Católicos adoram imagens?

Eles continuam tentando…”Virgem Maria seria apenas Maria”, afirmam cientistas

32dae6a0-d190-11e4-9139-87df9d3930e0_nascimentojesusUm pesquisa divulgada no site Yahoo mostra o estudo de alguns cientistas sobre a tradução da palavra “virgem”. De acordo com as cientistas a palavra foi mal traduzida do Hebraico para o Grego. O certo seria “um moça em idade para casar”. Então, segundo elas, a crença de que Jesus teria nascido de uma virgem é errônea.

Veja a matéria:

Yahoo | A história milenar sobre o nascimento de Jesus Cristo pode não ter acontecido da maneira como foi passada adiante. A principal mudança, explicam especialistas, é que um erro de tradução teria levado ao equívoco sobre Maria, que não seria virgem.

A polêmica está em torno de um termo citado no texto original, em hebraico (Isaías, capítulo 7:14). A palavra em questão, usada para fazer referência a Maria, é “Almah”, o que ao pé da letra significa “jovem que chegou à idade de se casar”. Na mudança para o grego, porém, o termo teria sido traduzido como “virgem”, perdendo seu sentido original.

“Cristãos de todo o mundo afirmam que Jesus nasceu de uma virgem, mas a palavra usada no texto em hebraico, Almah, significa basicamente uma jovem que está na idade apropriada para se casar”, explica Francesca Stavrakopoulou, PhD e professora de religiões antigas da Universidade de Exeter.

A explicação de Francesca é corroborada por outros especialistas, como a professora de religião da Universidade de Princeton, Elaine Pangels. “Foi uma espécie de lampejo e disseram que foi um milagre”, afirma ela.

Me fiz uma pergunta, naquela época era como hoje? Jovens em idade para casar já havia fornicado antes com vários parceiros?

Cristãos, não entre em dúvidas sobre isso. Além das escrituras, a Igreja se sustenta nos fatos relatados dos apóstolos e primeiros cristãos que sempre acreditaram na virgindade de Nossa Senhora antes e depois do nascimento de Jesus.

Dois anos de Francisco

Há dois anos, dia 13 de março, Francisco era eleito Papa
Há dois anos, dia 13 de março, Francisco era eleito Papa

Hoje a Igreja celebra o segundo ano do Papado de Francisco. Um Papa Histórico, com os outros, mas que surgiu do momento inesperado da renuncia de Bento XVI.

Neste período, Francisco, o primeiro papa latino, causou polêmica em diversas vezes e pronunciamentos. Se fez papa nos corações dos fiéis aqui no Brasil na Jornada Mundial da Juventude. Aqui conhecemos como seria Francisco.

Em dois anos, ele caiu na graça popular, mas também enfrenta crise na Igreja. Abaixo um texto publicado no Fraters In Unum, que segue a linha mais tradicional da Igreja. Leia…

Dois anos com Bergoglio. Dois anos de terror

Por Padre Cristóvão e Padre Williams – Fratres in Unum.com

Sexta-feira treze. Dois anos da eleição de Bergoglio. Concidência triste, mas superlativamente apropriada.

A Igreja, outrora resplandecente de beleza, ornada com a coroa da sabedoria, o esplendor da doutrina, agora jaz saqueada, banalizada, desfigurada e fútil, sob a batuta de um… papa.

Difícil era prever que chegaríamos a este ponto! Mesmo com os resvalos, pessoais e eclesiais, de Paulo VI, nunca havíamos testemunhado tamanho esvaziamento da sacralidade católica, da mínima fidelidade à fé, e, não cansamo-nos de nos pasmar, até mesmo da lucidez quanto às verdades da lei natural!

Depois do Concílio Vaticano II, foi pública a trepidação na Igreja acerca da profissão do dogma, a deserção, o silenciamento, a desinformação, a apostasia, silente ou não, grotesca em muitos casos, mas em todo orbe sentida. Contudo, também é inegável a firmeza com que os papas posteriores, quase que agarrados aos últimos destroços da nau, em meio ao mar encapelado que a tragava, quase que soçobrando à torrente, anunciaram com desassombro os “princípios inegociáveis” da vida e da família, agora desdenhados por Francisco. [Continue lendo aqui…]

Outro texto que mostra as dificuldades do Papa Francisco, é esse aqui:

“Muitos esperam olhando para o relógio o fim do pontificado”, advertiu à AFP o veterano vaticanista Marco Politi, autor do livro “Francisco entre os lobos”. [Leia mais aqui…]

Opinião

Para mim, Francisco trouxe uma nova luz para esses tempos. Trouxe algo que há muito a igreja não vivia intensamente, popularidade. Contudo, a popularidade não é desejo de todos, mas conversão sim. E é preciso passar pela popularidade para que haja conversão. Bem-vinda ou não , ela é necessária para que possamos agir levando o evangelho a muitos.

por Marquione Ban

Ainda sobre o Papa e os “coelhos católicos”…

familia_numerosaA declaração do Santo Padre, Papa Francisco, gerou polêmica. Novidade, tudo que ele diz vira polêmica. E muitas vezes nem é por causa da mídia, mas por nossa culpa mesmo.

Alguns católicos não concordam. Outros sim. E show de opiniões corre solto. Como todos dão opinião vou dar a minha. Na verdade, não é bem a minha, mas uma opinião igual a minha. Para aqueles que não concordam também vou colocar o melhor argumento contrário à ela.

OS COELHOS, OS FILHOS E A DECLARAÇÃO DO PAPA

Cristoph Schmidt, jornalista alemão, fez uma pergunta ao Papa que gerou muita polêmica. Nós postaremos o texto oficial, assim como está no site do Vaticano, e comentaremos em azul o que foi dito pelo Papa.

648706Cristoph pergunta: Santo Padre, antes de mais nada queria dizer-lhe muito obrigado por todos os momentos tão impressionantes desta semana. É a primeira vez que o acompanho e gostaria de lhe dizer mil vezes obrigado. A minha pergunta: O Santo Padre falou da multidão de crianças nas Filipinas, da sua alegria por haver assim tantas crianças. Mas, segundo as sondagens, a maioria dos filipinos pensa que o enorme crescimento da população filipina é uma das razões mais importantes para a pobreza imensa do país, já que, em média, uma mulher, nas Filipinas, dá à luz mais de três filhos na sua vida, e a posição católica relativamente à contracepção parece ser uma das poucas questões em que um grande número de pessoas nas Filipinas não está de acordo com a Igreja. Que pensa disto?

Resposta do Papa:

Creio que o número de três por família, mencionado pelo senhor, seja importante – de acordo com o que dizem os peritos – para manter a população. Três por casal. Quando se desce abaixo deste nível, acontece o outro extremo, como, por exemplo, na Itália onde ouvi dizer (não sei se é verdade) que, em 2024, não haverá dinheiro para pagar aos reformados. A diminuição da população. Por isso a palavra-chave para responder é esta expressão que usa sempre a Igreja, e eu também: «paternidade responsável». Como se consegue isto? Com o diálogo. Cada pessoa, com o seu pastor, deve procurar o modo como fazer esta paternidade responsável. Aquele exemplo, que mencionei há pouco, de uma mulher que esperava o oitavo filho e tinha sete com partos cesáreos: isto é uma irresponsabilidade. «Não! Eu confio em Deus». «Mas atenção! Deus dá-te os meios; sê responsável». Crêem alguns – desculpem a frase – que, para ser bons católicos, devem ser como coelhos. Não. Paternidade responsável. Isto é claro e por isso, na Igreja, há os movimentos matrimoniais, há os especialistas no assunto, há os pastores, e investiga-se. Eu conheço muitas e muitas soluções lícitas, que serviram de ajuda para o efeito. Mas fez bem em mo dizer. Há ainda outra coisa curiosa, que é diversa mas está relacionada com isto. Para as pessoas mais pobres, um filho é um tesouro. É verdade que aqui se deve ser prudente. Mas, para eles, um filho é um tesouro. Deus sabe como ajudá-los. Talvez alguns não sejam prudentes nisto, é verdade. Paternidade responsável. Mas é preciso também ver a generosidade daquele pai e daquela mãe que vêem em cada criança um tesouro.

Continue lendo esse texto aqui….

O texto que tem o melhor argumento contrário á minha opinião é esse:

A propósito dos católicos coelhos criticados pelo papa.

