Ainda educamos nossos filhos para serem racistas

Por mais que falamos de amor o tempo todo, ainda não o praticamos. Tudo começa em casa. Educamos nossas crianças para cometerem pré-julgamentos e os deixamos cheios de preconceitos. Veja o vídeo.

O que podemos fazer para evitar isso? Como combater essa falta de amor que se espalha em nossa sociedade? Deixe sua opinião.

Hoje é o Dia Internacional da Síndrome de Down

Elenco de City Down

Hoje, 21 de março, é o Dia Internacional da síndrome de Down.

Quem tem síndrome de Down tem uma alteração no cromossomo 21. Em vez de apresentar dois cromossomos, a pessoa apresenta trës. Esta alteração genética afeta os diversos graus de desenvolvimento da pessoa. Por isso, a data 21/03 é tão simbólica por fazer alusão ao cromossomo extra no par de número 21 – 21/03.

A data é celebrada desde 2006. No Brasil ainda não foram divulgados os dados recentes do IBGE, mas sabe-se que nascem por ano cerca de 8 mil bebês com a síndrome.

Os brasileiros portadores da síndrome devem passar da casa dos 20 milhões. Existem avanços, mas ainda falta muito para que estas pessoas tenham uma vida com mais facilidades. Faltam escolas, adaptações em locais públicos e profissionais mais preparados pra ajudar a cuidar destas crianças mais que especiais.

No ano de 2011, foi lançado em filme só com atores portadores da síndrome. O filme City Down mostra uma cidade onde todos tem a Síndrome de Down. A historia fala do drama de uma família comum que possui pai, mãe e filhos adolescentes. A filha dessa família está descobrindo o amor e como sempre acontece ela engravida. O clímax do filme então surge. Numa cidade onde todo tem Síndrome de Down um bebe que não possui a síndrome nasce. Como será o comportamento deles.

Mais recente, foi lançado o filme Colegas. Este filme conta a história de três jovens, com síndrome de down, que viviam em um instituto. Stallone (Ariel Goldenberg), Aninha (Rita Pook) e Márcio (Breno Viola) são grandes amigos, ao lado de vários outros colegas. Um belo dia, surge a ideia de sair dali para realizar o sonho individual de cada um e inspirados pelos inúmeros filmes que já tinham assistido na videoteca local, eles roubam o carro do jardineiro (Lima Duarte) e fogem de lá. A imprensa começa a cobrir o caso e a polícia não gostou nem um pouco dessa “brincadeira”. Para resolver o problema, coloca dois policiais trapalhões no encalço dos jovens, que só querem realizar os seus sonhos e estão dispostos a viver essa grande aventura, que vai ser revelar repleta de momentos inesquecíveis.

O filme é lindo. Veja:

por Marquione Ban

Imagem da Internet

O Papa: Relativismo e violência são produto do esquecimento de Deus

(ACI/EWTN Noticias).- Em audiência com os membros da Comissão Teológica Internacional, o Papa Bento XVI explicou que o esquecimento de Deus na sociedade atual leva a uma forma de relativismo que, indevidamente, gera violência. Esta, ao contrário do que afirmam alguns, não deve ser atribuida às religiões monoteístas.

O Pontífice assinalou que “hoje, este mesmo sentido sobrenatural da fé dos crentes leva a reagir com vigor também contra o preconceito segundo o qual as religiões, e em particular as religiões monoteístas, seriam intrinsecamente portadores de violência, sobretudo por causa do argumento de que elas têm a pretensão da existência de uma verdade universal”.

“Alguns acreditam que apenas o “politeísmo de valores” garantiria a tolerância e a paz civil seria conforme o espírito de uma sociedade democrática pluralista. Nesta direção, o vosso estudo sobre o tema “Deus Trino, unidade dos homens. Cristianismo e monoteísmo” é de viva atualidade. Por um lado, é essencial lembrar que a fé no Deus único, Criador do céu e da terra, atende às exigências racionais da reflexão metafísica, a qual não é enfraquecida, mas reforçada e aprofundada na Revelação do Mistério de Deus-Trino”.

