Globo, Beijo Gay e você

Na última semana de janeiro a rede Globo de televisão colocou no ar aos capítulos finais de mais uma novela. Para mim, o fim dessa novela e de tantas outras passou despercebido. Primeiro, pelo fato de que eu não vejo mais essas coisas  Graças a Deus. E outro, que em minha casa não pega mais a rede Globo.  No entanto, um novela com história mal contada e muitos erros de continuidade, e não sou eu quem digo, mas AQUI e AQUI, AQUI e AQUI e tantos outros artigos que tive de ler para escrever sobre, tentou na última hora chamar a tenção do país. Aparentemente o fez. Aparentemente.

Novela ensinou que a vida é uma bagunça e não há certo ou errado. Tudo é permitido. E você, aplaudiu?
Novela ensinou que a vida é uma bagunça e não há certo ou errado. Tudo é permitido. E você, aplaudiu?

Muito tem se falado sobre seu último capítulo e ainda vão falar devido ao tão esperado beijo gay na TV brasileira. Ops, Silvio Santos já havia feito em uma novela. Coitada da Grobo, perdeu a novidade e ficou para trás. Mas é sério. Teve um beijo gay nesta novela que só ensinou, pelo visto, coisas erradas? Pior que teve sim.

Um tentativa desesperada pela audiência. Sei que muitos estão falando em vitória do lobby gay e tal. Mas em uma trama que ensinou a matar sem impunidade, roubar o marido alheio, deixar o esposo cego, jogar crianças em caçambas (Que foi feito pelo irmão gay da protagonista), e que a impunidade é leal a quem faz maldades por aí.  Será que houve ganho para alguém. Diretamente associou os gays a pessoas cruéis e sem noção. Ah ele se redimiu. Sim, mas pagou na lei pelas suas crueldades? Não.

Há anos, as novelas desta emissora, e das outras também vem, levantando bandeiras contra os valores cristãos. Contudo, os católicos e evangélicos lá estão, na frente da TV. Torcem pela mocinha que separou um casal para que o amor “verdadeiro” vença no fim. Torcem pela vilã, para que ela mate e “desmate” a todo custo e no fim, saia impune de seus erros. Emfim, as décadas as novelas nos mostram o que não fazer. Nós escolhemos vê-las e segui-las. Escolhemos os “desvalores”. Aquilo que é imoral e ilegal como parceiros de caminhada.

Médica mata outra no Hospital e polícia não descobre. Imagina, né?
Médica mata outra no Hospital e polícia não descobre. Imagina, né?

Sabe, já era previsto que em uma dessas obras a toda poderosa rede grobo colocasse esse beijo. Era de esperar. O que não é de se esperar é que nós CATÓLICOS APOSTÓLICOS ROMANOS aceitemos essa imposição. Não é previsto e muito menos aceitável que defendamos o erro. O pecado. A depravação dos valores do Senhor.

Lembro que a TV é livre para colocar no ar a programação que quiser, assim como nós somos livres para mudar de canal. Mudar de canal. Isso mesmo. Não se assuste. Existe vida além da grobo. Há um série de emissoras seculares e religiosas que respeitam ainda os valores da fé cristã. Há filmes. Acredito ainda, e essa é a melhor opção, há mesas em sua casa. Conversem, afinal ainda temos boca e ideias para dialogar. Mas não assistamos essas besteiras televisivas.

Com toda essa história de beijo gay, muitos levantaram a voz e disseram não mais ver a novelas. Espero que cumpram. Mas sempre que ocorre algo sem valor moral nessas histórias, vemos essas expressões e ao visitar as redes sociais das pessoas e as suas casas, vemos que elas estão lá, na frente da TV. Vendo mais um capítulo da tão difamada trama.

Acordar para a realidade de quem somos é o que devemos fazer. Mães e país reclamam dos filhos violentos, os gays da homofobia, as professoras da má educação das crianças, mas nós deixamos os pequenos serem educados pela TV, vídeos “educativos” e cartilhas mal feitas. Esquecemos que pai e mãe são para educar e não para brincar. Esquecemos de amar.

A Globo, o Beijo Gay iam se unir cedo ou tarde. Você é quem determinou isso. Sua fidelidade as tramas do canal e suas imposições. Sua aceitação.

