A Igreja, a santidade e a Cerveja  

Padre abençoa barril de cerveja em Bruxelas

Padre abençoa barril de cerveja em Bruxelas

A cena de ao lado é sim de um sacerdote abençoando um barril de cerveja. E ao contrario do que muita gente pensa, não é uma heresia pecado mortal. Essa benção sempre existiu na igreja e foi substituída no Sacrossanto Concilio II pela Benção dos Alimentos, que é mais genérica. É sabido que a cerveja, hoje, toma uma conotação de pecado devido as atitudes que os beberrões, sem noção de moderação, executam por aí ao beber.

Para se ter uma ideia, na Igreja a cerveja era muito importante no período da Idade Média. Havia até um santa que transformou água em cerveja. Essa santa era Santa Brígida da Irlanda, que distribuiu cerveja aos pobres em volume tão grande que daria para encher 17 barris. Essa quantidade saiu de um único barril.  Nesta época a cerveja era muito importante devido ao caráter saudável dessa bebida. Não se sabem, mas a cerveja é rica em vitamina B. Na Idade Média ela era ainda mais nutritiva e considerada alimento básico para a população.

monge e o barrilDiferente de hoje, era desassociada a diversão e prazer. Por causa disso, os monges aprimoram muito o sabor, aroma e textura desse produto. Nos mosteiros existiam cervejarias. Eles não inventaram a cerveja, isso quem fez foram os egípcios se não me engano, mas contribuíram muito para que tenhamos o sabor que temos hoje em alguns produtos por aí.

Relatos como o de Santa Brígida e dos monges cervejeiros entram em nossa mente como uma bomba. Causa estranhamento para nossa sociedade atual. Imagina, um monastério, um seminário produzir cerveja? Muitos os condenariam ao inferno. Assim como fazem com sacerdotes que apreciam a bebida.

Continuar lendo

Sobre estes anúncios

Hoje é dia de Nossa Senhora das Graças! Conheça a sua história

Esta é a curiosa história de Catarina de Labouré, cujo nome era Zoé e Catarina, seu nome como religiosa. Foi certa vez visitar as filhas de São Vicente e encontra no parlatório o retrato do Padre que vira uma vez em sonhos a chamá-la; e era justamente o seu fundador, Vicente de Paulo. No ano de 1830, nas vésperas da festa de São Vicente de Paulo, a jovem Noviça, por volta de onze e meia da noite, ouve três vezes o seu nome. “Catarina! Catarina! Catarina!…” Catarina assustada, senta-se no leito, e diz: “Estou te conhecendo, és meu Anjo da Guarda!” E o menino lhe diz o seguinte:

“Vem a Capela, que Nossa Senhora te espera!” Catarina, teve um momento de hesitação… e disse: “Não posso, vou acordar todo mundo!” Porém o menino a tranquilizou… “Não tenhas medo, todos estão dormindo, vem, eu te acompanho, Catarina!” Então respondeu: “Está bem, vamos.” Após terem atravessado os corredores, onde luzes se acendiam e as portas se abriam sozinhas, chegam à Capela, onde derrepente, já pela meia noite, o menino exclama. “Olha Nossa Senhora!” No mesmo instante, Catarina escuta, do lado da epístola, um ligeiro ruído como que roçagar de um vestido de seda e uma Dama muito bela, senta-se defronte do altar.

Catarina se ajoelha, apoia-se em seu regaço, a Dama afaga-se e fala: “Catarina, em qualquer sofrimento, venha falar ao meu coração. Receberás tudo o que precisamos. Filha, confio-te uma missão, não tenhas medo; conta tudo ao Padre encarregado, de guiar-te. Desgraças desabarão sobre a França, o trono será derrubado, Catástrofes abalarão o mundo; Eu estarei contigo. Deus e São Vicente, protegerão as duas comunidades: a dos Padres e as Irmãs de São Vicente.” E foi assim que tudo aconteceu. Catarina não soube dizer por quanto tempo ficou junto Dela, que desapareceu como uma sombra. No dia 27 de novembro de

