Jolie, o Papa e um filme: Unbroken

A atriz não segue nenhuma religião, mas diz ter afeto pelo Papa Francisco
A atriz não segue nenhuma religião, mas diz ter afeto pelo Papa Francisco

Por meio do Twitter, o Vaticano informou ontem, 8, que o Papa Francisco recebeu a atriz norte-americana Angelina Jolie. O encontro ocorreu por causa do filme Unbroken (Invencível) que a atriz produziu e dirigiu.

“É uma honra ter sido convidada ao Vaticano por causa do meu filme, além disso, também é um tributo à história que conto, ‘Unbroken’ (Invencível), que fala de um herói, Louis, um grande exemplo da força do perdão”, explicou em uma nota oficial Angelina Jolie, conforme informou a agência Ansa.

O filme foi projetado na Casinha Pio IV do Vaticano onde participaram da seção Luke Zamperini, filho de Louis Zamperini, cuja a história é retratada na película, Dom Guilhereme Kacher, cerimonialista do Vaticano e por Dom Marcelo Sánchez Sorondo.

Unbroken

O filme narra a história do atleta Zamperini, campeão olímpico dos Estados Unidos e herói da Segunda Guerra Mundial, que durante uma missão militar, teve um acidente no Oceano Pacífico, do qual sobreviveu junto com dois companheiros.

Os náufragos passaram 47 dias à deriva em uma balsa, porém, foram capturados por soldados japoneses que os torturaram e os mantiveram como prisioneiros durante dois anos. Louis morreu com 97 anos.

Jolie e Deus

A atriz assegura ter encontrado Deus durante a gravação de ‘Unbroken.’ Segundo ela, graças à inspiração de seu protagonista e, embora não se declare seguidora de alguma religião, afirmou que admira o Papa Francisco.

Trailer

O trailer do filme Unbroken pode ser visto em:

Com informações de ACI DIGITAL

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O filme sobre Noé e o Dilúvio não condiz com a visão da Igreja, afirma Prof. Felipe Aquino

Fui ver o filme no cinema e em breve vou escrever uma crítica. Adianto que quem quiser ver o filme e estiver pensando em ver um filme religioso e/ou bíblico vai se decepcionar. Noé é um drama de ação.

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(ACI/EWTN Noticias).- O conhecido autor e apresentador católico, Prof. Felipe Aquino, em um dos seus mais recentes artigos fala sobre o filme “Noé”, estrelado pelo ator Russel Crowe. No texto o pensador brasileiro conhecido pelos seus 73 livros e pregações, assinala que a obra hollywoodiana apresenta uma visão que não se coaduna com a interpretação que a Igreja dá do episódio do dilúvio e da aliança de Deus com Noé.


“Os quatro capítulos do Gênesis (6-9) narram o dilúvio bíblico e significa uma expressão do pecado que, a começar com Adão e Eva vão se alastrando cada vez mais. Esta narração contém, como pode-se notar quando se lê atentamente, repetições e contradições. Os exegetas (estudiosos da Bíblia) concluem que a narração é a fusão de dois documentos (fontes Sacerdotal P e Javista J) conservando cada qual os seus detalhes próprios, sem que o autor sagrado tivesse a preocupação de harmonizá-los entre si. Isto mostra que o autor sagrado não estava preocupado com detalhes menores, e visava sim um sentido mais profundo, uma mensagem religiosa”, explica Prof. Aquino.

Filme não condiz com a bíblia.
Filme não condiz com a bíblia.


Recordando ainda o fato de que nas tradições dos povos antigos há cerca de 288 histórias de dilúvio, e todas com uma base comum: há uma grande catástrofe por conta de uma grande ofensa dos homens contra a divindade. O elemento do castigo que mata os homens e os animais pode ser a água, o fogo, o terremoto, etc.

“Na Babilônia há quatro versões semelhantes de dilúvio, semelhantes ao da Bíblia. Note que Abraão foi oriundo da Mesopotâmia. Aos olhos da ciência é certo que não houve um único dilúvio universal”, afirmou o professor que também é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP.

