Hoje é dia de Santa Luzia

O nome de Santa Luzia deriva do latim e significa: Portadora da luz. Ela é invocada pelos fiéis como a protetora dos olhos, que são a “janela da alma”, canal de luz.

Ela nasceu em Siracusa (Itália) no fim do século III. Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, a ponto de ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe, chamada Eutícia, a queria casada com um jovem de distinta família, porém, pagão.

Ao pedir um tempo para o discernimento e tendo a mãe gravemente enferma, Santa Luzia inspiradamente propôs à mãe que fossem em romaria ao túmulo da mártir Santa Águeda, em Catânia, e que a cura da grave doença seria a confirmação do “não” para o casamento. Milagrosamente, foi o que ocorreu logo com a chegada das romeiras e, assim, Santa Luzia voltou para Siracusa com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimentos pelos quais passaria, assim como Santa Águeda.

Santa Luzia vendeu tudo, deu aos pobres, e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Não querendo oferecer sacrifício aos falsos deuses nem quebrar o seu santo voto, ela teve que enfrentar as autoridades perseguidoras. Quis o prefeito da cidade, Pascásio, levar à desonra a virgem cristã, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito, várias juntas de bois não foram capazes de a levar (Santa Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois). As chamas do fogo também se mostravam impotentes diante dela, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. A decapitação de Santa Luzia se deu no ano de 303.

Conta-se que antes de sua morte teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus – Luz do Mundo – até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: “Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade”.

Santa Luzia, rogai por nós!

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Viva a Santa Cecília!!! Conheça a sua história

Santa CecíliaHoje celebramos a santidade da virgem que foi exaltada como exemplo perfeitíssimo de mulher cristã, pois em tudo glorificou a Jesus. Santa Cecília é uma das mártires mais veneradas durante a Idade Média, tanto que uma basílica foi construída em sua honra no século V. Embora se trate da mesma pessoa, na prática fala-se de duas santas Cecílias: a da história e a da lenda. A Cecília histórica é uma senhora romana que deu uma casa e um terreno aos cristãos dos primeiros séculos. A casa transformou-se em igreja, que se chamou mais tarde Santa Cecília no Trastévere; o terreno tornou-se cemitério de São Calisto, onde foi enterrada a doadora, perto da cripta fúnebre dos Papas.

No século VI, quando os peregrinos começaram a perguntar quem era essa Cecília cujo túmulo e cuja inscrição se encontravam em tão honrosa companhia, para satisfazer a curiosidade deles, foi então publicada uma Paixão, que deu origem à Cecília lendária; esta foi sem demora colocada na categoria das mártires mais ilustres. Segundo o relato da suaPaixão Cecília fora uma bela cristã da mais alta nobreza romana que, segundo o costume, foi prometida pelos pais em casamento a um nobre jovem chamado Valeriano. Aconteceu que, no dia das núpcias, a jovem noiva, em meio aos hinos de pureza que cantava no íntimo do coração, partilhou com o marido o fato de ter consagrado sua virgindade a Cristo e que um anjo guardava sua decisão.

Valeriano, que até então era pagão, a respeitou, mas disse que somente acreditaria se contemplasse o anjo. Desse desafio ela conseguiu a conversão do esposo que foi apresentado ao Papa Urbano, sendo então preparado e batizado, juntamente com um irmão de sangue de nome Tibúrcio. Depois de batizado, o jovem, agora cristão, contemplou o anjo, que possuía duas coroas (símbolo do martírio) nas mãos. Esse ser celeste colocou uma coroa sobre a cabeça de Cecília e outra sobre a de Valeriano, o que significava um sinal, pois primeiro morreu Valeriano e seu irmão por causa da fé abraçada e logo depois Santa Cecília sofreu o martírio, após ter sido presa ao sepultar Valeriano e Tibúrcio na sua vila da Via Ápia.

Colocada diante da alternativa de fazer sacrifícios aos deuses ou morrer, escolheu a morte. Ao prefeito Almáquio, que tinha sobre ela direito de vida ou de morte, ela respondeu:“É falso, porque podes dar-me a morte, mas não me podes dar a vida”. Almáquio condenou-a a morrer asfixiada; como ela sobreviveu a esse suplício, mandou que lhe decapitassem a cabeça.

Nas Atas de Santa Cecília lê-se esta frase: “Enquanto ressoavam os concertos profanos das suas núpcias, Cecília cantava no seu coração um hino de amor a Jesus, seu verdadeiro Esposo”. Essas palavras, lidas um tanto por alto, fizeram acreditar no talento musical de Santa Cecília e valeram-lhe o ser padroeira dos músicos. Hoje essa grande mártir e padroeira dos músicos canta louvores ao Senhor no céu.

Santa Cecília, rogai por nós!

 

Organizadores da JMJ venderão cemitério para pagar dívidas

Como já era de se esperar, íamos ter dívidas. A JMJ é um evento muito grande e por isso gasta-se muito para realizar. Só o dinheiro de doações e inscrições seriam insuficiente para todos os gastos.

De acordo com a colunista da Folha de São Paulo, Mônica Bergamo, depois da Arquidiocese do Rio de Janeiro vender o prédio do hospital D’Or, agora será a vez do cemitério Catumbi.

O espaço é de uma ordem religiosa, que espera arrecadar cerca de R$ 80 milhões com o negócio. Os recursos seriam repassados como empréstimo para o Instituto Jornada Mundial da Juventude. Estima-se que o rombo da festa estrelada pelo pontífice ultrapasse os R$ 100 milhões, informa a colunista.

Da coluna de Mônica Bergamo para a Folha de São Paulo

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

OlomcP170_jpgOremos

Oh! Virgem Maria, Mãe de Deus e Mãe também dos pecadores, e especial Protetora dos que vestem teu sagrado Escapulário; Pelo que sua divina Majestade vos engrandece, escolhendo-vos para verdadeira Mãe sua, vos suplico me alcances de teu querido Filho o perdão de meus pecados, a emenda de minha vida, a salvação de minha alma, o remédio de minhas necessidades, a esperança de minhas aflições e a graça especial que peço nesta novena, se convém para sua maior honra e glória, e bem de minha alma: Que eu, Senhora, para consegui-lo me valho de vossa intercessão poderosa, e quisera ter o Espírito de todos os anjos, Santos e justos a fim de poder adorar vos dignamente;

E unindo minhas vozes com seus afetos, vos saúdo uma e mil vezes, dizendo:

Bendita sois sempre Virgem Maria.

Heroico sacerdote da guerra da Coréia receberá Condecoração póstuma

Padre Emile Kapaun. Foto: Cortesia Diocese da Wichita

(ACI/EWTN Noticias).- O heroísmo do Padre Emile Kapaun, que há mais de 60 anos morreu em um campo de concentração da Coréia do Norte, será finalmente reconhecido pelas autoridades dos Estados Unidos que decidiram conceder-lhe postumamente a Medalha de Honra, a máxima condecoração militar, em uma cerimônia prevista para o próximo 11 de abril.

Ante a condecoração, o grupo ACI recolheu testemunhos sobre os últimos dias do valente presbítero capturado em 1950 quando tentava resgatar vários feridos na batalha de Unsan.

