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Veja como será a JMJ 2016, em Cracóvia

(ACI).- O Presidente do Conselho Pontifício para os Leigos, Cardeal Stanislaw Rylko, afirmou que a Jornada Mundial da Juventude da Cracóvia 2016 (JMJ), “será um verdadeiro Jubileu dos jovens em nível mundial”, e revelou através de uma mensagem alguns detalhes do programa deste evento, esta será a segunda JMJ a ser realizada na Polônia, desde o encontro em Czestochowa, 1991.

Segundo a Rádio Vaticano, o Cardeal assinalou que na terra natal de São João Paulo II “os jovens serão chamados a refletir sobre o tema da ‘misericórdia como ideal de vida e critério de credibilidade para nossa fé”. E disse ainda que “a partir desta cidade polonesa deverá ser difundido ao resto do mundo esta mensagem de esperança e do amor misericordioso de Deus a todos os homens da terra”.

Nesse sentido, disse que o centro espiritual deste Jubileu dos jovens “será o Santuário da Divina Misericórdia – junto a Santa Faustina Kowalska – inaugurado pelo Papa São João Paulo II em 2002”. Como sabemos a JMJ Cracovia 2016 a ser realizada no marco do Ano Santo da Misericórdia, convocado pelo Papa Francisco.

O Presidente do Conselho Pontifício para os Leigos explicou que “neste Santuário organizaremos também um grande Centro da misericórdia com numerosos confessionários, no qual os jovens terão a possibilidade de aproximar-se ao Sacramento da Reconciliação em diversas línguas”. E, por outro lado, durante a JMJ Cracovia, no local da grande reunião conclusiva com os jovens do mundo todo, denominado Campus Misericordiae, “será montada de forma simbólica uma Porta Santa, como sinal visível do caráter jubilar deste evento”.

Neste mesmo local, o Papa Francisco, acompanhado por alguns jovens, atravessará esta porta santa no início da Vigília de oração no sábado, 30 de julho de 2016, e esta será concluída com a Adoração Eucarística.

Para finalizar este encontro, no domingo 31 de julho, depois da Eucaristia o Santo Padre entregará a cinco casais de jovens dos cinco continentes, outras lâmpadas acesas, simbolizando o fogo da misericórdia que Cristo nos trouxe e enviará os jovens ao mundo inteiro como testemunhas e missionários da Divina Misericórdia.

Logo da JMJ 2016
Logo da JMJ 2016

Papa escolhe tema da JMJ 2016

1235436_662769397078416_1357237373_nAs Bem-aventuranças nortearam o Papa para a escolha do tema da Jornada Mundial da Juventude de 2016 em Cracóvia, Polônia.  Os versículos do capítulo 5 do Evangelho de Mateus marcarão as etapas do itinerário de preparação espiritual que durante três anos conduzirá à celebração internacional de Cracóvia, em julho de 2016.

O tema é “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia”. #RumoaJMJ2016.

Rumo a Cracóvia na Polônia #JMJ2016

Poloneses2016A próxima Jornada Mundial da Juventude será realizada em Cracóvia, na Polônia, em 2016. O anúncio foi feito pelo Papa Francisco, ao final da reflexão que precede a Oração mariana do Ângelus, recitada ao término da Missa de encerramento da JMJ Rio2013.

O Papa iniciou sua reflexão agradecendo a Deus as graças recebidas durante a Jornada Mundial da Juventude, e também ao Arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta e ao Cardeal Rilko, pelas palavras a ele dirigidas. Por fim, agradeceu a todos os jovens pela alegria vivida nestes dias, “levo a cada um de vocês no meu coração”.

Francisco convidou todos a voltarem seu olhar à Mãe do Céu, a Virgem Maria, lembrando também a todos que nestas dias Jesus “repetiu com insistência o convite para serem seus discípulos-missionários. Vocês escutaram a voz do Bom Pastor que lhes chamou pelo nome e vocês reconheceram a voz que lhes chamava”. E perguntou:

“Não é verdade que, nesta voz que ressoou nos seus corações, vocês sentiram a ternura do amor de Deus? Não é verdade que vocês experimentaram a beleza de seguir a Cristo, juntos, na Igreja? Não é verdade que vocês compreenderam melhor que o Evangelho é a resposta ao desejo de uma vida ainda mais plena?”

Referindo-se a Virgem Imaculada – que sempre intercede por nós no Céu como uma boa mãe que cuida dos seus filhos – Francisco recordou que “cada vez que rezamos o Ângelus, recordamos o acontecimento que mudou para sempre a história dos homens”. E falando das atitudes de Maria diante do anúncio do anjo e de sua visita à prima Isabel para realizar “um gesto de amor, de caridade, de serviço concreto, levando Jesus que trazia no ventre”, o Papa afirmou:

“Eis aqui, queridos amigos o nosso modelo. Aquela que recebeu o dom mais precioso de Deus, como primeiro gesto de resposta, põe-se a caminho para servir e levar Jesus. Peçamos a Nossa Senhora que também nos ajude a transmitir a alegria de Cristo aos nossos familiares, aos nossos companheiros, aos nossos amigos, a todas as pessoas. Nunca tenham medo de ser generosos com Cristo! Vale a pena! Sair e ir com coragem e generosidade, para que cada homem e cada mulher possa encontrar o Senhor”.

