Igreja Católica condena a idolatria a Nossa Senhora

Meus amados, o título é um tanto quanto apelatório, mas necessário. Sem ele você não estaria lendo esse texto nesta hora. Já falamos em várias postagens que nós católicos não adoramos a Maria e/ou aos santos e santas. Apenas veneramos e por meio desta ação lembramos quem os inspirou a na vida de santidade, Jesus Cristo.

Em um artigo postado pela Church Pop,  temos uma informação relevante e que mostra que desdes os primórdios da Igreja, que sim era católica, havia a condenação a adoração a Nossa Senhora e aos santos e santas. Esse pensamento sempre foi claro. PARA NÓS CATÓLICOS O ÚNICO DIGNO DE ADORAÇÃO É DEUS: PAI, FILHO E ESPÍRITO SANTO. Ninguém mais pode ser adorado, nem sequer a bem-aventurada Mãe de Deus…

Ninguém!

Se é desde o começo conte-nos uma caso sobre isso? Eis aí sua resposta “jovem padawan”.

Então, na história da Igreja se conhece um grupo de “cristãos” que caíram no erro de adorar a Virgem Maria. Esta é a história da sua heresia e de como foram condenados pela Igreja.

As heresias são tão antigas como a própria história do Cristianismo. Por isso, a Igreja tem que atuar diligentemente para denunciá-las e para que o povo de Deus não seja confundido.

No séc. IV apareceu um grupo de autodenominados “cristãos”, conhecidos como Coliridianos, os quais se reuniam num culto de adoração à Virgem Maria. Este estranho culto consistia em oferecer bolos e pastéis à Virgem, como sinal de adoração. Na realidade, eles não eram cristãos, eram uma seita gnóstica integrada majoritariamente por mulheres que tomaram a figura de Maria, mesclando-a com deuses pagãos para confundir os verdadeiros cristãos.

Quando Santo Epifânio, bispo de Salamina, soube desta heresia, não tardou em denunciá-la e condená-la em nome de toda a Igreja Católica. Tal condenação pode ler-se, em sua célebre “Paranión”, em que também denuncia outras heresias da época.

“É ridícula e, na opinião dos sábios, totalmente absurda”, assim Santo Epifanio descrevia a heresia coliridiana, “pois aqueles que, com uma atitude insolente, são suspeitos de fazer estas coisas, prejudicando a mente das pessoas (…) pessoas que se inclinam nesta direção são culpadas de terem feito pior dano”.

Também, Santo Epifânio esclareceu a diferença entre o verdadeiro culto a Deus e a verdadeira devoção à Virgem Maria: “Seja Maria honrada. Sejam Pai, Filho e Espírito Santo adorados, mas ninguém adore à Maria”.

Mais isso não prova que condenam a idolatria aos santos e Nossa Senhora.

O mesmo ensinamento imutado pelo bispo é o que está em nossa doutrina. Veja o Catecismo da Igreja Católica:

“Todas as gerações me chamarão bem-aventurada” (Lc , 48): “A piedade da Igreja para com a Santíssima Virgem é intrínseco ao culto cristão” (MC 56) A Santíssima Virgem “é honrada com razão pela Igreja com um culto especial. E, em afeto, desde os tempos mais antigos, se venera a Virgem Maria com o título de Mãe de Deus”, sob cuja proteção, se achegam os fiéis suplicantes em todos os seus pedidos e necessidades… Este culto (…) também é todo singular, é essencialmente diferente do culto de adoração a Deus, ao Verbo Encarnado, ao Pai e ao Espírito santo, mas o favorece poderosamente”. (LG); encontra sua expressão nas festas litúrgicas dedicadas à Mãe de Deus (cf. SC 103) e na oração mariana, como o Santo Rosário, “síntese de todo evangelho” (Catecismo da Igreja Católica 971).

Ainda tem dúvidas sobre isso? Vamos conversar. Comente e compartilhe.

Paz e bem!

Por Marquione Ban com informações de Church Pop

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Adoração com o Papa na Solenidade do Corpus Christi energiza católicos em todo o mundo

Pe. Federico Lombardi e Arcebispo Rino Fisichella em coletiva de imprensa

(ACI).- O mundo católico estará unido com o Papa Francisco na festa do Corpus Christi, ocasião em que ele liderará uma “histórica” hora de Adoração Eucarística junto com fiéis de todo o mundo em simultâneo. A Adoração ocorre no contexto do Ano da Fé, convocado por Bento XVI e que o Papa Francisco dá continuidade.

“Até mesmo algumas ilhas no meio do oceano … Às duas da manhã – que nem sequer têm eletricidade – vão estar em comunhão com o Papa Francisco e conosco durante uma hora”, disse o arcebispo Rino Fisichella  que explicou a intensa reação que ele experimenta em relação ao evento de 2 de Junho.

“Eu tenho orgulho de dizer que este é um momento histórico para a Igreja, pois durante uma hora todas as igrejas do mundo estarão unidas. (…) Estaremos unidos porque a Eucaristia torna todos um só corpo e um só espírito, entrando no sentido mais profundo da Eucaristia”, partilhou o arcebispo em entrevista ao grupo ACI no dia 28 de maio.

O encontro será uma hora de adoração simultânea para a Festa de Corpus Christi, que o Papa Francisco vai iniciar na Basílica de São Pedro, às 17:00h, horário de Roma.

O Arcebispo Fisichella anunciou  no dia 28 de maio que há duas intenções para esta Hora Santa.

A primeira é pela “Igreja em todo o mundo estar unida hoje na Adoração da Santíssima Eucaristia”, que o Senhor faça que ela sempre seja obediente à sua palavra, que ela apareça perante o mundo como “bela, sem mancha nem ruga, santa e sem defeito”.

A segunda intenção é dedicada às pessoas em todo o mundo que sofrem com a violência, as drogas o tráfico de seres humanos, a insegurança econômica e por aqueles que foram empurrados às margens da sociedade.
Enquanto o Papa Francisco rezará em italiano e latim, as Horas Santas serão conduzidas no idioma local de cada país.

O Pontifício Conselho para a Nova Evangelização postou o programa que será usado em Roma no seu site, e em breve o disponibilizará também em seis idiomas.

O Ano da Fé será comemorado com outro grande evento no próximo mês, em um fim de semana dedicado à reflexão sobre encíclica “Evangelium Vitae” (O Evangelho da Vida), do Beato João Paulo II. Este será realizado em Roma entre os dias 15 e 16 de junho.