O Padre Kapaun nasceu em Pilsen, Kansas, em uma família de agricultores, e foi ordenado sacerdote na Diocese de Wichita, em junho de 1940. Tornou-se capelão do exército em 1944 e serviu até 1946. Em 1948 retornou ao serviço e foi enviado para a Coréia em julho de 1950, onde se destacou por seu serviço aos seus compatriotas sem distinção de credo.

“Corria pelo campo resgatando os feridos… às vezes ultrapassava as linhas americanas de 50 a 100 metros para trazer alguém de volta”, assegura Roy Wenzl, coautor de “O milagre do Padre Kapaun”.

“Em Unsan, ficou com os feridos e para protegê-los, deixou que o capturem”.

Ter sido criado em uma granja, permitiu ao sacerdote ajudar melhor seus companheiros de prisão em Pyoktong, na fronteira com a China. Ele era o “mais prático e engenhoso solucionador de problemas”, disse Wenzl.

Mike Dowe tem 85 anos de idade e lembra vivamente desses dias. Conheceu o padre Kapaun após serem capturados e quando foram obrigados a caminhar mais de 150 quilômetros até o campo de prisioneiros em Pyoktong.

Dowe recorda que a taxa de mortalidade dos detentos nos vales próximos era dez vezes maior que em Pyoktong, algo que ele adjudica à influência do Padre Kapaun em todos.

“Ensinou aos prisioneiros a manter a vontade de viver, ensinando-lhes a manter as suas crenças, a honra, a integridade e a harmonia com a consciência, a lealdade ao seu país e a Deus”, afirma Dowe e assegura que uma “boa maioria” dos homens que sobreviveram Pyoktong “devem sua vidaao Padre Kapaun”.

Até o final da sua vida, o sacerdote administrou os sacramentos a seus companheiros da prisão. Celebrou batismos, confessava constantemente, ungiu doentes e celebrava Missa.

O Padre Kapaun também se oferecia como voluntário para realizar os trabalhos mais humildes e pesados no acampamento. Todos os dias ele ajudava a tirar os cadáveres congelados dos que tinham morrido na noite anterior e os levava a uma ilha no rio Yalu para enterrá-los. Esse inverno foi um dos mais brutais na história da Coréia.

O Padre Kapaun morreu no dia 23 de maio de 1951, e foi enterrado em uma fossa comum no rio Yalu. Seus captores o levaram agonizante à chamada “casa da morte: onde deixavam morrer aos prisioneiros graves”.

“Enquanto ele ia embora, eu comecei a chorar e me disse: ‘Mike, não fique triste, vou para onde sempre quis ir, e quando chegar eu vou fazer uma oraçãopor todos vocês’”, recordou Dowe.

6º DOR DE NOSSA SENHORA: Uma lança atravessa o coração de Jesus

 Introdução

Com a alma imersa na mais profunda dor, Maria viu Longinus transpassar o coração de seu Filho, sem poder dizer uma palavra! Derramou muitas lágrimas… Só Deus pode compreender o martírio desta hora, na alma e no coração!

Depois depositaram Jesus em seus braços, não cândido e belo comoem Belém… Mortoe chagado, parecendo mais um leproso do que aquele adorável e encantador menino, que tantas vezes apertara ao seu coração!

Se Maria tanto sofreu, não será ela capaz de compreender os nossos sofrimentos? Por que, então, não recorramos a Maria com mais confiança, ela que tem tanto valor diante do Altíssimo?

Por muito ter sofrido aos pés da cruz, muito lhe foi dado! Se não tivesse sofrido tanto, não teria recebido os tesouros do Paraíso em suas mãos.

A dor de ver transpassar o Coração de Jesus com a lança, conferiu a Maria o poder de introduzir, em seu amável Coração, a todos aqueles que a ele recorrerem. Corramos todos a Maria, porque ela pode nos colocar dentro do Coração Santíssimo de Jesus Crucificado, morada de amor e de eterna felicidade!

O sofrimento é sempre um bem para a alma. Regozijemo-nos, pois, com Maria, que foi a segunda mártir do Calvário! Sua alma e seu coração participaram dos suplícios do Salvador, conforme a vontade do Altíssimo, para reparar o pecado da primeira mulher! Jesus foi o novo Adão e Maria a nova Eva, livrando assim a humanidade do cativeiro no qual se achava presa.

Para correspondemos, porém, a tanto amor, sejamos muito confiantes em Maria, não nos afligindo nas contrariedades da vida; ao contrário, confiemos todos os nossos receios e dores a Ela, que saberá dar em abundância os tesouros do Coração de Jesus!

Não nos esqueçamos de meditar esta imensa dor, quando nossa cruz estiver pesada. Nela encontraremos força para sofrer por amor a Jesus que sofreu na Cruz a mais infame das mortes.

Maria Santíssima sempre demonstrou especial solicitude para com os sofredores. Esta afirmação é confirmada por inúmeras pessoas que, sobretudo na hora da doença, acorrem aos Santuários Marianos para invocar a Mãe do Salvador. No aconchego de seus braços maternos, elas recobram a força para lutar e se sentem consolados.

Evangelho Mt 27,57-61

 57.À tardinha, um homem rico de Arimatéia, chamado José, que era também discípulo de Jesus,58.foi procurar Pilatos e pediu-lhe o corpo de Jesus. Pilatos cedeu-o.59.José tomou o corpo, envolveu-o num lençol branco60.e o depositou num sepulcro novo, que tinha mandado talhar para si na rocha. Depois rolou uma grande pedra à entrada do sepulcro e foi-se embora.61.Maria Madalena e a outra Maria ficaram lá, sentadas defronte do túmulo.

Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/01/47/27.php#ixzz1qcnX3Egf

Oração Inicial

Virgem dolorosíssima, seríamos ingratos se não nos esforçássemos em promover a memória e o culto de vossas Dores particulares, graças para uma sincera penitência, oportunos auxílios e socorros em todas as necessidades e perigos. Dai-nos a saúde do corpo para que possamos cumprir nossos deveres com ânimo e alegria, e com a mesma disposição sirvamos a vosso Filho Jesus.   Por N. S. J. C.  –  AMÉM.

5ª DOR DE NOSSA SENHORA: morte de Jesus na cruz

 Introdução

Na meditação desta dor encontraremos consolo e força para nossas almas contra mil tentações e dificuldades e aprenderemos a ser fortes em todos os combates de nossa vida.

Contemplemos Maria aos pés da Cruz, assistindo à morte de Jesus, com a alma e o coração transpassados com as mais cruéis dores!

Não nos escandalizemos com o que fizeram os judeus! Eles diziam: ‘Se Ele é Deus, por que não desce da cruz e se livra a si próprio?!’ Infelizes aqueles que não crêem que Jesus é o Messias. Não podem compreender que um Deus se humilhasse tanto e que a sua divina doutrina pregava a humildade. Jesus precisava dar o exemplo, para que seus filhos tivessem a força de praticar uma virtude, que tanto custa aos filhos deste mundo, que têm nas veias a herança do orgulho. Infelizes os que, à imitação dos que crucificaram a Jesus, ainda hoje não sabem se humilhar!

