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O que é realmente a ideologia de gênero e como ela age? Bispo responde

RIO DE JANEIRO| ACI – Ao constatar que a presença da ideologia de gênero está se fazendo cada vez mais forte nas escolas e universidades, nos meios de comunicação e em diversos outros locais, o Bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Antônio Augusto Dias Duarte, esclareceu o que é de fato tal ideologia, a qual classificou como ditadora e tirânica.

“Presente em todas as partes e denominando-se a si mesmo como um progresso cultural, pedagógico e jurídico, a Ideologia de Gênero não permite nenhuma outra visão diferente da sexualidade humana”, assinalou o Prelado em recente artigo publicado no site da Arquidiocese.

Dom Antônio observou como esta ideologia está presenta no cinema, com filmes que abordam a diversidade sexual; também nas escolas e universidades, que organizam “simpósios, concursos e debates sobre os direitos sexuais e os novos arranjos familiares”, além das cartilhas para ensino fundamental “tratando de gênero e de relacionamentos amorosos entre crianças do mesmo sexo”; ou mesmo nas “inúmeras atividades, organizadas por órgãos ligados ao mundo jurídico, ao segmento formativo de professores e ao espaço da mídia nacional”.

Com isso, sublinhou, “percebe-se como essa ideologia adquiriu nesse início do século XXI um caráter onipresente e onisciente”.

Para proliferar na sociedade, os ideólogos de gênero utilizam “estratégias bem planejadas e aplicadas nos três grandes campos de formação da opinião pública – educação, mídia e entretenimento”.

Com isso, “querem desconstruir a identidade do homem e da mulher, com um objetivo bem determinado: a formação de uma sociedade sem casamentos, sem família natural, sem distinção de idades, sem respeito à natureza humana, sem educação para a maturidade sexual e, finalmente, a criação de um mundo polimórfico no sexo”.

Sobre o polimorfismo sexual, que “é o alvo principal da Ideologia de Gênero”, o Bispo explicou que se trata da defesa de que “não há mais homem nem mulher desde a sua concepção, mas sim indivíduos humanos, que prescindindo de sua natureza biológica e física, têm a liberdade de escolherem a sua identidade sexual, a que quiserem, de darem a orientação sexual que viverão, de combinarem, sem restrições éticas, as formas de relacionamentos sexuais que mais lhe apetecerem”.

Nesse cenário, pontuou, o mais perigoso é a defesa de “que todas essas ‘novas formas’ de ser pessoa” devem “ser reconhecidas públicas e legalmente numa ‘sociedade evoluída’”.

Dessa forma, Dom Antônio esclareceu que o que realmente está acontecendo com a ideologia de gênero não é apenas uma revolução sexual, uma revolta contra o machismo dominador de mulheres ou libertinagem da sexualidade humana.

“A Ideologia de Gênero – explicou – pretende ser, e dá todas as provas demonstrativas dessa sua pretensão, o que todas as ideologias desconstrutivas querem ser: ditadora, tirânica, dominadora do pensamento e da liberdade humana”.

Segundo o Prelado, os ideólogos de gênero “cederam diante da tentação mais presente na história da humanidade: a tentação de serem os árbitros do bem do mal”.

“A Ideologia de Gênero não só destrói a família, não só desrespeita a dignidade do homem e da mulher, mas não dá espaço para a consciência humana julgar, com imparcialidade, o que é o bem e o mal em matéria da sexualidade humana”, ressaltou.

Diante disso, Dom Antônio Augusto apontou que “o caminho para esclarecer e imunizar as inteligências das crianças e dos jovens, da classe política e dos professores, do povo e dos formadores da opinião pública começa pelo empenho constante dos pais e das pessoas de boa vontade em favor da formação extensa e profunda no conceito de natureza do homem e da mulher, do valor da paternidade e da maternidade, da grandeza e do papel social do casamento e da família, da necessidade de uma sociedade realmente humanizada e humanizadora”.

Por fim, o Bispo indicou que a afirmação bíblica “Deus criou homem e mulher…” é “o ponto de partida para se viver, com sabedoria e liberdade, a identidade sexuada e a orientação que dela se origina, e dar a luz que esclarecerá a inteligência das pessoas, que buscam conhecer quem são e quais suas dimensões mais valiosas”.

Psiquiatras dos EUA: Chamar pedofilia de “orientação sexual” foi um “erro”

Capa do Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais da APA
Capa do Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais da APA

(ACI/EWTN Noticias).- A Associação Americana de Psiquiatria (APA, por suas siglas em inglês), publicou recentemente um comunicado assegurando que considerar a pedofilia como uma “orientação sexual” dentro da quinta edição do seu Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais (DSM-5) foi um “erro”, que será corrigido na edição digital do livro, assim como nas próximas impressões.

