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Jesus bebeu vinho alcoólico? Mas existe sem álcool?

vinhoDepois de um bate-papo com uma amiga resolvi pesquisar mais sobre o assunto das bebidas. Afinal, Jesus bebeu? E Suco de uva era sinônimo de vinho?

Encontrei dois textos que compartilho com vocês. Um do blog O Catequista que aborda de forma cômica o tema. O outro é texto mais “fechado” e protestante. Leiam.

Ah! antes de lerem os textos gostaria de dar minha opinião. A bebida não é o pecado. A embriaguez é. Assim como a relação entre o comer e gula.  Creio que Jesus não deixou de beber, mas em hipótese alguma bebeu, bebeu, bebeu e bebeu e voltou a beber. Eis a diferença para “os cachaças” de hoje.

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Que São Cristóvão abençoe todos os motoristas

São Cristóvão viveu no século II. É um dos santos mais populares, tanto no Brasil como em outros países. Sua vida está entretecida de lendas. Nada disso impediu que seu culto se espalhasse cada vez mais.

Cresceu e tornou-se um gigante. Deixou sua pátria, a Turquia atual, e saiu à procura do homem mais forte do mundo. Queria ser empregado dele.

Primeiro serviu o rei, mas viu que não era o homem mais poderoso do mundo, porque tinha medo do demônio. Passou, pois a servir o demônio. Mas o demônio tinha medo até da cruz. Largou o demônio e foi procurar aquele que morreu numa cruz. Um eremita que morava às margens do rio, o aconselhou a transportar viajantes de um lado para o outro. Fazendo essa caridade, encontraria Jesus.

Um dia apareceu uma criança que queria atravessar o rio. Era o próprio Menino Jesus, que depois se revelou e lhe disse: “De agora em diante você vai chamar-se Cristóvão, isto é, carregador de Jesus”. É o padroeiro dos motoristas, caminhoneiros, pilotos, canoeiros e transportadores de gente porque carregou o Menino Jesus de uma à outra margem do rio.

Neste dia costuma-se benzer carros e veículos de transporte. Por que? Não tanto para proteger o carro, mas a vida dos passageiros:
O condutor, para que leve o passageiro ao destino desejado. Para que nunca ande nem leve ninguém por maus caminhos. Para que dirija com prudência, observando as leis do trânsito e da moral.
O passageiro, para que confie primeiramente em Deus e depois no seu condutor. Para que observe o manual de boas maneiras, não danificando o veículo nem o-fendendo quem o conduz. Para que, viajando por este mundo, lembre-se da últi-ma viagem que ambos farão depois da morte.

Oração do Motorista:

São Cristóvão! Abençoa meu veículo. Protege-me contra abalroamentos, trombadas e encontrões. Faze-me cortez com todos, tratável com os guardas, educado com os passageiros, inimigo da velocidade. Livra-me da bebida, antes, durante e depois da viagem.
Protege-me nas tempestades e nos nevoeiros, nas curvas perigosas e nas estradas acidentadas, na hora do sono e do cansaço.
Que jamais exponha a vida de ninguém, levado pela imprudência, pela pressa ou desrespeito às leis do trânsito.
Que eu seja fiel à esposa e aos filhos, mesmo quando longe deles.
Que o Senhor nos leve sãos e salvos, ao destino final, à garagem do céu a fim de louvar eternamente o seu santo Nome, sua santa Mãe e todos os santos. Amem!

Comercial da Red Bull: ataque a fé cristã?

O comercial da Red Bull vem causando indignação entres os cristãs. Protestos nas redes sócias dizendo que não gostam ou não apoiam a ideia da publicidade se espalharam durante  a semana passada e podem até aumentar ou simplesmente cair no esquecimento durante  essa semana. Contudo o assunto merece ser debatido. Afinal deixa algumas perguntas no ar.

A primeira que me faço é se a marca ao publicar o comercial está atacando a fé cristã. Dúvida esta que me faz lembrar dos meus tempos de faculdades ao lado de amigos publicitários e jornalistas. Me faz lembrar também dos ensinamentos sobre as palavras e aulas de semiótica. Disciplina que auxilia-nos no conhecimento para direcionarmos cores, palavras e seus significados para o leitor, mesmo que de forma subliminar.

Sobre o texto e imagens do comercial podemos inferir várias coisas a respeito, afinal as palavras quando bem usadas falam alem de sua real significância. Está entre linhas, como costumamos dizer.  As imagens nos ajudam ainda mais a compreender o que realmente está sendo dito.

 No caso da publicidade da Red Bull, eu, enquanto comunicador vejo que a ideia foi brilhante do ponto de vista publicitário, afinal falem bem ou falem mal, falem de mim. Isso faz com o vídeo se torne viral, meme (moda na internet). Desta forma a marca sempre será lembrada, pois gera polêmica. Contudo eles ainda ficaram receosos de atribuir a caminhada de Jesus a asas da bebida sempre divulgadas em suas peças.

Opinando sobre a parte que realmente cabe a este post, a religião cristã, é obvio que os texto e imagens falam muito mais do que realmente quer dizer. Não sei se foi feito com essa intenção, mas como comunicador tenho de admitir que não fazemos nada sem intenção. Tudo tem propósito. O vídeo tem os seu. Vender e colocar a marca mais ainda em evidência. As entre linhas do texto e das imagens mostram realmente desfragmentam a doutrina cristã. Desmente a bíblia. Vai de encontro a fé propagada pela Igreja no mundo.

Quando os apóstolos perguntam como Jesus anda sobre as águas e ele responde que é só olhar onde há pedras, o texto coloca um Cristo esperto e não santo. Portanto desmistifica a figura divina de Jesus. O apresenta como um homem inteligente. Posso dizer mais ainda, o texto junto a imagem coloca Jesus em situação que os cristãos nunca o viram e nunca o verão, de fraude.

Dizer que Jesus apenas olhou onde havia pedras para andar sobre as águas é o mesmo que dizer que sua divindade não existiu e portanto seus ensinamentos são mentiras, pois sua sabedoria não provém do Pai.

Outras dúvidas existem a cerca deste vídeo publicitário. Onde é o limite de um comunicador? Dá para fazer campanhas publicitárias legais sem atacar as crenças, raças, gêneros da sociedade? Nós cristãos devemos censurar? Para mim o limite é aquele ditado antigo que “onde termina o meu começa o seu”. Temos é que descobrir onde começa o do outro, para isso é fácil, basta respeitar a opinião de cada um e lembrar Paulo que dizia que tudo me é permitido, mas nem tudo me convém. Quanto as peças publicitárias sem atacar credos, raças, gêneros e outras é possível sim. Exemplo disso são os Pôneis Malditos da Nissan, que viraram febre sem atacar ninguém.

Quanto a censura, vou responder mais claramente a primeira: o vídeo é um ataque a fé cristã? Eu penso que sim. Pode não ter sido a ideia principal, mas ficou claro no texto a desmistificação de Jesus como Filho de Deus. Quanto a censura, penso que não devemos nos preocupar com isso, afinal nossa fé deve ser maior que qualquer coisa que nos ataque e ataque a nossa crença. Para concluir essa ideia lembro a vocês a única bem-aventurança do Evangelho de João. Não  me lembro agora o capítulo e versículo mas lembro o que está lá. “Felizes os que creem sem terem visto” e só isso me basta. Acredito que Jesus é Filho de Deus e nossa salvador e não há comercial ou pessoas que afaste deste pensamento e de minha fé em Cristo Santo, Santo, Santo.

por Marquione Ban