Depois de três horas de tormentosa agonia, Jesus morre, deixando Maria na mais negra escuridão! Sem duvidar um só instante, ela, contido, aceitou a vontade de Deus e, no seu doloroso silêncio, entregou ao Pai sua imensa dor, pedindo, como Jesus, perdão para os criminosos.

Entretanto, quem a confortou nessa hora angustiosa? Fazer a vontade de Deus foi o seu conforto; saber que o Céu foi aberto para todos os filhos foi seu consolo! Porque Maria também no Calvário foi provada com o abandono de toda consolação!

Sofrer em união com os sofrimentos de Jesus encontra consolo; sofrer por ter feito o bem neste mundo, recebendo desprezos e humilhação encontra força.

Que glória para nossas almas se um dia, por amarmos a Deus com todo o nosso coração, formos também perseguidos!

Aprendamos a meditar muitas vezes esta dor, que ela nos dará força para sermos humildes: virtude amada de Deus e dos homens de boa vontade.

Evangelho Lc 23, 33 – 49

 33.Chegados que foram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, como também os ladrões, um à direita e outro à esquerda.34.E Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem. Eles dividiram as suas vestes e as sortearam.35.A multidão conservava-se lá e observava. Os príncipes dos sacerdotes escarneciam de Jesus, dizendo: Salvou a outros, que se salve a si próprio, se é o Cristo, o escolhido de Deus!36.Do mesmo modo zombavam dele os soldados. Aproximavam-se dele, ofereciam-lhe vinagre e diziam:37.Se és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo.38.Por cima de sua cabeça pendia esta inscrição: Este é o rei dos judeus.39.Um dos malfeitores, ali crucificados, blasfemava contra ele: Se és o Cristo, salva-te a ti mesmo e salva-nos a nós!40.Mas o outro o repreendeu: Nem sequer temes a Deus, tu que sofres no mesmo suplício?41.Para nós isto é justo: recebemos o que mereceram os nossos crimes, mas este não fez mal algum.42.E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim, quando tiveres entrado no teu Reino!43.Jesus respondeu-lhe: Em verdade te digo: hoje estarás comigo no paraíso.44.Era quase à hora sexta e em toda a terra houve trevas até a hora nona.45.Escureceu-se o sol e o véu do templo rasgou-se pelo meio.46.Jesus deu então um grande brado e disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, dizendo isso, expirou.47.Vendo o centurião o que acontecia, deu glória a Deus e disse: Na verdade, este homem era um justo.48.E toda a multidão dos que assistiam a este espetáculo e viam o que se passava, voltou batendo no peito.49.Os amigos de Jesus, como também as mulheres que o tinham seguido desde a Galiléia, conservavam-se a certa distância, e observavam estas coisas.

Leia mais em: http://www.bibliacatolica.com.br/01/49/23.php#ixzz1qVdtxaN1

Oração Inicial

Virgem dolorosíssima, seríamos ingratos se não nos esforçássemos em promover a memória e o culto de vossas Dores particulares, graças para uma sincera penitência, oportunos auxílios e socorros em todas as necessidades e perigos. Dai-nos a saúde do corpo para que possamos cumprir nossos deveres com ânimo e alegria, e com a mesma disposição sirvamos a vosso Filho Jesus.   Por N. S. J. C.  –  AMÉM.

MULHERES DE FÉ: Madre Teresa de Calcutá

Na semana das mulheres vamos apresentar alguns perfis femininos que nos ensinaram a caminhar rumo a santidade. Está será a homenagem do O Anunciador – www.oanunciador.com – a você, mulher, que tanto contribui para o crescimento mais humano e divino do homem. Parabéns!

Nosso primeiro perfil já foi apresentado aqui, mas vale a pena revisitar a sua história de vida que sempre vai nos emocionar. Com vocês uma mulher de muita fé,  Madre Teresa de Calcutá. Veja sua bibliografia:

Agnes Gonxha Bojaxhiu, a futura Madre Teresa, nasceu no dia 26 de agosto de 1910 em Skopje, Macedonia, de uma família de origem albaneza. O pai, respeitado homem de negócios, morreu quando ela tinha oitos anos, deixando a mãe de Agnes na condição de ter que abrir uma atividade de bordado e fazenda para poder manter a família. Depois de ter transcorrido a adolescência empenhada fervorosamente nas atividades paroquiais, Agnes deixou a sua casa em setembro de 1928, entrando no convento de Loreto a Rathfarnam, (Dulim), Irlanda, onde foi acolhida como postulante no dia 12 de outubro e recebeu o nome de Tereza, como a sua padroeira, Santa Tereza de Lisieux.

Agnes foi enviada pela congregação de Loreto para a India e chegou em Calcutá no dia 6 de janeiro de 1929. Tendo apenas chegado lá, entrou no noviciado de Loreto, em Darjeerling. Fez a profissão perpétua como irmã de Loreto no dia 24 de maio de 1937, e daquele dia em diante foi chamada Madre Tereza. Quando viveu em Calcutá durante os anos 1930-40, ensinou na escola secundária bengalese, Sta Mary.

No dia 10 de setembro de 1946, no trem que a conduzia de Calcutá para darjeeling, Madre Tereza recebeu aquilo que ela chamou “a chamada na chamada”, que teria feito nascer a família dos Missionários da Caridade, Irmãs, Irmãos, Padres e Colaboradores. O conteúdo desta inspiração é revelado no objetivo e na missão que ela teria dado ao seu novo Instituto: “Saciar a infinita sede de Jesus sobre a cruz de amor e pelas almas, trabalhando para a salvação e para a santificação dos mais pobres entre os pobres”. No dia 7 de outubro de 1950, a nova congregação das Missionárias da Caridade foi instituída oficialmente como instituto religioso pela Arquidiocese de Calcutá.

Ao longo dos anos 50 e no inicio dos anos 60, Madre Tereza estendeu a opera das Missionárias da Caridade seja internamente dentro Calcutá, seja em toda a Índia. No dia 1 de fevereiro de 1965, Paulo VI concedeu à Congregação o “Decretum Laudis”, elevando-a a direito pontifício. A primeira casa de missão aberta fora de Calcutá foi em Cocorote, na Venezuela em 1965. A congregação se expandiu em toda a Europa (na periferia de Roma, a Torre Fiscale) e na África (em Tabora, em Tanzania) em 1968.

Do final dos anos 60 até 1980, as Missionárias da Caridade cresceram seja em número de casas de missão abertas em todo o mundo, seja no número dos seus membros. Madre Tereza abriu fundações na Austrália, no Vizinho Oriente, na America do Norte, e o primeiro noviciado fora de Calcutá em Londres. Em 1979 Madre Tereza recebeu o Premio Nobel pela Paz. No mesmo ano existiam já 158 casas de missão.

As Missionárias da Caridade chegaram aos países comunistas em 1979, abrindo uma fundação em Zagabria, na Croácia, e em 1980 em Berlim Este. Continuaram a estender a sua missão nos anos 80 e 90 abrindo casas em quase todos os países comunistas, incluindo 15 fundações na ex União Soviética. Não obstante os repetidos esforços, Madre Tereza não pode abrir nenhuma fundação na China.