Termino esse texto, lembrando: o controle está na sua mão. Literalmente, na sua mão. Mudar depende de você. E só.

 por Marquione Ban

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Hoje é dia de São Jorge: conheça a história deste santo que não é o da novela

Com a novela global estreando muitos tem buscado aqui no blog sobre São Jorge. É valido lembrar que SÃO JORGE NÃO É OGUM e vesse e versa. Ogum é um entidade, Deus africano adorado por tribos de lá, que aqui no Brasil foi associado a imagem de São Jorge como fuga da perseguição escravocrata que infelizmente tinha no Brasil colonial. Os negros para não serem mortos por adorar outro Deus que não fosse Jesus e venerar os santos católicos começaram a associar as suas divindade a imagem de Santos Católicos.

São Jorge é santo da igreja católica, mas a expressão que  dá título a novela não. “Salve Jorge” desculpe a ignorância por saber qual exatamente é expressão de uma religião afrobrasileira, creio que o candomblé.

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Depois dessa simples introdução, vaga até, que tal conhecer a história de fato de São Jorge?

História

Conhecido como ‘o grande mártir’, foi martirizado no ano 303. A seu respeito contou-se muitas histórias. Fundamentos históricos temos poucos, mas o suficiente para podermos perceber que ele existiu, e que vale à pena pedir sua intercessão e imitá-lo.

Pertenceu a um grupo de militares do imperador romano Diocleciano, que perseguia os cristãos. Jorge então renunciou a tudo para viver apenas sob o comando de nosso Senhor, e viver o Santo Evangelho.

São Jorge não queria estar a serviço de um império perseguidor e opressor dos cristãos, que era contra o amor e a verdade. Foi perseguido, preso e ameaçado. Tudo isso com o objetivo de fazê-lo renunciar ao seu amor por Jesus Cristo. São Jorge, por fim, renunciou à própria vida e acabou sendo martirizado.

Uma história nos ajuda a compreender a sua imagem, onde normalmente o vemos sobre um cavalo branco, com uma lança, vencendo um dragão:

“Num lugar existia um dragão que oprimia um povo. Ora eram dados animais a esse dragão, e ora jovens. E a filha do rei foi sorteada. Nessa hora apareceu Jorge, cristão, que se compadeceu e foi enfrentar aquele dragão. Fez o sinal da cruz e ao combater o dragão, venceu-o com uma lança. Recebeu muitos bens como recompensa, o qual distribuiu aos pobres.”

Verdade ou não, o mais importante é o que esta história comunica: Jorge foi um homem que, em nome de Jesus Cristo, pelo poder da Cruz, viveu o bom combate da fé. Se compadeceu do povo porque foi um verdadeiro cristão. Isto é o essencial. O dragão pode ser comparado ao poder político dominador da época e tantas outras coisas que prejudicavam o povo daquela região.

Ele viveu sob o senhorio de Cristo e testemunhou o amor a Deus e ao próximo. Que Ele interceda para que sejamos verdadeiros guerreiros do amor.

São Jorge, rogai por nós!

E no guarda-roupas do Papa mais uma camisa de futebol: agora foi a vez do Flamengo

O Papa Francisco recebeu das mãos do ex-presidente do Flamengo uma camisa do time com seu nome gravado. O encontro foi em Roma nesta quarta-feira (17) em audiência pública. O ex-presidente do clube conversou com o Papa e brincou, “São 40 milhões de torcedores, igual a torcida do San Lorenzo de Almagro?”. O Papa sorriu e pareceu ter gostado da citação de seu clube de coração na Argentina, segundo Braga.

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com informações do Globo.com

“Pastores pedem heroína evangélica à Globo” – e acaso houve alguma católica?

Leia matéria no link abaixo, mas não deixe de ler a critica. Cuidado com o pedes, pois pode ser atendido.

Clique Aqui

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Opinião

Não me lembro em minha curta vida, 27 anos, ter visto um protagonista católica. Vi sim mulheres que se ajoelhavam diante imagens de santos, Padre caricatos e obedientes a coronéis e  beatas. Vi beatas falsas, que andavam com o terço no pescoço mas não respeitavam de forma alguma as doutrinas da Igreja.

De fato, assim como também não vi protestantes sendo representados de forma equivalente a realidade de quem os são. Do mesmo modos os católicos, como disse acima, não passam de caricaturas do que realmente são. Sempre durante esses anos de minha vida, nas novelas a quebra de valores sendo colocada como normal.

