamado califa do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, líder do grupo.
O autoproclamado califa do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, líder do grupo.

O jornal lembra que o autoproclamado califa do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, “quer superar à Al Qaeda e as façanhas do ‘chefe do terror’ (Osama bin Laden)”. A publicação garante que o líder do EI, “segundo fontes israelenses, conta em seu entorno mais próximo com a presença de conversos ocidentais e de jovens de segunda geração, filhos de imigrantes nascidos em países europeus, e que agora optaram por abraçar o fundamentalismo islâmico”.

Pedido de Paz

Papa Francisco. Foto: Republic of Korea (CC BY-SA 2.0)

O papa Francisco fez diversos pedidos pela paz no Oriente Médio em várias ocasiões e, exatamente, ontem pediu orações para que termine “a violência insensata” e para “um amanhecer de paz e reconciliação entre os homens”.

Para Vaticano não há ameaça

[Atualização 27/08/2014] Em resposta às notícias que sustentam que terroristas do Estado Islâmico (ISIS) estão ameaçando de morte o Papa Francisco assinalando-o como o “portador de uma falsa verdade”, o diretor do Escritório de Imprensa do Vaticano, Padre Federico Lombardi, declarou que não há razão para a preocupação e desmentiu os rumores.

“Não há nada sério nisto. Não há uma preocupação particular no Vaticano. Esta notícia não tem fundamento”, declarou hoje à agência CNA do Grupo ACI de notícias em inglês.

Fonte: UOL

“Evangélicos” (Protestantes) quebram, mijam e queimam imagem de Nossa Senhora na região de Cajazeiras

Rezemos por aqueles que não compreender a mensagem de paz dada por Cristo.
Rezemos por aqueles que não compreender a mensagem de paz dada por Cristo.

O Padre Querino Pedro, administrador da Paróquia Santo Afonso, na cidade de Carrapateira, região de Cajazeiras lamentou nesta terça-feira (03), a destruição da imagem de Nossa Senhora por algumas pessoas “evangélicas”.

“Mijaram em cima da imagem, jogaram gasolina e queimaram Nossa Senhora. Dizem que os católicos estão condenados ao inferno”. Lastimou o padre

O religioso destacou também a preocupação das mães, pois as crianças estão sendo taxadas de que estarem “condenadas ao inferno”.

O padre disse que essas declarações são feitas por evangélicos até nas escolas, e isso está deixando os católicos constrangidos e as crianças amedrontadas. “Estão fazendo a cabeça das crianças para repudiarem Nossa Senhora”

Querino denunciou ainda que estão pichando as paredes da igreja com palavrões. “Estão também chamando os católicos de baratas pretas”.

Segundo o padre, as pessoas que estão fazendo esse tipo coisa pertencem a igreja dirigida por Luiz Lourenço, mais conhecido por Pastor Poroca. Ele informou que não procurou a polícia para denunciar o caso.

Fontes: http://www.diariodosertao.com.br/artigos/v/religi%E3o/evangelicos-mijam-em-cima-de-nossa-senhora-e-depois-queimam-imagem-na-regiao-de-cajazeiras–ouca-o-audio!/20140603172412

Associação Católica denúncia grupo Porta dos Fundos por vídeo ofensivo a fé

Folha de São Paulo – A Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família protocolou no Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, na tarde desta segunda-feira (13), uma representação criminal contra o grupo Porta dos Fundos. Para a entidade católica, o vídeo especial de Natal do grupo, postado no YouTube em 23 de dezembro de 2013, ofende “garantias e princípios constitucionais, mormente o princípio de tolerância e respeito à diversidade”.

Rodolho Loreto e Hermes Rodrigues Nery no Ministério Público do Rio.

Na foto ao lado, Rodolho Loreto e Hermes Rodrigues Nery no Ministério Público do Rio.

O vídeo –um compilado de pequenas histórias sobre Adão e Eva, o nascimento e a crucificação de Jesus Cristo– ganhou a ira de religiosos, tanto católicos como evangélicos.

“O sentimento religioso deve ser respeitado. Não só católicos, mas nossos irmãos protestantes se sentiram aviltados”, diz Paulo Fernando Melo, advogado e integrante da Associação Pró-Vida e Pró-Família.

Manifestações

O arcebispo metropolitano de São Paulo, cardeal dom Odilo Scherer, já havia publicado, em 5 de janeiro, crítica ao grupo em sua conta no Twitter. “Será que isso é humor? Ou é intolerância religiosa travestida de humor? Péssimo mau gosto!”, escreveu.

Em um vídeo difundido em sites cristãos e no Facebook, o pregador e missionário católico Anderson Reis convoca os insatisfeitos a assinarem uma petição on-line para solicitar ao Grupo Petrópolis, detentor da marca de cerveja Itaipava, que retire o patrocínio ao grupo. Além disso, sugere que entrem no site da Polícia Civil do Rio de Janeiro e registrem uma queixa contra crime de preconceito e ódio à religião.

Em nota, o Grupo Petrópolis informou que “não admite que suas marcas sejam relacionadas com tais manifestações, pois não representa o pensamento de seus diretores” e que “não endossa e não apoia qualquer manifestação que venha a atingir esses valores religiosos que se tem como sagrados”. O grupo afirmou, porém, que respeita a liberdade de expressão garantida pela Constituição, bem como os princípios de fé de manifestação religiosa de todos.

