Arquidiocese de BH realiza exposição “Mostra Arte Sacra Recuperada”

Quem passar por BH neste mês de junho e julho, não pode perder a chance de conhecer o Memorial da Arquidiocese de Belo Horizonte.

Composto pelo Arquivo Arquidiocesano, Inventário do Patrimônio, Centro de Divulgação e Promoção Religiosa o Museu Arquidiocesano de Arte Sacra realiza, de 3 de junho a 29 de julho, de 14h às 16h,  exposição de 242 peças de Arte Sacra, resgatadas pela Polícia Civil com o apoio do Ministério Público do Estado de Minas Gerais.

Estas peças passaram no Museu por um minucioso trabalho de conservação. Algumas  estavam desaparecidas há 40 anos. A exposição servirá também para que as paróquias, congregações que tiveram objetos sacros roubados de seus acervos possam fazer o reconhecimento das peças.

Os objetos que não forem reivindicados pelos legítimos proprietários permanecerão na guarda do Memorial da Arquidiocese.

Serviço: 

 A exposição estará aberta ao público de terça à sexta-feira.

 Memorial da Arquidiocese de Belo Horizonte

Praça Duque de Caxias, 200 – Bairro Santa Tereza.

Fonte Arquidiocese de BH

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Arquidiocese de BH realiza III Simpósio Pró-Vida

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Uma rica programação, formada por mesas redondas, com participação de especialistas, professores e intelectuais, está prevista para o 3º Simpósio Pró-Vida, promovido pela arquidiocese de Belo Horizonte (MG), que será realizado nos dias 9 e 10, na paróquia Nossa Senhora Rainha.

O Simpósio é organizado pelo Conselho Arquidiocesano Pró-Vida, formado por cristãos engajados em trabalhos que objetivam a preservação da vida, em todas as suas dimensões. O tema do encontro para este ano é Vivendo o Meio Ambiente. O evento é aberto a todos que quiserem participar e o valor da inscrição é R$ 10,00.

O telefone para outras informações é (31) 3469-2569.

Entenda como funciona o Tribunal Eclesiástico da Igreja Católica onde são decididos os processos de anulação de casamento

Padre Mário Sérgio Bittencourt, presidente do Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese de Belo Horizonte

A essência de um tribunal é julgar. E foi justamente pensando nisto que a Igreja Católica criou os tribunais eclesiásticos: para julgar assuntos relativos à instituição, como provar a nulidade de casamento, questão sacerdotal e a causa dos santos, que trabalha na beatificação e canonização. A ideia é de que cada diocese tenha o seu tribunal eclesiástico, mas, por falta de estrutura, nem todas os têm. Belo Horizonte possui dois tribunais, o da diocese da capital, que trabalha apenas com causas do município, e o tribunal interdiocesano, que acolhe as causas das dioceses do interior. Este tribunal também atua como segunda instância para os demais eclesiásticos do estado. No caso do Tribunal Eclesiástico da diocese de Belo Horizonte, 80% dos casos julgados são para pedido de nulidade de casamento, 10% para dispensa de sacerdócio e os outros 10% referem-se às causas dos santos. Um dos casos foi o do beato Padre Eustáquio, cujo processo de canonização está sendo analisado no Vaticano. Outro, que está sendo discutido, é o de beatificação da Irmã Benigna.

De acordo com o juiz-presidente do Tribunal Eclesiástico da Diocese de Belo Horizonte, padre Mário Sérgio Bittencourt de Carvalho, o lema do tribunal é evangélico. No caso de casamento, é considerada a máxima cristã de que o que Deus uniu o homem não separa. “Isto continua valendo, vai valer sempre. Porém, a Igreja, para ter certeza de que Deus uniu, coloca condições para os noivos. Se faltar uma, mais tarde, a Igreja, analisando pode dizer: não, faltou uma condição, portanto, Deus não uniu, mesmo as pessoas tendo feito a celebração, morado juntas, tido filhos. Assim, o casamento é declarado nulo”, explica o sacerdote.

Ao contrário do que muita gente pensa, a maioria absoluta dos processos é julgada pelos tribunais diocesanos de Belo Horizonte e não chega ao Vaticano a não ser que haja discordância das duas instâncias da capital sobre a causa. Neste caso, o processo é encaminhado à Rota Romana, o tribunal de instância superior para se dirimir a dúvida. A primeira ação para quem pleiteia a nulidade de seu casamento é procurar o Tribunal Eclesiástico para uma primeira conversa, para que os motivos apresentados por ela sejam analisados. Em caso de o processo ser levado adiante, a pessoa é orientada a tomar as medidas necessárias. O prazo médio para que uma causa transite em julgado é de, no máximo, um ano e meio, nas duas instâncias. “Esse é o prazo legal, mas o julgamento pode ser finalizado em tempo menor devido à agilidade que estamos trabalhando no tribunal”, garante padre Mário Sérgio. Ele informa que o custo do processo na primeira e segunda instâncias é de três salários mínimos, valor que pode ser dividido de acordo com as condições financeiras da pessoa. “Mas ninguém deixa de ter seu processo estudado por falta de recursos”, garante o juiz-presidente do Tribunal Eclesiástico de BH.

A corte católica é composta por três juízes, para julgar cada caso, na primeira instância e outros três, em segunda. A grande maioria é sacerdote, mas há também leigos. No corpo do tribunal há juízes e desembargadores, que exerceram a função civilmente e receberam preparação canônica para entender o trâmite no tribunal eclesiástico. “Essa quantidade foi determinada para evitar empate nos julgamentos”, explica padre Mário Sérgio. Segundo ele, todos os processos de nulidade de casamento sempre passam pelas duas instâncias da corte, automaticamente, e, como na Justiça comum, correm sob segredo de justiça.

