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Próximo ao dia da canonização de João Paulo II vejamos seu túmulo ao vivo

Imagem do Túmulo do Beato João Paulo II que será santificado neste domingo
Imagem do Túmulo do Beato João Paulo II que será santificado neste domingo

O tema da webcam do túmulo do Papa João Paulo II é um dos mais visto deste blog. Como estamos a poucos dias da sua canonização, que tal revistarmos o túmulo? Clique AQUI.

João Paulo II foi beatificado no dia 1º de maio, domingo da misericórdia na época.

Neste domingo, 27/04, o Papa Francisco, com a presença do papa emérito Bento XVI, vai canonizar João Paulo II e também o Papa João XXIII.

Veja aqui o site de João Paulo II ou http://www.karol-wojtyla.org

Beatos João Paulo II e João XXIII serão canonizados no domingo da Divina Misericórdia, em 2014

juan-pablo-iiO Vaticano informou nesta manhã, que na Sala do Consistório do Palácio Apostólico Vaticano, o Papa Francisco celebrou o Consistório Ordinário Público para a Canonização dos Beatos Papas João XXIII e João Paulo II. No curso, o Papa Francisco decretou que os Beatos João XXIII e João Paulo II sejam canonizados, quer dizer inscritos no Livro dos Santos, em 27 de abril do próximo ano 2014, segundo domingo de Páscoa, dia dedicado à Divina Misericórdia.

O Beato João Paulo II pode ser canonizado ainda este ano

Do blog Eclesia Una uma ótima notícia para nós católicos.

Por Andrea Tornielli – Tradução: Ecclesia Una | “Santo subito!”: a canonização do Papa Wojtyla caminha a passos largos e poderia ser celebrada já no próximo mês de outubro. Papa João Paulo IIDe fato, nos últimos dias, a Comissão Médica da Congregação para as Causas dos Santos reconheceu que é inexplicável uma cura atribuída ao beato João Paulo II. Um suposto “milagre” que, se aprovado também pelos teólogos e cardeais – o que é muito provável –, fará com que o Pontífice polaco, que morreu em 2005, obtenha a auréola de santo em um tempo recorde, apenas oito anos depois de sua morte.

Tudo aconteceu em grande segredo, com a máxima discrição. Em janeiro, o postulador da causa, mons. Slawomir Oder, apresentou uma possível cura milagrosa à Congregação vaticana para os santos, para uma opinião preliminar. Como é sabido, depois da aprovação de um milagre para a proclamação de um beato, o procedimento canônico prevê o reconhecimento de um segundo milagre que deve acontecer depois da cerimônia de beatificação.

Dois médicos da comissão vaticana examinaram previamente este novo caso, e ambos deram um ditame favorável. O dossiê com os registros médicos e os testemunhos foi então apresentado oficialmente ao dicastério, que imediatamente o incluiu em sua agenda, para ser examinado. Nos últimos dias, o tema foi discutido por uma comissão de sete médicos, presidida pelo doutor Patrizio Polisca, cardiologista de João Paulo II, médico pessoal de Bento XVI e, agora, do Papa Francisco. A comissão médica também deu um parecer favorável, a primeira via livre oficial por parte do Vaticano, definindo como inexplicável a cura atribuída à intercessão do beato Karol Wojtyla.

Trata-se da superação do primeiro obstáculo fundamental, já que o suposto milagre terá agora que ser aprovado pelos teólogos e logo pelos cardeais e bispos da Congregação, antes de ser submetido ao Papa para o “sim” definitivo. Mas, de todo modo, o trâmite da comissão é considerado o passo mais importante: nem os teólogos nem os cardeais entram de fato nas valorações clínicas relativas ao caso.

Fica evidente, pelos passos que já foram dados, a vontade da Congregação para as Causas dos Santos de proceder de maneira rápida, como aconteceu com a beatificação de João Paulo II, celebrada por seu sucessor Bento XVI, em 1º de maio de 2011. Esta larga estrada que segue aberta para Wojtyla indica que também o Papa Francisco está a favor da canonização do Pontífice polaco.

Todavia, é prematuro falar de datas para a canonização, mas a rapidez com a qual está acontecendo o processo do milagre deixa aberta a possibilidade de que se celebre no domingo, dia 20 de outubro, aproveitando a festa litúrgica assinalada para o bem-aventurado Wojtyla, fixada em 22 de outubro.