A denúncia

Na representação encaminhada ao Ministério Público, a Associação Pró-Vida e Pró-Família defende que a liberdade de expressão “não pode ser utilizada como um escudo para atividades ilícitas e nitidamente tipificadas em nosso Código Penal, in casu, o vilipêndio público de ato ou objeto de culto religioso”. E sustenta que, no vídeo de Natal, o grupo ridiculariza dogmas cristãos.

“Qual a intenção do grupo de fazer tal vídeo e publicá-lo na antevéspera do Natal? Não está clara a intenção de tripudio e escárnio? Cada segundo do vídeo é uma afronta das mais comezinhas à fé cristã e a todos aqueles que são fiéis ao Cristianismo, perfazendo em cada um dos seus dezesseis minutos e quarenta e dois segundos, uma sucessão de escárnios, zombarias, tripudios e vilipêndios”, diz trecho da representação assinada por Hermes Nery, diretor de imprensa da associação.

A entidade enquadra o vídeo no artigo do Código Penal que trata do crime contra o sentimento religioso.

Outros vídeos do grupo com temáticas semelhantes —como “Adão”, “Moda”, “Michelangelo”— são classificados, na representação, como outros exemplo de tentativas de escárnio da fé cristã.

Segundo Melo, a pena prevista é pequena, e costuma ser transformada em prestação de serviços à comunidade ou pagamento de cestas básicas. Ele defende, no entanto, que a ação pode ter caráter educativo, para que o grupo “seja mais comedido” nos próximos vídeos.

Porta dos Fundos

A assessoria do Porta dos Fundos informou que o grupo já se manifestou sobre o tema. Na semana passada, ao falar da polêmica criada em torno do vídeo, Antonio Tabet, um dos integrantes do grupo, declarou que jamais houve intenção de difamar nenhuma religião. “A prova está em nossa equipe, na qual trabalham católicos, evangélicos, espíritas e até ateus.”

Em texto publicado na “Ilustrada” nesta segunda, Gregório Duvivier, integrante do Porta e colunista da Folha, ironizou a crítica de dom Odilo.

Ativista do Femen simula aborto e urina em frente ao altar de igreja em Paris

As palavras “344 cadelas” se referem às mulheres que assinaram pedido para descriminalizar o aborto
As palavras “344 cadelas” se referem às mulheres que assinaram pedido para descriminalizar o aborto

Uma ativista feminista do Femen simulou na última sexta-feira (20) um aborto em frente ao altar da Igreja La Madeleine, em Paris. Depois da simulação ela urinou no altar. Algumas pessoas relatam que no dia 21 também houve uma ação similar na Praça São Pedro.

A ativista, com os seios expostos, foi até o altar na manhã da última sexta-feira (20) no momento que cerca de dez integrantes de um coral ensaiavam para as missas em preparação ao natal. De acordo com o padre, a jovem depositou um pedaço de fígado de boi representando um feto antes de urinar nas escadas do altar.

A ativista, diga-se consagrada ao demônio deixou a igreja sem pronunciar uma única palavra.

344 cadelas

Segundo o fotógrafo da AFP, as palavras “344 cadelas” estavam escritas em sua barriga, em referência ao manifesto das 343 mulheres que assinaram na França um pedido pela descriminalização do aborto e pela legalização da interrupção voluntária da gravidez em abril de 1971. Em suas costas estava escrito “Christmas is aborted” (O Natal está abortado).

Caso de polícia

Uma investigação policial foi iniciada depois que o padre apresentou uma queixa contra a ativista.

Praça São Pedro

Na quinta-feira, uma ucraniana do Femen tirou sua camisa na Praça São Pedro, no Vaticano, para protestar contra a condenação do aborto pela Igreja Católica.

“Christmas is canceled, Jesus is aborted” (“O Natal está cancelado, Jesus foi abortado”, teria gritado ele várias vezes, com os seios à mostra exibindo a mesma frase pintada com letras coloridas.

com informações de Bíblia Católica

Angola é o primeiro país a proibir o Islã

Angola entra para a história esta semana como a primeira nação a proibir a prática do Islamismo. O Islã foi vetado pelo Ministério da Cultura de Angola, que de acordo com a  diário marroquino La Nouvelle Tribune, a ministra Rosa Cruz afirmou que o processo de legalização da religião não foi aceito.

“O proceso de legalização  do islã não foi aprovado pelo Ministério da Justiça e Direitos Humanos [de Angola], e portanto as mesquitas em todo o país serão fechadas e demolidas”. ( Jornal La Nouvelle Tribune)

O país, por meio de seus governantes, faz questão de deixar claro que os extremistas do Islã não são bem-vindos “e que o governo angolano não está preparado para legalizar a presença de mesquitas em Angola”.

Com a decisão, a  nação se converteu na primeira do mundo a proibir o islã. Angola é um páis 95% cristão.

Proibição se estende a outras seitas e religiões

Angola já decidiu barrar dezenas de outras religiões e seitas que, segundo o governo, atentam contra a cultura da nação. Algumas delas são brasileiras como é o caso da Universal do Reino de Deus, a igreja do Pastor Edi Macedo. Também estava proibida, ao menos não temos notícia se foi autorizada, a Igreja Mundial do Poder de Deus.

Informações dadas pelo diário angolano O País, atestam que mais de 60 mesquitas já foram fechadas. A comunidade muçulmana tem denunciado as medidas do governo e afirma que não não uma pequena seita no país.

