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Professor americano pública contos de fadas com dois príncipes que se casam

E agora temos um conto de  fadas com casal homossexual. Isso mesmo, o lobby gay chegou mais fundo na ideia de “terminar o preconceito”. O autor Jeffrey A.Miles criou a história infantil chamada “Os príncipes e o tesouro” onde o final feliz é o casamento dos protagonistas. A ideia do autor é fazer com que as crianças cresçam entendendo que existem casais homossexuais.

A história é cheia de personagens homoafetivos. Geralmente o príncipe salva a princesa e se casa com ela… Mas este conto tem um final diferente. A princesa é lésbica, independente, e não precisa ser resgatada, e durante a busca, os dois homens se apaixonam e, no fim, acabam se casando, e aqui atentem para um detalhe, numa igreja medieval.

Estranho né? Não para o lobby que sabidamente quer um reconhecimento da igreja para legitimar a união homossexual. As autoridades já criticaram, mas em vão.

Conto de fadas gay tem casamento em igreja
Conto de fadas gay tem casamento em igreja

O que você pensa sobre isso? Iria ler esse conto para seus filhos? Eu não. Penso que as crianças não devem ser expostas a isso e também aos outros contos. Uma coisa é saber que existe a opção sexual outra coisa é ser induzida a sonhar com ela ou até mesmo a viver ela antes do tempo correto. Entendo que contos de fadas na maioria trazem verdade subentendidas que são aprendidas e praticadas antes e depois por todos que as ouvem. Nós mesmos aprendemos muitas coisas com as histórias e constituímos nossa base de pensamentos, muitas vezes por conta dos contos. Sugiro uma troca. Não lermos contos de fadas, e aqui falo de todos, não só esse. Leiamos sim a bíblia com os ensinamentos de Deus e outros literaturas mais apropriadas ao crescimento infantil. São valores que nos ajudam a viver melhor e sermos humanos mais próximos do sentimento de humanidade.

E aí, qual a sua opinião? Comente. Lembre-se, não devemos ofender a ninguém aqui. É para debater e não brigar. Comentários com palavrões e ofensas nãos serão publicados.

 

Líder pró-família espanhol Ignacio Arsuaga afirma: “Não chamarei de matrimônio aquilo que não é”

Ignacio Arsuaga

(ACI/EWTN Noticias).- O presidente do grupo pró-vida HazteOír, Ignacio Arsuaga, assegurou que apesar da recente sentença do Tribunal Constitucional (TC) da Espanha que permite o mal chamado “matrimônio” gay, “não chamarei de matrimônio aquilo que não é”.

Em uma carta dirigida aos mais de 300,000 membros do grupo espanhol defensor da família, Arsuaga assinalou que “o Tribunal Constitucional diz que a união de dois homens ou duas mulheres é um matrimônio. Eu sei que não é assim”.

“O matrimônio e as uniões homossexuais são realidades distintas e, portanto, não podem ser regulamentadas da mesma forma”, assegurou.

Arsuaga advertiu em sua missiva que “se o matrimônio se desnaturalizar, se qualquer outra realidade for um matrimônio, então, a família, que é o refúgio mais seguro da liberdade e do amor, corre um sério perigo”.

“Se as crianças perderem o direito a ter um pai e uma mãe, então, nossos legisladores os estão usando como cobaias em um irresponsável experimento de engenharia social”, denunciou.

O presidente do HazteOír advertiu que o TC também aprovou que casais do mesmo sexo possam adotar crianças, por isso estes “já não têm direito a um pai e uma mãe”.

“Nego-me a aceitar que sejam feitas experiências com as crianças”, disse.

Por sua parte, Álvaro Zululeta, em representação do HazteOír e do Congresso Mundial de Famílias (WCF), apresentou-se na sede das Nações Unidas em Genebra (Suíça), na sala em que se realizam as reuniões plenárias do Conselho de Direitos Humanos, e denunciou ao Tribunal Constitucional espanhol por recortar os direitos e liberdades individuais, ao legalizar o “matrimônio” gay.

Zululeta assinalou que o respeito devido aos direitos das pessoas com atração ao mesmo sexo (AMS) não deve levar a restringir ou violentar a liberdade de quem não compartilha esta redefinição da instituição matrimonial, afastada da realidade.

A equiparação do matrimônio a outras uniões é um atentado direto contra a família, sublinhou.

Zululeta indicou que a resolução do TC viola o direito à objeção de consciência, ao impor sanções, incluídas expulsões e multas, a quem não acate a imposição da ideologia gay.

O TC também violenta a liberdade educativa, pois os menores serão doutrinados desde pequenos na nova “ortodoxia homossexual”, tirando dos pais o direito de ser os primeiros educadores de seus filhos, denunciou.