Fui abençoada com 6 filhos. Filhos que tive por 6 partos cesáreas. Meus partos cesáreas nunca foram por comodidade ou por medo da dor do parto natural. Pelo contrário. Sempre desejei dar à luz naturalmente, mas meu primeiro filho entrou em sofrimento fetal após 13 horas de trabalho de parto. Mecônio[i] e sangue fizeram com que o nascimento dele fosse uma emergência médica e a cesariana, inevitável para salvar a vida dele. Graças a Deus dei à luz num tempo onde a cirurgia cesariana foi uma opção. Apenas algumas décadas antes, estaríamos mortos, eu e meu filho. Apesar de um APGAR[ii] inicial bastante baixo, meu primogênito se recuperou e hoje é um rapaz inteligente, caseiro, bom filho.[Continue lendo aqui]

Sua opinião

E aí, como você essa nova declaração do Papa?

Comunidade “evangélica” inteira se converte ao Catolicismo

A história abaixo é um tando quanto antiga. De 2001, mas vale a pena ler e conhecer o que ex-protestantes pensam sobre a Igreja e sua origem. O texto está publicado no blog O Fiel Católico. Leia:

O ex-pastor Alex Jones levou toda a sua comunidade para Igreja Católica

Em todo o mundo, cada vez mais protestantes e “evangélicos” retornam à Igreja Católica. Conheça a história do Pastor Alex e de sua comunidade evangélica.

ACONTECEU NOS ESTADOS Unidos. A “Igreja Cristã Maranatha” ficava na Av. Oakman, Detroit.

Tudo começou quando o pastor Alex Jones, 58 anos, passou a trocar o culto pentecostal por uma espécie de réplica da Missa. No domingo, 4 de junho de 2006, durante a celebração da Unidade Cristã e da Ascensão do Senhor, os líderes da congregação decidiram (por 39 votos a favor e 19 contra) dar os passos necessários para torná-la oficialmente católica. Uma história repleta de anseios, surpresas, amor e alegria.

“Eu pensava que algum espírito tinha se apossado dele”, disse Linda Stewart, sobrinha do pastor Alex. “Pensava que, na procura pela verdade, ele tinha se perdido”. Linda considera o tio como um pai, ela que foi adotada por ele desde o falecimento do verdadeiro pai. A preocupação da moça começou quando seu tio trocou o estudo da Bíblia, que era feito sempre às quartas-feiras, pelo estudo dos primitivos Padres da Igreja.

Gradualmente a congregação foi deixando o culto evangélico e retornando à Santa Missa: ajoelhar-se, o Sinal da Cruz, o Credo de Niceia, a Celebração Eucarística: todos os 9 passos. Linda explica: “Aprendi que a Igreja Católica era a grande prostituta do Apocalipse e o Papa era o Anticristo. E Maria? De modo algum! Éramos felizes e seguíamos Jesus. Eu estava triste e pensava: ‘ele está maluco se pensa que vamos cair nessa!’”.

O começo de tudo se deu quando Jones ouviu, num programa de rádio chamado “Catholic Answers” (‘Respostas Católicas’), o debate entre o protestante David Hunt e o apologista católico Karl Keating. O católico fez a pergunta-chave:

“Em quem você acreditaria, no caso de um acidente, para saber o que aconteceu? Nos que estavam ali, como testemunhas oculares (Apóstolos), ou naquele que só apareceu depois de muitos anos (Lutero)?” O que era desde o princípio, o que ouvimos e vimos com nossos olhos, o que contemplamos e nossas mãos tocaram do Verbo da Vida. Porque a Vida se manifestou e nós a vimos; damos testemunho e anunciamos a Vida Eterna, que estava no Pai e se manifestou a nós; O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que tenhais comunhão conosco: nossa comunhão é com o Pai e com o Filho, Jesus Cristo. Escrevemos estas coisas para que a vossa alegria seja completa.” (I João 1-4)

Keating acentuou que, para aprender a verdade sobre a Igreja Cristã, era necessário ler os Padres da Igreja Primitiva, isto é, aqueles que estiveram lá desde o começo da história. “Aquilo fazia sentido”, disse o pastor Jones: “Guardei no coração e ponderei; mas só vim a compreender tudo quando li os Padres da Igreja e conheci uma Cristandade que não tínhamos em nossa igreja”. “Percebi que o centro do culto dos primeiros cristãos não era somente a pregação e o louvor, mas a Eucaristia, como o Corpo e o Sangue de Cristo presente”, declarou ele ainda.

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Ator Gary Sinise conta sua história de conversão ao catolicismo

Gary Sinise – ator, diretor, baixista, patriota, filantropo e convertido ao catolicismo – foi um convidado surpresa na convenção anual da fraternidade católica Knights of Columbus (1) em Orlando no início deste mês.