O Papa explicou que “é necessário salientar a forma que a Revelação definitiva do mistério do único Deus toma na vida e morte de Jesus Cristo, que vai ao encontro da Cruz como “cordeiro conduzido ao matadouro” (Is 53,7). O Senhor dá testemunho a uma rejeição radical de cada forma de ódio e violência em favor do primado absoluto da ágape”.

“Se, portanto, na história, houve ou há formas de violência feita em nome de Deus, estas não são atribuídas ao monoteísmo, mas às causas históricas, principalmente aos erros dos homens. Pelo contrário, é o próprio esquecimento de Deus que imerge as sociedades humanas em uma forma de relativismo, que gera inevitavelmente a violência”.

Bento XVI ressaltou que “quando se nega a possibilidade para todos de referir-se a uma verdade objetiva, o diálogo transforma-se impossível e a violência, declarada ou oculta, torna-se a regra dos relacionamentos humanos. Sem a abertura ao transcendente, que permite encontrar as respostas às perguntas sobre o sentido da vida e sobre a maneira de viver de modo moral, sem esta abertura o homem torna-se incapaz de agir segundo a justiça e de empenhar-se pela paz”.

O Santo Padre manifestou apreço pela mensagem da Comissão Teológica Internacional por ocasião do Ano da Fé que “ilustra bem o modo específico no qual os teólogos, servindo fielmente à verdade da fé, podem participar do esforço evangelizador da Igreja”.

Essa mensagem retoma as questões do documento “A teologia hoje. Perspectivas, princípios e critérios”, publicado no início deste ano. Tomando nota da vitalidade e da variedade da teologia depois do Concílio Vaticano II, este documento pretende apresentar, por assim dizer, o código genético da teologia católica, isso é, princípios que definem a sua própria identidade e, por consequência, garantem a sua unidade na diversidade das suas realizações”.

“Em um contexto cultural em que alguns são tentados ou a privar a teologia de um estatuto acadêmico, por causa de sua ligação intrínseca com a fé, ou de prescindir da dimensão crente e confessional da teologia, com o risco de confundi-la e de reduzi-la às ciências religiosas, o vosso documento recorda oportunamente que a teologia é inseparavelmente confessional e racional e que a sua presença dentro da instituição universitária garante, ou deveria garantir, uma visão ampla e integral da própria razão humana”.

O Papa assinalou que, entre os critérios da teologia católica, o documento menciona a atenção que os teólogos devem prestar ao “sensus fidelium”.
“O Concílio Vaticano II, enfatizando o papel específico e insubstituível que cabe ao Magistério, salientou, no entanto, que todo o Povo de Deus participa na função profética de Cristo, realizando assim o desejo inspirado, expresso por Moisés: “Prouvera a Deus que todo o povo do Senhor profetizasse, e que o Senhor lhe desse o seu espírito!””, disse o Santo Padre.

“Este dom, o sensus fidei, constitui no crente uma espécie de instinto sobrenatural, que tem uma conaturalidade vital com o mesmo objeto da fé. Observamos que propriamente os simples fiéis carregam em si esta certeza, esta segurança do sentido da fé. O sensus fidei é um critério para discernir se uma verdade pertence ou não ao depósito vivo da tradição apostólica”.

“Para este efeito, o texto esclarece os critérios para uma teologia autenticamente católica e, portanto, capaz de contribuir com a missão da Igreja, com o anúncio do Evangelho a todos os homens. Em um contexto cultural em que alguns são tentados ou a privar a teologia de um estatuto acadêmico, por causa de sua ligação intrínseca com a fé, ou de prescindir da dimensão crente e confessional da teologia, com o risco de confundi-la e de reduzi-la às ciências religiosas, o vosso documento recorda oportunamente que a teologia é inseparavelmente confessional e racional e que a sua presença dentro da instituição universitária garante, ou deveria garantir, uma visão ampla e integral da própria razão humana”.