Tribunal Eclesiástico

Origem

O Tribunal Eclesiástico da capital foi criado por dom Antônio dos Santos Cabral, primeiro arcebispo da Arquidiocese de Belo Horizonte. Sua missão, no âmbito da Igreja, é administrar a Justiça. De acordo com a legislação vigente (cânon 1.420, do Código de Direito Canônico), o bispo em sua diocese deve constituir um vigário judicial, com poder ordinário de julgar, distinto do vigário geral. Ele constitui um único tribunal com o bispo, mas não pode julgar as causas que o bispo reserve para si

Para pedir a nulidade do casamento

  • Cônjuges não terem se casado por livre e espontânea vontade. A gravidez não planejada antes do casamento é uma das possibilidades, mesmo que indireta, de se forçar um casamento
  • Pouca idade dos cônjuges
  • Quando se casa com uma pessoa que se apresenta como honesta, mas ela se revela o oposto após o casamento
  • Quando um dos cônjuges é raptado com a intenção de se consumar o casamento
  • Quando há assassinato do marido ou esposa com a intenção de se casar com outra pessoa. Neste caso, o casamento é nulo automaticamente, pelo próprio ato
  • O casamento entre parentes de até quarto grau ou entre parentes legais (pais e filhos adotivos, irmãos adotivos
  • Quando uma pessoa que foi ordenada diácono ou padre casa-se sem pedir a dispensa destas ordens
  • Não-consumação do casamento. De acordo com a Igreja Católica são três as finalidades do matrimônio: o bem dos cônjuges, a procriação e a educação dos filhos. Isto não acontecendo, o casamento pode ser considerado nulo

Fontes e foto: Revista Viver Brasil e Site da Arquidiocese de Belo Horizonte

Arquidiocese de BH celebra aniversário de nascimento do Beato João Paulo II

A Arquidiocese de Belo Horizonte convida todos os religiosos e fiéis para a celebração do aniversário de nascimento do Bem-aventurado João Paulo II, no próximo dia 18 de maio.

A programação será aberta às 10h, com sessão solene no Instituto de Filosofia e Teologia Dom João Resende Costa (prédio 4 da PUC Minas, campus Coração Eucarístico). Mais tarde, às 18h, haverá Celebração Eucarística no Santuário Arquidiocesano de Adoração Perpétua – Catedral Nossa Senhora da Boa Viagem, presidida por dom Walmor Oliveira de Azevedo e às 19h, haverá Adoração Eucarística. Às 20h, a Praça da Boa Viagem será palco para uma Noite de testemunhos, com músicas e orações.

“Vamos dar graças a Deus pelo dom do Bem-aventurado João Paulo II, no dia sempre memorável do seu nascimento, início de sua importante história de vida e de fé.” (Dom Walmor Oliveira de Azevedo, arcebispo metropolitano de Belo Horizonte). 

Via Sacra virtual

A Via Sacra é a reprodução do caminho percorrido por Cristo no dia de sua crucificação. Nós católicos fazemos memória deste sofrimento de Cristo, em 15 estações. Agora a Arquidiocese de BH, seguindo a orientação do Papa de evangelizarmos pelos meios de comunicação, em especial a internet, lançou a Via Sacra Virtual.

O hotsite da Via Sacra Virtual faz com que o internauta   reflita sobre os quinze momentos da caminhada rumo a Cruz que Jesus que fez. Confira e ore também:

Via Sacra Virtual

Arquidiocese de BH contra a dengue

A Arquidiocese de Belo Horizonte entrou diretamente na campanha contra a dengue. Ela está divulgando em seu site informações de como combater o mosquito propagador da doença.

Segundo informações da Arquidiocese o risco de epidemia é grande. Ano passado a doença matou quatro vezes mais pessoas que no ano de 2009.

Na campanha da Arquidiocese de Bh todos são chamados a ajudar a combater o mosquito. No site existe o cartaz promocional da campanha pode ser baixado para divulgação nas comunidades.

Todos são chamados para ajudar na divulgação da campanha, orientar os vizinhos, amigos e familiares, e observar os locais onde há risco de proliferação do mosquito da dengue.

Pelo telefone 08002832255 é possível fazer denúncias sobre locais que apresentam algum risco.

Padres, religiosos, leigos e toda a comunidade se mobilizam contra a dengue. Participe conosco!

Arquidiocese de BH

Como combater:

A maioria dos focos de criação e reprodução do mosquito está dentro das casas e nos quintais. Água parada é dengue na certa. Fique atento às dez principais missões de combate:

1. Cobrir caixas d’água, cisternas, poços e evitar entupimentos de calhas.

2. Vedar com cimento os cacos de vidro nos muros que podem acumular água.

3. Colocar em sacos plásticos, fechar e colocar no lixo copos descartáveis, embalagens, tampas, cascas de ovo e tudo que possa acumular água.

4. Não deixar pneus expostos ao tempo, nunca permitindo acúmulo de água dentro deles.

5. Usar cloro em piscinas, limpá-las com frequência e cobri-las quando não estiverem em uso.

6. Limpar as bandejas externas das geladeiras e ar-condicionado.

7. Esvaziar garrafas, latas e baldes. Guardá-los em local coberto.

8. Guardar garrafas pet e de vidro sempre com a boca para baixo. Guardá-las em local coberto.

9. Lavar semanalmente, com bucha, sabão e água corrente, os vasilhames de alimentação de animais.

10. Lavar os pratinhos dos vasos de plantas e colocar areia até a borda. Evitar plantas como as bromélias, que acumulam água.

 

Saiba mais aqui

 

por Marquione Ban

imagem Arquidiocese de BH