Talvez a pessoa que estava mais surpresa por ele ter estado lá pode ter sido o próprio Gary Sinise. Ele confessou que “ele e sua família não faziam parte de qualquer religião” até que sua esposa voltou para as abandonadas raízes católicas de sua mãe, em 2000, e ele posteriormente caminhou lentamente para a sua Crisma em 2010.

Ele contou sobre o seu choque inicial e o posterior apoio a decisão de sua esposa em uma entrevista há alguns anos. Ele estava filmando na Carolina do Norte, quando sua esposa, Moira, e três crianças vieram para uma visita, e neste mesmo tempo um furacão estava a caminho daquele lugar. Ao descobrir que os voos seriam cancelados, ele alugou um carro e levou-os em direção a Charlotte através de ventos fortes, pancadas de chuva e muitos relâmpagos. Em um momento da viagem Moira se voltou para ele e anunciou que quando ela voltasse para Chicago, ela estaria voltando para a Igreja Católica e as crianças iriam frequentar escolas católicas. Ele estava chocado e não muito feliz com a decisão. Pois o único conhecimento que ele tinha de escolas católicas eram as histórias terríveis que dois amigos haviam lhe contado. Então ele disse algo como: “Não! Você está louca? “

Mas Moira fez como ela planejava, e se matriculou na Catequese para adultos e matriculou os filhos na escola católica. Dois anos mais tarde, na Vigília Pascal, ela entrou na Igreja. Nesse meio tempo, a escola acabou por ser o oposto do que Gary esperava. Ele descobriu que era um ótimo ambiente e se tornou um grande defensor destas escolas. Depois disso passaram-se ainda dez anos até que ele se convertesse ao catolicismo, mas foram 10 anos de uma lenta conversão e cheios de atividades beneficentes.

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Durante a convenção Gary Sinise contou a sua história e como pouco depois do 11/09, ele foi “convidado como uma celebridade” para entreter os socorristas e foi assim que conheceu a história de heróis como Padre Mychal Judge, um capelão para o Corpo de Bombeiros de NY, que morreu ao ajudar as vítimas dos ataques as torres gêmeas.

Em 2003, Sinise foi o co-fundador da “Operação Crianças Iraquianas”, que em nove anos apoiou o trabalho das tropas americanas na coleta e doação de material escolar e uniformes para as crianças cujas escolas foram reconstruídas pelas tropas. Estas doações incluíram 358.763 kits de material escolar, milhares de caixas com bichos de pelúcia, sapatos e equipamentos esportivos, e outras centenas de caixas com sapatos, roupas, acessórios, alimentos, itens de higiene e brinquedos.

A banda de Gary Sinise, “Lt.Dan Band”, realizou 50 tours e 119 concertos para as tropas americanas, organizados pela USO (2), e foi durante estes shows que Sinise tornou-se apaixonado por ajudar os veteranos americanos feridos. Assim, a fundação que leva o seu nome iniciou um programa chamado “Restauração da independência e apoio a capacitação” (RISE), onde o objetivo principal  é construir “casas inteligentes” para os veteranos que foram mais gravemente feridos.

Em parceria com a fraternidade Knights of Columbus, um ex-soldado de infantaria do Exército que perdeu as duas pernas e um braço na explosão de uma estrada no Afeganistão, pode mudar-se para uma nova casa high-tech com a esposa.

Durante a convenção Sinise agradeceu a colaboração das pessoas ligadas a fraternidade e por seus anos de “trabalho de caridade incrivelmente generoso, volumoso e missionário.”

Susan E. Wills (Editora da Aleteia em inglês)

(1) Knights of Columbus = Fraternidade católica fundada nos EUA pelo Padre Michael J. McGivney em 1881
(2) USO = Organizações do Serviço Americano, é uma entidade sem fins lucrativos, que organiza programas, serviços e também famosa por realizar eventos de entretenimento para tropas militares e suas famílias

CBS

Fonte: comshalon.org

Papa Francisco: Cada batizado está chamado a oferecer a Jesus a própria fé, pobre, mas sincera

(ACI/EWTN Noticias).- Ao presidir neste domingo a oração do Ângelus, o Papa Francisco refletiu sobre o Evangelho, no qual Jesus atribui o nome de ‘Pedro’ a Simão, depois de encontrar nele uma fé genuína, e alentou os fiéis a que ofereçam a sua fé “pobre, mas sincera” ao Senhor.

