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A visão cristã sobre o meio ambiente

Dom Roberto Francisco Ferreria Paz
Bispo de Campos (RJ)

Dia 05 de junho a humanidade celebra e comemora o dia mundial do meio ambiente. Faz-se necessária uma reflexão e um discernimento, para podermos colaborar com a preservação da integridade do planeta.

Trata-se de uma questão profundamente espiritual que procede do mandato divino do Gênesis de cuidar e transformar a Terra. Alguns pensadores atuais atribuem a uma interpretação equivocada desta missão, focalizada no domínio predatório e abusivo que gerou a atual crise ecológica. Esquecem que foi o iluminismo racionalista do século XVIII, que separou a razão da fé, e começou a conceber a terra como um mecanismo, uma máquina que com a revolução industrial se converterá em matéria prima e mercadoria de troca.

O cristianismo não vê oposição entre ciência, ação humana e cuidado da terra, como certos ambientalistas radicais que diagnosticam o fim da espécie humana como uma única saída para salvar a terra. Mais, acreditamos que com a sabedoria do Evangelho, somos capazes de amar, cuidar e proteger as criaturas que Deus nos confiou, optando por um desenvolvimento integral, solidário e sustentável.

Um crescimento qualitativo em consciência, e inteligência cordial e espiritual, que resgate o olhar para a criação como um dom divino, como a Casa que o Pai nos entregou para vivermos com alegria, partilha, simplicidade e sobriedade, incluindo e acolhendo a todas as pessoas, respeitando a vida de todos os seres.

Também nossa fé cristã, nos liberta de considerar a terra como uma deusa, ou como a quarta pessoa da Trindade Santa, o cosmocentrismo leva a desvios, como o de querer substituir a Carta da Declaração dos Direitos Humanos pela Carta da Terra; o ser humano Imago Dei (imagem de Deus) foi instituído pelo Criador, gerente, cuidador e jardineiro da Terra, com uma dignidade intrínseca e específica. Que São Francisco, padroeiro da Ecologia nos ajude a viver a fraternidade universal com todas as criaturas e a cuidar com ternura e bondade da criação. Deus seja louvado !

O sol como fonte de energia e de vida

Dom Pedro Luiz Stringhini
Bispo de Mogi das Cruzes (SP)

O sol, na espiritualidade cristã e na liturgia da Igreja, aparece como sinal da luz de Deus, que é vida e gera vida. Na realidade, a luz solar é um dom de Deus essencial para a existência, a reprodução e a preservação de todas as formas de vida no Planeta Terra. Não de forma direta e exclusiva, pois seu calor aniquilaria a vida. Contudo, na harmonia e equilíbrio cósmicos, sua luz chega à Terra filtrado pela rica estrutura de gases e umidade que compõem a atmosfera, diminuindo de forma equilibrada a quantidade de raios prejudiciais e possibilitando, dessa forma, uma temperatura favorável à biodiversidade.

Nas últimas décadas, a humanidade foi tomando consciência de que não pode mais depender dos bens fósseis, especialmente o petróleo, o carvão e o gás, para gerar a energia que necessita para praticamente tudo na vida. De fato, a queima desses bens libera o dióxido de carbono neles contido e o emite para a atmosfera. Aumentando a quantidade relativa desses gases, que têm como função guardar parte do calor do sol que retorna do solo terrestre, dá-se o aumento geral médio da temperatura na Terra.

Esse aquecimento provoca mudanças na direção e intensidade dos ventos, na formação de nuvens, na forma de precipitação das chuvas, no degelo das águas congeladas nos pólos e nos picos das cordilheiras, no aumento do nível das águas dos mares, na formação de furacões cada vez mais intensos, no aumento dos tempos de estiagem em diferentes áreas do Planeta, de modo especial nas regiões semi-áridas.

Por isso, é vital para a humanidade, e para sua relação de responsabilidade com todos os demais seres vivos e com a própria Terra, buscar outras fontes de geração de energia e, ao mesmo tempo, empreender esforços para diminuir essa necessidade, adotando um estilo de vida mais simples e menos consumista. Nessa perspectiva, os avanços tecnológicos podem tornar possível a transformação dos raios do sol que atingem o planeta em energia elétrica. Isto é ao mesmo tempo uma boa notícia e também uma prioridade e uma responsabilidade.

A política energética brasileira não está levando em consideração o abundante potencial solar do País. Pelo contrário, continua dependendo de grandes obras de represamento dos rios e de centrais termoelétricas e nucleares. Países de menor potencial solar e eólico já envidam esforços, com sucesso, para valorizar o sol e os ventos na captação de energia, apresentando resultados que poderiam servir ao Brasil de exemplo de política energética.