O Papa ressaltou ademais que “Se o fracasso do relacionamento dos homens com Deus traz em si um desequilíbrio profundo nas relações entre os próprios homens, a reconciliação com Deus, feita pela Cruz de Cristo, “nossa paz” (Ef 2,14), é a fonte fundamental da unidade e da fraternidade”.

“Nesta perspectiva, coloca-se também a vossa reflexão sobre o terceiro tema, aquele da doutrina social da Igreja no contexto da doutrina da fé. Essa confirma que a doutrina social não é uma adição extrínseca, mas, sem esquecer a contribuição de uma filosofia social, recebe os seus princípios básicos nas próprias fontes da fé”.

“Tal doutrina procura tornar efetivo, na grande diversidade das situações sociais, o mandamento novo que o Senhor Jesus nos deixou: “Como eu vos amei, assim amais também vós uns aos outros””.

“Rezemos à Virgem Imaculada, modelo de quem escuta e medita a Palavra de Deus, que vós recebais a graça de servir sempre alegremente a inteligência da fé em favor de toda a Igreja. Renovando a expressão da minha profunda gratidão pelo vosso serviço eclesial, asseguro-vos a minha constante proximidade na oração e concedo de coração a todos vós a Benção Apostólica”, concluiu o Pontífice.

Tolerância e relativismo

Dom Redovino Rizzardo
Bispo de Dourados (MS)

Ao longo do mês de setembro, um filme produzido nos Estados Unidos, ridicularizando a figura de Maomé, fundador do Islã, ocupou as manchetes dos meios de comunicação social de todo o mundo, pelas graves conseqüências que provocou. Foram inúmeros os países em que os protestos dos muçulmanos causaram dezenas de mortes, entre elas, do embaixador norte-americano na Líbia.

Poucos dias antes, o Festival de Cinema de Veneza havia premiado o filme “Paraíso: Fé”, que zomba a religião católica ao mostrar uma mulher masturbando-se com um crucifixo. Mas, diferentemente do que aconteceu com a produção norte-americana, foram raras as pessoas que tomaram a defesa da Igreja. Para uma delas, o motivo é simples: “Uma das características da “cultura” atual é atacar os católicos e, em seguida, defender-se apoiando-se na liberdade de expressão“. De igual teor foi a reação do diretor de uma revista francesa ao se defender das críticas que recebeu, por ter acirrado mais ainda os ânimos, publicando charges contra Maomé, poucos dias depois do aparecimento do filme norte-americano: “As religiões não podem ser questionadas? Ou só é possível fazê-lo contra a Igreja Católica?“.

Dois pesos e duas medidas: denegrir o Cristianismo é direito, arte e cultura, e ai de quem se atreve a divergir! Pelo contrário, ofender o Islã é preconceito e intolerância, como afirmou a própria Dilma Roussef no discurso que proferiu nas Nações Unidas, no dia 25 de setembro: «Como presidente de um país no qual vivem milhares de brasileiros de confissão islâmica, registro neste plenário nosso veemente repúdio à escalada de preconceito islamofóbico em países ocidentais».

Mas, até que ponto é lícito ferir a cultura e a religião de quem pensa diferente? Violência gera violência: à prepotência da imprensa, que se julga dona da verdade e acima de qualquer questionamento, há muçulmanos que se sentem no direito e no dever de responder com a força das armas! Em pronunciamento feito no dia 12 de setembro, o porta-voz do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, lembrou que o caminho a ser percorrido é diferente: “O respeito pelas crenças, pelos textos, pelos personagens e pelos símbolos das diferentes religiões é uma condição essencial para a coexistência pacífica dos povos“.

Numa sociedade que se pensa cada vez mais tolerante, o que mais parece faltar é tolerância, sobretudo em matéria de ética, moral e religião. Foi o que disse o papa Bento XVI na entrevista que concedeu ao jornalista alemão Peter Seewald, em 2010: «O que se está difundindo hoje é um novo tipo de intolerância. Existem maneiras de pensar bastante difusas que devem ser impostas a todos. É o que acontece, por exemplo, quando se afirma que, em nome da tolerância, não devem existir crucifixos nos edifícios públicos. No fundo, estamos eliminando a tolerância, porque, na realidade, isto significa que a religião e a fé cristã já não podem se expressar de modo visível.