Opinião

A atitude polêmica de Angola tem causado reações adversas. Muitos nas rede sociais tem dado apoio e muitos tem sido contra. Eu particularmente, ao ver o que tem ocorrido nos países islâmicos, sou a favor. Não há católicos mais em alguns lugares onde a a Igreja nasceu. Não se fala mais de Cristo neste lugar.

Vi uma matéria da AIS – Ajuda a Igreja que Sofre – lamentando e prevendo que na Síria, o único povoado que se fala a língua de Cristo vai desaparecer. Por que? Por causa da intolerância islâmica. Ainda este ano, circulou pelas redes sociais a imagem de um padre e um fiel sendo executado na Síria.

E triste constatar, mas a a realidade de perseguição dos muçulmanos aos cristãos atualmente é grande. 

Há grandes exceções. O Brasil é uma delas. Em Foz do Iguaçu temos a maior comunidade islâmica do país e nem por isso há morte e perseguição. Católicos e Muçulmanos realizam até eventos juntos.

O mal da África é que há muita pobreza e desolação devido ao colonização europeia e as pessoas aproveitam disso. Por isso o governos, acredito, tenha tomado essas decisões contra oportunistas, seja cristão ou seja islâmico.

A religião, não pode pregar a morte. Deve pregar a vida. O que vemos nos países onde o islã tem crescido é que sua linha radical tem tomado conta.  Recentemente houve um pedido de um líder muçulmano para destruírem as igrejas católicas.

Evitá-los é o caminho? Não sei. Talvez sim. O que você pensa?

A agressão não pode ser um ato de fé, diz o Papa sobre incidente na catedral argentina

(ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco recebeu seis membros do Comitê Latino-americano de Líderes Religiosos de Religiões pela Paz, e reiterou sua condenação ao antissemitismo, assinalando que “a agressão não pode ser um ato de fé”, em referência à agressão verbal de um grupo de pessoas identificadas como lefebvristas contra os judeus que em 12 de novembro foram à Catedral de Buenos Aires para comemorar mais um ano da ‘Noite dos Cristais Quebrados’.

“A prédica da intolerância é uma forma de militância que deve ser superada”, acrescentou o Pontífice. Estas palavras foram valorizadas pelo diretor executivo do Congresso Judeu Latino-americano (CJL), Claudio Epelman, que participou do encontro e destacou que “o Papa nunca deixa de nos surpreender com a sua sensibilidade e o profundo interesse que mostra pelos seus interlocutores”.

“Com este encontro, o Papa manifestou, mais uma vez, o seu firme compromisso pessoal para com a construção de pontes entre as religiões e para trabalhar junto a todos nós para assegurar a paz”, destacou.

Além do diretor executivo do CJL, também participaram o Arcebispo de Aparecida (Brasil), Cardeal Raymundo Damasceno; assim como o argentino Mohamad Hallar, da Organização Islâmica para a América Latina; o venezuelano Samuel Olson, da Aliança Evangélica Latino-americana; Felipe Adolf, presidente da Conferência Latino-americana das Igrejas Protestantes; e o peruano Elias Szczytnicki, secretário de Religiões pela Paz.

Em 12 de novembro, um grupo de pessoas identificadas como “lefebvristas” tentou impedir a cerimônia, rezando o Terço e o Pai-nosso aos gritos, com uma atitude provocadora, a comemoração pelos 75 anos do pogrom alemão conhecido como “Kristallnacht”, que deu início à perseguição e extermínio dos judeus no regime nazista.

Saiba mais sobre o incidente AQUI.

Os manifestantes, na sua maioria jovens acompanhados por dois sacerdotes e adultos, também distribuíram folhetos com a frase: “Fora adoradores de deuses falsos do templo santo”.

Logo decidiram abandonar a Catedral para permitir o início da comemoração com a presença do Arcebispo de Buenos Aires, Dom Mario Poli, o rabino Abraham Skorka e representantes de outras confissões cristãs. É preciso lembrar que quando o Papa era cardeal de Buenos Aires não incentivava essa celebração como fazia parte dela.

Opinião

No link acima a  vocês vão leram uma matéria um tanto quanto tendenciosa. Confesso que estou em favor do Santo Padre. E penso que a atitude dos jovens e dos dois sacerdotes são fundamentalista. Não levam à nada. Apenas ao ódio mutuo.

Temos de ter zelo pelo caso de Deus. Sei que muitos a usam de modo profano e para eventos profanos. Mas seria um evento pela paz profano? A presença de judeus também profanariam o templo? Diante estes questionamentos só me pergunto uma coisa, por que Cristo acolheu os samaritanos?

O fundamentalismo nos leva a morte de fé. Quando fundamentamos nossa fé na fé de Jesus Cristo veremos que não está contra ele está a seu favor também.

Ipatinga-MG terá marcha do Terreiros de Umbanda

No próximo feriado. dia 15, Ipatinga-MG terá sua primeira Caminhada dos Terreiros de Umbanda. O evento será no bairro Canaã, a partir das 8h. Segundo os organizadores, a marcha tem como objetivo pedir por liberdade religiosa.