Em seu comunicado, titulado “erro no texto de desordem pedofílica será corrigido”, a APA indicou que “a ‘orientação sexual’ não é um termo usado no critério de diagnóstico para a desordem pedofílica, e seu uso na discussão do texto do DSM-5 é um erro e deve ler-se como ‘interesse sexual’. De fato, a APA considera a desordem pedofílica como uma ‘parafilia’ (uma separação sexual), não uma ‘orientação sexual’”.

“Este erro será corrigido na versão eletrônica do DSM-5 e na próxima impressão do manual”, indicou a associação de psiquiatras americanos.

Entretanto, Mat Staver, presidente e fundador do Liberty Counsel dos Estados Unidos, uma organização defensora da liberdade religiosa, da santidade da vida e da família, expressou sua desconfiança respeito a que se tratou de um erro.

Staver recordou que a APA, ao apresentar seu manual assegurou que este marcava “o final de uma viagem de mais de uma década revisando os critérios para o diagnóstico e classificação das desordens mentais”.

“Claramente, se reclassificar a pedofilia foi um mero ‘erro’, teria sido detectado na ‘viagem da década’”, advertiu o líder pró-família.

Mat Staver advertiu que “já seja que se classifique como uma ‘orientação sexual’ ou como um ‘interesse sexual’, qualquer esforço para tornar a pedofilia legítima dará aos pederastas todos os argumentos que precisam para remover as leis de idade de consentimento, e as crianças sofrerão”.

O Liberty Counsel qualificou de “não científicas” as mudanças realizadas nas diversas edições do Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais (DSM).

“Na terceira edição do DSM, a APA disse que aquele que atua segundo a própria atração sexual pelas crianças é um pedófilo”, recordou a organização defensora da família, indicando que para a quarta edição do manual psiquiátrico mudou “o critério, dizendo que a pedofilia era uma desordem somente ‘se causasse um mal-estar clinicamente significativo ou deterioração nas áreas sociais, ocupacionais ou outras importantes do funcionamento’”.

Para o Liberty Counsel, depois dos dez anos que levou desenvolver este novo manual psiquiátrico “é difícil aceitar que a sua publicação tenha sido um equívoco ou um engano”.

“É mais provável que o protesto público tenha ocasionado o recente comunicado de imprensa da APA”, indicou a organização.

Mat Staver advertiu que a Associação Americana de Psiquiatria “perdeu a credibilidade com este último desatino sobre a classificação para a pedofilia. A APA se viu cooptada por uma agenda política. É difícil ver a APA de qualquer outra forma”.

“As implicações de reclassificar a lei natural, seja para o matrimônio homossexual ou para as relações adulto-crianças, são de longo alcance”, indicou.

E antes da repercussão contra essa grotesca determinação eles pensavam assim:

APA reconhece Pedofilia como orientação sexual 

Pedofilia é reconhecida como “orientação sexual” no EUA

Boy Watching Shadowy FigureNão sei o que comentar diante esse fato. A não ser que todos estão é loucos e orientados pelo coisa ruim. Como pode ser reconhecido o abuso de menos, crianças com orientação? Oremos, os tempos estão mudando e as pessoas esquecendo Deus e os seus princípios.

Vejam a matéria:

A Associação Americana de Psiquiatria dos Estados Unidos (APA, por suas siglas em inglês) aceitou dentro da quinta edição do seu Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais a “orientação sexual pedofílica”, e a diferenciou da “desordem pedofílica”.

Para a APA, a “orientação sexual” pedofílica consiste naqueles que “nunca atuaram em base a seus impulsos”.

Conforme informou o site informativo Neon Tommy, auspiciado pela Escola de Comunicações de Annenberg, da University of Southern Califórnia, a decisão da Associação Americana de Psiquiatria dos Estados Unidos deu lugar a que numerosos grupos de defesa da pedofilia ampliem “o alcance de suas organizações”.

Tal é o caso, indicaram, de B4U-ACT, uma organização criada em 2003 “principalmente como uma forma para que ‘pessoas atraídas por menores’ sejam abertas sobre as suas preferências sexuais em uma atmosfera de apoio”.

“De acordo ao porta-voz e agressor sexual com antecedentes, Paul Christiano, o grupo de defesa da pedofilia está “‘trabalhando para desestigmatizar a comunidade de saúde mental’. Christiano explicou que as atitudes negativas da sociedade para com as pessoas atraídas por menores ‘alcançam a elaboração de políticas e a comunidade de saúde mental’”, indicou o informativo.

abuso-sexual-pedofilia

Caitlin Myers, estudante de doutorado em Sociologia da University of Southern Califórnia explicou ao Neon Tommy que não se pode assegurar que a conduta dos pedófilos fique somente na mente, pois “é cientificamente impossível resolver a pergunta de se as pessoas atraídas por um menor atuarão ou não em base a seus impulsos”.

Fonte: Aci Digital