1830, às 5 horas da tarde, a comunidade rezava na Capela. Nossa Senhora manifestou-se novamente a Catarina. Apareceu à direita, justamente no lugar onde se encontra hoje, o altar chamado da Virgem do Globo, onde existe uma imagem de mármore, tentando reproduzir o que a Noviça viu. O Globo que vês, representa o mundo inteiro. Em seguida, seus dedos encheram-se de anéis de pedras cintilantes que a inundavam de luz. E as mãos da Senhora, carregadas das graças sugeridas pelos raios, abaixaram-se e estenderam-se como se vê na medalha, e a vidente ouviu. “Este raios,

são símbolos das graças que eu derramo sobre aqueles que as suplicam. Fazei cunhar uma medalha com minha figura de um lado, e do outro, o M do meu nome, encimado por uma cruz, tendo embaixo dois corações, um coroado de espinhos e o outro, atravessado por uma lança. Todos que a usarem com fé, receberão grandes graças. Catarina, foi ao Padre Aladel, seu confessor, e contou-lhe tudo… “Padre, Nossa Senhora me apareceu… Padre, precisavas ver que lindas as graças contidas em suas mãos. Porém, padre Aladel custou a convencer-se de tal visão, e disse: “Minha filha, calma, sejamos prudentes.

Por enquanto, guardaremos segredo.” Depois de algum tempo, Padre Aladel foi procurar o Arcebispo de Paris e contou-lhe tudo. O Arcebipo disse: “Deus o abençoe, Padre Aladel” O Padre então contou: “Sr. Arcebispo, após a narração do ocorrido e mediante a tantas graças que vêm sendo derramadas em nossas comunidade, peço a Vossa Eminência a autorização para que sejam mandadas cunhar as medalhas conforme vontade de Nossa Senhora”. O Arcebispo, depois de ouvir o Padre atentamente, disse: “Mandaremos cunhá-las logo e trataremos de distribuí-las para que todos as usem. Vá em paz e que a Virgem o guarde. A comunidade, conhecendo a medalha e seus efeitos milagrosas, aos poucos foi difundido à devoção a Nossa Senhora das Graças, que se espalhou pelo mundo.

Missa e benção da medalha

Hoje na comunidade de Nossa Senhora das Graças, Parque Caravelas – Santana do Paraíso/MG, às 19h30, acontece a missa em devoção a Nossa Senhora e benção das medalhas milagrosas. Participe!!

“A Carta de Diogneto”: uma linda descrição dos primeiros Cristãos

carta-diognetoEncontrei na rede esse texto lindo que descreve os primeiros cristãos. Assim como em Atos dos Apóstolos, mostra um povo que não é daqui, mas do Céu. Esses textos vem da “Carta a Diogneto”, um manuscrito perdido durante muitos anos e encontrado no ano de 1436. O texto, de origens até hoje misteriosas, foi escrito em grego e ignorado até agora.

Ainda não sabemos que é o autor dos textos, mas o destinatário é conhecido. Era um pagão culto, interessado em saber mais sobre o cristianismo, aquela nova religião que se espalhava com força e vigor pelo Império Romano e que chamava a atenção do mundo pela coragem com que os seus seguidores enfrentavam os suplícios de uma vida de perseguições e pelo amor intenso com que amavam a Deus e uns aos outros.

Confira a seguir os seus parágrafos V e VI, que compõem o trecho mais célebre deste tesouro da história cristã:

“Os cristãos não se distinguem dos outros homens nem por sua terra, nem por sua língua, nem por seus costumes. Eles não moram em cidades separadas, nem falam línguas estranhas, nem têm qualquer modo especial de viver. Sua doutrina não foi inventada por eles, nem se deve ao talento e à especulação de homens curiosos; eles não professam, como outros, nenhum ensinamento humano. Pelo contrário: mesmo vivendo em cidades gregas e bárbaras, conforme a sorte de cada um, e adaptando-se aos costumes de cada lugar quanto à roupa, ao alimento e a todo o resto, eles testemunham um modo de vida admirável e, sem dúvida, paradoxal.