Em entrevista ao jornal local, Diário do Aço, a líder do terreiro Ilê Axé de Ogum, Fátima de Oxum falou que a caminhada ocorre no Dia Nacional da Umbanda. A data de 15 de novembro, já consagrada à comemoração da Umbanda em diversos municípios brasileiros, se refere ao dia em que o médium Zélio Fernandino de Moraes teria recebido, em Niterói (RJ), a missão de fundar o novo culto, no ano de 1908, cuja prática seria a caridade espiritual.

A Umbanda é uma religião brasileira com raízes africanas.  Segundo Fátima de Oxum ainda hoje o preconceito a religião é grande devido a falta de informação.  “É preciso parar com essa briga de religião, isso é horrível. O pedido que fazemos é por respeito. Eu não quero que me amem, mas quero que me aceitem e respeitem. Durante a caminhada, essa frase será repetida”, destacou Fátima de Oxum ao Diário do Aço.

A concentração da marcha será organizada na praça da avenida Galiléia, no Canaãzinho, às 8h. Por volta de 9h, o cortejo sairá pelas ruas do bairro. A caminhada será encerrada com uma celebração e almoço no terreiro Ilê Axé de Ogum, localizado na rua Madalena, 137, no mesmo bairro.

com informações do DA

Intolerância religiosa: projeto de fotógrafo espanhol contra a homofobia ofende a Igreja

O fotógrafo espanhol Gonzalo Orquin atraiu a ira do Vaticano por causa de seu novo projeto. Ele tirou uma série de fotografias de gays e lásbicas se beijando no altar de igrejas de Roma, numa alusão a fotos de casamento. Elas fazem parte de um livro e o fotógrafo pretendia expô-las numa mostra intitulada “Si, quiero”, expressão espanhola usada pelos casais na cerimônias de casamento. Contudo, após sua divulgação, o Vaticano interveio e conseguiu proibir o evento. “Por razões de segurança, decidimos não mostrar as fotos”, conta Orquin. Contudo, ressalta que seus advogados estão trabalhando no caso e não desistiu de fazer a mostra.

O porta-voz do Vicariato de Roma, Claudio Tanturri explica que as imagens violam a Constituição italiana. “O Direito Constitucional Italiano protege o sentimento religioso de um indivíduo e a estabelece as igrejas como lugares de culto. Essas fotos não são adequadas e não estão de acordo com a espiritualidade do lugar, ofendendo um lugar que serve para a expressão da fé”. Orquin recebeu apoio de grupos LGBTS que estão fazendo uma campanha no Facebook protestando contra a censura da liderança católica. Flavio Romani, presidente de um grupo italiano de direitos dos homossexuais não se conforma: “Nessas imagens não há provocação, o que vejo é uma troca de amor, um tipo de culto público que cria harmonia não contrário”.

O fotógrafo espanhol afirma ser católico e viveu em Roma por 8 anos. Para ele, a Itália é “um país muito homofóbico”, muito mais que as demais nações da Europa. Por isso mesmo, tomou alguns cuidadas para evitar problemas: “As fotos foram tiradas durante a madrugada, com as igrejas vazias. Não queria ferir a sensibilidade de ninguém. Nenhum padre viu e não tivemos nenhum problema”. Em entrevista ao jornal francês Le Figaro, explicou não ser homossexual e não entender a homofobia da Igreja Católica. “Deus é amor. Eu sou uma pessoa de fé. Pergunto-me todos os dias se um beijo, um simples gesto de amor entre os seres humanos, pode irritar a Deus”, assevera. Ressalta ainda que tem “muita esperança” que Papa Francisco mude a visão da Igreja sobre a questão da homossexualidade, como parece que já sinalizou.

Em julho, durante um culto em Belém, onde o pastor Marco Feliciano ministrava, ocorreu uma “manifestação” onde duas mulheres se beijaram dentro da igreja, o que gerou grande polêmica.  No mês passado, a polícia Militar prendeu duas jovens que se beijaram durante a ministração do pastor Marco Feliciano no evento Glorifica Litoral. A prisão aconteceu a mando do deputado que percebeu a ação das jovens. “A Polícia Militar que aqui está, dê um jeitinho naquelas duas garotas que estão se beijando. Aquelas duas meninas têm que sair daqui algemadas. Não adianta fugir, a guarda civil está indo até aí. Isso aqui não é a casa da mãe Joana, é a casa de Deus”, disse Feliciano.

Após o ocorrido, a questão da liberdade religiosa versus liberdade de culto voltou a ser amplamente debatida no Brasil. Feliciano afirmou que o ato das jovens é crime de acordo com o artigo 208 do Código Penal e prevê pena de um mês a um ano de prisão para quem “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.

Texto públicado no blog Fatos em Foco | Fonte: GP e Huffington Post

Intolerância Religiosa: Líder muçulmano afirma ser necessário destruir igrejas cristãs

Abdul Aziz bin Abdullah. Foto: White House
Abdul Aziz bin Abdullah. Foto: White House

(ACI/EWTN Noticias).- O Grande Muftí da Arábia Saudita, Abdul Aziz bin Abdullah, assinalou que “é necessário destruir todas as igrejas da região” já que isto estaria de acordo com a regra que estabelece o islã como a única religião praticável na Península Arábica.

Arábia Saudita é um país aliado do Ocidente na política mundial, e o Grande Muftí é o líder religioso mais importante no reino muçulmano sunita e é o líder do Conselho Superior dos Ulemas (estudiosos islâmicos) e do Comitê Permanente para emitir fatwas (decretos religiosos).