Em outubro de 1985 Madre Tereza falou no quadragésimo aniversário da Assembleia Geral das Nações Unidas. Na vigília de Natal do mesmo ano, abriu em Nova York o “Dom de Amor”, a primeira casa para os doentes de AIDS. Nos anos seguintes, outras casas seguiram esta casa de acolhimento nos Estados Unidos e alhures, sempre especificadamente para doentes de AIDS.

No final dos anos 80 e durante os anos 90, não obstante os crescentes problemas de saúde, Madre Tereza continuou a viajar pelo mundo para a profissão das noviças, para abrir novas casas de missão e para servir os pobres e aqueles que tinham sido atingidos por diversas calamidades. Foram fundadas novas comunidades na África do Sul, Albania, Cuba e Iraque, que estava dilacerado por causa da guerra. Em 1997 as irmãs eram cerca de 4000, presentes em 123 países do mundo.

Depois de ter viajado por todo o verão a Roma, New York e Washington, em condições de saúde delicadas, Madre Tereza voltou a Calcutá em 1997.  Às 9:30 da noite do dia 05 de setembro de 1997, ela morreu na Casa Geral. O seu corpo foi transferido para a Igreja de São Tomas, adjacente ao Convento de Loreto, exatamente onde tinha chegado 69 anos antes. Centenas de milhões de pessoas de todas as classes sociais religiões, da India e do exterior lhe renderam homenagem. No dia 13 de setembro recebeu o funeral de Estado e o seu corpo foi conduzido em um longo cortejo através as estradas de Calcutá, sobre uma carreta de canhão que tinha trazido tambem os corpos de Mohandas Gandhi Jawaharlal Nehru. Chefes de nações, primeiros Ministros, Rainhas e enviados especiais chegaram para representar os países de todo o mundo.

Cine O Anunciador – Especial Madre Teresa de Calcutá

Bento XVI: o que há por trás da renúncia

Dom Redovino Rizzardo 
Bispo de Dourados (MS)

«Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim, que preciso reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado».

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Foi com essas palavras que, no dia 11 de fevereiro, durante uma reunião com os cardeais da Cúria romana, o Papa Bento XVI anunciou a sua renúncia ao pontificado.

Fazia tempo que ele pensava no assunto. Em 2010, na entrevista que concedeu ao jornalista Peter Seewald, fora claro: «Quando a dificuldade é grande, não se pode fugir e dizer: “Que outro se ocupe disso!”. Mas, se um papa percebe que já não tem condições físicas, mentais e espirituais para levar adiante as obrigações de seu cargo, tem o direito e, em algumas circunstâncias, o dever de se demitir».

Apesar de não ser novidade na Igreja, seu ato provocou perplexidades. A história lembra outros papas que renunciaram ou foram obrigados a fazê-lo: São Clemente (88/97), condenado ao exílio pelo imperador Domiciano, passou o cargo a Santo Evaristo; São Ponciano (230/235), desterrado pelo imperador Severo, deixou o lugar para Santo Antero; São Silvério (536/537) foi deposto e substituído pelo Papa Vigílio; São Martinho (649/655), degredado pelo imperador Constante II, acolheu de coração aberto a nomeação do sucessor, Santo Eugênio. Mais complicado foram os casos de Bento IX (1032/1045) e Gregório VI (1045/1046), forçados a deixar a função por mau comportamento.

O papa, porém, que, de acordo com a “Divina Comédia” de Dante Alighieri, «fez a grande renúncia“, é São Celestino V. Seu pontificado nem chegou a quatro meses: de 29 de agosto a 13 de dezembro de 1294. Sentindo-se pequeno diante dos desafios da política eclesiástica, abandonou o cargo e recolheu-se à vida eremítica. O último papa a abdicar foi Gregório XII (1406/1415). Seu nome está ligado ao “Grande Cisma do Ocidente” (1378/1415), período em que tentaram ocupar o sólio pontifício dois – e, em dado momento, três – papas ao mesmo tempo. Para acabar com o escândalo, ele entregou sua demissão nas mãos de Martinho V (1417/1431).

O gesto de Bento XVI condiz com a sua visão do homem e da Igreja. A idade pesa. O cargo é exigente. A saúde diminui. Reconhecer os próprios limites e desapegar-se do poder é sabedoria e heroísmo. Pode-se servir à Igreja e à humanidade de mil maneiras. Para tanto, o que importa é tomar consciência de que há tempos e ocasiões diferentes, próprias de cada momento e de cada pessoa. Quem ama, sempre descobre o jeito certo de estar presente e atuante, mesmo quando, por qualquer motivo, precisa se retirar e deixar que outros ocupem o lugar que até agora lhe pertencia.

Evidentemente, a renúncia recebeu também outras interpretações, como a de Ferruccio De Bortoli, diretor do jornal italiano “Corriere della Sera“, que a viu como resultado das intrigas que medram no Vaticano: «O ato do Papa foi encorajado pela insensibilidade de uma Cúria que, em vez de confortá-lo e apoiá-lo, apareceu, por diversos de seus expoentes, mais empenhada em jogos de poder e lutas fratricidas». De acordo com o cardeal brasileiro, Dom João Braz de Aviz, «entre os cardeais, há muita fidelidade, mas também tensões. Existem diferentes estilos, personalidades, formas de viver as coisas. Uns querem o diálogo, outros destacam a autoridade». O Pe. Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, parece sintetizar a opinião de uns e de outros: «O Papa é uma pessoa de grande realismo e conhece os problemas e as dificuldades. A renúncia foi uma mensagem à Cúria, mas também a todos nós. Foi um ato de humildade, sabedoria e responsabilidade».

Um ato que abre novos horizontes no modo de entender e de gerir a missão do papa na Igreja e que, por isso, fará história.

Sou gay e francesa: “Não quero matrimônio nem adoção homossexual”, afirma ativista

Nathalie de Williencourt (foto Facebook)

(ACI/EWTN Noticias).- Nathalie de Williencourt é uma lésbica francesa e uma das fundadoras de Homovox, uma das maiores associações de gays da França. À diferença do que afirmam certos meios de imprensa, considera que a maioria de homossexuais, incluindo ela mesma, não querem nem o matrimônio nem a adoção de crianças e estão em desacordo com o projeto de lei do presidente François Hollande de legalizar ambas práticas.

Em uma entrevista concedida no dia 11 de janeiro ao site de notícias italiano Tempi.it, Nathalie assinalou que “o casal homossexual é diferente do heterossexual por um mero detalhe: não podemos dar origem à vida”.

Williencourt afirmou com claridade: “sou francesa, sou homossexual, a maioria dos homossexuais não querem nem o matrimônio, nem a adoção de crianças, sobre tudo não desejamos ser tratados do mesmo modo que os heterossexuais porque somos diferentes, não queremos igualdade, mas justiça”.