A canonização tornará João Paulo II o segundo Papa santo do último século, depois de Pio X. Outros dois Papas beatificados mas não declarados santos são Pio IX e João XXIII. Outro Pontífice que está vendo chegar sua beatificação é Paulo VI: depois da conclusão do processo já foi apresentado à Congregação para as Causas dos Santos um milagre atribuído a sua intercessão. Espera-se, por outro lado, a indicação de um milagre para a causa de Pio XII. Enquanto isso, o processo do Papa Luciani já se encontra em fase avançada. Como se vê, a história do papado do século XX está cheia de auréolas.

500 anos da Capela Sistina: O Papa alenta a usar a arte para evangelizar

 (ACI/EWTN Noticias).- “Arte e fé. ‘Via Pulchritudinis’ (O caminho da beleza)”, é o título do documentário realizado pelos Museus Vaticanos, em colaboração com a televisão polonesa TBA, pela ocasião do 500º aniversário da conclusão da abóbada da Capela Sistina, pintada pelo célebre Michealangelo entre 1508 e 1512.

Bento XVI, que compareceu na sexta-feira 26 a uma projeção do filme no Sala Paulo VI, assinalou em um breve discurso que “embora não era a primeira vez que os Museus Vaticanos ilustravam os laços entre arte e fé através do patrimônio das galerias pontifícias, este documentário era, de algum jeito, especial porque coincidia com o Ano da Fé”.

“Para muitas pessoas a visita aos Museus Vaticanos representa, durante sua viagem a Roma, o maior contato e às vezes o único, com a Santa Sé e, portanto, uma ocasião privilegiada para conhecer a mensagem cristã”.

“Poderíamos dizer –continuou o Papa– que o patrimônio artístico da Cidade do Vaticano constitui uma espécie de grande ‘parábola’ mediante a qual o Papa fala com os homens e as mulheres de todo o mundo que pertencem a culturas e religiões diversas; pessoas que possivelmente jamais leiam um discurso ou uma homilia dele”.

Bento XVI indicou ademais que “a linguagem da arte é uma linguagem parabólica, dotado de uma abertura universal: a ‘via pulchritudinis’ é um caminho capaz de guiar a mente e o coração para o Eterno, de elevá-los até as alturas de Deus”.

“Aprecio muito que o filme mencione várias vezes a dedicação dos pontífices romanos à conservação e valorização do patrimônio artístico; e também, na época contemporânea à renovação do diálogo da Igreja com os artistas”.

O Papa disse que “a coleção de Arte Religiosa Moderna dos Museus Vaticanos é a demonstração evidente da fecundidade deste diálogo. Mas na verdade todo o grande organismo dos Museus Vaticanos possui esta dimensão que poderíamos chamar ‘evangelizadora’”.

O Santo Padre recordou também “a grande sensibilidade pelo diálogo entre arte e fé” do Beato João Paulo II e sublinhou que arte e a fé são um “binômio que acompanha a Igreja e à a Santa Sé há dois mil anos; um binômio que hoje devemos valorizar com mais afinco para levar aos homens e as mulheres de nossa época o anúncio do Evangelho, do Deus que é beleza e amor infinitos”.

Por último, o Pontífice expressou o desejo de que o documentário suscite em muitas pessoas “o desejo de conhecer melhor essa fé que sabe inspirar tais e tantas obras de arte”.

Igreja celebra memória de João Paulo II hoje

(Ecclesia) – A Igreja Católica celebra hoje, pela segunda vez, a memória litúrgica de João Paulo II (1920-2005), Papa polaco que foi beatificado em maio de 2011 pelo seu sucessor, Bento XVI, no Vaticano.

A data assinala o dia de início de pontificado de Karol Wojtyla, em 1978, pouco depois de ter sido eleito Papa.

Na habitual resenha biográfica que é apresentada no calendário dos santos e beatos, João Paulo II é lembrado pela “extraordinária solicitude apostólica, em particular para com as famílias, os jovens e os doentes, o que o levou a realizar numerosas visitas pastorais a todo o mundo”.

“Entre os muitos frutos mais significativos deixados em herança à Igreja, destaca-se o seu riquíssimo Magistério e a promulgação do Catecismo da Igreja Católica e do Código de Direito Canónico para a Igreja latina e oriental”, pode ler-se.

Aos fiéis é proposta ainda uma passagem da homilia  de João Paulo II no início do seu pontificado, precisamente a 22 de outubro de 1978, na qual afirmou: ‘Não, não tenhais medo! Antes, procurai abrir, melhor, escancarar as portas a Cristo!’.