 “Quando o texto bíblico fala de “terra inteira” e “todos os homens” não fala em sentido geográfico, mas religioso, hiperbólico isto é, o gênero humano para o autor sagrado se reduzia  àqueles que transmitiam os valores religiosos da humanidade”.

“A mensagem do relato do dilúvio (Gen 6-9) – prossegue o Prof. Aquino- quer mostrar o seguinte: Deus é santo e puro; Deus é justo; não pode deixar o mal imperar; Deus é clemente; convida à conversão antes de corrigir”, ressaltou Prof. Felipe.

“O dilúvio marca o fim de um período da história religiosa da humanidade e marca o início de uma nova era; é como se fosse o início de um novo mundo, onde Deus faz aliança com Noé, o “pai” da nova humanidade”.

Falando propriamente de Noé, Prof. Aquino ressalta que este “é uma imagem de Cristo”.
“Noé salvou a humanidade pelo lenho da arca, Cristo vai salvá-la pelo lenho da cruz, do dilúvio do pecado. A arca de Noé é uma figura da Igreja; assim como ninguém sobreviveu fora da arca, ninguém se salva fora da Igreja. Todos os que se salvam, mesmo que não pertençam à Igreja, se salvam por meio de Cristo e da Igreja, ainda que não saibam disso”, destaca.

“As águas do dilúvio são figura do Batismo, que pela água dá vida aos fiéis e apaga os pecados; o dilúvio, como nova criação, prefigura “os novos céus e a nova terra” (2Pe 3,5-7.10) que haverão no fim da história”.

“Como se pode ver, esta visão da Igreja nada tem a ver com a do filme de Noé”, asseverou Felipe Aquino.
 

Paul Walker: seu último filme, Hours, traz mensagem sobre o valor da vida

Cartaz do Filme Hours
Cartaz do filme Horas com Paul Walker

(ACI/EWTN Noticias).- Na semana passada o astro de Velozes e Furiosos, Paul Walker, faleceu em um acidente trágico de carro nos EUA. Ele tinha 40 anos. O carro em que estava colidiu contra um poste e uma árvore e então pegou fogo. Paul estava gravando o 7º filme da série Velozes e Furiosos. Agora milhões de fãs esperam Hours, uma produção diferente dos tradicionais filmes de ação mas que promete deixar sem fôlego os espectadores, e que mostra um intenso amor pela vida humana

Muito conhecido por essa franquia, Paul fez diversos outros filmes. Seu último filme foi Hours (Horas). Esse filme traz uma profunda mensagem de vida. Nele não automóveis velozes, garotas super bonitas. O filme narra a história de um pai que faz o possível e impossível para salvar sua filha recém-nascida em meio a destruição do furacão Katrina, que devastou o sul do EUA a anos atrás. A estréia do filme nos EUA será no dia 13/12.

Hours – Horas

O filme foi rodado em março deste ano na cidade de Nova Orleans, que foi devastada pelo Furacão Katrina. Walker compartilha a tela com a atriz Génesis Rodríguez, e teve estreia adiantada devido ao falecimento de Walker, protagonista do filme.

“Paul estava orgulhoso deste projeto. Há duas semanas fizemos uma coletiva imprensa e me lembro que ele estava emocionado”, disse Peter Safran, produtor executivo de Hours ao site de notícias The Hollywood Reporter.

O Filme

Hours está ambientado em 2005, no meio do furacão Katrina, um dos maiores desastres naturais da história dos EUA. Walker interpreta Nolan, um homem que deve enfrentar em um mesmo dia a morte de sua esposa e o nascimento de sua filha.

Nolan (Walker) deve lutar para manter com vida a sua filha recém-nascida que se encontra em uma unidade neonatal com respiração artificial, em um hospital evacuado pelo furacão e onde não há energia elétrica. Os médicos disseram que o bebê necessita do respirador por 48 horas para sobreviver ao nascimento prematuro.