Este é o motivo e o sentido da campanha que está sendo promovida pelo Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social: tornar conhecida pela população a imensa potencialidade de geração de energia solar no Brasil e pressionar os governantes para que mudem a política energética, assumindo a produção descentralizada de energia fotovoltaica como a fonte alternativa às grandes obras hidrelétricas na Amazônia e as pequenas centrais hidrelétricas construídas nos médios rios em todo o país, e abandonar em definitivo a construção de centrais termoelétricas e usinas nucleares.

O que se almeja não é a construção de “fazendas de energia solar fotovoltaica”, pois a energia continuaria sendo uma mercadoria a ser transportada para ser vendida. Deseja-se, ao contrário, que os tetos das casas, prédios, empresas, hospitais, colégios, templos, universidades e demais espaços públicos se tornem mini, micro ou médios produtores de energia pela transformação dos raios de sol em energia elétrica, utilizando a rede pública existente no sentido contrário: para levar o que não for consumido em cada unidade de produção para os grandes consumidores – as indústrias de diferentes tipos.

O Fórum ( fclimaticas@gmail.com ; telefone 61.3447.8722) está publicando subsídios de apoio à campanha. Cada cidadão pode obter e utilizar, contribuindo e fazendo sua parte na luta pela vida, pelo respeito ao ser humano e na preservação do meio ambiente. Tudo faz parte da obra de Deus, de sua vontade e seu amor.

Vídeo da Nasa mostra mais de 130 anos de aquecimento global em 26 segundos

Esta é para aqueles que duvidam do aquecimento global: a Agência Espacial Americana (Nasa)postou na rede um vídeo que resume em, apenas, 26 segundos o que aconteceu com a temperatura do planeta entre 1880 e 2011. Assista abaixo!

Não, você não entendeu errado. As manchas azuis correspondem às regiões do planeta que apresentaram temperaturas abaixo da média global durante os 131 anos analisados pela Agência, enquanto as manchas vermelhas representam as regiões com temperaturas acima da média. Sentiu o drama?

Não precisa ser nenhum grande entendedor do assunto para perceber que as manchas vermelhas – ou seja, o aquecimento global – vão ficando cada vez mais frequentes após a década de 70, quando teve início no mundo a terceira Revolução Industrial, e chegam a um nível – por que não dizer? – assustador a partir de 2000. De acordo com a Nasa, nove dos dez anos mais quentes da história do planeta, desde 1880, foram registrados após o início do século XXI.

Não por acaso, os níveis de dióxido de carbono (CO2) também cresceram muito desde 1880 –quando medições mais modernas começaram a ser feitas –, juntamente com o aumento da temperatura. Há 130 anos, a concentração de CO2 na atmosfera era de 285 partes por milhão (pmm), enquanto em 2011 o índice subiu para mais de 390 ppm. Já passou da hora de reduzirmos esse número, não?

Imagem: Nasa

Matéria Super Interessante 

Fórum articula ações para a Cúpula dos Povos e analisa veto parcial do novo Código Florestal

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Nos dias 24 e 25 de maio, os integrantes do Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social estiveram reunidos em Brasília. Como parceira do Fórum, a CNBB foi representada no evento por dom Pedro Luiz Stringhini, bispo de Franca (SP) e membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Caridade, Justiça e Paz. A reunião resultou na elaboração de uma carta de posicionamento diante da atual conjuntura nacional.
O bispo explicou que o encontro anual dos representes das entidades parcerias serviu para acertar os próximos passos em vista da Rio+20, a Cúpula dos Povos e o debate do novo Código Florestal. “Analisamos as medidas propostas pelo capitalismo internacional para a defesa do meio ambiente, com a chamada ‘economia verde’. Os organismos internacionais que estão próximos de grupos como agricultores, indígenas, ribeirinhos, quilombolas, não vêem essa solução como eficaz, democrática ou popular. Essa ‘economia verde’ é na verdade mais um instrumento para o capital pintar de verde o capitalismo, que sempre foi tão cinzento”.dompedroluizStringhinimaio2012

A mensagem final da reunião do Fórum reafirmou que a natureza não tem preço, ao dizer que as entidades são contrárias ao discurso que apresenta a economia verde como a solução para os problemas que o planeta. “Somos contrários à economia verde, bem como aos instrumentos apresentados pelo mercado e assumidos pelos governos no bojo da discussão do combate às mudanças climáticas”, afirmou o bispo.

Em relação ao veto parcial ao texto do novo Código Florestal, apresentado nesta sexta-feira, dom Pedro declarou satisfação com a decisão da Presidência da República. “Há tempos que o Fórum e as entidades parceiras vinham lamentado a tramitação e o resultado trágico e negativo que a Câmara dos Deputados apresentou. Por isso, recebemos com bastante conforto, alívio e alegria estes vetos todos da presidente da República. Demonstrou a sensatez, a sensibilidade à opinião, seja de quem trabalha no Ministério do Meio Ambiente, seja dos movimentos sociais e cientistas. É uma vitória, que não é total, mas em que foram vetados pontos que seriam muito nocivos à questão do meio ambiente no Brasil. Isso dá fôlego para que continuemos no trabalho de mobilização, conscientização e participação do nosso povo”.