A mesma coisa acontece quando, em nome da não discriminação, se quer obrigar a Igreja Católica a mudar a própria posição em relação à homossexualidade ou à ordenação sacerdotal das mulheres. Na prática, isso significa que não lhe é permitido viver a própria identidade, substituindo-a por uma religião abstrata como critério tirânico último, ao qual todos se devem dobrar. E isso seria liberdade, pelo simples fato de que nos livraria de tudo o que era praticado anteriormente.

A verdadeira ameaça diante de qual nos encontramos hoje é a de que a tolerância seja abolida em nome da própria tolerância. Há o perigo de que a razão ocidental afirme ter finalmente descoberto o que é justo e apresente uma pretensão de totalidade que é inimiga da liberdade. Creio ser necessário denunciar fortemente esta ameaça. Ninguém é obrigado a ser cristão. Mas também ninguém deve ser constrangido a viver segundo a ‘nova religião’, como se fosse a única e verdadeira, vinculante para toda a humanidade“.

Para o papa, a “nova religião” que está penetrando em todos os segmentos da sociedade é «a ditadura do relativismo, para quem nada é definitivo, e tem como único critério o próprio eu e suas vontades». Contudo, num mundo que assume como religião o relativismo, o que determina o pensamento e as atitudes das pessoas só poderá ser um novo paganismo…

Kit aborto: como assim?

Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues
Arcebispo de Sorocaba (SP)

É lamentável que os cuidadores da saúde pública, ao invés de se empenharem em promover a vida, se ocupem em formular políticas que acabam por estimular a prática do aborto.

O leitor, com certeza, se lembra do Kit Gay, proposta de um grupo do Ministério da Educação para combater a homofobia. A cultura gay criou a palavra homo-afetividade e seus derivados, para substituir a palavra homossexualidade e seus derivados, cujo peso semântico estaria impregnado de milênios de preconceito contra os homossexuais. Só que o conteúdo do Kit Gay, ao invés de educar para aceitação do diferente e de propor caminhos de uma solução ética para as questões levantadas pela problemática, transforma a exceção em ideal e não faz suficiente distinção entre homossexualidade e homossexualismo: aquela uma condição, na maioria dos casos, independente da vontade da pessoa e este, uma prática eticamente reprovável, que jamais poderá ser inscrita no horizonte daquilo que a história humana sempre entendeu por casamento. Infelizmente vivemos um momento “cultural” onde as palavras não traduzem mais a realidade objetiva das coisas, mas os desejos arbitrários de indivíduos ou de grupos de indivíduos. É dentro desse quadro “cultural” que, por pressão de grupos organizados, certas práticas acabam por receber respaldo legal.

É o que o Ministério da Saúde de nosso país pretende fazer através de uma coisa que se poderia chamar de Kit Aborto a ser distribuído nos hospitais públicos para as mulheres que querem abortar. O Estadão noticiou: “O Ministério da Saúde e um grupo de especialistas se reúnem para discutir um programa para aconselhamento de mulheres que decidiram abortar. A comissão vai sugerir a formulação de uma cartilha, com orientações para que o procedimento seja feito com segurança. A intenção é fecharmos o material de orientação em, no máximo, um mês”, afirmou o coordenador do grupo de estudos sobre o aborto da sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Thomaz Gollop. O formato final do programa será definido pelo Ministério. A cartilha conteria, por exemplo, informações para a mulher escolher o lugar do procedimento.

