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Diocese de Guanhães-MG lança o 2º Festival da Música Cristã

2fmcA Pastoral da Comunicação da diocese de Guanhães (MG) realizará aos 15 e 16 de novembro o 2º Festival da Música Cristã, na cidade de Guanhães. Organiza esse evento uma comissão formada por agentes da Pastoral da Comunicação e da Rádio Vida Nova FM, sob coordenação do pároco da paróquia São Miguel, em Guanhães, padre Saint-Clair Ferreira Filho. Músicos cristãos podem inscrever suas canções religiosas entre os dias 23 de agosto a 23 de outubro.

Segundo o regulamento, os participantes podem inscrever até duas músicas inéditas. Os interessados em participar do 2º Festival da Música Cristã podem baixar o regulamento pelos sites da diocese de Guanhães (www.diocesedeguanhaes.com.br) e da Rádio Vida Nova FM (www.vidanovafm.com.br). Acessando os sites, encontrarão também a ficha de inscrição, que deve ser devidamente preenchida e entregue na secretaria da Rádio Vida Nova FM, situada à Rua Amável Nunes, 55 – Centro – Guanhães (MG) – CEP 39740-000. Uma novidade para esta edição refere-se ao preenchimento da ficha de inscrição. O candidato pode preencher todos os dados on-line e encaminhar os documentos e as músicas inscritas pela internet.

O Festival da Música Cristã é uma iniciativa cultural que visa a valorizar e reconhecer os talentos musicais em nível regional e nacional. E também objetiva contemplar os mais diversos gêneros e estilos musicais, valorizando e potencializando os novos talentos e estimulando a criação e difusão da música cristã. O evento quer integrar as Igrejas cristãs na missão de evangelizar através da arte.

Informações: <www.vidanovafm.com.br / www.diocesedeguanhaes.com.br>

Festival da Música Cristã

O Festival da Música Cristã iniciou em 2012. O evento, realizado pela Pastoral da comunicação da diocese de Guanhães, visa a proporcionar aos músicos cristãos espaço para apresentarem suas composições. No primeiro ano de realização do Festival, a comissão organizadora recebeu mais de 80 músicas para a fase de seleção. Deste número, 20 passaram para a fase eliminatória, apenas 10 para a fase classificatória.

O ganhador do Festival, com a música “Sintonia”, foi o guanhanese Jairo Pimenta, compositor e cantor. Entre os dias 30 de abril e 1º de maio, a cidade de Guanhães recebeu músicos de São João Evangelista, Água Boa, Rio Vermelho, Januária, Juiz de Fora, Capelinha, Ipatinga, Paulistas, Turmalina, Coronel Fabriciano, Divinolândia de Minas, Montes Claros, Olhos d’Água.

Fonte CNBB

Dilma sanciona lei (PLC 3/2013) sem vetos e abre as portas do país para o aborto

images (1)DO G1 | A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quinta-feira (1º), sem vetos, projeto de lei que determina o atendimento obrigatório e imediato no Sistema Único de Saúde (SUS) a vítimas de violência sexual, segundo informou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A lei entra em vigor em 90 dias.

Com a sanção, Dilma manteve no projeto um trecho que foi alvo de polêmica entre religiosos por obrigar hospitais a prestarem serviço de “profilaxia da gravidez” a mulheres que foram abusadas. As entidades religiosas pediram veto ao inciso por entendem que o termo abre brecha para médicos realizarem aborto.

De acordo com o projeto, todos os hospitais da rede pública serão obrigados a oferecer, de forma imediata, entre outros serviços, a “profilaxia da gravidez”, termo que, de acordo com o Ministério da Saúde, refere-se ao uso da chamada “pílula do dia seguinte”.  A medicação evita a fecundação do óvulo (em até 72 horas após a relação sexual) e não tem poder para interromper uma gestação.