A líder gay assinalou ainda que os próprios homossexuais “acreditam que as crianças têm direito a ter um pai e uma mãe, possivelmente biológicos, que possivelmente se amem. Uma criança que nasce do fruto do amor de seu pai e de sua mãe tem o direito de sabê-lo. Se os casais homossexuais adotarem crianças que já estão privadas de seus pais biológicos, então (as crianças) estariam sem um pai e sem uma mãe pela segunda vez”.

“Os casais heterossexuais estão esperando anos para poder adotar uma criança, e corre-se o risco que muitos países não permitam mais adoções a cidadãos franceses se esta lei for passada, já que países como a China e outros da Ásia contam com procedimentos que excluem casais do mesmo sexo”.

“Isto significaria fazer que a adoção por casais conformados por um homem e uma mulher seja ainda mais difíceis”, acrescentou Williencourt.

A porta-voz do Homovox considerou logo que a família, constituída sobre o matrimônio entre um homem e uma mulher, é a base para a paz.

“A paz se constrói na família e para ter paz na família é necessário dar às crianças a imagem mais natural e mais segurança infunde para crescer e chegar a ser grande. Quer dizer, a composição clássica de homem e mulher”.

Williencourt denunciou logo que “na França nos censuram (Homovox.com). Escuta-se sempre o lobby dos ativistas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) que sempre falam nos meios, mas a maior parte dos homossexuais estão irritados pelo fato de que esta organização faz lobby em nosso nome. Nós não votamos por eles para que nos representem”.

Nathalie explicou que os membros do lobby gay já têm uma ferida em relação à sua própria homossexualidade “porque não a aceitam, reivindicam ser como os heterossexuais. Em vez disso nosso movimento reivindica que os homossexuais sejam tratados de modo distinto que os heterossexuais porque somos diferentes”.

“Não podemos pedir igualdade para situações que são diferentes. Não é a igualdade o que é importante, mas a justiça. É uma desigualdade justa e uma igualdade injusta”, precisou.

Sobre sua oposição e a de toda sua associação ao projeto de lei impulsionado pelo presidente Hollande, Nathalie Williencourt disse que “eu e meus amigos gays não podemos ser acusados de homofobia, por não permitir a lei”.

O que solicitam, explicou, é “um diálogo entre Hollande e o povo, porque ele tinha prometido que não ia aprovar uma lei à força se os franceses não estavam de acordo. Esperemos que se abra o diálogo com os Estados Gerais sobre o matrimônio e um referendum para consultar todos os cidadãos deste tema”.

Homovox é a associação que reúne a maioria de homossexuais na França. A associação foi uma das organizações gays que marcharam pelas ruas de Paris no dia 13 de janeiro junto a mais de um milhão de pessoas em defesa do autêntico matrimônio.

Hoje é dia de Santa Luzia

O nome de Santa Luzia deriva do latim e significa: Portadora da luz. Ela é invocada pelos fiéis como a protetora dos olhos, que são a “janela da alma”, canal de luz.

Ela nasceu em Siracusa (Itália) no fim do século III. Conta-se que pertencia a uma família italiana e rica, que lhe deu ótima formação cristã, a ponto de ter feito um voto de viver a virgindade perpétua. Com a morte do pai, Luzia soube que sua mãe, chamada Eutícia, a queria casada com um jovem de distinta família, porém, pagão.

Ao pedir um tempo para o discernimento e tendo a mãe gravemente enferma, Santa Luzia inspiradamente propôs à mãe que fossem em romaria ao túmulo da mártir Santa Águeda, em Catânia, e que a cura da grave doença seria a confirmação do “não” para o casamento. Milagrosamente, foi o que ocorreu logo com a chegada das romeiras e, assim, Santa Luzia voltou para Siracusa com a certeza da vontade de Deus quanto à virgindade e quanto aos sofrimentos pelos quais passaria, assim como Santa Águeda.

Santa Luzia vendeu tudo, deu aos pobres, e logo foi acusada pelo jovem que a queria como esposa. Não querendo oferecer sacrifício aos falsos deuses nem quebrar o seu santo voto, ela teve que enfrentar as autoridades perseguidoras. Quis o prefeito da cidade, Pascásio, levar à desonra a virgem cristã, mas não houve força humana que a pudesse arrastar. Firme como um monte de granito, várias juntas de bois não foram capazes de a levar (Santa Luzia é muitas vezes representada com os sobreditos bois). As chamas do fogo também se mostravam impotentes diante dela, até que por fim a espada acabou com vida tão preciosa. A decapitação de Santa Luzia se deu no ano de 303.

Conta-se que antes de sua morte teriam arrancado os seus olhos, fato ou não, Santa Luzia é reconhecida pela vida que levou Jesus – Luz do Mundo – até as últimas consequências, pois assim testemunhou diante dos acusadores: “Adoro a um só Deus verdadeiro, e a Ele prometi amor e fidelidade”.

Santa Luzia, rogai por nós!

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Viva a Santa Cecília!!! Conheça a sua história

Santa CecíliaHoje celebramos a santidade da virgem que foi exaltada como exemplo perfeitíssimo de mulher cristã, pois em tudo glorificou a Jesus. Santa Cecília é uma das mártires mais veneradas durante a Idade Média, tanto que uma basílica foi construída em sua honra no século V. Embora se trate da mesma pessoa, na prática fala-se de duas santas Cecílias: a da história e a da lenda. A Cecília histórica é uma senhora romana que deu uma casa e um terreno aos cristãos dos primeiros séculos. A casa transformou-se em igreja, que se chamou mais tarde Santa Cecília no Trastévere; o terreno tornou-se cemitério de São Calisto, onde foi enterrada a doadora, perto da cripta fúnebre dos Papas.

No século VI, quando os peregrinos começaram a perguntar quem era essa Cecília cujo túmulo e cuja inscrição se encontravam em tão honrosa companhia, para satisfazer a curiosidade deles, foi então publicada uma Paixão, que deu origem à Cecília lendária; esta foi sem demora colocada na categoria das mártires mais ilustres. Segundo o relato da suaPaixão Cecília fora uma bela cristã da mais alta nobreza romana que, segundo o costume, foi prometida pelos pais em casamento a um nobre jovem chamado Valeriano. Aconteceu que, no dia das núpcias, a jovem noiva, em meio aos hinos de pureza que cantava no íntimo do coração, partilhou com o marido o fato de ter consagrado sua virgindade a Cristo e que um anjo guardava sua decisão.

Valeriano, que até então era pagão, a respeitou, mas disse que somente acreditaria se contemplasse o anjo. Desse desafio ela conseguiu a conversão do esposo que foi apresentado ao Papa Urbano, sendo então preparado e batizado, juntamente com um irmão de sangue de nome Tibúrcio. Depois de batizado, o jovem, agora cristão, contemplou o anjo, que possuía duas coroas (símbolo do martírio) nas mãos. Esse ser celeste colocou uma coroa sobre a cabeça de Cecília e outra sobre a de Valeriano, o que significava um sinal, pois primeiro morreu Valeriano e seu irmão por causa da fé abraçada e logo depois Santa Cecília sofreu o martírio, após ter sido presa ao sepultar Valeriano e Tibúrcio na sua vila da Via Ápia.