O líder religioso fez estas declarações a uma delegação do Kuwait chegada à Arábia conforme informou a Agência Fides.

Mufti fez esta declaração depois que Osama Al-Munawer, um parlamentar kuatiano, anunciou no mês passado, na sua conta da rede social Twitter, que tem a intenção de apresentar um projeto de lei para proibir a construção de novas Igrejas e lugares de culto não islâmicos no seu país.

Na Arábia Saudita vivem aproximadamente entre três a quatro milhões de cristãos que assim como o reino saudita financiou a construção de centenas de mesquitas na Europa e América do Sul, da mesma maneira estes imigrantes desejam ter uma igreja no país onde podem exercer seu culto religioso.

O Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, Cardeal Fernando Filoni, consagrou em junho passado, a nova igreja de Santo Antônio nos Emirados Árabes Unidos, perto de Dubai e uma nova igreja dedicada a São Paulo que está em construção em Abu Dhabi.

O rei de Bahrein, Hamad bin Issa al-Khalifa, doou um terreno para a construção de uma Catedral Católica neste país onde 80 por cento da população é muçulmana e só nove por cento são cristãos.

O Emir Amir Hamad bin Khalifa Al Thani, nos últimos anos se converteu no promotor de uma política de diálogo inter-religioso, apesar de manter em vigência a lei islâmica que impede os muçulmanos de converter-se a outra fé.

Atentado de extremistas muçulmanos contra um templo católico no Paquistão deixa 78 mortos

Interior da Igreja de Todos os Santos. Foto: Twitter/@xe_m
Interior da Igreja de Todos os Santos. Foto: Twitter/@xe_m

(ACI/EWTN Noticias).- Neste domingo, 22 de setembro, dois extremistas muçulmanos suicidas realizaram atentados consecutivos à Igreja Católica de Todos os Santos, em Peshawar, ao norte do Paquistão, causando a morte de 78 pessoas e pelo menos 130 feridos.

De acordo com as autoridades, este foi o ataque mais grave realizado contra a minoria católica no Paquistão.

Uma facção talibã assumiu o atentado, e ameaçou continuar atacando as minorias religiosas do país até que os Estados Unidos pare com os ataques de drones nas zonas remotas do país.

De acordo com o chefe de Polícia Mohammad Ali Babakhel, “o ataque aconteceu no final da missa”, quando os dois terroristas abriram fogo contra os guardas de segurança que vigiavam a igreja, matando um e ferindo o outro.

Depois de brigar com alguns fiéis, um dos terroristas explodiu a primeira bomba, ao ver-se rodeado pela polícia. Ao pouco tempo, no interior da igreja, aconteceu a segunda explosão.

Segundo informações recolhidas pela Europa Press, o atentado tem uma grande carga simbólica para os moradores da cidade porque a Igreja de Todos os Santos é um lugar que representa a harmonia inter-religiosa.

Depois das explosões, dezenas de pessoas saíram às ruas para protestar contra a Polícia por sua incapacidade para impedir os atentados.

Tanto o primeiro-ministro do Paquistão, Nawaz Sharif, como o presidente Mamnoon Hussein, condenaram energicamente o atentado; outras autoridades provinciais também se pronunciaram à condenação do ataque.

Traficantes “evangélicos” proíbem candomblé e até roupa branca em favelas

Adepta de culto afro em sua nova casa: crença desrespeitada -Foto: Urbano Erbiste / Agência O Globo

Adepta de culto afro em sua nova casa: crença desrespeitada -URBANO ERBISTE / AGÊNCIA O GLOBO

O GLOBO | RIO – A roupa branca no varal era o único indício da religião da filha de santo, que, até 2010, morava no Morro do Amor, no Lins de Vasconcelos. Iniciada no candomblé em 2005, ela logo soube que deveria esconder sua fé: os traficantes da favela, frequentadores de igrejas evangélicas, não toleravam a “macumba”. Terreiros, roupas brancas e adereços que denunciassem a crença já haviam sido proibidos, há pelo menos cinco anos, em todo o morro. Por isso, ela saía da comunidade rumo a seu terreiro, na Zona Oeste, sempre com roupas comuns. O vestido branco ia na bolsa. Um dia, por descuido, deixou a “roupa de santo” no varal. Na semana seguinte, saiu do morro, expulsa pelos bandidos, para não mais voltar.

— Não dava mais para suportar as ameaças. Lá, ser do candomblé é proibido. Não existem mais terreiros, e quem pratica a religião faz isso de modo clandestino — conta a filha de santo, que se mudou para a Zona Oeste.

Já há registros na Associação de Proteção dos Amigos e Adeptos do Culto Afro-Brasileiro e Espírita de pelo menos 40 pais e mães de santo expulsos de favelas da Zona Norte pelo tráfico. Em alguns locais, como no Lins e na Serrinha, em Madureira, além do fechamento dos terreiros, também foi proibido o uso de colares afros e roupas brancas. De acordo com quatro pais de santo que passaram pela situação e foram ouvidos pelo jornal “Extra”, o motivo das expulsões é o mesmo: a conversão dos chefes do tráfico a denominações evangélicas.