Karol Jozef Wojtyla, eleito Papa a 16 de outubro de 1978, nasceu em Wadowice (Polónia), a 18 de maio de 1920, e morreu no Vaticano, a 2 de abril de 2005.

Entre os seus principais documentos, contam-se 14 encíclicas, 15 exortações apostólicas, 11 constituições apostólicas e 45 cartas apostólicas.

O Papa polaco foi proclamado beato a 1 de maio do último ano, na Praça de São Pedro, numa cerimónia em que participaram cerca de um milhão de pessoas, encerrando a penúltima etapa para a declaração da santidade, na Igreja Católica.

De acordo com o direito canónico, para a canonização é necessário um novo milagre atribuível à intercessão do Beato João Paulo II a partir desse dia.

Segundo o postulador da causa de canonização , padre Slawomir Oder, têm chegado a Roma testemunhos muito significativos e “pequenos milagres” que se encontram em estudo.

OC

No próximo dia 22 de outubro a igreja celebra o Beato João Paulo II

A Igreja no mundo todo vai celebrar no próximo dia 22 de outubro a memoria do Beato João Paulo II. O saudoso papa sempre estará em nossas memorias como o papa da paz.

Não diferente de todos O Anunciador também vai celebrar esse dia tão importante para nós católicos. Para começar as comemorações preparamos alguma capas para facebook com frases do nosso beato querido.

Paróquia brasileira dedicada ao Beato João Paulo II completa 1 ano

Na próxima segunda-feira, 22, a primeira paróquia do Brasil (autorizada pelo Vaticano) dedicada ao Beato João Paulo II completa um ano. Os devotos da comunidade, que fica na zona norte de Juiz de Fora (MG) já se preparam para a festa de um ano e também do padroeiro, na próxima segunda-feira (22).

A novena em homenagem ao Beato João Paulo II já começou, na Igreja Nossa Senhora Aparecida, sede da paróquia. No dia 22, os fiéis participam do encerramento das orações, às 19h30 e logo após haverá carreata pelas ruas do bairro.

Dia 22 de outubro Igreja celebra o Beato João Paulo II

“Todos estão muito alegres por estarem celebrando o Beato João Paulo II”, ressaltou o padre João Francisco Batista da Silva.

De acordo com as normas da Igreja, a veneração a um beato é restrita, ou seja, não é toda paróquia que pode celebrar a festa. Por esse motivo, a exclusividade de celebrar a festa do dia 22 de outubro é apenas daquela que o tem como padroeiro.

A sede da paróquia fica na Igreja Nossa Senhora Aparecida (Rua Jarcil Firmino Pinheiro, 30 – bairro Nova Era). A comunidade surgiu da divisão do território da Paróquia Nossa Senhora de Fátima (bairro Santa Cruz). Além de Nova Era, ela abrange os bairros: Jardim dos Alfineiros, Santa Lucia, Nova Era II e Jardim Santa Isabel. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (32) 4141-3235.

Relíquia com sangue do Beato João Paulo II roubada e encontrada logo depois

(ACI/EWTN Noticias).- Um relicário com uma ampola contendo um pouco de sangue do Beato Papa João Paulo II foi roubado na terça-feira 28 de agosto, na localidade de Marina di Cerveteri (Itália), enquanto era transladada de trem a um Santuário ao norte de Roma.

Felizmente as autoridades policiais conseguiram recuperá-la poucas horas depois do furto.

O Padre Augusto Baldini, sacerdote encarregado do transporte da relíquia, disse às autoridades que foi distraído no trem em que viajava por três homens que lhe perguntaram endereços e que desceram algumas estações antes que ele.

Ao descer do trem, o sacerdote se deu conta de que sua mochila tinha desaparecido.

As autoridades encontraram a relíquia sem a mochila, entre uns arbustos perto da estação da ferrovia de Marina di Cerveteri.

A polícia, que ainda não identificou os autores do roubo, não tem claridade sobre o que fizeram os ladrões, se deixaram o frasco por não saber seu conteúdo ou se planejavam retornar para recuperá-lo mais tarde.

Na ampola “está guardado o sangue extraído do Papa depois do ataque de 13 de maio de 1981”, explicou o sacerdote.

A relíquia foi exposta à veneração pública pela primeira vez no dia 1 de maio de 2011, durante a beatificação do Papa João Paulo II, falecido no dia 2 de abril de 2005.