Colocada diante da alternativa de fazer sacrifícios aos deuses ou morrer, escolheu a morte. Ao prefeito Almáquio, que tinha sobre ela direito de vida ou de morte, ela respondeu:“É falso, porque podes dar-me a morte, mas não me podes dar a vida”. Almáquio condenou-a a morrer asfixiada; como ela sobreviveu a esse suplício, mandou que lhe decapitassem a cabeça.

Nas Atas de Santa Cecília lê-se esta frase: “Enquanto ressoavam os concertos profanos das suas núpcias, Cecília cantava no seu coração um hino de amor a Jesus, seu verdadeiro Esposo”. Essas palavras, lidas um tanto por alto, fizeram acreditar no talento musical de Santa Cecília e valeram-lhe o ser padroeira dos músicos. Hoje essa grande mártir e padroeira dos músicos canta louvores ao Senhor no céu.

Santa Cecília, rogai por nós!

 

Exemplo de cristão: Mãe de vítima diz que perdoa suspeito de estupro na Ufes

”Apesar de tudo que minha filha passou, agradeço a Deus por ele não ter a maltratado mais, espancado ou coisa pior. Sei que a intenção dele não era matá-la pois a arma estava descarregada. Sinto pena da mãe dele, por isso o perdoo”

A mãe da estudante de 19 anos, que afirma ter sido estuprada em uma festa rave no campus da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em Goiabeiras, Vitória, no final de semana, disse em entrevista ao G1 por telefone que perdoa o suspeito de violentar a filha.

O suspeito tem 18 anos e é um técnico de montagem. Ele foi flagrado por um vigilante da universidade, conduzido para a delegacia e autuado em flagrante pelo crime de estupro e de porte ilegal de arma de fogo. Com ele foi encontrado com um revólver calibre 32 sem munição.

A vítima é aluna do curso de tecnólogo em uma universidade particular da Grande Vitória. Ela declarou à polícia que teria sido rendida pelo rapaz quando retornava do banheiro, um local distante de onde acontecia a festa. O suspeito portava uma arma e a teria usado para render a vítima e estupra-la. Um vigilante patrimonial da Ufes que fazia patrulhamento de moto que viu o técnico de montagem mantendo a arma apontada contra a estudante. A jovem pediu ajuda e o suspeito acabou detido.

A mãe da vítima, uma aposentada de 56 anos, disse que a situação poderia ter sido pior e acredita que o suspeito estava bêbado. ”Apesar de tudo que minha filha passou, agradeço a Deus por ele não ter a maltratado mais, espancado ou coisa pior. Sei que a intenção dele não era matá-la pois a arma estava descarregada. Sinto pena da mãe dele, por isso o perdoo”, afirma.

A aposentada contou que a filha continua deitada na cama, em casa, desde a tarde de sábado (8), quando retornou do Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vitória. ”Na manhã de sábado, o vigilante me ligou e disse que minha filha tinha sido assaltada, por isso estava na delegacia. Liguei para ela, perguntei o que estava acontecendo e recebi a confirmação de que era um assalto. Ela chegou em casa por volta das 10 horas, foi deitar e só no final do dia contou o que realmente havia acontecido. Fiquei sem chão. Sempre pedi a ela para ter cuidado com assaltos, pois poderia acontecer, mas nunca pensei que passaria por uma violência [sexual]”, lamentou.

Antes de sair para a festa rave, na sexta-feira (7), a estudante estava muito empolgada, segundo a mãe. ”Ela me ajudou com os afazeres de casa, estava alegre e sorridente pois ia sair com os amigos depois. Ela gosta desse tipo de festa, mas só começou a frequentá-las a partir dos 18 anos. Mas desde quando chegou em casa, no sábado, minha filha está uma pessoa triste”, disse a aposentada, que vai procurar ajuda psicológica.

A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) informou que o suspeito continua detido no Centro de Triagem de Viana, na Grande Vitória. O inquérito será encaminhado ainda nesta segunda-feira para a Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Vitória. A titular da Deam, Arminda Rosa Rodrigues, disse que assim que o flagrante chegar à delegacia deve solicitar à universidade se há imagens das câmeras de monitoramento no local onde ocorreu o estupro. ”Vamos reunir outras provas que comprovem os fatos e aguardar o resultado dos exames laboratoriais aos quais a vítima passou no Departamento Médico Legal (DML)”, relatou a delegada.

A assessoria de imprensa da Ufes informou que já deu início à apuração de como foi a organização da festa e de quem são os responsáveis pelo evento, uma vez que a universidade não tinha conhecimento sobre a rave.

Matéria publicada no G1 e escrita por Glacieri Carraretto

Paraguaios se amontoam para pegar dinheiro jogado de igreja na festa da Natividade de Nossa Senhora

Matéria publica no G1

Dezenas de paraguaios se amontoaram nesta sexta-feira (7) na frente de uma igreja na cidade de Guarambaré, ao sul de Assunção, para pegar dinheiro jogado a partir do campanário em uma tradicional celebração da Natividade da Virgem Maria.

Aos gritos, empurrões e no meio de uma grande euforia os presentes à festa se lançaram à caça de moedas e notas, em sua maioria de baixo valor, que foram jogados por pessoas que desta maneira agradeceram à Virgem Maria as promessas e os favores cumpridos.

O acontecimento se repete a cada dia 7 de setembro e marca o início dos festejos da Natividade da Virgem Maria, padroeira de Guarambaré, a 37 quilômetros ao sul da capital.

Domingo Medina, um agricultor de cem anos, voltou a comparecer este ano ajudado por seus familiares para jogar dinheiro em troca do pedido à Virgem por saúde para poder continuar participando desta festividade.

Apesar de atualmente o número de pessoas que sobem até o alto do templo para jogar dinheiro ter se reduzido, devido ao perigo que representa a aglomeração de gente e os empurrões que acontecem, os fiéis voltaram a comparecer maciçamente, inclusive de diversas localidades.

Mas a maior quantidade de devotos se concentra no dia 8 de setembro para a missa principal e a procissão da imagem de Nossa Senhora pelas ruas do município.

Como em toda festividade dos povos paraguaios, paralelamente ao acontecimento católico, as cidades, como neste caso Guarambaré, se encheu de feiras, exposições de artesanato e parques de diversões, e também são realizados festivais de dança e música.

Além disso, se realiza a escolha da rainha de beleza da cidade, exibições equestres e banquetes, nos quais são abundantes carne assada, mandioca e a popular sopa paraguaia (torta salgada de farinha de milho).

A favor da vida: Mãe brasileira adia tratamento de câncer e salva seu bebê do aborto

 (ACI/EWTN Noticias).- Simone Calixto uma mãe brasileira que se recusou a submeter-se a um aborto, como sugeriram os médicos em Ontario (Canadá) após o diagnóstico de câncer de mama que recebeu quase ao mesmo tempo que soube que estava grávida. Depois de optar pela vida de sua pequena viajou ao Brasil onde completou seu tratamento e teve seu bebê.