Vivem na sua pátria, mas como se fossem forasteiros; participam de tudo como cristãos, e suportam tudo como estrangeiros. Toda pátria estrangeira é sua pátria, e cada pátria é para eles estrangeira. Casam-se como todos e geram filhos, mas não abandonam os recém-nascidos. Compartilham a mesa, mas não o leito; vivem na carne, mas não vivem segundo a carne; moram na terra, mas têm a sua cidadania no céu; obedecem às leis estabelecidas, mas, com a sua vida, superam todas as leis; amam a todos e são perseguidos por todos; são desconhecidos e, ainda assim, condenados; são assassinados, e, deste modo, recebem a vida; são pobres, mas enriquecem a muitos; carecem de tudo, mas têm abundância de tudo; são desprezados e, no desprezo, recebem a glória; são amaldiçoados, mas, depois, proclamados justos; são injuriados e, no entanto, bendizem; são maltratados e, apesar disso, prestam tributo; fazem o bem e são punidos como malfeitores; são condenados, mas se alegram como se recebessem a vida. Os judeus os combatem como estrangeiros; os gregos os perseguem; e quem os odeia não sabe dizer o motivo desse ódio.

imgEllo_952011510571203
Assim como a alma está no corpo, assim os cristãos estão no mundo. A alma está espalhada por todas as partes do corpo; os cristãos, por todas as partes do mundo. A alma habita no corpo, mas não procede do corpo; os cristãos habitam no mundo, mas não pertencem ao mundo. A alma invisível está contida num corpo visível; os cristãos são visíveis no mundo, mas a sua religião é invisível. A carne odeia e combate a alma, mesmo não tendo recebido dela nenhuma ofensa, porque a alma a impede de gozar dos prazeres mundanos; embora não tenha recebido injustiça por parte dos cristãos, o mundo os odeia, porque eles se opõem aos seus prazeres desordenados. A alma ama a carne e os membros que a odeiam; os cristãos também amam aqueles que os odeiam. A alma está contida no corpo, mas é ela que sustenta o corpo; os cristãos estão no mundo, como numa prisão, mas são eles que sustentam o mundo. A alma imortal habita em uma tenda mortal; os cristãos também habitam, como estrangeiros, em moradas que se corrompem, esperando a incorruptibilidade nos céus. Maltratada no comer e no beber, a alma se aprimora; também os cristãos, maltratados, se multiplicam mais a cada dia. Esta é a posição que Deus lhes determinou; e a eles não é lícito rejeitá-la”.

“As crianças têm direito a uma família com pai e mãe”, afirma o Papa

(ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco interveio nesta manhã na sessão inaugural do Congresso Internacional sobre a complementariedade entre homem e mulher que acontece no Vaticano de hoje até a próxima quarta-feira, 19 de novembro, promovido pela Congregação para a Doutrina da Fé.

Papa Francisco cumprimenta uma família na Praça São Pedro (Foto L'Osservatore Romano)

Papa Francisco cumprimenta uma família na Praça São Pedro (Foto L’Osservatore Romano)

O Santo Padre disse que “a família continua sendo fundamento da convivência e a garantia contra a cisão social”, para depois dizer que

“as crianças têm o direito a crescer em uma família, com um pai e uma mãe, capazes de criar um ambiente idôneo para seu desenvolvimento e amadurecimento afetivo”.

O Pontífice alertou sobre a armadilha “de ser qualificados com conceitos ideológicos” já que “a família é um fato antropológico e não podemos qualificá-la com conceitos de natureza ideológica que só têm força em um momento da história e depois caem”.

“Não se pode falar hoje de ‘família conservadora’ ou de ‘família progressista’: família é família; tem uma força em si”, destacou o Papa.

O Papa expressou o seu desejo de que o Congresso seja “fonte de inspiração para todos os que sustentam e reforçam a união do homem e da mulher no matrimônio como um bem único, natural, fundamental e belo para as pessoas, as famílias, as comunidades e as sociedades”.