Trailer

Crítica

A crítica cotou o suspense como bom.  Entretanto, o mais poderoso do filme é sua forte mensagem a favor do matrimônio, da família e da vida humana nos “diálogos” que o protagonista mantém com sua filhinha.

Hours é um dos três filmes que Paul Walker protagoniza e que serão exibidos de maneira póstuma.

Sacerdote recorda conversão de Alfred Hitchcock ao final de sua vida

Alfred Hitchcock

(ACI/EWTN Noticias).- O sacerdote jesuíta Mark Henninger recordou o tempo que passou junto ao famoso diretor de cinema Alfred Hitchcock, ao final de sua vida, período em que Hitchcok teve um momento intenso de conversão após um tempo de distância do catolicismo.

Em um artigo publicado no dia 6 de dezembro no jornal americano The Wall Street Journal, o sacerdote recordou que em 1980 foi um convidado por um amigo seu, o Pe. Tom Sullivan, a visitar a casa de Hitchcock  em Bel Air (Estados Unidos).

Ao recordar como conheceu famoso diretor de cinema, o Pe. Henninger disse que “Hitchcock despertou, olhou para cima e beijou a mão (do Padre) Tom e agradeceu-lhe”.

“Hitchcock tinha estado afastado da Igreja por um bom tempo”, recordou o Pe. Mark Henninger .
“O mais notável foi que depois de receber a comunhão, (Hitchcock) chorou em silêncio, com lágrimas rodando por suas bochechas enormes”, destacou ainda o sacerdote.

Pe. Mark continuou visitando o renomado diretor até a sua morte em 29 de abril daquele ano. O sacerdote refletiu sobre como foi extraordinário que Hitchcock tenha se deixado guiar por Deus ao final de sua vida.

Algo “suspirava em seu coração”, escreveu o sacerdote, “e as visitas responderam a um profundo desejo humano, uma real necessidade humana”.

A história do Pe. Henninger no The Wall Street Journal foi publicada como resultado da estreia de um relato biográfico chamado “Hitchcock”, em algumas salas de cinema nos Estados Unidos, em novembro.

Hitchcock recebeu foi criado na religião católica em Londres (Reino Unido), e foi educado em uma escola salesiana no primário e jesuíta no segundo grau. A carreira de Hitchcock  como diretor durou de 1925 até 1976.

O filme “A Tortura do Silêncio”, de 1953, foi a única produção de Hitchcock com referência a um sacerdote.

O personagem principal no filme é um sacerdote, que termina sendo investigado por um assassinato que não cometeu. Mais ainda, ele escutou a confissão do assassino, e por isso não pode defender-se a si mesmo.

Em declarações ao grupo ACI, Ben Akers, diretor da Escola Bíblica Católica de Denver nos EUA, disse que “Hitchcock tenta colocar uma cruz em cada cena desse filme, porque a cruz se sustenta sobre a decisão que este sacerdote tem que fazer”.

Akers explica que “em uma das cenas principais na qual o padre está tomando a decisão de limpar ou não seu nome, o que significaria romper o segredo de confissão e deixar o sacerdócio, ele está caminhando pelas ruas de Quebec, e vê cristo carregando sua cruz, e sob os braços da cruz vemos o sacerdote caminhando pelo centro”.

O diácono Scott Bailey, que está estudando para ser um sacerdote na Arquidiocese de Denver, é também um grande fã da obra cinematográfica de Hitchcock e, em particular, do mencionado filme.
“É um incrível retrato de um sacerdote, e acredito que realmente atinge o alvo no que se refere ao significado, à realidade do segredo de confissão”.

“Este terminou sendo um filme realmente impressionante, e muito católico. O sacerdote realmente põe sua vida em risco por não dizer nada”.

O retrato de um sacerdote tão comprometido com a santidade do sacramento da confissão ajudou o diácono Bailey a refletir sobre sua próxima ordenação ao sacerdócio, e o papel que terá como confessor.