Conheça os Patronos e Intercessores da JMJ 2013

Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, divulgou hoje à tarde os nomes dos santos e beatos que são patronos e intercessores da Jornada Mundial da Juventude, JMJ 2013, que será realizada no Rio de Janeiro. Os nomes foram divulgados durante a cerimônia realizada no Santuário de Nossa Senhora da Penha. Uma procissão compostas por jovens e religiosos, que subiram  as escadarias do Santuário de Nossa Senhora da Penha, marcou o evento. Após a procissão, Dom Orani, do alto das escadarias, divulgou o  cinco patronos e 13 intercessores da JMJ 2013.

Os cinco patronos são: Nossa Senhora Aparecida, São Sebastião, Frei Galvão, Santa Teresa de Lisieux e Beato João Paulo II. Já os intercessores são: Santa Rosa de Lima, Santa Teresa de Los Andes, Santa Laura Vicuña, Beato José de Anchieta, Beata Albertina Berkenbrock, Beata Chiara Luce Badano, Beata Irmã Dulce, Beato Adílio Daronch, Beato Pier Giogio Frassati, Beato Isidoro Bakanja, Beato Ozanam, São Jorge e Santos André Kim e companheiros.

O arcebispo do Rio afirmou que o evento será de grande importância para a Igreja Católica, principalmente para os jovens: “Será um momento de importante integração entre os jovens de todo o mundo. Eles também fazem parte do futuro do País e é fundamental que haja união entre todos. É um privilégio para o Rio receber esse evento”.

Durante a divulgação O Anunciador acompanhou a divulgação pelo twitter. Veja o “prints” da tela na hora da divulgação:

Cerimônia de traslado da relíquia de João Paulo II é realizada

No próximo sábado, 22 de outubro, será celebrada pela primeira vez na Igreja Católica a memória litúrgica do Beato João Paulo II. Em razão da data comemorativa, aconteceu na quinta-feira, 20, à tarde, na Capela do Hospital Pediátrico “Bambino Gesù”, em Roma, com a presença do secretário de Estado vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, a cerimônia de traslado da relíquia do novo beato pontífice.

O relicário contendo a amostra de sangue de João Paulo II, retirada dias antes de sua morte, será transportado de uma das instalações do “Bambino Gesù” para a capela do mesmo hospital. Lá ficará exposto para a veneração dos pequenos pacientes, seus familiares e funcionários.

A amostra de sangue do Papa João Paulo II foi conservada em quatro pequenos recipientes. Dois deles permaneceram à disposição do secretário particular do Papa João Paulo II, Cardeal Stanislaw Dziwisz; os outros dois ficaram no Hospital “Bambino Gesù”, devotamente guardados pelas freiras que ali trabalham.

Na cerimônia de beatificação de João Paulo II, o relicário com uma dessas ampolas restantes foi trasladado até o “Sacrário”, isto é, uma Capela das Relíquias que se encontra na Basílica vaticana. A ampola que ficará exposta, a partir de hoje, na Capela do Hospital “Bambino Gesù” é a última das relíquias do Papa Wojtyla.

As duas ampolas do sangue entregues ao Cardeal Dziwisz se encontram em Cracóvia, a cidade metropolitana onde o então Cardeal Karol Wojtyla foi bispo e de onde partiu para o conclave de 1978 que o escolheu como Papa. As mesmas também estão guardadas em um relicário. Um deles ficará permanentemente na Capela dedicada ao Beato Wojtyla, no Centro de João Paulo II no Santuário de Lagiewniki em Cracóvia. O outro ficou por alguns dias, no final de agosto passado, na Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, no México, o primeiro país visitado pelo Papa polonês.

Conforme comunicado emitido pelo porta-voz vaticano, Padre Federico Lombardi, no dia 26 de abril, um pouco antes da beatificação de João Paulo II, que aconteceu no dia 1º de maio, “o sangue se encontra ainda no estado líquido, circunstância que se explica pela presença de uma substância anticoagulante que estava nas provetas no momento da retirada do sangue”.

Igreja com relíquia de João Paulo II é aberta em Cracóvia

A relíquia, que será translada para a nova igreja na Polônia, é a roupa usada por João Paulo II no dia do atentado, em maio de 1981

Hoje, 11, em Cracóvia, na Polônia, será inaugurado o Centro João Paulo II e uma igreja será dedicada ao beato. Na inauguração da igreja, será transladada uma relíquia que está em exposição desde domingo, 5, na Igreja da Divina Providência, em Varsóvia, capital do país.

A relíquia é um retalho das vestimentas sujas com sangue do agora Beato Papa João Paulo II, vestimentas estas que ele estava usando no momento do atentado em maio de 1981.