Padilha esclareceu que, “se uma vítima de violência sexual for amanhã a um hospital, o hospital já tem que cumprir todas essas recomendações” devido à portaria que está em vigor desde 2008. “Daqui 90 dias, quando a lei entra em vigor, esse hospital passa a também ser questionado de uma forma ainda mais intensa, porque não é mais apenas uma recomendação, mas uma lei do país”, afirmou.

A presidente Dilma também vai encaminhar um projeto de lei para corrigir duas imprecisões técnicas no texto aprovado pelo Congresso. Uma delas é sobre o conceito de violência sexual e a segunda estabelece, claramente, no inciso 4 do artigo 3º o uso e a administração da medicação com eficiência para gravidez resultante de estupro.

PLC-3-2013
Dilma não cumpre promessa de campanha e abre as portas do país para o aborto

“É importante a correção porque esse texto é exatamente o que é recomendado pelo Ministério da Saúde para vítimas de estupro, ou seja, usar a medicação até 72 horas para se evitar gravidez de vítimas de estupro. A oferta de medicação no tempo adequado para evitar gravidez de vítimas de estupro”, disse Padilha.

Pela atual legislação, em caso de gravidez resultante de estupro, é permitido à vítima realizar o aborto, bastando para isso assinar um documento no próprio hospital.

Com a lei sancionada nesta quinta, as vítimas também terão direito a diagnóstico e tratamento das lesões no aparelho genital; amparo médico, psicológico e social; profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis, realização de exame de HIV e acesso a informações sobre seus direitos legais e sobre os serviços sanitários disponíveis na rede pública.

Para a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, as medicações  “na hora certa” vão evitar abortos.

“É um projeto que, ao evitar a gravidez com e medicações corretas, precisas, na hora certa, ele também evita possíveis abortos caso a mulher resolva fazê-lo. É um projeto que está dentro da conduta do nosso governo e deixará, amenizará definitivamente o sofrimento de crianças, mulheres e pessoas portadoras de deficiências e de meninas que sofrem o estupro e a violência sexual”, disse.

Segundo Padilha, a atual política do Ministério da Saúde já prevê “atendimento humanizado”.

“Esse projeto transforma em lei aquilo que já é um política estabelecida em portaria do Ministério da Saúde que garante tratamento humanizado, respeitoso, a qualquer vítima de estupro”, afirmou.

As entidades religiosas também chegaram a pedir veto ao inciso sobre a “pílula do dia seguinte” por entenderem que o termo abre brecha para médicos realizarem aborto. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, rebateu os críticos e disse que projeto diminui a incidência de aborto.

“O que temos a dizer é que é exatamente um projeto que além de prestar o apoio humanitário essencial para a mulher que foi vítima de uma tortura, porque todo estupro é uma forma de tortura, ele permite que ela não passe por um segundo sofrimento, que é o aborto legal.  Sancionando um projeto que foi aprovado por unanimidade no Congresso Nacional, onde há uma cativa bancada da família, é corrigir esse projeto que vem do Congresso com uma ambiguidade que, sim, poderia abrir essa brecha.  Apoiamos esse projeto sem abrir nenhuma porta para a prática do aborto e diminuindo a incidência do aborto legal”, disse.

Algumas entidades religiosas também pediram veto ao trecho que trata do fornecimento de informações pelos hospitais às mulheres vítimas de violência sexual. O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) chegou a protocolar na Presidência da República, no mês passado, um ofício argumentando que não cabe a hospitais oferecer orientação jurídica,  responsabilidade que seria apenas das delegacias de polícia e outras autoridades, segundo o parlamentar.

Termo

O projeto de Lei que será enviado pela presidente com o objetivo de corrigir imprecisões na lei altera o termo “profilaxia da gravidez” por “medicação com eficiência precoce para prevenir gravidez resultante de estupro”. O texto informa que “a expressão ‘profilaxia da gravidez’ não é a mais adequada tecnicamente e não expressa com clareza que se trata de uma diretriz para a administração de medicamento voltados às vítimas de estupro”.