A liberdade de expressão e religiosa também se encontram ameaçadas penalmente, assinalou, pois quem não aceite as uniões homossexuais como equivalentes ao matrimônio natural será acusado de discriminação, e poderá ser denunciado, como ocorreu com o Bispo de Alcalá de Henares, Dom Juan Antonio Reig Plà.

Zululeta remarcou que a sentença do TC a favor dos “matrimônios” homossexuais agravará a crise social que a Espanha sofre atualmente, ao minar a natureza da instituição fundamental da família.

Os recortes de liberdades, assinalou, só favorecem aos interesses de um grupo de pressão minoritário, que com tais imposições demonstra sua intolerância.

Ignacio Arsuaga sublinhou que equiparar o matrimônio às uniões homossexuais seria dizer que “a contribuição do matrimônio e da família ao bem-estar e à prosperidade da sociedade terão o mesmo valor que a de outras realidades que não contribuem o mesmo”.

“É injusto que as leis reconheçam e regulem da mesma forma realidades que são diferentes”.

Por isso, Arsuaga anunciou o lançamento da campanha “Eu não o chamarei matrimônio”, que tem como objetivo enviar petições ao presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, pedindo-lhe “que recupere o matrimônio no Código Civil”.

“As palavras importam. Respeitar a natureza das coisas e seu significado é transcendental, quando falamos de leis”, indicou.

Esta carta, explicou o presidente do HazteOír, é também um pedido a Rajoy para que seja consequente com o recurso de inconstitucionalidade apresentado pelo Partido Popular em 2005 contra o “matrimônio” gay, que foi recentemente desprezado pelo TC.

Movimento LGBT profana Catedral de Maringá e Dom Anuar Battisti convida o representante do grupo para “tomar café”

Não leitores, não precisam limpar os olhos, não. É isso mesmo o que vocês estão enxergando. É a Catedral Metropolitana de Maringá sendo explodida por um raio cósmico multicolorido, que representa o arco-íris, bandeira do Movimento LGBT. O cartaz foi encomendado pelo grupo homossexual para a divulgação da 1ª Parada Gay da cidade. De acordo com um dos representantes do movimento, a escolha da Catedral como símbolo do cartaz deveu-se a importância que ela tem para Maringá. “Foi um cartaz simpático, com o símbolo de Maringá. Em qualquer lugar usa-se o símbolo da cidade para vender o peixe”, declarou Luiz Modesto, editor do site Maringay, à Folha de São Paulo.

Não é a primeira vez que o movimento gay debocha da fé católica com pretextos duvidosos. No ano passado, durante a Parada Gay de São Paulo, os organizadores do evento espalharam milhares de imagens de santos nus pelas ruas, com os dizeres: “Nem santo te protege, use camisinha”. Também recentemente, o líder máximo do seguimento LGBT no Brasil, Luiz Mott, escreveu um artigo no qual considera a Santa Ceia como o momento mais gay da vida de Jesus.

Por outro lado, se para o movimento gay a liberdade de expressão e ridicularização da fé alheia é um direito irrevogável, atreva-se a dizer um “a” sobre o comportamento homossexual para ver o que te acontece. Quer saber? Pergunte ao pastor Júlio Severo, a psicóloga Marisa Lobo, ao padre Antônio Caliciotti, ao filósofo Olavo de Carvalho, ao padre Paulo Ricardo, ao Padre Luiz Carlos Lodi… Eles sabem muito bem como funciona a “tolerância” desses grupos.

Porém, apesar da clara afronta e provocação à Igreja, o bispo de Maringá, Dom Anuar Battisti limitou-se a publicar uma mera notinha de lamentação e convidou o Sr. Modesto para “tomar um café”. Até quando, meu Deus, os pastores dessa Igreja se comportarão como cães adestrados?

Segue a nota:

Referente ao cartaz sobre a parada gay, que utiliza a figura da Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória, a Arquidiocese de Maringá tem a declarar:

1 – A Igreja Católica não tem a pretensão de domesticar a sociedade, impondo-lhe seus princípios e valores.

2 – A Igreja entende-se portadora de uma mensagem de salvação destinada ao verdadeiro bem da sociedade.

3 – A Igreja defende que sua pregação é uma proposta livre, apesar da diversidade social existente, que ela respeita, ainda que nem sempre concorde com todos os modelos de comportamento.

4 – A Igreja afirma que a Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória, antes de símbolo de Maringá, é um símbolo religioso da fé da maioria dos maringaenses.

5 – Por essa razão, lamenta o uso dado ao cartaz aludido, que confronta com o pensamento e a opinião religiosa da parcela maior da comunidade maringaense.

A Arquidiocese de Maringá, representando todos aqueles que se sentem ofendidos na sua fé, vem respeitosamente solicitar a retirada do referido cartaz de todos os meios de comunicação.