Os médicos canadenses indicaram a Simone, uma médica de 39 anos, que abortasse, pois sua gestação incrementava o tamanho do tumor em seu peito devido aos hormônios.
“Eles me disseram que a gravidez estava alimentando o tumor com hormônios, que dificilmente o bebê sobreviveria e que o mais seguro era interromper a gestação para poder fazer o tratamento correto”, disse Simone em entrevista ao Jornla O Estado de São Paulo.

Tal como recorda Simone, os médicos do melhor hospital de Ontario, a cidade em que residia, disseram-lhe que sem este passo (o aborto) não poderiam oferecer-lhe o tratamento.
“Se naquele centro de referência eles tinham essa conduta, percebi que em nenhum outro hospital seria diferente”, lamentou a mãe brasileira na sua entrevista ao “Estadão”.

Pressionada pela urgência de uma decisão para o procedimento, Simone afirmou que sentiu que ia morrer: “Senti que ia morrer, minha alma agonizava”, disse ao jornal paulistano.

Diante da situação, Simone Calixto decidiu usar o sonar, um aparelho que permite escutar os batimentos do coração do bebê no útero.
“Coloquei o sonar na barriga e em dez segundos comecei a ouvir o coraçãozinho. Senti que ele estava bem vivo”, afirmou.

Além disso, Simone recordou ter visto um programa de televisão brasileiro, no qual apresentaram um caso similar ao seu no qual o bebê nasceu são. Logo contatou o doutor Waldemir Rezende o especialista citado na notícia e viajou ao Brasil.

Em seu país natal, Calixto chegou às 36 semanas de gravidez e deu à luz através de uma cesárea. O súbito crescimento do tumor em seu peito, apesar da quimioterapia realizada, a obrigou a adiantar o parto.

A pequena Melissa nasceu sã, com apenas uma leve dificuldade respiratória. Posteriormente extirparam o tumor no seio de Simone.

Simone agora deve enfrentar uma bateria de exames que não puderam ser feitos durante a gravidez, como tomografias e mais sessões de químio.

“O mais difícil já passou. A Melissa é um milagre, uma promessa que se cumpriu”, afirmou Simone em sua entrevista.

Hoje começamos a novena em devoção a Nossa Senhora do Carmo

O Anunciador começa hoje a Novena em Devoção a Nossa Senhora do Carmo. Esta novena chega com uma novidade em nosso blog. A partir dela criamos o espaço Novenas, no menu superior. Assim vocês podem rezar com mais facilidade e até mesmo mais de uma vez a mesma novena. Para acessar basta acessar o menu superior em nosso  blog e clicar na novena desejada.

Então vamos começar a rezar com Senhora do Carmo. O primeiro dia vou colocar aqui para já começarmos a rezar. Oremos:

NOVENA DA VIRGEM DO CARMO

Ato de contrição para todos os dias

Deus meu e Senhor meu, prostrado diante de vossa Majestade Soberana, com todo meu ser, com toda minha alma e todo meu coração vos adoro, confesso, bendigo, adoro e glorifico.

A Vós reconheço por meu Deus e meu Senhor;

Em Vós creio, em Vós espero e em Vós confio que podes perdoar minhas culpas, e dar tua graça e perseverança nela, e a glória que tens oferecido aos que perseveram em teu amor. A Vós amo sobre todas as coisas.

A Vós confesso minha suma ingratidão e todas minhas culpas e pecados, de todo o qual me arrependo e vos peço me concedas benignamente o perdão.

Pesa-me, Deus meu, de ter-vos ofendido, por ser Vós quem sois.

Proponho firmemente, ajudado com vossa divina graça, nunca mais pecar, apartai-me das ocasiões de ofender-Vos, dai-me a graça de confessar-me e pagar por minhas culpas e procurar em todo vos servir e agradar-vos.

Perdoai-me, Senhor, para que com a alma limpa e pura ame a santíssima Virgem, Mãe vossa e Senhora minha, e alcance por sua poderosa intercessão a graça especial que nesta novena peço, se for para maior honra e glória vossa, e proveito de minha alma. Amém.

Oração para todos os dias

Oh! Virgem Maria, Mãe de Deus e Mãe também dos pecadores, e especial Protetora dos que vestem teu sagrado Escapulário; Pelo que sua divina Majestade vos engrandece, escolhendo-vos para verdadeira Mãe sua, vos suplico me alcances de teu querido Filho o perdão de meus pecados, a emenda de minha vida, a salvação de minha alma, o remédio de minhas necessidades, a esperança de minhas aflições e a graça especial que peço nesta novena, se convém para sua maior honra e glória, e bem de minha alma: Que eu, Senhora, para consegui-lo me valho de vossa intercessão poderosa, e quisera ter o Espírito de todos os anjos, Santos e justos a fim de poder adorar vos dignamente;

E unindo minhas vozes com seus afetos, vos saúdo uma e mil vezes, dizendo:

Bendita sois sempre Virgem Maria.

Rezar três Ave-Marias e a oração do dia que corresponda:

PRIMEIRO DIA

Oh! Virgem do Carmo, Maria Santíssima, que foste figurada naquela nuvenzinha que o grande Profeta de Deus, Elias, viu levantar-se do Mar, e com sua chuva fecundou copiosamente a terra, significando a puríssima fecundidade com que deste ao mundo a teu querido Filho Jesus, para remédio universal de nossas almas: Vos rogo, Senhora, me alcances de sua majestade copiosas chuvas de auxílios, para que minha alma tenha abundantes frutos de virtudes e boas obras, a fim de que lhe servindo com perfeição nesta vida, mereça aproveitar na eterna. Assim, Senhora, vos o suplico humildemente, dizendo:

Deus vos Salve, Rainha e Mãe de Misericórdia.

Pedir a graça particular que se deseja conseguir nesta novena.

Oração final para todos os dias

Virgem santíssima do Carmo; eu desejo que todos sem exceção se cobram abaixo da sombra protetora de teu Santo escapulário, que todos estejam unidos a Ti, Mãe minha, pelos estreitos e amorosos laços desta tua querida Insígnia. Oh! Formosura do Carmelo!

Olhai-nos prostrados reverentes ante tua sagrada imagem, e concedei-nos benigna tua amorosa proteção.

Vos recomendo as necessidades de nosso Santíssimo Pai, o Papa, e as da Igreja Católica, nossa Mãe, assim como as de minha nação e as de todo o mundo, as minhas próprias e as de minhas parentes e amigos. Olhai com olhos de compaixão a tantos pobres pecadores, hereges e cismáticos como ofendem a teu divino Filho, e a tantos infiéis como gemem nas trevas do paganismo.

Que todos se convertam e vos amem, Mãe minha, como eu desejo amar te agora e por toda a eternidade.

Assim seja.

CRISE DE ALIMENTOS ASSOLA A ÁFRICA OCIDENTAL

Dezoito milhões de pessoas em risco

Mais de 18 milhões de pessoas da região do Sahel, na África Ocidental, não têm alimentos suficientes, de acordo com a nova e alarmante denúncia da Caritas Internacional.

Uma colheita fraca no ano passado e os altos preços dos alimentos provocaram uma profunda crise que atinge Níger, Mali, Mauritânia, Chade, Senegal, partes da Nigéria e a Gâmbia.