No domingo à noite, milhares de pessoas participaram da procissão solene com a relíquia desde o centro da capital até a igreja no bairro periférico de Wilanow.

Na tradicional “jornada de gratidão”, que a Igreja na Polônia celebra todos os anos no primeiro domingo de junho, os católicos deram graças pela beatificação de João Paulo II.

O Núncio Apostólico na Polônia, o Arcebispo italiano Celestino Migliore, presidiu a Missa em Varsóvia junto ao Presidente da Conferência Episcopal da Polônia, Dom Jozef Michalik, e com o Arcebispo de Varsóvia, Cardeal Kazimiert Nycz.

Atendado que chocou o mundo

No dia 13 de maio de 1981, o Papa João Paulo II sofreu um atentado a tiros quando abençoava a multidão na Praça São Pedro, em Roma. O dramático incidente envolvendo o Pontífice aconteceu por volta das 17h15 (hora de Roma) quando o Papa era conduzido no papamóvel através de uma multidão de cerca de 20 mil pessoas.

O Papa foi atingido por quatro balas disparadas de uma pistola de 9mm a uma distância de 15 pés (menos de 5 metros). Duas dessas balas atingiram o estômago, uma, seu braço direito, e outra, um dedo mindinho. Cirurgiões realizaram uma operação de cinco horas, e duas semanas após o atentado, o Papa deixou o hospital.

Pelo atentado, Mehmet Ali Hagca foi sentenciado à prisão perpétua em julho de 1981. Mais tarde, João Paulo II visitou Agca na prisão e o perdoou. Com a intermediação do próprio João Paulo II, ele deixou a prisão italiana após 19 anos.

Beatificação de João Paulo II completa 1 mês

Há um mês, toda a Igreja celebrou a beatificação de João Paulo II. Mais de 1 milhão de peregrinos se reuniram na Praça São Pedro, no Vaticano, para participar da cerimônia que foi considerada uma das maiores da história da Igreja.

Um dos momentos marcantes foi a Vigília que antecedeu a Missa de Beatificação, no Circo Máximo de Roma. Cerca de 200 mil pessoas estiveram presentes para rezar e relembrar fatos marcantes da vida do saudoso Pontífice. Já na abertura da Vigília, um vídeo de João Paulo II falando aos jovens no jubileu do ano 2000 emocionou os participantes. E a noite prosseguiu com testemunhos de diversas autoridades que conviveram de perto com o Papa, entre eles o ex-diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Joaquim Navarro Vals, e o ex-secretário pessoal de João Paulo II e atual Arcebispo de Cracóvia, Cardeal Stanislaw Dziwisz.

Mas a grande festa mesmo aconteceu no domingo, 1º de maio, com a missa de beatificação. Após a leitura da fórmula que proclamou o novo beato, os fiéis reunidos na Praça São Pedro celebraram com uma salva de palmas, que se prolongou por vários minutos, e só foi contida a pedido do mestre de cerimônia, para que a Celebração pudesse continuar. A vibração e alegria eram nítidas entre os presentes, que aguardavam ansiosos por esse momento.

Na homilia, o Papa Bento XVI recordou que, embora a tristeza pela perda de João Paulo II fosse profunda no dia de sua morte, a sensação de que uma graça especial envolvia o mundo todo era ainda maior. “Já naquele dia sentíamos pairar o perfume da sua santidade, tendo o Povo de Deus manifestado de muitas maneiras a sua veneração por ele. Por isso, quis que a sua Causa de Beatificação pudesse, no devido respeito pelas normas da Igreja, prosseguir com discreta celeridade”, explicou.

Bento XVI destacou também que as palavras pronunciadas por João Paulo II na sua primeira Missa solene: “Não tenhais medo! Escancarai as portas a Cristo!”, foram primeiramente vividas por ele. “Aquilo que o Papa recém-eleito pedia a todos, começou, ele mesmo, a fazê-lo: abriu a Cristo a sociedade, a cultura, os sistemas políticos e econômicos, invertendo, com a força de um gigante – força que lhe vinha de Deus –, uma tendência que parecia irreversível. Com o seu testemunho de fé, de amor e de coragem apostólica, acompanhado por uma grande sensibilidade humana, este filho exemplar da Nação Polaca ajudou os cristãos de todo o mundo a não ter medo de se dizerem cristãos, de pertencerem à Igreja, de falarem do Evangelho. Numa palavra, ajudou-nos a não ter medo da verdade, porque a verdade é garantia de liberdade. Sintetizando ainda mais: deu-nos novamente a força de crer em Cristo, porque Cristo é o Redentor do homem”, salientou.