O Santo Padre assinalou que “o Evangelho deste domingo (Mt 16, 13-20) é a célebre passagem, central na história de Mateus, na qual Simão, em nome dos Doze, professa a sua fé em Jesus como ‘o Cristo, o Filho do Deus vivo’; e Jesus chama Simão ‘feliz’ por esta fé, reconhecendo nessa um dom especial do Pai e lhe diz: ‘Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja’.

Papa Francisco. Foto: Republic of Korea (CC BY-SA 2.0)
Papa Francisco. Foto: Republic of Korea (CC BY-SA 2.0)

“Paremos um momento justamente neste ponto, no fato de que Jesus atribui a Simão este novo nome: ‘Pedro’, que na língua de Jesus soa ‘Kefa’, uma palavra que significa ‘rocha’”.

Na Bíblia, explicou o Papa, “este termo, ‘rocha’, refere-se a Deus. Jesus o atribui a Simão não por suas qualidades ou seus méritos humanos, mas por sua fé genuína e firme, que lhe vem do alto”.

“Jesus sente no seu coração uma grande alegria, porque reconhece em Simão a mão do Pai, a ação do Espírito Santo. Reconhece que Deus Pai deu a Simão uma fé ‘confiável’, sobre a qual Ele, Jesus, poderá construir a sua Igreja, isso é, a sua comunidade, isso é, todos nós”.

Francisco, citado pela Rádio Vaticano, indicou que “Jesus tem em mente darvida à ‘sua’ Igreja, um povo fundado não mais na descendência, mas na sé, vale dizer na relação com Ele mesmo, uma relação de amor e de confiança”.

“A nossa relação com Jesus constrói a Igreja. E, portanto, para iniciar a sua Igreja, Jesus precisou encontrar nos discípulos uma fé sólida, uma fé ‘confiável’. É isto que Ele deve verificar a este ponto do caminho”.

O Papa assinalou que “o Evangelho de hoje interpela também cada um de nós. Como vai a tua fé? Cada um dê a resposta no próprio coração. Como vai a tua fé? Como o Senhor encontra os nossos corações? Um coração firme como a pedra ou um coração de areia, isso é, duvidoso, desconfiado, incrédulo? Fará bem a nós hoje pensar nisto”.

“Se o Senhor encontra no nosso coração uma fé, não digo perfeita, mas sincera, genuína, então Ele vê também em nós pedras vivas com as quais construir a sua comunidade. Desta comunidade, a pedra fundamental é Cristo, pedra angular e única”.

Francisco destacou que “Pedro é pedra, enquanto fundamento visível da unidade da Igreja; mas cada batizado é chamado a oferecer a Jesus a própria fé, pobre, mas sincera, para que Ele possa continuar a construir a sua Igreja, hoje, em cada parte do mundo”.

O Santo Padre advertiu que “também nos nossos dias, tanta gente pensa que Jesus seja um grande profeta, um mestre de sabedoria, um modelo de justiça… E também hoje Jesus pergunta aos seus discípulos, isso é, a todos nós: “Mas vós, quem dizeis que eu sou?”. O que responderemos?”.

“Pensemos. Mas, sobretudo, rezemos a Deus Pai, por intercessão da Virgem Maria; rezemos para que nos dê a graça de responder, com coração sincero: “’Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo’”.

O Papa assegurou que “esta é uma confissão de fé, este é o próprio ‘o credo’. Repitamos juntos por três vezes: ‘Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo’”.

Atentado de extremistas muçulmanos contra um templo católico no Paquistão deixa 78 mortos

Interior da Igreja de Todos os Santos. Foto: Twitter/@xe_m
Interior da Igreja de Todos os Santos. Foto: Twitter/@xe_m

(ACI/EWTN Noticias).- Neste domingo, 22 de setembro, dois extremistas muçulmanos suicidas realizaram atentados consecutivos à Igreja Católica de Todos os Santos, em Peshawar, ao norte do Paquistão, causando a morte de 78 pessoas e pelo menos 130 feridos.

De acordo com as autoridades, este foi o ataque mais grave realizado contra a minoria católica no Paquistão.

Uma facção talibã assumiu o atentado, e ameaçou continuar atacando as minorias religiosas do país até que os Estados Unidos pare com os ataques de drones nas zonas remotas do país.