Encontro Inter-religioso debate cenário amazônico

CRAmazonia

Um momento de diálogo com as religiões tradicionais e com outras religiões para a defesa do meio ambiente. Este foi o objetivo do seminário “Conhecer religiões e ecologia no cenário amazônico”, realizado nos dias 18 a 20 de maio, em Porto Velho (RO).
A iniciativa do regional Noroeste da CNBB teve o apoio das Comissões Episcopais Pastorais para a Amazônia e a do Ecumenismo e Diálogo Inter-Religioso. Participaram representantes de diferentes denominações religiosas, cristãs e não cristãs.

Os assessores do evento foram o professor Marcos Teixeira, da Universidade Federal de Rondônia; a assessora da Comissão Episcopal para a Amazônia, Irmã Irene Lopes, e o presidente da Comissão para o Ecumenismo, dom Francesco Biasin.

Na avaliação do bispo, o encontro foi muito rico, pois reuniu homens e mulheres de fé, preocupados com a harmonia e o equilíbrio da natureza. “Percebemos que juntos devemos defender este imenso valor que é a Criação de Deus, no qual nós vivemos”.

Os participantes do encontro debateram ações em relação ao impacto das obras de usinas hidrelétricas na região. “Percebi que a questão precisa ser repensada. O impacto ambiental nos rios e nas florestas, bem como aos povos ribeirinhos e indígenas, é muito grande. É importante ouvir estes povos, e junto com eles defender os valores da ecologia, do meio ambiente e preservá-los”, afirmou dom Francesco.

Por que tanto veneno?

Estamos perto da Rio+20 e da Cúpula dos Povos que acontecem aqui no Brasil. Esses eventos vão debater as mudanças climáticas e tentar propor soluções para frear o aquecimento global e as intempéries da natureza que ameaçam o globo e tudo que nele existe.

Muito pouco podemos fazer? Sempre me pergunto isso. No entanto, a resposta que me dou é não. Podemos começar a modificar nossa consciência e assim buscarmos praticas mais sustentáveis de viver, na grande casa, que Deus nos Deus para cuidar e não destruir.

O blog Ambiental Unipac, do amigo Rafael Vargas, é um blog voltado para essas práticas sustentáveis. Então vamos acessar e adquirir conhecimento para mudarmos nosso pensar e por caminho, nossas atitudes.

A matéria abaixo fala do uso indiscriminados de agrotóxicos. Confira:

Por que tanto veneno?.

CINE O ANUNCIADOR: Cúpula dos povos

O vídeo aborda as questões ambientais e acima de tudo a dignidade humana diante o avanço econômico destruidor do meio ambiente e favorecedor de poucos. O vídeo é Vídeo produzido pelo Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social e pela Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Justiça, da Caridade e da Paz – CNBB.

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Campanha contra o novo Código Florestal: #VetaDILMA

Como já sabemos o novo Código florestal, que só valoriza os grandes latifundiários desse Brasil desigual, foi aprovado. Precisamos direcionar nossas orações para a nossa presidenta, pra que ela tenha a coragem de profética de barrar essa desordem chamada “Novo Código Florestal”, que vai destruir nosso futuro e presente. #VetaDilma.

Alguns memes que estão rolando na rede para a campanha. Se você defende a vida, peça: #VetaDilma.

Memes:

RIO+20, Cúpula dos povos e afetados por mudanças climáticas

Dom Pedro Luiz Stringhini
Bispo de Franca (SP)

A ONU realizará, em junho deste ano, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. No mesmo período, acontecerá a Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental. O Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Social participará da Cúpula dos Povos, levando sua experiência e contribuição.

“A Cúpula dos Povos – um evento organizado pela sociedade civil – deverá atrair dez mil pessoas, de 15 a 23 de junho, no Aterro do Flamengo. Segundo a Ong Fase, serão duas mil pessoas da Via Campesina, mil quilombolas, 1,2 mil indígenas e mil trabalhadores da agricultura familiar, entre outros” (O Estado de SP, 28.03.12).

A Conferência sobre Meio Ambiente Rio+20 comemora os 20 anos da Eco 92 (Rio de Janeiro 1992). Uma visão e análise críticas da realidade dão conta que, em vez de fazer uma séria revisão sobre o que foi ou não realizado das decisões da Eco 92, tanto a ONU quanto o Governo brasileiro estão preferindo que a Rio+20 sirva para consagrar a proposta dos grandes grupos econômicos, a “economia verde”.