Outro fato, é que na maioria das pesquisas muitos não praticantes da igreja ou apenas misseiros por tradição são retratados de forma fiel. Se estou no bar bebendo, sou católico. Se estou me prostituindo, sou católico. Essa é a resposta social dada a pergunta qual a sua religião?

Quero ver sim nas novelas, da Globo, SBT e Record protagonistas realmente seguidores de suas doutrinas. Seja ela católica ou protestante. Digo isso referindo aos valores que são deturpados pela TV. Por exemplo: a igreja não ensina que se deve abandonar o esposa ou esposa por causa de outra mulher ou homem. A TV diz que pode. Essa protagonista é católica ou protestante? Nunca foi e nunca será, como diria Capitão Nascimento (Filme Tropa de Elite).

É hora dos autores, boêmios por opção, mostrarem os valores que devem ser seguido e que a igreja sempre ensinou. É hora de nós católicos realmente nos comportarmos como tal. Seguir a igreja é seguir a Cristo na sua plenitude. Não diante do primeiro problema romper com os seus valores e viver loucamente como as novelas nos propõe.

Ainda, ano passado todos assistiram a uma novela chamada Avenida Brasil. Em sue final a vilã pagou por seu crimes e foi morar sozinha no lixão. A cena do perdão de seu filho, ao levar o neto para vê-la, e  da mocinha indo junto, deixou muitos decepcionados, pois estes esperavam uma vingança maior como o assassinato da vilã ou ainda ela fugindo com uma fortuna.

Frustração  social em ver que alguém se redimiu ou tenta se redimir. Isso não é ser cristão. Cuidado pastor Silas ao pedir uma protagonista protestante nas novelas. Nunca houve de fato protagonista católica, apenas que se dizia ser. A TV consegue estereotipar qualquer coisa e nosso povo ainda é fraco na fé para compreender.

Conheça a história de São Jorge, que não é Ogum

Com a novela global estreando muitos tem buscado aqui no blog sobre São Jorge. É valido lembrar que SÃO JORGE NÃO É OGUM e vesse e versa. Ogum é um entidade, Deus africano adorado por tribos de lá, que aqui no Brasil foi associado a imagem de São Jorge como fuga da perseguição escravocrata que infelizmente tinha no Brasil colonial. Os negros para não serem mortos por adorar outro Deus que não fosse Jesus e venerar os santos católicos começaram a associar as suas divindade a imagem de Santos Católicos.

São Jorge é santo da igreja católica, mas a expressão que  dá título a novela não. “Salve Jorge” desculpe a ignorância por saber qual exatamente é expressão de uma religião afrobrasileira, creio que o candomblé.

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Depois dessa simples introdução, vaga até, que tal conhecer a história de fato de São Jorge? Confira abaixo:

Conhecido como ‘o grande mártir’, foi martirizado no ano 303. A seu respeito contou-se muitas histórias. Fundamentos históricos temos poucos, mas o suficiente para podermos perceber que ele existiu, e que vale à pena pedir sua intercessão e imitá-lo.

Pertenceu a um grupo de militares do imperador romano Diocleciano, que perseguia os cristãos. Jorge então renunciou a tudo para viver apenas sob o comando de nosso Senhor, e viver o Santo Evangelho.

São Jorge não queria estar a serviço de um império perseguidor e opressor dos cristãos, que era contra o amor e a verdade. Foi perseguido, preso e ameaçado. Tudo isso com o objetivo de fazê-lo renunciar ao seu amor por Jesus Cristo. São Jorge, por fim, renunciou à própria vida e acabou sendo martirizado.

Uma história nos ajuda a compreender a sua imagem, onde normalmente o vemos sobre um cavalo branco, com uma lança, vencendo um dragão:

“Num lugar existia um dragão que oprimia um povo. Ora eram dados animais a esse dragão, e ora jovens. E a filha do rei foi sorteada. Nessa hora apareceu Jorge, cristão, que se compadeceu e foi enfrentar aquele dragão. Fez o sinal da cruz e ao combater o dragão, venceu-o com uma lança. Recebeu muitos bens como recompensa, o qual distribuiu aos pobres.”

Verdade ou não, o mais importante é o que esta história comunica: Jorge foi um homem que, em nome de Jesus Cristo, pelo poder da Cruz, viveu o bom combate da fé. Se compadeceu do povo porque foi um verdadeiro cristão. Isto é o essencial. O dragão pode ser comparado ao poder político dominador da época e tantas outras coisas que prejudicavam o povo daquela região.