E a intolerância religiosa não é exclusividade de uma só facção criminosa. Distante 13 quilômetros do Lins e ocupado por um grupo rival, o Parque Colúmbia, na Pavuna, tem realidade parecida: a expulsão dos terreiros, acompanhada de perto pelo crescimento de igrejas evangélicas. Desinformada sobre as “regras locais”, uma mãe de santo tentou fundar ali seu terreiro. Logo recebeu a visita do presidente da associação de moradores, que a alertou: atabaques e despachos eram proibidos ali.

— Tive que sair fugida. Tentei permanecer, só com consultas. Mas eles não gostaram — afirma.

Conselho: UPP é solução

A situação já é do conhecimento de pelo menos um órgão do governo: o Conselho Estadual de Direitos do Negro (Cedine). O presidente do órgão, Roberto dos Santos, diz que já foram encaminhadas denúncias ao Cedine:

— Mas a intolerância armada só pode ser vencida com a chegada do Estado a esses locais, com as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu, chefe do tráfico no Morro do Dendê, na Ilha do Governador, ostenta no antebraço direito uma tatuagem com o nome de Jesus Cristo. Pela casa, Bíblias por todos os lados. Mas em seus domínios reina o preconceito: enquanto os muros da favela recebiam dizeres bíblicos, os dez terreiros que funcionavam no local deixaram de existir.

Guarabu passou a frequentar a Assembleia de Deus Ministério Monte Sinai em 2006 e se converteu. A partir daí, quem andasse de branco pela favela era “convidado a sair”. A situação se repete na Serrinha, ocupada pela mesma facção criminosa.

Segundo a lei 7.716/89, o crime de intolerância religiosa não prescreve e é punido com pena de um a três anos de detenção.

Liberdade religiosa será tema de Congresso em Roma

“A liberdade religiosa hoje”. Este é o tema do congresso patrocinado pelo Pontifício Conselho para a Cultura que será realizado em Roma no dia 19 de abril. Oradores de todo o mundo falarão sobre a situação em seus países e darão testemunhos também através da Internet.

O evento será organizado com a tecnologia TED, que reúne pessoas do mundo inteiro com o objetivo de “espalhar idéias”. O site http://www.ted.com, traduzido em 90 línguas, é um dos mais visitados da rede, com mais de 1 milhão e meio de contatos por dia.

A abertura do congresso será feita pelo Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Cardeal Gianfranco Ravasi. As principais questões a serem debatidas giram em torno da liberdade religiosa hoje, o sentido disso na atualidade, a contribuição da religião no desenvolvimento humano, a abertura da transcendência à razão e o que dá significado à vida.

Divulgado “Relatório sobre a Liberdade Religiosa no mundo 2012”

Cristãos são os que mais sofrem discriminações e perseguições, afirma relatório.

Foi apresentado nesta semana, em Roma, o “Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo 2012”, realizado pela Fundação “Ajuda à Igreja que Sofre”. Nota-se, através dos dados, que a situação está piorando em relação ao recente passado e que são sobretudo as comunidades cristãs, mas não somente, as que sofrem graves discriminações, que muitas vezes desembocam em agressões e violências.

O relatório examina 196 países, dos quais 131 de maioria cristã. E são precisamente os cristãos os que mais sofrem discriminações e perseguições. Assinala-se também que a mortificação ao professar a própria fé atinge também outras minorias religiosas, com vários níveis de gravidade. Todos são vítimas de simples atos de ultraje e desprezo a atos de opressão e verdadeira agressão.

Uma situação que muitas vezes causa vítimas inocentes e determina atos de represália entre comunidades e etnias diferentes. Por exemplo, na China e em outros países orientais estão em aumento – segundo o relatório – as tentativas de governos de submeterem as comunidades religiosas aos controles do Estado.

Particularmente preocupante a situação nos países da Primavera Árabe, onde as instâncias democráticas dos primeiros momentos deixaram espaço a um islamismo não moderado. Refletindo sobre isso, a Rádio Vaticano entrevistou o jesuíta egípcio, Padre Samir Khalil Samir, especialista no Islamismo da Universidade São José de Beirute.

“Para eles o ideal é impor a xariá islâmica. Pretendem que seja a lei dada por Deus no século VII a Maomé. Sendo uma lei divina é perfeita. Todas as demais constituições – dizem eles – são humanas, portanto, imperfeitas. Os cristãos, sendo uma minoria, apesar de forte, são os primeiros que sentem esta exclusão. A situação, portanto, cada vez mais difícil. A solução? Queremos mudar, mas é necessário uma mudança de mentalidade, da visão política. Estamos, porém, longe de chegar a isso”, afirmou.

O extremismo islâmico dá vida a atos de verdadeira agressão também em países africanos, como Quênia, Mali, Nigéria e Chade. Caso extremo é a Arábia Saudita, onde aos 2 milhões de cristãos residentes não é permitido alguma manifestação do próprio credo.

Um capítulo à parte é representado pela Índia e pelo Paquistão, onde, após as violências anticristãs dos anos passados no Estado de Orissa, as leis contra as conversões hoje representam muitas vezes uma desculpa para cometer abusos de poder. E isso apesar da Constituição indiana reconhecer o pleno direito à liberdade religiosa.

Além do mais, muda a situação dos cristãos por causa da mudança da legislação: no Kirguistão, em sentido positivo, e no Tajiquistão, em sentido negativo, pois a nova lei sobre comunidades religiosas está obrigando muitos cristãos a emigrarem.