A cartilha Economia Verde, que está sendo publicada pela Rede Jubileu Brasil e outras entidades, e que está sendo assumida pelas pastorais sociais da CNBB como texto de informação e formação, ajuda a compreender com profundidade por que esta proposta está sendo contestada pelos movimentos sociais da sociedade civil brasileira e internacional.

Trata-se, em resumo, de nova tentativa dos principais responsáveis pelo aquecimento global, as empresas capitalistas, de se apresentarem como as “salvadoras do meio ambiente”. Na verdade, o que desejam é estabelecer preço para todos os bens naturais, que ainda são bens comuns – água, ar, reservas florestais, áreas indígenas e quilombolas, paisagens naturais, conhecimentos tradicionais, biodiversidade … –, usando-os como “créditos de carbono” a partir de pagamentos pelos “serviços ambientais” dessas áreas preservadas. Ou seja, querem continuar poluindo, justificados com esses pagamentos de serviços ambientais, tornando-se donos, ao mesmo tempo, de novos títulos de crédito negociados em mais uma bolsa especulativa.

Questionando essa opção, entidades da sociedade civil decidiram convocar-se como Cúpula dos Povos, autônoma em relação à conferência governamental Rio+20. Ela se propõe, através de atividades de Assembleia do Povo, dizer uma palavra profética sobre as verdadeiras causas da crise ambiental que atinge o Planeta, sobre a propalada solução da “economia verde” e, finalmente, sobre o que já está sendo feito e o que é preciso fazer para defender e promover a vida na Terra e da Terra.

O Fórum está buscando condições para apoiar a presença dos Afetados por Desastres Socioambientais(MONADES) na Cúpula dos Povos. O plano é realizar o 2º Seminário de Atingidos, que será também a 1ª Assembleia do MONADES, no Rio de Janeiro, nos dias 15 e 16 de junho – dias de atividades autogestionadas dos movimentos e entidades da Cúpula dos Povos. Em seguida, possibilitar a participação na Marcha de Abertura (dia 17), das Assembleias (dias 18, 19 e 21) e das Mobilizações, especialmente as do dia 20, da Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental.

Grande parte da missão do Fórum será realizada com a consolidação do MONADES. Com ele, os Afetados serão protagonistas na luta por políticas públicas que garantam seus direitos e promovam ações preventivas em todas as áreas de risco de desastres socioambientais.

A Cúpula dos Povos quer, com sua mobilização, sensibilizar a sociedade sobre a urgência em que se encontra a humanidade de implementar soluções verdadeiras. Cada comunidade cristã pode contribuir para essa importante e cidadã mobilização.

Em vista dessa mobilização, faz-se relevante e pertinente a proposta de recolher 1,4 milhão de assinaturas para propor ao Congresso nacional uma lei de iniciativa popular que coíba o desmatamento, isto é, realize o chamado desmatamento zero, impedindo a supressão de florestas nativas em todo o território nacional.

VÍDEO: A fábrica suicida

Sempre discutimos sobre sustentabilidade e preservação do meio ambiente. Esse vídeo fala sobre isso de uma forma um tanto quanto diferente, mas interessante. Imagine o desespero de uma fábrica quando ela descobre que é a responsável pela morte dos seres vivos de todo o planeta. Esta é a história deste curta muito divertido. Veja e reflita:

Santa Sé participa de Fórum Mundial da Água

A Santa Sé participará do 6º Fórum Mundial da Água que começa nesta segunda-feira, 12, em Marselha, na França.

A delegação da Santa Sé e o Pontifício Conselho Justiça e Paz elaboraram um documento para a ocasião intitulado “Água, um elemento essencial para a vida. Definição de soluções eficazes”.

O texto recorda como, mesmo com alguns progressos, o acesso adequado à água potável não é ainda garantido à boa parte da população mundial.

“Espera-se, além disso, uma melhor gestão da água por parte das autoridades públicas, agentes privados e da sociedade civil. Convidamos estes organismos a agir com sobriedade, responsabilidade e solidariedade, à luz dos princípios da justiça e da subsidiariedade”, destaca o Vaticano em comunicado.

O Fórum Mundial da Água acontece a cada três anos e é organizado pelo Conselho Mundial da Água. O evento reúne organizações privadas e governamentais.

O documento do Vaticano se afirma sobre três aspectos. O primeiro é um breve histórico sobre a formulação e reconhecimento do direito à água potável por parte da comunidade internacional.

Depois a Santa Sé faz uma análise sobre a situação atual no que diz respeito ao acesso à água potável, ao saneamento básico e as principais dificuldades para a promoção de tal direito.

O Vaticano também propõe algumas soluções, diante de tais desafios ainda não solucionados, correlacionadas com tais recursos.

O 6º Fórum Mundial da Água segue até o próximo sábado, 17.