Logo depois, o Santo Padre anunciou que participará do próximo Encontro Mundial das Famílias que será celebrado em setembro de 2015 na Filadélfia, Estados Unidos.

Durante a sua intervenção e em referência ao tema do Congresso, o Pontífice explicou que na complementariedade do homem e da mulher se baseia “o matrimônio e a família, que é a primeira escola onde aprendemos a apreciar os nossos dons e os dos outros, e onde começamos a aprender a arte de vivermos juntos”.

O Papa se referiu a também às dificuldades que se vivem na família, tais como o “egoísmo e o altruísmo, entre razão e paixão, entre os desejos imediatos e os objetivos a longo prazo” mas “as famílias oferecem também o lugar onde resolver estas tensões”.

Para o Papa Francisco, “quando falamos de complementariedade entre homem e mulher neste contexto, não devemos confundir tal termo com a ideia simplista de que todos os róis e as relações de ambos os sexos estão fechados em um modelo único e estático”. “A complementariedade assume muitas formas, porque cada homem e mulher dão a própria contribuição pessoal ao matrimônio e à educação dos filhos. A própria riqueza pessoal, o próprio carisma pessoal, e a complementariedade se converte assim em uma grande riqueza” que além de um “bem” é também “beleza”, disse aos participantes do Congresso.

O Santo Padre assegurou depois que “hoje, matrimônios e famílias estão em crise” porque “vivemos em uma cultura do provisório, na qual cada vez mais pessoas renunciam ao matrimônio como compromisso público”.

“Esta revolução do costume e da moralidade é frequentemente interpretada como ‘liberdade’, mas causa devastação espiritual e material a inúmeros seres humanos, especialmente aos mais vulneráveis”.

“E é cada vez mais evidente que o declínio da cultura do matrimônio está associado ao aumento da pobreza e a uma série de problemas sociais que atingem de modo desproporcional mulheres, crianças e idosos”, assegurou na nova Sala do Sínodo.

Por outro lado, o Santo Padre disse que “a crise da família originou a crise da ecologia humana, já que os ambientes sociais, como os ambientes naturais, têm necessidade de ser protegidos”.

Além disso, “a humanidade compreendeu a necessidade de enfrentar aquilo que constitui uma ameaça aos nossos ambientes naturais; somos lentos, inclusive em nossa cultura católica, em reconhecer que nossos ambientes sociais estão em risco”.

Portanto, “é necessário promover uma nova ecologia humana e fazê-la progredir” e insistir “sobre os pilares fundamentais que regem uma nação: seus bens imateriais”, sustentou o Papa Francisco.

“A família continua sendo fundamento da convivência e a garantia contra a divisão social”, indicou para depois dizer que “as crianças têm o direito de crescer em uma família, com um pai e uma mãe, capazes de criar um ambiente idôneo para seu desenvolvimento e seu amadurecimento afetivo”.

O Santo Padre quis recordar de novo a exortação apostólica Evangelii gaudim, na qual “coloquei o acento sobre a contribuição ‘indispensável’ do matrimônio na sociedade” uma contribuição que “supera o nível da emotividade e das necessidades contingentes do casal”. A seguir, mostrou-se contente “pela ênfase colocada em seu congresso sobre os benefícios que o matrimônio pode levar aos filhos, aos cônjuges mesmos e à sociedade”.

O Papa Francisco exortou logo os participantes do Congresso a enfatizarem que “o compromisso definitivo com a solidariedade, a fidelidade e o amor fecundo atende aos anseios mais profundos do coração humano”.

Por isso, convidou a terem sempre presente aos jovens que representam o futuro: “é importante que não se deixem envolver pela mentalidade daninha do provisório e sejam revolucionários para terem a coragem de criar um amor forte e duradouro, quer dizer, de ir contra corrente”.

10 conselhos do Papa Francisco para ser feliz

20131219162346641781aUm iniciativa americana da OSV – Old Sturbrdge Village – elencou 10 dicas do Papa para ser feliz. Os ensinamentos são baseados na conduta do Papa e em suas palavras. Ele mesmo não elencou dicas, mas deixou caminhos para nos apropriarmos delas. São dicas que vão além do comportamento individual, mas também chegam ao convívio social.