Mas diante de tantos abusos e tanta dor, não faltam os exemplos luminosos de colaboração e de convivência pacífica entre cristãos e outras religiões. Frequentemente se consegue trabalhar juntos para o progresso da sociedade. Sobre essa questão falou em entrevista à Rádio Vaticano Nino Sergi, Presidente da Organização humanitária Intersos.

“Diante de casos dramáticos, que nos devem fazer ler as realidades e nos fazer reagir, há centenas, talvez milhares, de casos de pequenas comunidades, pequenos vilarejos, pessoas, associações e assim por diante, que, ao invés, vivem ainda, bastante profundamente, o seu relacionamento entre si, considerando-se iguais e ajudando-se mutuamente. Esses aspectos são hoje pouco valorizados e, creio, ao invés, que deveríamos olhá-los melhor e tutelá-los, desenvolvê-los, ajudá-los a crescer, para que não desapareçam. Há ainda muitas realidades onde se dialoga, onde há respeito, onde os muçulmanos nas grandes festas vão à missa e muitas vezes também os cristãos vão às festas muçulmanas, não tanto por causa de uma mistura de religiões, mas por um respeito mútuo”, ressaltou.

Intolerância religiosa: No dia de Nossa Senhora, homem invade igreja e quebra imagem, no ES.

Ele se aproximou da santa no altar e jogou a imagem no chão. Homem ainda tentou agredir padre e foi levado para a delegacia.

Homem quebrou imagem de Nossa Senhora no meio da missa (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

 G1 – Um homem invadiu a missa e quebrou a imagem de Nossa Senhora, na igreja católica do bairro Jardim Asteca, em Vila Velha, no início da tarde desta sexta-feira (12), no Espírito Santo. O homem ainda tentou agredir o padre com uma cruz de ferro. Ele foi contido pelos fiéis até a polícia chegar e foi levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ), onde disse que  “cumpriu a ordem do pai do céu”.

No momento da confusão, o padre Geilson José estava celebrando a missa paroquial em homenagem à Nossa Senhora Aparecida. A igreja estava cheia e todos viram quando, no meio da celebração, um homem vestido com roupas sujas e gastas entrou e se aproximou da santa. Segundo o padre, todos pensaram que se tratava de um andarilho que estava pagando promessa.

O homem se aproximou da imagem da santa no altar e a jogou no chão. A imagem ficou em pedacinhos, só restou o manto e a coroa. O homem pegou uma barra de ferro com uma cruz e tentou agredir o padre. Os fiéis intervieram e conseguiram segurar o homem até a polícia chegar.

No DPJ do município, o homem foi identificado como José Sena Santos. “Fiz o que o pai do céu mandou. Só cumpri a ordem dele”, disse. Segundo a polícia, existe um mandado de prisão por homicídio em Minas Gerais em nome dele. Por isso, ele ficou detido.

Tolerância e relativismo

Dom Redovino Rizzardo
Bispo de Dourados (MS)

Ao longo do mês de setembro, um filme produzido nos Estados Unidos, ridicularizando a figura de Maomé, fundador do Islã, ocupou as manchetes dos meios de comunicação social de todo o mundo, pelas graves conseqüências que provocou. Foram inúmeros os países em que os protestos dos muçulmanos causaram dezenas de mortes, entre elas, do embaixador norte-americano na Líbia.

Poucos dias antes, o Festival de Cinema de Veneza havia premiado o filme “Paraíso: Fé”, que zomba a religião católica ao mostrar uma mulher masturbando-se com um crucifixo. Mas, diferentemente do que aconteceu com a produção norte-americana, foram raras as pessoas que tomaram a defesa da Igreja. Para uma delas, o motivo é simples: “Uma das características da “cultura” atual é atacar os católicos e, em seguida, defender-se apoiando-se na liberdade de expressão“. De igual teor foi a reação do diretor de uma revista francesa ao se defender das críticas que recebeu, por ter acirrado mais ainda os ânimos, publicando charges contra Maomé, poucos dias depois do aparecimento do filme norte-americano: “As religiões não podem ser questionadas? Ou só é possível fazê-lo contra a Igreja Católica?“.

Dois pesos e duas medidas: denegrir o Cristianismo é direito, arte e cultura, e ai de quem se atreve a divergir! Pelo contrário, ofender o Islã é preconceito e intolerância, como afirmou a própria Dilma Roussef no discurso que proferiu nas Nações Unidas, no dia 25 de setembro: «Como presidente de um país no qual vivem milhares de brasileiros de confissão islâmica, registro neste plenário nosso veemente repúdio à escalada de preconceito islamofóbico em países ocidentais».

Mas, até que ponto é lícito ferir a cultura e a religião de quem pensa diferente? Violência gera violência: à prepotência da imprensa, que se julga dona da verdade e acima de qualquer questionamento, há muçulmanos que se sentem no direito e no dever de responder com a força das armas! Em pronunciamento feito no dia 12 de setembro, o porta-voz do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, lembrou que o caminho a ser percorrido é diferente: “O respeito pelas crenças, pelos textos, pelos personagens e pelos símbolos das diferentes religiões é uma condição essencial para a coexistência pacífica dos povos“.