CÂMARA DE IPATINGA APROVA NOVO PROJETO QUE PROÍBE SACOLAS PLÁSTICAS

A Câmara Municipal de Ipatinga aprovou novamente, em reunião ordinária nesta quinta-feira (23/02), projeto de lei que obriga estabelecimentos comerciais e supermercados no município a utilizarem embalagens biodegradáveis ou reutilizáveis no lugar das tradicionais sacolas plásticas.
O texto da lei, que já estava em vigor, sofreu alterações após reunião no fim do ano passado com representantes de supermercados de Ipatinga, que solicitaram uma prorrogação do prazo.
Os comerciantes haviam argumentado que ainda não estavam prontos para pôr em prática a proposta. A modificação foi feita por meio de um novo projeto de lei enviado ao plenário.
“Entendemos a dificuldade dos comerciantes em se adaptarem e, por isso, prorrogamos por um período de mais seis (06) meses”, disse o vereador César Custódio (PT), um dos autores da proposta.
Em relação à proposta inicial, alguns pontos foram modificados. Os sacos de lixo também deverão ser biodegradáveis e foi incluída ainda a advertência entre as penalidades previstas. A lei anterior multava de imediato o estabelecimento que fosse pego, agora com nova alteração, primeiramente ele será notificado da infração para que se adeque a lei, caso reincida poderá ser multado em até R $ 2.100 reais.
Fonte: Câmara Municipal de Ipatinga

População sente modificação do Rio Xingu após construção dos primeiros barramentos

barramentodoxinguAs primeiras intervenções de maior porte no Rio Xingu, relacionadas à construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, já estão em andamento. No trecho que margeia o Sítio Pimental, onde ocorrerá o barramento do rio, os construtores da usina estão fazendo a primeira ensecadeira – pequena barragem provisória para desviar parte do curso da água e permitir que se trabalhe em seco na construção do “paredão” da barragem definitiva, como constatou a equipe do Movimento Xingu Vivo para Sempre (MXVPS), no último domingo, 15.

Segundo um técnico ambiental que estava no local, esta é a primeira de três ensecadeiras para a construção da grande barragem de Belo Monte. Outra menor está prevista próxima à casa de força do Sítio Belo Monte, na altura do km 50 da Rodovia Transamazônica.

“A obra começou logo depois do ano novo”, contou um barqueiro que trafega pela área. Contudo, segundo ele, a primeira tentativa de erguer a barreira provisória, feita apenas com terra, foi levada pela correnteza. “Agora, eles também estão usando cascalho, pra ver se segura”, comentou. Também a ilha em frente à obra, onde passará o barramento, já está sendo desmatada. A autorização para supressão de vegetação foi dada pelo Ibama e prevê a derrubada de cinco mil hectares de floresta.

Moradores das comunidades e aldeias mais próximas afirmam que ninguém foi avisado do inicio da construção da ensecadeira. Ao verem as imagens mostradas pelo Xingu Vivo, muitos mostraram-se atônitos. “A gente não sabia disso. Começamos a ver que a água está vindo toda suja, toda barrenta, mas a gente não sabia o motivo. Não fizeram nada na aldeia [cumprimento de condicionantes], e estão assassinando nosso rio”, disse o cacique da aldeia Paquiçamba, Josinei Arara. Já entre os ribeirinhos e pequenos agricultores, muitos ainda não saíram de suas ilhas, casas ou comunidades, e afirmam ouvir muitas explosões.

madeiradoxinguDe acordo com o geógrafo, Brent Millikan, coordenador da ONG International Rivers no Brasil, os impactos das ensecadeiras já ameaçam o rio.“Com as ensecadeiras vem o desmatamento na Ilha do Pimental e ilhas vizinhas, assim como explosões de pedra e terraplenagem, despejando sedimentos que os moradores da Volta Grande já estão percebendo.  Um dos impactos principais é sobre os peixes que transitam pelo rio. Na usina de Santo Antônio, no rio Madeira, em Rondônia, por exemplo, muitos peixes ficaram presos entre as ensecadeiras e morreram”.

Segundo os moradores locais, uma grande preocupação agora é com a navegação do rio. “Não sabemos como vamos atravessar essas barragens, se eles fecharem o rio”, explica um dos barqueiros. De acordo com os indígenas da aldeia Arara da Volta Grande, a Norte Energia apenas apresentou duas animações de um sistema de “transposição” das embarcações, feita por um guindaste, que suspenderia os barcos e os atravessaria para o outro lado do barramento. “A Norte Energia também mostrou um vídeo de como isso é feito na Polônia, mas todos os barqueiros e índios do Xingu são unânimes em afirmar que isso não funcionará com o tipo de embarcação aqui da região. Só funcionaria se nossos barcos fossem de plástico”, explica Antonia Melo, coordenadora do MXVPS.