A Caritas advertiu já no começo do ano que uma ação urgente era necessária para salvar vidas e garantir o desenvolvimento futuro. O momento agora se torna crítico: acabaram as reservas de alimentos e as populações locais estão há meses sem ter o que comer.

Através de um vídeo, a equipe da Caritas na região informa em especial sobre a situação no Níger, um dos países mais castigados pela falta de comida.

ROMA, quinta-feira, 5 de julho de 2012 (ZENIT.org)

Pessoa e economia verde

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte

É uma convicção incontestável a importância de cuidar do verde e de se investir em ideias que gerem valor. Mais importante ainda é situar bem no centro dessas ideias a pessoa humana. Sem essa centralidade há sempre o risco de se obter avanços pouco significativos. Também será mais difícil atingir metas ousadas no contexto das urgências sociais e políticas desse tempo.

Ora, os graves problemas ecológicos exigem uma mudança efetiva de mentalidade levando as pessoas a adotarem novos estilos de vida. Se não houver uma evolução nesse caminho, não se avançará a passos largos em nenhuma das direções apontadas por ideias inteligentes. Só a pessoa detém a propriedade de buscar o verdadeiro, o belo e o bom, com a capacidade de gerar comunhão com o outro, influenciando, consequente e determinantemente, sobre as opções de consumo, poupança e investimentos.

Fica claro que se a economia verde se pautar simplesmente na lógica do lucro não será possível alcançar os resultados que a realidade contemporânea está urgindo. O comportamento de cada pessoa é determinante para desacelerar o processo de esgotamento dos recursos naturais, exigindo da sociedade contemporânea a revisão de conceitos sobre produção e consumo.

É óbvia a importância da tecnologia e da inovação.  Tem o seu lugar próprio o lucro. Contudo, não pode ser a força que preside todos os processos sob pena de impedir aberturas e compreensões que permitam situar e respeitar a centralidade da pessoa. É indispensável alavancar a ciência da sustentabilidade com uma antropologia assentada em princípios e valores consistentes para evitar decepções nas expectativas e nos compromissos de governos, empresas e todos os segmentos que são decisivos nos rumos da sociedade.

A rentabilidade, capítulo dessa questão, o respeito às leis e o arcabouço complexo dos engenhos técnicos e estratégicos devem ter como raiz e horizonte uma antropologia que considera a pessoa como referência central. É preciso evitar relativizações perigosas e altamente prejudiciais à vida, que deve ser respeitada em todas as suas etapas, da fecundação ao declínio com a morte natural.

É necessária uma antropologia que impulsione o desabrochamento de uma autêntica espiritualidade. Nesse sentido, é importante compreender, admitir e viver a vida como dom, relacionando-se com a natureza, bem da criação para todos, segundo lógicas permeadas pelo sentido de gratuidade. A natureza deve ser tratada como poderoso recurso social que pode alavancar, equilibradamente, um desenvolvimento humano integral.

É interpelador saber que a atividade econômica não resolverá todos os problemas sociais. A lógica mercantil não é suficientemente forte para isso. O agir mercantil não pode seguir, neste caso, um caminho distante que desconhece a força do agir político. A centralidade de cada pessoa evoca uma cidadania capaz de produzir energias morais indispensáveis para se garantir a busca da sustentabilidade na justiça.

Este é o olhar para a hermenêutica do documento final da Conferência Rio+20 e dos clamores da Cúpula dos Povos. Um olhar emoldurado por uma adequada antropologia para o caminho proposto. Com a autoridade e configuração, por exemplo, da antropologia cristã, fica enfraquecido o volume significativo das presenças, nações e dirigentes, passíveis de desculpas. Todos devem assumir as metas necessárias e mais corajosas. Assim, com o passar do tempo, a Rio+20 poderá ser considerada o grande evento mundial.

A economia verde, concebida à luz da centralidade de cada pessoa, deve ser agora uma grande força de princípios no enfrentamento da crise vivida pela civilização atual. Adverte bem o Santo Padre Bento XVI, na Encíclica Caritas in Veritate, quando diz que é urgente repensar nossa relação com a natureza, dada por Deus como ambiente de vida. Desejamos o exercício de um governo responsável para guardar a natureza, fazê-la frutificar e cultivá-la, com formas novas e tecnologias avançadas.

Você sabe como uma pessoa se torna santo? Veja as etapas do processo de santificação

Antigamente somente o Papa podia promover uma causa de canonização, mas hoje em dia, os bispos têm autoridade para isso. Portanto em qualquer diocese do mundo pode-se iniciar uma causa de canonização.

Para cada causa é escolhido pelo bispo um postulador, espécie de advogado, que tem a tarefa de investigar detalhadamente a vida do candidato para conhecer sua fama de santidade.

Quando a causa é iniciada, o candidato recebe o título de Servo de Deus. O primeiro processo é o das virtudes ou martírio. Este é o passo mais demorado porque o postulador deve investigar minuciosamente a vida do Servo de Deus. Em se tratando de um mártir, devem ser estudadas as circunstâncias que envolveram sua morte para comprovar se houve realmente o martírio. Ao terminar este processo, a pessoa é considerada Venerável.

O segundo processo é o milagre da beatificação. Para se tornar beato é necessário comprovar um milagre ocorrido por sua intercessão. No caso dos mártires, não é necessária a comprovação de milagre. Irmã Lindalva passou a ser Venerável em 16 de dezembro de 2006, quando o decreto do seu martírio como serva de Deus foi promulgado. Agora é aguardada a cerimônia da beatificação, já que ela é dispensada de milagre.

O terceiro e último processo é o milagre para a canonização. Este tem que ter ocorrido após a beatificação. Comprovado este milagre o beato é canonizado e o novo Santo passa a ser cultuado universalmente.

Fonte Canção Nova

Evangelho do Dia – Jo 16,29-33

Tende coragem! Eu venci o mundo!

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 16,29-33

Naquele tempo:
29Os discípulos disseram a Jesus:
“Eis, agora falas claramente e não usas mais figuras.
30Agora sabemos que conheces tudo
e que não precisas que alguém te interrogue.
Por isto cremos que vieste da parte de Deus.
31Jesus respondeu: “Credes agora?
32Eis que vem a hora – e já chegou –
em que vos dispersareis, cada um para seu lado,
e me deixareis só.
Mas eu não estou só; o Pai está comigo.
33Disse-vos estas coisas
para que tenhais paz em mim.
No mundo, tereis tribulações.
Mas, tende coragem! Eu  venci o mundo!”
Palavra da Salvação.

Reflexão – Jo 16, 29-33

Muitas vezes proclamamos com orgulho a nossa fé e procuramos vivê-la da melhor forma possível através da prática da caridade e da participação na vida comunitária. Mas seria um grande engano acreditarmos que estamos prontos para vencer todos os desafios que poderão ser propostos para a nossa fé. Os discípulos acreditaram em Jesus, no entanto fraquejaram diante da cruz. Nós devemos ter consciência que Jesus venceu o mundo, mas nós não o vencemos, e nem poderemos vencê-lo. A vitória sobre o mundo é obra de Jesus, temos que acreditar nisso e participar da sua obra para que, com ele, também nós sejamos vencedores.