O uso de comprimidos à base de misoprostol, droga altamente abortiva, seria facilitado pela rede pública. “O projeto do Ministério da Saúde consiste na seguinte estratégia: a mulher grávida vai a uma unidade de saúde pública mais perto de sua casa e pega o Kit Aborto e vai para casa fazer o aborto ilegal de forma segura. Tudo isso financiado com o dinheiro público”. A justificativa são os milhões de abortos com milhares de mortes de mulheres(?!!!) que acontecem no Brasil em clínicas clandestinas. Sobre isso ponderou alguém: “Como foi feita essa pesquisa? Qual o método foi utilizado? Qual a amostragem? Chega de jogar na cara da população números sem sentido e sem explicação… Parece que essa história de “um milhão de abortos” não passa de mágica, de maquiagem, de ficção matemática.”

A proposta do Ministério da Saúde pretende que o Kit Aborto “seja um componente da política de planejamento reprodutivo”. O que é uma evidente aberração lógica. “De um lado, a política de planejamento reprodutivo pressupõe a reprodução, isto é, uma mulher vai ficar grávida, ter um filho, etc. Com isso, é descartada a morte do feto por meio da realização do aborto. Do outro lado, é preciso ver que esse argumento é uma frase bonita, uma espécie de poesia, para disfarçar a verdadeira intenção, que é a legalização indireta do aborto e, ainda por cima, com financiamento público.” É lamentável que os cuidadores da saúde pública, ao invés de se empenharem em promover a vida, se ocupem em formular políticas que acabam por estimular a prática do aborto.

Compete aos cristãos e a todas as pessoas que conservam o senso sagrado da inviolabilidade da vida humana (a vida do feto é vida humana), a missão de lutarem por todos os meios para que o aborto seja banido da face da terra. Essa missão nós a realizamos de três maneiras: a) pela mobilização contra projetos de lei e contra medidas governamentais pró-aborto; b) pela formação das consciências das crianças e dos jovens no sentido da defesa da vida sempre e em todas as etapas de seu desenvolvimento; c) pela presença e apoio a mulheres grávidas com dificuldades de levar adiante a gravidez. A Igreja procura também ir ao encontro das mulheres, que se submeteram em momentos de desespero ao aborto, com o chamado Projeto Raquel. “O Projeto Raquel é o ministério de cura pós-aborto da Igreja Católica nos Estados Unidos (e agora em diversos países) e está em atividade sob alguma forma na maioria das dioceses com o nome Projeto Raquel ou outro similar.”

Em Sorocaba ainda não o temos implantado. Mas eis o depoimento de alguém que recebeu o apoio desse serviço da Igreja: “O Projeto Raquel me deu a capacidade de me afastar de uma vida de desespero e culpa e começar uma nova vida de esperança e perdão. Uma experiência única… Eu nunca mais serei a mesma.”

Hoje é o Dia Internacional da Síndrome de Down

Elenco de City Down

Hoje, 21 de março, é o Dia Internacional da síndrome de Down. Quem tem síndrome de Down tem uma alteração no cromossomo 21. Em vez de apresentar dois cromossomos, a pessoa apresenta trës. Esta alteração genética afeta os diversos graus de desenvolvimento da pessoa. Por isso, a data 21/03 é tão simbólica por fazer alusão ao cromossomo extra no par de número 21 – 21/03.

A data é celebrada desde 2006. No Brasil ainda não foram divulgados os dados recentes do IBGE, mas sabe-se que nascem por ano cerca de 8 mil bebês com a síndrome.

Os brasileiros portadores da síndrome devem passar da casa dos 20 milhões. Existem avanços, mas ainda falta muito para que estas pessoas tenham uma vida com mais facilidades. Faltam escolas, adaptações em locais públicos e profissionais mais preparados pra ajudar a cuidar destas crianças mais que especiais.

No ano passado foi lançado em filme só com atores portadores da síndrome. O filme City Dawn mostra uma cidade onde todos tem a Síndrome de Dawn. A historia fala do drama de uma família comum que possui pai, mãe e filhos adolescentes. A filha dessa família está descobrindo o amor e como sempre acontece ela engravida. O clímax do filme então surge. Numa cidade onde todo tem Síndrome de Down um bebe que não possui a síndrome nasce. Como será o comportamento deles.

por Marquione Ban

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