Com a alteração, disse Padilha, o governo reconhece que a “atitude correta para se evitar a gravidez de mulheres vítimas de estupro é oferecer medicação em tempo adequado, até 72 horas”.

A presidente também propõe a substituição do artigo 2º da lei, que da forma como foi aprovado no Congresso, considera violência sexual “qualquer forma de atividade sexual não consentida”. O projeto que será enviado considera “todas as formas de estupro, sem prejuízo de outras condutas em legislação específica”. De acordo com Padilha, a alteração protege pessoas com deficiência mental e crianças.

“O texto aprovado inicialmente é vago e deixa dúvidas quanto à extensão dos casos que seriam abrangidos pela lei”, informa o projeto.

Estupro

Segundo dados encaminhados pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, estima-se que, a cada 12 segundos, uma mulher é estuprada no Brasil. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que em cinco anos os registros de estupro no Brasil aumentaram em 168%: as ocorrências subiram de 15.351 em 2005 para 41.294 em 2010. Segundo o Ministério da Saúde, de 2009 a 2012, os estupros notificados cresceram 157%; e somente entre janeiro e junho de 2012, ao menos 5.312 pessoas sofreram algum tipo de violência sexual.

Dom Muller sobre diálogo interreligioso: “não significa renunciar à própria identidade”.

Dom Gerhard Müller, novo Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.

Dom Gerhard Müller, novo Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.

Roma |Rádio Vaticano – Se recorda hoje 26 anos do histórico Encontro de Assis das Religiões pela Paz, iniciativa do então papa João Paulo II. Por ocasião do transcurso da data, o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Dom Gerhard Muller, destacou que no diálogo com outras religiões não se deve esconder a própria fé e a própria identidade, em nome de um diálogo politicamente correto.

“Para um cristão, referiu Dom Muller, o respeito pela religiosidade dos outros não significa e não deveria significar uma renúncia à própria fé, à própria identidade e à verdade definitiva recebida, através da Igreja, na Revelação de Deus”.

Ele acrescentou ainda, segundo refere a agência SIR, que “a Igreja pode propor um verdadeiro diálogo somente a partir da verdade sobre ela mesma. Seria vergonhoso esconder a fé autêntica e abandonar a unicidade da Revelação e da Encarnação do Filho de Deus, em nome de um diálogo politicamente correto. É justificado e correto somente um diálogo conduzido na verdade e no amor”.

“Por isto — continua — a nossa fé, dirigida à Cristo e a verdade sobre nós mesmos devem sempre ocupar um lugar privilegiado em cada ocasião de diálogo dos cristãos com aqueles que não o são. Portanto, o diálogo com os seguidores das religiões não cristãs é uma forma de testemunho de fé que deve ser sempre respeitoso para com o outro e a dignidade da sua consciência.(JE)

Benetton pede desculpas ao Vaticano por imagem manipulada do Papa

O grupo Benetton divulgou uma nota, nesta terça-feira, 15, na qual se refere sobre o uso da imagem de Bento XVI em campanha publicitária intitulada UNHATE, em novembro de 2011.

No comunicado, a empresa demonstrou arrependimento por ter ferido a sensibilidade do Santo Padre e dos seus fiéis, e garantiu que “todas as fotografias manipuladas do Papa foram retiradas do circuito comercial, e se empenha em não realizar no futuro outras utilizações da imagem do Sumo Pontífice sem a prévia autorização da Santa Sé”.

A campanha

No dia 16 de novembro de 2011, vários cartazes com a foto trabalhada em programa de edição de imagem, mostrava o Papa beijando um líder egípcio. No mesmo dia, diante do teor provocatório do comercial, a Santa Sé se declarou duramente, enfatizando que iria recorrer diante de tal desrespeito.

O Vaticano não pediu nenhum tipo de indenização financeira, mas pediu ressarcimento moral e reconhecimento do abuso realizado por parte da empresa. A Santa Sé afirmou ainda que defenderia a imagem do Papa através de meios legais.