Alguns fatos interessantes da beatificação foram que, durante a Missa, Bento XVI usou uma casula e uma mitra que pertenceram a JPII e, também, utilizou o Cálice que o Papa Wojtyla usou nos últimos anos de seu Pontificado. A data escolhida para a festa litúrgica de João Paulo II – 22 de outubro – faz referência ao dia da primeira Missa de seu Pontificado.

Canção Nova exibe hoje filme sobre a vida do Beato João Paulo II

A TV Canção Nova tem a alegria de exibir o filme “Karol, o homem que se tornou Papa” sobre a trajetória de vida e missão do novo beato da Igreja: Karol Wojtyla, o saudoso e amado Papa João Paulo II , um homem que se tornou um dos Pontífices mais conhecidos e amados de todos os tempos.

O longa-metragem será exibido em 3 partes: na sexta-feira, 27, no sábado, 28, e no domingo, 29, às 19h30.

“Foi um homem que deu a vida e investiu tudo por Jesus Cristo, e por Ele percorreu o mundo. Além de ser apaixonado por Jesus, João Paulo II era apaixonado pelo ser humano. Ele acreditava no homem”, afirma Dom Cláudio Hummes, Arcebispo emérito da Arquidiocese de São Paulo.

“Um pastor que sabia ler os sinais da presença de Deus na história humana, e nela anunciava as grandes obras em todo o mundo e em todas as línguas”, ressalta o Cardeal Secretário de Estado, Tarcisio Bertone, SDB.

Sinopse:

Karol Wojtyla (Piotr Adamczyk) é um jovem de 18 anos, que está apenas começando a vida como ator, poeta e escritor quando, do dia para a noite, vê sua pátria – a Polônia – ser cruelmente invadida por nazistas. Após seu êxodo para a Cracóvia, passando pelos mais impensáveis horrores, Karol decide tornar-se padre. Poucos anos depois, o comunismo também invade sua terra natal. Grande humanista e defensor da tolerância, da verdade e da justiça, anos mais tarde, ele acabará combatendo o regime totalitarista com coragem, ajudando seu país e muitas outras nações do planeta a despertarem do torpor e a lutarem pela liberdade, chamando a atenção de todo o mundo. Dessa forma, está inevitavelmente traçado o caminho de Karol Wojtyla rumo ao seu santo destino, tornando-se um dos Pontífices mais célebres, queridos e populares de todos os tempos.

Veja:

Arquidiocese de BH celebra aniversário de nascimento do Beato João Paulo II

A Arquidiocese de Belo Horizonte convida todos os religiosos e fiéis para a celebração do aniversário de nascimento do Bem-aventurado João Paulo II, no próximo dia 18 de maio.

A programação será aberta às 10h, com sessão solene no Instituto de Filosofia e Teologia Dom João Resende Costa (prédio 4 da PUC Minas, campus Coração Eucarístico). Mais tarde, às 18h, haverá Celebração Eucarística no Santuário Arquidiocesano de Adoração Perpétua – Catedral Nossa Senhora da Boa Viagem, presidida por dom Walmor Oliveira de Azevedo e às 19h, haverá Adoração Eucarística. Às 20h, a Praça da Boa Viagem será palco para uma Noite de testemunhos, com músicas e orações.

“Vamos dar graças a Deus pelo dom do Bem-aventurado João Paulo II, no dia sempre memorável do seu nascimento, início de sua importante história de vida e de fé.” (Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte). 

Sangue de João Paulo II é exposto no Brasil

A Paróquia são Francisco de Assis, de Brasilia, recebe a relíquia do Beato João Paulo II. Os fiéis podem contemplar o sangue do Papa, beatificado no dia 1º de maio deste ano.

A relíquia, enviada do Vaticano, chegou à paróquia há uma semana e, desde então, vem sendo exibida durante as missas. Neste domingo, 15, será a última oportunidade de vê-la durante as celebrações. Já na segunda o sangue papal será guardado e posteriormente deve sair em peregrinação pelo Brasil.

Em entrevista ao G1, portal de notícias, frei Luis Felipe Carneiro Marques, um dos responsáveis pelo relicário, falou da importância de se ter a relíquia aqui no país. “Recebermos essa relíquia foi uma grande graça. Ela serve para nos aproximar das devoções da Igreja Católica e do próprio Deus”, disse o frei Luis Felipe Carneiro Marques.