Confira:

  1. O primeiro passo para ser feliz, segundo o OSV reconhece no Papa Francisco, é “viver e deixar viver”.
  2. O segundo, na lógica jesuíta do próprio Pontífice, é “doar-se aos outros”.
  3. O terceiro conselho do Papa é “agir com calma”,seguindo um dos ensinamentos dos dez conselhos do “Decálogo da Serenidade” de São João XXIII.
  4. O quarto conselho é bem simples e segue a linha do primeiro: “desenvolver um sentido saudável de lazer”.
  5. O quinto conselho do Papa Francisco, segundo os redatores do OSV, é “fazer do domingo um dia de preceito”, um dia da família, um dia de Deus. Em pleno acordo com os 10 mandamentos.
  6. O sexto passo da felicidade é muito importante para evitar cair em algo que o Papa denunciou diversas vezes como a cultura do descarte: “criar empregos para os jovens”.
  7. O sétimo conselho deste decálogo papal é algo em que tanto o Papa Emérito Bento XVI como o Papa Francisco insistiram, partindo da lógica da criação e da revelação, e que deve ser uma constante na vida do católico: “respeitar e cuidar da natureza”. Lembro que Bento XVI chegou a considerar o descuido com a Natureza como pecado.
  8. O oitavo conselho é “deixar de ser negativo”. Seja positivo. Na felicidade, que vem da certeza de ser amados por Deus, não podemos abrir espaço para a negatividade. Deus nos supri em misericórdia e alegria para o bem estar diário.
  9. O nono passo vai direto ao coração. Para aqueles que se tornam neofariseus “respeitar as crenças dos outros”. Sabemos que somos a Igreja do Deus Vivo, mas ter amor ao outro na diferença faz parte do ensinamento maior de Deus. Por isso essa dica.
  10. A décima dica para a felicidade, de acordo com a cartilha da OSV e baseada nas falas e atos do Papa é “trabalhar pela paz”, algo que Francisco e seus antecessores imediatos fizeram sem cessar.

O folheto diz ainda que:

“Quando lemos as entrelinhas dos 10 segredos do Papa para a felicidade, encontramos a essência da mensagem do Evangelho. Certamente, viver como discípulos verdadeiros de Jesus Cristo trará essa paz e felicidade interior profundas, que ninguém jamais poderá tirar”.

Gostou? Concorda com as dicas? Comente e deixe mais dicas para ser feliz que aprendemos com o Papa Francisco.

Sorria, Jesus te ama!

Dois novos santos no Brasil: “O Anjo surfista” e Dom Luciano Mendes tem processos de beatificação abertos

Dom Luciano Mendes

Dom Luciano governou a diocese de Mariana por 18 anos e deu prioridade ao pobres

O Brasil pode ganhar dois novos santos. A Arquidiocese do Rio e a Diocese de Mariana abriram processos de canonização de seminarista Guido Schäffer conhecido como o “Anjo surfista” e de Dom Luciano Mendes que foi bispo de Mariana-MG.

“Dom Luciano é carioca. Seu processo foi aberto nesta cidade mineira, porque foi lá que ele morreu. Dom Luciano trabalhou muito para os pobres. Seu processo tem muitas pessoas a serem convocadas, especialmente os mais carentes. Sua vida é apaixonante”, disse Dom Roberto.

Conheça as histórias

“Anjo surfista”

Guido Schäffer faleceu no dia 1º de maio de 2009, com 34 anos de idade, vítima de uma contusão na nuca que gerou desmaio e afogamento, enquanto surfava, na Praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O jovem ia ser ordenado sacerdote apenas algumas semanas depois dessa data.

Seminarista Anjo Surfista

Seminarista conhecido como “Anjo Surfista” pode virar santo em breve.

Apesar de sua morte inesperada, o jovem Guido é lembrado com muito carinho por formadores e seminaristas do Seminário São José, onde estudou teologia.