Liminar

O início do desvio das águas do Xingu só foi possível graças à derrubada de uma liminar que proibia o Consórcio de Belo Monte a realizar quaisquer obras no leito do rio. Em meados do ano passado, a Associação dos Exportadores de Peixes Ornamentais de Altamira (Acepoat), impetrou uma Ação Civil Pública argumentando que Belo Monte acabará com a pesca ornamental, tendo recebido uma liminar favorável no final de setembro. Em dezembro, o mesmo juiz que deu a liminar reviu sua decisão e derrubou a liminar, acatando o argumento da Norte Energia de que não haveria pesca ornamental no Xingu. Diante do argumento, a Acepoat afirmou que recorrerá da decisão.

Lançada Campanha Missionária de 2011, “Missão na Ecologia”

mesacentro_cm“A Campanha Missionária deste ano nos conscientiza de que é preciso cuidar do planeta que Deus deixou a todos nós. A ligação ‘Missão na Ecologia’ vem justamente reafirmar a importância de cuidar da mãe terra para a sobrevivência da humanidade”.

dom_sergiodoisA afirmação acima é do presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Sérgio Braschi, durante a coletiva de imprensa que lançou a Campanha Missionária de 2011, na tarde desta quarta-feira, 21, na sede nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM) em Brasília.

De acordo com dom Sérgio, a Campanha sugere uma mudança de atitude e de comportamento para que possamos viver de maneira saudável no planeta. “Estamos numa sociedade globalizada em que o materialismo às vezes prevalece e com isso a ganância do ser humano para explorar os bens da natureza que faz com que se esgotem os seus mecanismos de sobrevivência para todos nós”, exortou.

altevir_trescoletivacmPara o secretário executivo do Conselho Missionário Nacional (Comina) e assessor nacional da Comissão para a Animação Missionária da CNBB, padre José Altevir da Silva, o mês de outubro não deve limitar a dimensão missionária. Segundo ele, é o momento para dar visibilidade à dimensão missionária da Igreja que deve preencher de maneira integral a vida dos cristãos batizados. “Outubro não é o mês missionário, todos os dias da vida são missionários. Outubro vem apenas para fortalecer e dar visibilidade às atividades missionárias da Igreja e por isso devemos viver oportunamente nas comunidades a essência missionária desenvolvida pela Campanha Missionária através da temática proposta a cada ano”, disse.

Padre Altevir explicou ainda como se dá a ligação entre missão e ecologia, tema da campanha deste ano. “A primeira razão é que como batizado você é missionário e tem total responsabilidade sobre a obra da criação; por isso, deve lutar em defesa da vida do planeta”. Continuou: “Segundo porque todos os anos a Campanha Missionária se liga diretamente à Campanha da Fraternidade que este ano trouxe o tema “Fraternidade e a Vida no Planeta”, portanto, como cristãos, quando falamos em missão temos que olhar de maneira integral para a vida valorizando a criação de Deus”, justificou.

Materiais

coletivacamilodoiscampanha_missionariaO diretor nacional das POM, padre Camilo Pauletti, também frisou a importância da Campanha Missionária e seus subsídios para a vivência de maneira concreta do mês missionário nas comunidades. “Enviamos gratuitamente vários materiais que contêm experiências, informações, reflexões e dados que nos ajudam na vivência e conscientização da Campanha Missionária”, disse. O diretor comentou que, ao todo, foram enviados este ano à Igreja no Brasil cerca de 50 toneladas de material, o que significa em números 20 mil DVDs, 150 mil novenas missionárias, 150 mil cartazes, 10 milhões de folhetos e 12 milhões de envelopes para o gesto concreto.

Comentou que a resposta positiva do envio desses materiais tem surpreendido a cada ano. “No Brasil essa coleta tem crescido. De 2009 a 2010 houve um acréscimo de quase 35%. No ano passado a Campanha teve uma arrecadação de mais de 7 milhões de reais em doações pela Igreja no Brasil. Na Assembleia Geral das POM de todo o mundo, que acontece anualmente em Roma, este ano realizado no último mês de maio, fomos lembrados como exemplo a ser seguido de animação missionária e crescimento na coleta. Em outros países, por exemplo, da Europa e Estados Unidos essa contribuição tem diminuído. A coleta é importante porque depois é distribuída para países principalmente do continente africano que precisam de mais ajuda para a continuação da evangelização”, concluiu.

A missão na Igreja

Dom Sérgio Braschi lembrou que esse dinheiro ajuda substancialmente na evangelização missionária além-fronteiras. Destacou projetos da Igreja do Brasil em outros países como Haiti e também do projeto das igrejas irmãs desenvolvido em várias dioceses do país. “A Igreja no Brasil mantem uma comunidade de religiosas que trabalham com o povo pela reconstrução do país que já era o mais pobre das Américas e que depois teve sua situação agravada com o terremoto do ano passado”. Da mesma forma, “temos também a ação das igrejas irmãs, trata-se de parcerias entre dioceses, que enviam e acolhem agentes de pastoral para que a fraternidade, a solidariedade e o espírito missionário se concretizem de fato”, completou o bispo.