Ele viveu sob o senhorio de Cristo e testemunhou o amor a Deus e ao próximo. Que Ele interceda para que sejamos verdadeiros guerreiros do amor.

São Jorge, rogai por nós!

A falsa denúncia de homofobia no “Fantástico” demonstra por que a tal lei anti-homofobia não pode ser aprovada. Ou: O tiro no pé da militância gay

Veja essa matéria do blog Reinaldo Azevedo falando sobre a lei da homofobia e sobre a denuncia feita pelo Fantástico na noite de domingo, 22/04. Muito interessante as colocações dele.

É valido lembar que qualquer tipo de exclusão deve ser banida de nossa sociedade e de nosso caráter, mas também é justo que qualquer ser defenda seu ponto de vista, sua opinião. Ser contra o comportamento homossexual é uma coisa e discriminar o homoafetivo é contra os princípios de Deus. A opinião de Reinaldo Azevedo sobre a lei que tramita em Brasília, referente a homofobia, é muito boa e principalmente sobre o jornalismo praticado pelo Fantástico, que já bateu o martelo: o professor foi mandado embora por discriminação.

Confiram na integra a matéria:

A falsa denúncia de homofobia no “Fantástico” demonstra por que a tal lei anti-homofobia não pode ser aprovada. Ou: O tiro no pé da militância gay

O “Fantástico” levou ontem ao ar uma reportagem preconceituosa. Sim, é o “preconceito a favor”. A questão é saber se o “preconceito a favor de uma causa” provoca ou não danos a terceiros. A dúvida é meramente retórica porque a resposta é óbvia. O vídeo com a reportagem está aqui. Eu a reproduzo abaixo (em vermelho). Leiam com atenção. Volto em seguida.

Dois domingos atrás, o Fantástico foi a Santos conhecer um curso que se destina a formar drag queens. Durante a gravação, um aluno se destacou e, quando voltou ao trabalho, o aprendiz de drag teve uma surpresa. E não foi nada agradável. Foi Ailton aparecer no Fantástico na semana passada. “Sou psicólogo, administrador, professor da área de logística e quase drag.”, disse ele na reportagem. No dia seguinte, tudo mudou. “Um dos meus chefes simplesmente chegou para mim e disse que não era condizente com ele, que aquilo não era bom para empresa, não era bom para a imagem”, conta o professor.

A reportagem era sobre um curso de drag queen, e Ailton era um dos alunos. Ele andou de salto alto, dançou, cantou. Ele era professor de logística em uma escola, no centro de São Vicente, litoral de São Paulo. Ficou dois anos e meio no emprego. Na segunda-feira depois da reportagem, recebeu o aviso do chefe, antes mesmo de chegar ao trabalho. “Ele falou abertamente: ‘você está demitido’”, diz conta. A carta de demissão diz que Ailton foi despedido “sem justa causa”, mas ele acha que o motivo está claro. “Sofri um ato homofóbico”, desabafa.

Por isso, o professor registrou um boletim de ocorrência por “injúria”. Contou à polícia que o patrão disse que ele era uma “mancha para sua empresa”. Ailton ficou apenas com o segundo emprego, em uma entidade que oferece cursos profissionalizantes de graça. O professor é homossexual assumido e alega que o agora ex-chefe sabia disso. “Eu não imaginava que fosse gerar essa polêmica toda”, se emociona Ailton.

Procuramos o dono da empresa. Ele conversou com nossa equipe, mas não quis gravar entrevista. Em uma nota, o advogado da escola contesta a versão de Ailton. Afirma que a empresa está “indignada com as inverdades mencionadas e que tomará medidas judiciais para proteger sua honra”. O ex-patrão de Ailton negou qualquer tipo de preconceito, disse que já vinha pensando em demitir o ex-funcionário, porque o rendimento dele estava caindo e que Ailton também estava faltando. Ele achou melhor fazer o desligamento, depois que Ailton não apareceu na escola durante dois dias, porque estava participando do curso de drag queen.

Repórter: Você faltava?
Ailton: O único dia que eu faltei, foi exatamente no Sábado de Aleluia. Na quinta-feira, eu havia deixado uma atividade.