E ao final o tão esperado anúncio:

“Queridos jovens, temos encontro marcado na próxima Jornada Mundial da Juventude, no ano de 2016 em Cracóvia, na Polônia. Pela intercessão materna de Maria, peçamos a luz do Espírito Santo sobre o caminho que nos levará a esta nova etapa da jubilosa celebração da fé e do amor de Cristo”.

Após a Oração do Ângelus, Papa Francisco incensou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, confiando a ela a próxima Jornada Mundial da Juventude.

Texto: Rádio Vaticano

Google criticada por ceder à pressão global para impor a agenda gay

(ACI/EWTN Noticias).- A pressão da companhia Google para obter o reconhecimento legal das relações homossexuais em países como a Polônia ofendeu os seus críticos, que asseguram que a firma deveria preocupar-se com as violações contra direitos humanos fundamentais básicos em outros lugares.

Em diálogo com o grupo ACI no dia 17 de julho, o diretor do Instituto Tertio Millenio de Cracovia (Polônia), Pe. Maciej Zieba, lamentou que “a Google não pode distinguir entre discriminação, tolerância e promoção”.

“Na minha opinião, seria muito melhor se a Google, com o mesmo zelo, se concentrasse nas violações de direitos humanos em muitos países da Ásia e África, onde são violados direitos humanos elementares”.

No dia 7 de julho em Londres, o diretor do departamento de Diversidade e Inclusão da Google, Mark Palmer-Edgecumbe, disse na Conferência Global de Lugares LGBT (Lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) para o trabalho que desenvolverá iniciativas em todo mundo como parte de seu “muito ambicioso trabalho”.

“Queremos que nossos empregados que são gays ou lésbicas ou transgêneros tenham a mesma experiência fora do escritório como a que têm dentro dele”, disse.

A campanha se enfocará em países como a Polônia, que não reconhece os “matrimônios” homossexuais, e Singapura, que criminaliza os atos homossexuais.

Um registro de 8 de julho da página de diversidade da companhia afirma: “a Google acredita que os direitos LGBT são direitos humanos. Estamos nos associando com organizações ao redor do mundo para despenalizar a homossexualidade e eliminar a homofobia”.

Entretanto, o gigante da Internet modificou posteriormente a forma de apresentar sua campanha. O escritório da companhia em Varsovia (Polônia) recentemente recebeu o político e ativista homossexual Krystian Legierski para uma “conversação de escritório aberto e um almoço para discutir a importância das leis de associação civis”.

O P. Zieba se sentiu surpreso pelo uso inicial de uma linguagem de fé por parte da Google. A promoção de uma fé, disse, será uma “espécie de trabalho “missionário”.

“Mas esta forma de trabalho missionário no século XXI parece bastante anacrônica, e realizá-la desde o exterior é um sintoma de mau gosto”, assinalou.

O sacerdote indicou que a discriminação contra a mulher, perseguições religiosas, a falta de liberdade de expressão e a perseguição da oposição política em outros países são causas muito mais importantes.

O P. Zieba também rechaçou a afirmação de que os católicos poloneses são intolerantes.

“Os católicos devem opor-se a qualquer forma de intolerância ou discriminação”, afirmou o sacerdote que também assinalou a existência de “representantes de minorias sexuais” no parlamento nacional e nos meios de comunicação.

O comentarista católico polonês-americano George Weigel também criticou a campanha da Google, dizendo que não significa “nada de bom” para a defesa do matrimônio e da moral pública.

Em um correio enviado ao grupo ACI no dia 14 de julho, Weigel disse que “não vejo por que é um assunto do Google a forma que a Polônia defina por matrimônio o que é definido pela natureza, não pelos fornecedores de Internet, nem pelos governos”.

Weigel disse que o ativismo gay na Polônia foi “o mesmo que em outras partes”, em referência a que “uma pequena minoria vendeu exitosamente a falsa noção de que a homossexualidade é o equivalente à raça para os propósitos das leis de direitos civis e humanos”.

Os católicos na Polônia e nos Estados Unidos, disse, deveriam escrever às companhias que apóiam as agendas políticas homossexuais e expressar “sua oposição a esta propaganda”.

A iniciativa da Google assinala o trabalho da companhia nas celebrações do orgulho gay, em cidades dos Estados Unidos, em São Paulo (no Brasil), Tel Aviv (Israel) e Varsóvia (Polônia). Seus sócios incluem a Campanha de Direitos humanos, a Associação Nacional de Jornalistas Lésbicas e Gays, e a StoneWall.

Entre os apresentadores convidados na Conferência “Legalizem o Amor” da Google, figuraram Peter Tatchell, um ativista britânico com uma história de ações anti-católicas e anti-cristãs. Em abril de 1998, junto a outros ativistas, ele irrompeu durante o Sermão Pascal do Arcebispo de Canterbury, no Reino Unido.

Em 2004, Tatchell e outros ativistas, usando uma linguagem insultante para os fiéis e o clero, bloquearam o ingresso à Catedral de Westminster (Reino Unido) e impediram que os católicos fossem à Missa de Domingo de Ramos.

O ativista britânico se opôs s defesa da liberdade religiosa de agências de adoção cristãs que queriam dar crianças em adoção apenas a casais casados.

A carência destes amparos causou o fechamento de muitas agências católicas de adoção no Reino Unido.

Tatchell também foi um dos que pediram a prisão do Papa Bento XVI durante sua visita ao Reino Unido em 2010.