Numa sociedade que se pensa cada vez mais tolerante, o que mais parece faltar é tolerância, sobretudo em matéria de ética, moral e religião. Foi o que disse o papa Bento XVI na entrevista que concedeu ao jornalista alemão Peter Seewald, em 2010: «O que se está difundindo hoje é um novo tipo de intolerância. Existem maneiras de pensar bastante difusas que devem ser impostas a todos. É o que acontece, por exemplo, quando se afirma que, em nome da tolerância, não devem existir crucifixos nos edifícios públicos. No fundo, estamos eliminando a tolerância, porque, na realidade, isto significa que a religião e a fé cristã já não podem se expressar de modo visível.

A mesma coisa acontece quando, em nome da não discriminação, se quer obrigar a Igreja Católica a mudar a própria posição em relação à homossexualidade ou à ordenação sacerdotal das mulheres. Na prática, isso significa que não lhe é permitido viver a própria identidade, substituindo-a por uma religião abstrata como critério tirânico último, ao qual todos se devem dobrar. E isso seria liberdade, pelo simples fato de que nos livraria de tudo o que era praticado anteriormente.

A verdadeira ameaça diante de qual nos encontramos hoje é a de que a tolerância seja abolida em nome da própria tolerância. Há o perigo de que a razão ocidental afirme ter finalmente descoberto o que é justo e apresente uma pretensão de totalidade que é inimiga da liberdade. Creio ser necessário denunciar fortemente esta ameaça. Ninguém é obrigado a ser cristão. Mas também ninguém deve ser constrangido a viver segundo a ‘nova religião’, como se fosse a única e verdadeira, vinculante para toda a humanidade“.

Para o papa, a “nova religião” que está penetrando em todos os segmentos da sociedade é «a ditadura do relativismo, para quem nada é definitivo, e tem como único critério o próprio eu e suas vontades». Contudo, num mundo que assume como religião o relativismo, o que determina o pensamento e as atitudes das pessoas só poderá ser um novo paganismo…

Dom Francisco Biasin aguarda inscrições para o curso sobre “Diversidade religiosa no Brasil”

biasinA Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo inter-religioso promove curso sobre “Diversidade religiosa no Brasil”, desafios e possibilidades para o diálogo ecumênico e inter-religioso, de 10 a 12 de fevereiro, no Rio de Janeiro. Os objetivos são,  Compreender os aspectos determinantes do pluralismo eclesial e religioso no Brasil,  Capacitar agentes de pastoral para o diálogo ecumênico e inter-religioso,  Capacitar professores do ensino religioso em escolas públicas e particulares.

A motivação principal para a realização do curso, descrita no material de divulgação, é a seguinte: “o crescente pluralismo eclesial religioso no Brasil apresenta a necessidade de desenvolvermos posturas de respeito, acolhida, diálogo e cooperação ecumênica e inter-religiosa. Para tanto, faz-se necessária adequada formação, capaz de aprofundar o conhecimento sobre o diálogo já realizado, bem como compreender as exigências e as possibilidades para a continuidade do diálogo ecumênico e inter-religioso no Brasil”.

A metodologia compreende conferências, trabalhos em grupos, plenários e celebrações.  O curso será realizado no Centro de Acolhida Missionária Assunção (CENAM).

Confira a programação e a ficha de inscrição

III SIMPÓSIO DE FORMAÇÃO ECUMÊNICA 
XV ENCONTRO DE PROFESSORES DE ECUMENISMO E DE DIÁLOGO INTERRELIGIOSO

TEMA: A DIVERSIDADE RELIGIOSA NO BRASIL

Local: Assunção: Centro de Acolhida Missionária – CENAM
R. Almirante Alexandrino – 2023
Bairro Santa Teresa – Rio de Janeiro – RJ
Fone: 21 2224 9963 – 2252 5931

Contribuição: Diária R$ 75.00 completa; R$ 45.00 apenas refeições.

Programação

10/02/2012

15:00 – Reunião com os bispos referenciais para o diálogo ecumênico e inter-religioso nos Regionais da CNBB – No Sumaré.
19: 00 – Acolhida dos participantes do Simpósio/Encontro de Professores

20:00 – Celebração de abertura

11/02/2012

7:00 – Espiritualidade
7:30 – Café
8:00 – A diversidade religiosa no Brasil – Análise sócio-fenomenológica
10: 00 – Intervalo
10:30  – O pentecostalismo no Brasil – Análise sócio-fenomenológica
12:00 – Intervalo
14:00 – A diversidade religiosa no Brasil – Análise teológico-pastoral
16:00 – Intervalo
16:30 – A diversidade religiosa no Brasil – Análise teológico-pastoral
18:00 – Celebração Eucarística
19:00 – Jantar
20:15 – Grupos de trabalho

12/02 /2012
7:00 – Celebração eucarística
8:00 – Café
8:30 – O pentecostalismo no Brasil – Desafios e perspectivas para o diálogo
10:00 – Intervalo
10:30 – O pentecostalismo no Brasil – Desafios e perspectivas para o diálogo
12:00 – Intervalo
14:00 – A articulação do diálogo ecumênico e inter-religioso no Brasil
16:00 – Intervalo
16: 30 – A articulação do diálogo ecumênico e inter-religioso no Brasil
18:00 – Avaliação e Celebração de encerramento

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Fixa de inscrição:
Nome:
Igreja:
Instituição – Função:
Endereço:
CEP:                                                         Cidade:
Fone:                                                          e.mail:

Enviar a ficha de inscrição até 30-01-2012 para:
Dom Francisco Biasin
Rua 06 n. 98 Jardim Caroline Voldac
27286 – 320 Volta Redonda – RJ