Para a presidente da Comissão Nacional de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil, demitir por causa de duas faltas é exagero. “Não houve nenhuma advertência e simplesmente a demissão? Dois dias de falta não ensejam a demissão desta forma como foi feito. Acho que isso fica evidenciado, que foi uma demissão causada por homofobia.”, afirma Maria Berenice Dias.  Chateados, os colegas do curso de drag queen mandaram recados para o ex-patrão de Ailton.

“Agora você deveria conversar com o Ailton e trazer ele de volta. Faz isso que eu to te pedindo. Chama ele de volta que eu acho que vai ser melhor pra todo mundo.”
“Eu aproveitaria o marketing que o Ailton teve, colocaria ele montado de drag na frente da loja. Eu garanto que ia ter muito mais público. Pensa nisso. Contrata ele agora como drag!”, sugere Zé Carlos Gomes, coordenador do curso .

Segundo a representante da OAB, Ailton pode pedir indenização por danos morais. Mas ele não se decidiu. “Eu não sei te dizer até que ponto a indenização é interessante. Eu só sei de uma coisa: preconceito não pode existir.”

Voltei
Se a tal lei tivesse sido aprovada, a chance de o ex-patrão de Ailton ir para a cadeia seria enorme. Dispensa “por homofobia” rende pena de 2 a 5 anos de reclusão. Caso o empregador seja acusado de não contratar alguém pela mesma a razão, a coisa é ainda pior: pena de três a cinco anos. No caso em questão, a lei nem existe, mas a sentença já está dada: pela reportagem do Fantástico — não há como negar — e pela representante da OAB, todos convertidos em juízes.

Aílton não tem dúvida de que foi vítima de homofobia, claro!, embora, vejam que fantástico (!), ele seja homossexual assumido e seu patrão soubesse disso. Assim, devemos entender que seu patrão “homofóbico” contratou um homossexual assumido. Entenderam???

Muito bem! Aílton diz que faltou ao emprego num dia e deixou de “cumprir uma atividade em outro”… Mas, se ele é gay e aparece na televisão se comportando como uma drag queen, é claro que só isso pode ter decidido a sua demissão. Temos, então, que um gay não poderá mais ser dispensado por incompetência, negligência, sei lá o quê. Será sempre homofobia. Fosse ele hétero e tivesse aparecido na TV como aluno de um curso para machões, aí não haveria como alegar preconceito.

Reitero: a lei nem foi aprovada, e já há gente sendo demonizada na televisão. Ademais, pergunto: uma escola — estou falando de “escola”, não de uma empresa da área de entretenimento — tem o direito de não querer uma drag queem como professora caso considere que isso a prejudica na disputa pelo mercado? Uma pré-escola pode decidir não contratar a Tia Swellen Wonderful — que, na verdade, é o Tio João Evangelista de Souza —porque isso deixaria as crianças um pouco confusas? Segundo a lei que querme aprovar, não! Cadeia!

Essa é a mesma lei que poderia mandar para a cadeia um padre ou pastor que coibisse a expressão da “homoafetividade” dentro de uma igreja. Atenção! Se um líder religioso desse um pito num casal hétero que estivesse trocando um beijo de língua dentro do templo, a lei o protegeria. Afinal, nos seus domínios, cabe-lhe impor o padrão moral de sua crença. Caso fizesse o mesmo com parceiros gays, poderia ficar cinco anos trancafiado. E olhem que nem seria preciso dizer palavras duras: caso os parceiros gays se sentissem psicologicamente constrangidos — uma coisa, assim, subjetiva… —, já haveria motivos para a acusação de homofobia. O texto trata até do “constrangimento filosófico”, seja lá o que isso signifique.

O que quer essa gente? Que os empregadores comecem a ficar com receio de contratar gays, já que podem estar se expondo a uma futura acusação de homofobia?

Por Reinaldo Azevedo

Link da semana

Nesta semana estreou o reality mais famoso do Brasil, o Big Brother Brasil. O polêmico programa de TV traz a tona várias discussões que são feitas nas comunidades de bases sobre como anda a vida da Juventude que muitas vezes se esquece de Deus.

Vale a pena dar uma olhada neste artigo publicado no blog do Professor Felipe Aquino, onde Dom Redovino Rizzardo fala sobre o reality. O texto é não é deste ano, mas se faz atual devido ao programa que não reforma seu formato deste a primeira edição. Confira:

Blog do professor Felipe Aquino