“Acima de tudo, vejo nisso uma imensa responsabilidade. É Emocionante e aterradora ao mesmo tempo”.

Cine O Anunciador apresenta: Super Size Me – A dieta do palhaço

Está semana a Pastoral da Juventude propôs uma semana de estudo sobre segurança alimentar. Esse foi o tema abordado durante a tradicional Semana da Cidadania desenvolvida pela PJ no Brasil. Como pjoteiro – jeito carinhoso que nos intitulamos – não poderia deixar passar em branco essa reflexão tão importante para a juventude de hoje, que tanto ama as lanchonetes de comida rápida e seus nada nutritivos lanches.

Para que a data fique marcada aqui no O Anunciador, o “Cine O Anunciador” apresenta o documentário Super Size Me – A Dieta do Palhaço. O filme documenta a história de um homem que resolve passar um mês comendo somente lanches do MC Donalds e as consequências dessa atitude em seu corpo.

Antes de verem o filme é valido ressaltar uma cena muito interessante que acontece no filme. Crianças são apresentadas a personalidades de todo o mundo e entre esses rosto é o do palhaço da marca e até o rosto de Jesus. O incrível é que as crianças não conhecem o rosto de Cristo, mas conhecem o do palhaço.

Vejam:

Inscrições abertas para os Prêmios de Comunicação da CNBB

Fotos_prmiosEstão abertas até o dia 17 de março de 2012 as inscrições para os “Prêmios de Comunicação da CNBB”. Serão escolhidos os melhores trabalhos publicados entre 2011 e 2012, cujos os objetivos coincidam com valores humanos cristãos e éticos. A cerimônia de entrega dos prêmios acontecerá durante a 50a. assembléia anual dos bispos, no dia 20 de abril, em Aparecida (SP) e será transmitida pela TV Aparecida, TV Canção Nova, Rede Vida de Televisão, TV Terceiro Milênio, TV Nazaré, TV Horizonte, TV século XXI, como também pelas 230 emissoras de rádio associadas da Rede Católica de Rádio.

Professor Miguel Pereira, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, profundo conhecedor do significado dessa premiação ressalta que, ao criar os prêmios Margarida de Prata para o cinema, Microfone de Prata para o rádio, Clara de Assis para a televisão e Dom Hélder Câmara para a imprensa, a Conferência dos Bispos buscou estabelecer um diálogo com o mundo da comunicação, da cultura e da criação artística, e, ao mesmo tempo, reconhecer e valorizar o trabalho dos profissionais que se empenham no sentido de produzir obras de qualidade que dignifiquem o ser humano como protagonista e sujeito da história. Além disso, destaca também os valores impressos nessas obras como testemunhos de um olhar atento ao que acontece em nossa sociedade, através da denúncia de seus erros ou omissões, ou da afirmação de vivências que se tornam exemplos e modelos de atuação para a construção de um mundo melhor, mais solidário e fraterno. Os prêmios levam em conta também a valorização da dimensão espiritual do ser humano e sua capacidade de construir o bem, além da qualidade técnica e artística das obras. Por fim, incentiva e propaga a difusão dessa produção no sentido torná-la conhecida e amplamente consumida, através de suas estruturas de governo e comunicação.

“O mais antigo dos prêmios é o Margarida de Prata que foi criado em 1967 e já premiou mais de 100 filmes brasileiros entre longas e curtas-metragens e menções especiais. É reconhecido pelos cineastas e produtores nacionais como um prêmio de qualidade das obras em seus aspectos temáticos, artísticos e técnicos, além do prestígio que confere aos autores. Já receberam o Margarida de Prata, entre outros de uma longa lista, cineastas como Walter Salles por Central do Brasil, Terra estrangeira e Abril despedaçado; Silvio Tendler por Os anos JK, Jango, Castro Alves- Retrato do poeta e Utopia e barbárie, Josué de Castro, cidadão do mundo; Roberto Farias por Pra frente Brasi; Leon Hirszmann por São Bernardo, Eles não usam black-tie e Imagens do inconsciente; João Moreira Salles por Nelson Freire, Notícias de uma guerra particular e Santiago; Vladimir Carvalho por Pedra da riqueza, Evangelho segundo Teotônio, Conterrâneos velhos de guerra; Eduardo Coutinho por Boca de lixo, O fio da memória, Santo Forte, Edifíciio Master; Nelson Pereira dos Santos por A terceira margem do rio e Raízes do Brasil”, relata professor Miguel Pereira.