“Muitas pessoas tocam e até beijam o relicário”, contou o frei. Ele informou que a gota presente no relicário vem de uma amostra do sangue de João Paulo II retirada por freiras poucos dias antes de sua morte e que seria usada em um exame. Relíquias como a que está em Brasília foram enviadas também à Polônia, terra natal do papa, e à Rússia.

por Marquione Ban, com informações do G1

O milagre que tornou João Paulo II Beato

A cura inexplicável de uma religiosa francesa que sofria de mal de Parkinson abriu o caminho para a beatificação do Papa João Paulo II, morto em 2005 após um longo calvário provocado justamente pelas conseqüências da doença.

A freira francesa, Marie Simon-Pierre, enfermeira de profissão, segundo a Congregação para a Causa dos Santos, curou-se inexplicavelmente depois de orações e pedidos dirigidos a João Paulo II, poucos meses após a morte do pontífice.

Para a beatificação, primeiro passo, no longo caminho até a canonização, é demonstrar que o candidato a santo intercedeu por um milagre.

Coincidência

Marie Simon-Pierre, na época com 40 anos, trabalhava em um hospital de Aix-en-Provence, no sul da França, quando foi diagnosticada em 2001 com Parkinson.

Em 2007, a religiosa decidiu contar à imprensa como havia melhorado “milagrosamente” depois que a doença se agravou, em 2005, ano da morte de João Paulo II.

Após dias de rezas e pedidos de toda a comunidade ao papa polonês, Marie Simon-Pierre conta ter deixado de sentir os sintomas da doença na madrugada entre os dias 2 e 3 de junho.
“Eu me senti completamente transformada. Senti que estava curada”, contou.

O caso da freira, que viu João Paulo II uma única vez em 1984, foi submetido à análise da Congregação da Causa dos Santos, que examinou e aprovou o milagre, após consultas junto a um conselho de especialistas médicos e teólogos.

O processo sofreu atrasos porque a congregação vaticana fez questão de considerar qualquer possível objeção, submetendo o caso a vários peritos.

De acordo com Dom Slawomir Oder, encarregado da documentação para a canonização de João Paulo II, a religiosa enferma seguiu o conselho de sua madre superiora, que sugeriu que ela escrevesse em um pedaço de papel o nome de João Paulo II.

Depois de uma “súplica extrema” e ao longo de uma “noite de pregação”, Marie Simon-Pierre teria então se curado, segundo Oder, destacando que entre os documentos que comprovam o milagre estão exemplos da caligrafia da religiosa antes e depois da cura misteriosa.
“A mudança na letra é impressionante: de ilegível a normal”, afirmou.

Ciência

Para não deixar dúvidas sobre a confiabilidade de seu depoimento, a religiosa se submeteu também a um exame psiquiátrico, contou Oder.

O prelado explicou ter escolhido o milagre da francesa entre outros atribuídos a João Paulo II para demonstrar que o papa sentia na própria pele “a batalha pela dignidade da vida”. Em 19 de dezembro de 2009, o Papa Bento XVI aprovou “as virtudes heroicas” de Karol Wojtyla.

O processo de beatificação foi iniciado por Bento XVI dois meses depois da morte de seu predecessor, um prazo excepcionalmente breve.

Durante as dezenas de homenagens fúnebres a João Paulo II na praça de São Pedro, em Roma, milhares de fiéis clamaram pela canonização do pontífice.

Uma vez beatificado, é preciso provar que João Paulo II intercedeu em um segundo milagre para que seja canonizado. (RB/AFP)

Mais de 1 milhão de pessoas participam da missa de beatificação de João Paulo II

Mais de um milhão de pessoas participaram hoje, dia 1º de maio, da beatificação de João Paulo II, uma das maiores da história da Igreja. O evento histórico não tem precedente, já que nos últimos mil anos nenhum papa proclamou seu antecessor como beato. A celebração de hoje ganha destaque especial também por ser o Domingo da Divina Misericórdia, festa criada por João Paulo II, particularmente devoto e ligado à santa polonesa Faustina Kowalska, religiosa falecida em 1938 e canonizada pelo próprio João Paulo II em 30 de abril de 2000.

A data escolhida para a beatificação é a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, que faleceu na véspera da festa da Divina Misericórdia em 2005, celebrada anualmente no primeiro domingo depois da Páscoa.