Além desses projetos citados, que têm parceria das Pontifícias Obras Missionárias, o dinheiro arrecadado é enviado para o Fundo Mundial de Solidariedade em Roma. De lá é enviado para projetos como a sustentação de dioceses, abertura e manutenção de seminários, financiamento de obras sociais, assistência aos missionários em todo o mundo.

Padre substitui orações pelo plantio de árvore

Um padre de Pires do Rio, município goiano que fica a 240 quilômetros de Brasília, está inovando na penitência aos seus fiéis. Em vez das orações, os fiéis saem do confessionário com o compromisso de plantar uma árvore e ajudar a natureza e o meio ambiente. A população da cidade apoia a iniciativa do padre.

Na última confissão comunitária, todos os presentes receberam a incumbência de plantar uma semente para que em outubro as mudinhas sejam levadas, durante uma procissão, para serem plantadas em uma área devastada da cidade. A expectativa é de que Pires do Rio ganhe mais de mil novas árvores.

 

Papamovel será ecologicamente correto

Bento XVI receberá da fábrica alemã de automóveis Mercedes- Benz um ‘papamóvel’ ecológico com motor híbrido. O ‘papamóvel’ é o meio de locomoção utilizado pelo papa em viagens.

O automóvel terá bateria de lítio recarregável e não emitirá gases poluentes. Com propulsão alternativa mediante a combinação de um motor impulsionado por combustão interna, o veículo terá em seu posterior um habitáculo alto, com vidros anti-bala, no centro do qual será disposto o assento do papa.

O seminário alemão Wirtschaftswoche informa que Bento XVI teria encomendado o primeiro ‘papamóvel’ híbrido da história em respeito ao equilíbrio do meio ambiente.

O Vaticano tem se mostrado preocupado com as questões ambientais.

Bento XVI destaca que governos devem utilizar energias limpas

O Papa Bento XVI alertou para que os governos utilizem energias puras e  respeitem o meio ambiente, evitando o uso de uma energia perigosa para o homem. O alerta foi feito nesta quinta-feira, 9, durante a audiência com os embaixadores junto a Santa Sé da Moldávia, Guiné Equatorial, Belize, Síria, Gana e na Nova Zelândia.

Recebidos no Vaticano, os embaixadores apresentaram suas Cartas Credenciais. No discurso, o Papa salientou que os debates sobre os cuidados ambientais não devem ser conduzidos sobre interesses políticos e econômicos.

“O primeiro semestre deste ano foi marcado por numerosas tragédias que atingiram a natureza, as tecnologias e as pessoas”, recordou o Pontífice.

O Santo Padre ressaltou que antes de tudo, a segurança das pessoas deve ser pensada, não os interesses de algumas partes.

De modo muito direto, Bento XVI disse aos embaixadores, reunidos na Sala Clementina, que o fato de cada um ter vindo de um dos cinco continentes simboliza a universalidade dos temas aos quais o Papa deve sustentar numa precisa reflexão.

“O homem, ao qual Deus confiou a gestão da natureza, não pode ser dominado pela tecnologia e tornar-se seu objeto. Esta consciência deve conduzir os estados a refletirem juntos sobre o futuro, a curto prazo, do planeta, sobre suas responsabilidades em relação a proteção da nossa vida e a tecnologia”, reforçou o Papa.

Para Bento XVI a ecologia humana é um imperativo. Assim, adotar um estilo de vida que respeita o ambiente e sustentar a busca e a exploração de energias puras, que respeitam o patrimônio da criação e que sejam inofencivas aos seres humanos, devem ser prioridades políticas e econômicas.

É necessário rever completamente a relação do homem com a natureza, disse o Santo Padre, pois ela não é apenas um espaço de divertimento ou um espaço a ser utilizado. Bento XVI alertou que a ausência de um estilo de vida que respeite a aliança entre o homem e a natureza pode causar o desaparecimento de toda família humana.

“Todos os governos devem empenhar-se em proteger a natureza e cumprir o seu papel essencial na sobrevivência da humanidade. As Nações Unidas parecem ser o lugar natural para tal reflexão, que não deve ser ofuscada por interesses políticos e econômicos cegamente partidários, a fim de favorecer a solidariedade além dos interesses pessoais”, salientou o Pontífice.

Destacando sobre o desenvolvimento da tecnologia, Bento XVI afirmou que o desfrute de suas capacidades tem causado desastres ecológicos e sociais. Apostar tudo no desenvolvimento tecnológico, reforça o Papa, ou acreditar que essa é a única causa do progresso ou da felicidade, é mercantilizar o homem, algo que, cedo ou tarde, se volta contra ele.