O professor ainda lembra que o prêmio Microfone de Prata foi instituído pela Rede Católica de Radio e é abribuído aos programas dessas emissoras que melhor anunciam os conteúdos em favor de uma evangelização e de uma consciência cidadã mais presente na vida social brasileira. É também uma forma de incentivo para os comunicadores católicos no sentido do aprimoramento de seu trabalho e no empenho de uma difusão cada vez mais ampla e abrangente da mensagem cristã pelas ondas e espaços virtuais.  O prêmio Dom Hélder Câmara de Imprensa foi criado para destacar as reportagens e matérias que ressaltam os valores humanos ou denunciam as suas violações. Reconhece também a informação construtiva e a boa notícia veiculada pela imprensa brasileira. O último prêmio criado pela CNBB foi o Clara de Assis que distingue obras jornalísticas, ficcionais ou de entretenimento que evidenciam valores humanos e cristãos em suas propostas.

Cada um dos prêmios tem regulamento próprio sobre os critérios de participação e esses documentos juntamente com as fichas de inscrição estão disponíveis no link:

http://www.cnbb.org.br/premioscomunicacao/index.html

Dica: O livro de Eli

Sinopse:

Denzel Washington (O Gangster) estrela esse filme dirigido pelos irmãos Allen e Albert Hughes (Do Inferno). Num mundo pós-apocalíptico Eli (Denzel) é um homem solitário que tem de proteger um livro sagrado que pode conter a resposta para salvação da humanidade, mas como todo herói tem seu algoz nessa história não é diferente e para poder obter o livro, um tirano prefeito de uma pequena cidade (Gary Oldman) fará de tudo, mesmo que para isso tenha de matar Eli.

Filme francês sobre monges mortos na Argélia chega ao Brasil e pode suscitar vocações

Na preparação para a Semana Santa, a distribuidora Imovision, com o apoio da CNBB, leva aos cinemas brasileiros o filme francês “Homens e Deuses” (Des Hommes et des Dieux, 2010), de Xavier Beauvois. O longa retrata a história real da comunidade de monges cisterciences (trapistas) franceses, que foram assassinados em Thibirine, na Argélia, no ano de 1996, e deram seu testemunho pela missão monástica a eles confiada, como a aproximação de diálogo cristão e muçulmano.

A estreia será realizada no Rio de Janeiro e em São Paulo no dia 15 de abril, se estendendo depois para outros estados. Na noite de 14 de abril, haverá uma pré-estreia no Cine Odeon para convidados da Arquidiocese do Rio de Janeiro. Cada paróquia da cidade vai enviar um representante e os seminaristas também receberão o convite.

A produção já alcançou uma bilheteria de mais de três milhões de pessoas na França e foi vencedora do Grand Prix no Festival de Cannes, mostrando o testemunho dos monges que, de acordo com o Arcebispo do Rio,  Dom Orani João Tempesta, que é cisterciense. pode ser um despertar vocacional para muitos jovens.

“Temos certeza que, aqui no Brasil, este filme fará sucesso, porque oferece condições de diálogo, de propostas para viver os valores humanos e cristãos, tendo presente a vida simples dos monges, no seu cotidiano, e o testemunho de dar a vida pelo povo do vilarejo”, disse Dom Orani.

Assista ao trailler do filme




Festival Internacional de Cinema João Paulo II

Após a boa audiência no ano de 2009, acontece em Miami (EUA) a segunda edição do Festival Internacional de Cinema João Paulo II. Esta versão da mostra cinematográfica de temática religiosa e baseada no Catecismo e na doutrina de João Paulo II teve início no último dia 17 de fevereiro, na Sala de Artes Coral Gables, e termina no próximo sábado, 26.