Abentoxviproclamendobeatoo entrar na Praça de São Pedro, o papa Bento XVI foi acolhido pela multidão que o saudou em sua passagem com o papa-móvel. A cerimônia começou com o pedido formal de beatificação feito pelo cardeal Agostino Vallini, vigário-geral do papa para a diocese de Roma, que leu também a biografia de João Paulo II. Ao seu lado, estava o postulador da causa, monsenhor Sławomir Oder.

Em seguida, Bento XVI recitou fórmula de beatificação em latim, fazendo o anúncio da data da festa litúrgica em 22 de outubro, (dia da primeira missa de seu pontificado) e foi mostrada uma grande foto que retrata Karol Wojtyla, em 1995. A partir daquele momento, a Igreja católica ganhou um novo beato: o bem-aventurado João Paulo II.

“Hoje diante dos nossos olhos brilha, na plena luz de Cristo ressuscitado, a amada e venerada figura de João Paulo II. Hoje, o seu nome junta-se à série dos Santos e Beatos que ele mesmo proclamou durante os seus quase 27 anos de pontificado, lembrando com vigor a vocação universal à medida alta da vida cristã, à santidade”.

Um interminável aplauso, comoção, lágrimas nos olhos de fieis de todas as idades, cantos e abraços inundaram a Praça, que explodiu de alegria.

caixaojoaopauloiiIrmã Tobiana, uma das mais próximas colaboradoras de João Paulo II, e Irmã Marie Simon Pierre, a religiosa francesa que recebeu a graça por sua intercessão e foi curada do mal de Parkinson, levaram as relíquias ao altar: uma pequena ampola contendo o sangue do beato João Paulo II. O caixão com os restos mortais de João Paulo II ficará exposto hoje para veneração, até o último devoto, na Basílica de São Pedro.

“João Paulo II era reconhecidamente um líder mundial, um líder da Igreja que teve influência muito forte nos rumos que a Igreja tomou nas últimas décadas. Também o momento de sua longa enfermidade, a forma edificante e exemplar como ele enfrentou esta enfermidade: ele não se retraiu, continuou fazendo tudo aquilo que era possível, mesmo sofrendo visivelmente. Isto gerou no povo comoção, um sentimento de admiração pela forma como enfrentou a enfermidade e no momento decisivo de sua morte. Ele era naturalmente querido pelo povo, se dava muito bem com as multidões, com a juventude. Por isso, sua morte gerou grande comoção no mundo católico, mas não só, e isso levou as pessoas a fazerem este pedido na Praça São Pedro. Ache que refletia o que era o ‘sentir’ da Igreja: estamos diante de um homem santo, alguém que viveu o significado da santidade profundamente”, disse o representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) na beatificação de João Paulo II, cardeal dom Odilo Pedro Scherer.

Vigília

vigilia-papaA vigília da noite passada no Circo Máximo em Roma, presidida pelo Cardeal Agostino Vallini, vigário geral para a diocese de Roma, teve o testemunho de três pessoas estreitamente ligadas a João Paulo II: a protagonista do milagre que permitiu a beatificação, a religiosa francesa Marie Simon Pierre, curada do mal de Parkinson; o ex-diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Joaquín Navarro-Valls e o Cardeal Stanislaw Dziwisz, que foi secretário pessoal de João Paulo II por mais de 40 anos.

O evento teve a participação do Coro da diocese de Roma e da Orquestra do Conservatório de Santa Cecília, que interpretou o canto “Jesus Christ you are my life“. O coro da comunidade filipina de Roma e o coro Gaudium Polonia e interpretaram duas peças tradicionais.

Na primeira parte da vigília, houve uma celebração da memória, em lembrança das palavras e dos gestos de João Paulo II. Foi exposta uma grande reprodução da imagem de Maria Salus Populi Romani, padroeira da cidade de Roma, e projetadas imagens do pontificado de João Paulo II.

Após a série de testemunhos, inclusive de alguns jovens romanos, foi cantado o hino “Totus tuus”, composto no 50º aniversário da ordenação sacerdotal de João Paulo II (1996).

Foi projetado um vídeo focado principalmente nos meses finais da vida de João Paulo II, quando o mal de Parkinson tornou o impossibilitou de falar ou caminhar.

A segunda parte do evento começou com palavras do Cardeal Vallini, que apresentou de modo sintético a personalidade espiritual e pastoral do beato.

Após a recitação dos Mistérios Luminosos do Santo Rosário, criados por João Paulo II, foi feita a conexão direta, via satélite, com cinco santuários marianos espalhados pelo mundo.