“Basta ver os danos do progresso e os perigos que faz correr a humanidade uma tecnologia onipotente e, em última análise, não controlada. A tecnologia que domina o homem priva-o de sua humanidade. O orgulho que essa gera leva nossa sociedade a uma economia intransigente e a um certo hedonismo que determina subjetivamente e egoisticamente os comportamentos”, disse o Pontífice.

Assim, prosseguiu o Papa, é extremamente necessário que pesquisadores e cientistas saibam desenvolver tecnologias com forte consciência ética, ajudando a natureza a se desenvolver de acordo com os planos do Criador. Ele completou dizendo que os governadores devem promover um humanismo que respeite as dimensões espirituais e religiosas do homem.

“Respeitar suas aspirações por justiça e paz permite a construção de um sociedade que se promove por ela mesma quando sustenta a família ou recusa, por exemplo, a primazia exclusiva da economia. Um país vive da plenitude da vida dos cidadãos que o compõe, cada um consciente de suas próprias responsabilidades e das possibilidades de fazer valer as próprias convicções”, salientou Bento XVI.

O Papa finalizou enfatizando que o impulso natural para a verdade e a bondade é uma fonte de energia que cria o desejo de trabalhar em conjunto para alcançar o bem comum.

Apenas 8% dos municípios fazem a coleta seletiva de lixo

O Brasil produz diariamente 150 mil toneladas de lixo, das quais 40% são despejadas em aterros a céu aberto. O destino adequado do lixo é um problema que afeta a maioria das cidades – apenas 8% dos 5.565 municípios adotam programas de coleta seletiva.

Os dados são de um estudo realizado pelo Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre), associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem e mantida por empresas privadas.

O Brasil tem hoje uma Política Nacional de Resíduos Sólidos instituída pela Lei Federal 12.305, de 2 de agosto de 2010, e regulamentada pelo Decreto Federal 7.404, de 23 de dezembro de 2010. Considerada uma vitória do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, o projeto tramitou por 20 anos no Congresso Nacional.

“Nós entramos no circuito porque a primeira lei sequer citava os catadores”, explica Severino Lima Junior, da coordenação nacional do movimento. Segundo ele, a lei é uma das melhores da América Latina .”Hoje a gente tem dados mostrando que 90% do material reciclado passou pela mão de um catador, seja ele de cooperativa ou de rua e lixões.”

A coordenadora de Consumo Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Fernanda Daltro, diz que a aprovação da lei foi o resultado de uma grande mobilização de todos os setores envolvidos: a sociedade, o setor produtivo, o governo e os catadores. “A demora da tramitação foi necessária para a adequação de todos os interesses destes setores, do próprio mercado, para atender as exigências, e dos governos, para entender a importância de uma política para os resíduos sólidos.”

A partir do segundo semestre de 2012 os brasileiros poderão ter regras fixas e determinadas pelo governo federal para o descarte adequado de produtos como eletroeletrônicos, remédios, embalagens, resíduos e embalagens de óleos lubrificantes e lâmpadas fluorescentes de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista .

Pela lei, os governos municipais e estaduais têm dois anos de prazo para a elaboração de um plano de resíduos sólidos.

CMI propõe plantio de árvores pela paz

O Conselho Mundial de Igrejas (CMI) conclama cristãos e igrejas de todas as partes do mundo a realizarem vigília e plantar árvores no domingo, 22 de maio, como símbolo da paz. Também pede que compartilhem orações pela paz com cristãos dos cinco continentes.

“Cada árvore se converterá num símbolo duradouro de nossos esforços comuns para trazer a paz de Cristo ao nosso mundo sofredor”, disse o secretário geral do CMI, pastor Olav Fykse Tveit. “Esperamos que as pessoas se sintam inspiradas e usem o Twitter e o Facebook para compartilhar fotos, orações e palavras de esperanças aspirando paz justa em seu próprio idioma”.

O Domingo Mundial pela Paz faz parte da Convocação Ecumênica Internacional pela Paz (CEIP) do CMI, que terá lugar em Kingston, Jamaica, de 17 a 25 de maio. O evento encerrará a Década para a Superação da Violência, programa que o organismo ecumênico internacional promoveu nos últimos dez anos.

Mais de 1 mil pessoas de todas as partes do mundo vão se reunir em Kingston para celebrar a promessa de uma paz justa. As igrejas do Caribe prepararam oração pela paz, para que as igrejas de todos os continentes a utilizem em seus cultos por motivo do Domingo Mundial pela Paz.

Hinos, textos e liturgias que congregações podem utilizar para sua celebração do domingo pela paz encontram-se disponíveis em:www.superarlaviolencia.org/domingo-por-a-paz. “Esperamos que a oração mundial pela paz do 22 de maio ajude a construir pontes que promovam a paz justa”, disse Tveit.

Fonte Conic