“O Mistério do Amor” é o tema central desta edição do evento, no qual estão sendo apresentados 28 filmes oriundos de diversos países, como Espanha, França, Nova Zelândia, Polônia, Reino Unido, Portugal e o próprio Estados Unidos.

Uma das exibições de destaque é o documentário “Nove Dias que mudaram o mundo”, no qual são abordados os principais fatos da visita do Papa João Paulo II à Polônia, em 1979.

O Festival foi aberto com a sessão do filme “Out of the darkness” (“Saída da Escuridão”), que conta a história real de Shelley Lubben, que deixou a vida de pornografia através da fé em Jesus Cristo. “Algo que quisemos destacar ao final da obra é que, nessas situações, (a pessoa) se encontra em um lugar escuro e o único que lhe resta é ter esperança de que na realidade há uma luz”, declarou o produtor executivo do filme, John Saffian.

Outro filme de destaque na programação é “No greater love” (“Não há amor maior”), que transporta o público a um monastério de monjas carmelitas, discretamente localizado em Notting Hill, bairro da região oeste de Londres.

Há ainda “San Bernadette de Lourdes”, um retrato fiel dos acontecimentos ocorridos na França em 1858, e “Life Happens” (“A vida acontece”), sobre o tema do aborto.

Ainda serrão exibidos, entre outros, filmes como “O último cume”, documentário espanhol bem-sucedido sobre o sacerdote Pablo Domínguez; e “The Calling” (“O Chamado”), a respeito das alegrias e ansiedades de quem opta pela vida religiosa.

O festival também conta com a presença de produtores de cinema que encontraram na arte cinematográfica uma maneira de promover a beleza, a vida e a dignidade humanas. Entre eles o diretor da produtora “Grassroots Filmes”, Joseph (Jou) Campo, conhecido por produzir diversos documentários sobre fé e religião.

O executivo cinematográfico norte-americano destacou que, como produtor, acredita ser importante promover a dignidade humana através do cinema, “porque é uma maneira de se comunicar com o mundo” por meio da narrativa de experiências pessoais que possam afetar de forma positiva outras pessoas.

O festival nasceu inspirado na carta que João Paulo II escreveu, em 1999, aos artistas, “aos que com apaixonada entrega buscam novas ‘epifanias’ da beleza para oferecê-las ao mundo através da criação artística”.

Fonte Canção Nova

Imagem da Internet

Novo filme sobre a Sagrada Família terá participação de Al Pacino

Deve começar no próximo dia 14 de março a produção do filme Maria Mãe de Cristo, que apresentará a vida da Virgem Maria, ressaltando seu amor a José, sua inesperada maternidade e “o triunfo sobre o terror semeado pelo rei Herodes, o Grande”.

O roteiro está sendo preparado por Benedict Fitzgerald, co-autor do roteiro do filme A Paixão de Cristo, junto com Mel Gibson, e Bárbara Nicolosi, ambos católicos praticantes. Por esta razão alguns analistas esperam este seja um filme fiel à tradição da Igreja.

O filme, cujo orçamento está estimado em 36 milhões de dólares,terá como protagonista a jovem Camilla Belle no papel de Maria. A atriz é conhecida por sua participação como a heroína do filme10.000 a.C. No papel de José, estará o ator português Diogo Morgado, que já fez trabalhos no Brasil. Além deles, estarão na produção o ator Al Pacino (de O Poderoso Chefão e O Advogado do Diabo), no papel de Herodes, e Peter O’Toole, conhecido por sua interpretação de Thomas Lawrence no filme Lawrence da Arábia, no papel de Simeão.

O filme será inteiramente rodado no Marrocos e deverá ser lançado no Natal deste ano.

Para saber mais e acompanhar as novidades sobre o filme, acesse o site IMDB (em inglês).

Fonte Jovem Conectados

Imagem Internet