Sua história, assinala a arquidiocese do Rio, “inspira cada vez mais outros jovens a seguirem o caminho de santidade sem deixarem de viver todas as coisas próprias da juventude”.

O chamado “Anjo surfista” deixou uma marca entre os mais necessitados devido ao trabalho que fazia com os indigentes junto às irmãs missionárias da Caridade, a congregação fundada pela Beata Teresa de Calcutá.

“Ele trabalhava na Santa Casa da Misericórdia e tinha o desejo de morar lá depois que fosse ordenado sacerdote. Era filho de médicos, tinha uma boa condição financeira, mas não tinha apegos materiais. Era muito dedicado aos outros e um homem de muita fé, apaixonado pela palavra de Deus”, assinalou em maio deste ano Dom Roberto Lopes, Vigário Episcopal para as Causas dos Santos.

“No dia de suas exéquias, a Igreja Nossa Senhora de Copacabana esteve repleta de bispos, sacerdotes e muitas pessoas que manifestaram que ele foi um jovem diferente e que amava profundamente a Deus”, assinala o sacerdote.

O Vigário recordou também que durante a Jornada Mundial da Juventude celebrada no Rio em agosto de 2013, muitas pessoas visitaram a exposição sobre a vida deste jovem.

“Foi impressionante a quantidade de pessoas que visitaram a exposição e ainda hoje muitos procuram informação e atribuem graças alcançadas por sua intercessão. A vida de Guido surpreende”, conclui Dom Roberto.

Dom Luciano Mendes

“Em que posso lhe ajudar”. A conhecida frase de Dom Luciano ainda ecoa e é repetida por aqueles que conviveram e aprenderam com ele. O bispo, que governou a Diocese de Mariana durante 18 anos, faleceu no dia 27 de agosto de 2006 com fama de santidade. Sua última frase antes de morrer foi: “cuidem dos pobres, não se esqueçam dos pobres”.

Dom Roberto afirmou que Dom Luciano era muito amigo do Cardeal Van Thuan, o bispo da capital do Vietnã que ficou preso treze anos, sendo nove em isolamento completo, quando os comunistas iniciaram uma perseguição aos católicos.

“Vemos assim os futuros santos que se encontraram no Século 20 e tiveram muitas partilhas”, ressaltou Dom Roberto.

Senta que lá vem história: “Evangelho” perdido diz que Jesus se casou e teve 2 filhos

Navegando hoje pela rede de computadores me deparo com essa notícia no portal Terra. Até quarta-feira e depois dela virão estórias e estórias sobre a “bomba” desse evangelho apócrifo.  Ah! só para constar, ele foi escrito mais de mil anos depois da passagem de Jesus na terra. E, é bem provável que alguém oportunista vai escrever um roteiro e fazer isso tudo virar filme. Estilo Código da Vinci. Veja:

//////////////////////////////////////////////////////////////

Manuscrito de mil anos conta que Maria Madalena teria sido a mulher do Messias

Jesus não morreu solteiro.  Pelo menos é o que afirma um novo “Evangelho” escrito há mil anos em aramaico e traduzido recentemente por dois estudiosos, Barrie Wilsion e Simcha Jacobovici, que conta que o Messias teria se casado com Maria Madalena e tido dois filhos. As informações são do The Mirror UK.

Maria Madalena e Jesus ressuscitado

Maria Madalena e Jesus ressuscitado

Os detalhes do novo livro, descoberto na Biblioteca Britânica, serão revelados em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira. Mas, segundo os especialistas, o manuscrito afirma que Jesus se casou com Maria Madalena, que aparece em todos os outros Evangelhos da Bíblia, especialmente em momentos importantes da vida de Cristo, como em sua ressurreição.

Ela teria tido dois filhos com ele. E, ao que tudo indica, o novo “Evangelho” cita o nome dos supostos descendentes.

Em alguns livros, como em Lucas, Maria Madalena é descrita como “pecadora”, sendo associada à prostituição.