Invocando de Deus as bênçãos para todos, a fim de vivermos em clima de harmonia e respeito mútuo,

Dom Anuar Battisti

Arcebispo Metropolitano

Maringá, 16 de abril de 2012.

Matéria tirada do site http://portadafe.wordpress.com

50 mil pessoas protestam contra PL que criminaliza a homofobia

Pessoas de todo o país se reuniram em Brasília para protestar contra o Projeto de Lei 122/06

Mais de 50 mil pessoas de todo o país, na maioria católicos e evangélicos, se reuniram em Brasília, nesta quarta-feira, 1º, para participar da Marcha pela Família, em frente ao Congresso Nacional. A mobilização quis protestar contra o Projeto de Lei (PL) 122/06 que criminaliza a homofobia no país.

“Esse projeto pode transformar em criminosa qualquer pessoa ou instituição que tenha posição contrária ao incentivo e prática homossexual”, explica o vigário episcopal da Arquidiocese de Brasília, padre Paulo Sérgio Casteliano.

O sacerdote explica que, se a lei for aprovada, a pessoa não terá o “direito de pensar diferente” e pode ser preso injustamente, com uma falsa acusação de homofobia.

Ele exemplifica: “Se você contratar um funcionário que tenha essa opção sexual e, depois de um tempo de serviço, ele se demonstrar desleixado ou irresponsável e for mandado embora por justa causa, basta ele dizer que está sendo perseguido por causa da opção sexual e essa lei irá criminalizar imediatamente o empregador, que pode ir para a cadeia sem direito à fiança”.

Segundo um dos organizadores da marcha e líder da Assembléia de Deus, pastor Silas Malafaia, a lei é inconstitucional e contra a família. “É uma lei vergonhosa, que finge proteger a prática homossexual, porém, sua intenção real é colocar uma mordaça na sociedade e criminalizar os que são contra o comportamento homossexual. Com essa lei querem atingir as famílias, as questões religiosas e a liberdade de expressão”.

A posição da Igreja não muda

Recentemente, com a aprovação da união homoafetiva, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Antônio Augusto, explicou que a Igreja não discrimina os homossexuais, mas quer que sua opinião sobre o assunto seja respeitada na sua posição de que o casamento é definido como uma união entre o homem e a mulher.

“Cada instituição tem os seus direitos e procedimentos próprios. Não há como considerar discriminação [por parte da Igreja]”, destacou o bispo ao recordar que a Igreja já se pronunciou sobre o tema através de documentos da Santa Sé, como a “Carta aos bispos da Igreja Católica sobre o atendimento pastoral das pessoas homossexuais, divulgada pela Congregação para a Doutrina da Fé.

Em um trecho desta carta, a Santa Sé afirma que o fato de denunciar as injustiças contra as pessoas homossexuais não pode conduzir à afirmação de que a condição homossexual não seja desordenada, e aponta as consequências ao se reforçar tal atitude: “Quando tal afirmação é aceita e, por conseguinte, a atividade homossexual é considerada boa, ou quando se adota uma legislação civil para tutelar um comportamento ao qual ninguém pode reivindicar direito algum, nem a Igreja nem a sociedade em seu conjunto deveriam surpreender-se se depois também outras opiniões e práticas distorcidas ganham terreno e se aumentam os comportamentos irracionais e violentos”.

O documento destaca também que “a Igreja não pode se despreocupar de tudo isto e, por conseguinte, mantém firme a sua posição clara a respeito. Posição que não pode, certamente, modificar-se sob a pressão da legislação civil ou da moda do momento”.

Opinião

Diante a notícias acima é valido lembrar que eu, Marquione Ban, não entendo de lei e não li o texto da PL 122/06. Porém quero opinar sobre esse assunto que é tão polêmico.

Penso que diante as opiniões, seja elas das doutrinas cristãs ou movimentos contra a homofobia, é preciso ter cautela e  discutir melhor a situação. Discriminar não é, com toda a certeza, mandamento de Cristo. É preciso pensar sobre como fazer uma lei que extermine o preconceito sofrido pelos que optam pela homoafetividade e por aqueles que não concordam com essa escolha. Embora, leis não mudam o comportamento humano.

Ter a atitude de sempre respeitar e acolher é o que deve acontecer dos dois lados dessa discussão. Muitos irão falar que estou em “cima do muro”, mas para que não haja dificuldades de diálogo entre uns e outros é preciso que se suba em “cima do muro” para que o debate fique um pouco isento das opiniões preconcebidas, ou melhor, preconceituosas de ambos os lados.

Enfim, minha opinião é preferencial pela família e quem tem família ama. Quem ama, segue a Jesus. Quem segue a Jesus, respeita o próxima, ou melhor, o ama.

Fonte Canção Nova

Foto Arquidiocese de Brasília

Opinião: Marquione Ban