De acordo com o chefe de Polícia Mohammad Ali Babakhel, “o ataque aconteceu no final da missa”, quando os dois terroristas abriram fogo contra os guardas de segurança que vigiavam a igreja, matando um e ferindo o outro.

Depois de brigar com alguns fiéis, um dos terroristas explodiu a primeira bomba, ao ver-se rodeado pela polícia. Ao pouco tempo, no interior da igreja, aconteceu a segunda explosão.

Segundo informações recolhidas pela Europa Press, o atentado tem uma grande carga simbólica para os moradores da cidade porque a Igreja de Todos os Santos é um lugar que representa a harmonia inter-religiosa.

Depois das explosões, dezenas de pessoas saíram às ruas para protestar contra a Polícia por sua incapacidade para impedir os atentados.

Tanto o primeiro-ministro do Paquistão, Nawaz Sharif, como o presidente Mamnoon Hussein, condenaram energicamente o atentado; outras autoridades provinciais também se pronunciaram à condenação do ataque.

Longe de serem “quentes” e perto de serem “frios”: “Católicos vão pouco às missas”

Católicos vão pouco à missa e contribuem menos com igreja

REINALDO JOSÉ LOPES | FOLHA DE SÃO PAULOEm sua primeira viagem internacional como pontífice, o papa Francisco encontrará um Brasil em que a presença católica continua em declínio, com fiéis relativamente distantes da Igreja nas missas, no dízimo e na convicção sobre assuntos polêmicos, como casamento gay e adoção por casais do mesmo sexo.

As conclusões vêm de pesquisa do Datafolha realizada nos dias 6 e 7 de junho, com 3.758 entrevistados em 180 municípios do país. A margem de erro dos resultados é de dois pontos percentuais.

Segundo o levantamento, 57% dos brasileiros com mais de 16 anos se declaram católicos, patamar mais baixo da história do país. Em 2007, pesquisa semelhante feita pelo Datafolha apontou 64%. Em 1994, eles eram 75%.

O segundo maior bloco religioso do Brasil é o de evangélicos pentecostais (membros de igrejas como a Assembleia de Deus), com 19%. Em seguida estão os evangélicos não pentecostais (de igrejas protestantes com séculos de existência, como os metodistas e os batistas), com 9%.

O engajamento religioso de evangélicos, tanto pentecostais como neopentecostais, é superior ao de católicos quando se observam índices como a frequência nos cultos ou as contribuições financeiras.

Danilo Bandeira/Editoria de Arte/Folhapress
Clique na imagem para ver o levantamento completo feito pelo Datafolha
Clique na imagem para ver o levantamento completo feito pelo Datafolha

A maioria dos evangélicos (63% dos pentecostais e 51% dos não pentecostais) diz frequentar cultos mais de uma vez por semana, contra 17% dos católicos. Dos membros da Igreja Católica, 28% afirmam participar de cerimônias uma vez por semana, enquanto 21% o fazem uma vez por mês. O mínimo exigido pela igreja é o comparecimento à missa de domingo.

Os números são parecidos quando se trata de contribuir financeiramente. Dos católicos, 34% afirmam fazer isso sempre, contra cerca de 50% dos evangélicos. Quase um terço dos católicos diz não dar dinheiro algum para a Igreja, contra pouco mais de 10% dos evangélicos.

A própria comparação entre valores médios de contribuições mensais deixa clara a diferença entre os grupos cristãos. O valor se aproxima dos R$ 70 por mês para os evangélicos pentecostais, vai para quase R$ 86 no caso dos não pentecostais, mas é de apenas R$ 23 entre católicos.

Embora o valor absoluto de contribuição dos pentecostais seja menor do que o dos não pentecostais, eles provavelmente destinam uma parte maior de sua renda familiar, já que são mais numerosos entre as famílias que ganham até dois salários mínimos.

A pesquisa também confirma a ideia de que, entre as igrejas cristãs, os católicos tendem a ser mais liberais em matéria de costumes, mesmo quando isso contraria a orientação da hierarquia católica.

Só uma minoria deles se diz contra a legalização da união entre pessoas do mesmo sexo (36%) e contra a adoção de crianças por casais homossexuais (42%), índices inferiores ao que pensa a média da população e muito abaixo do registrado entre evangélicos (em torno de 65% e 70%, respectivamente).

Apenas espíritas e umbandistas são mais liberais a respeito desses temas. Mas membros de todas as igrejas cristãs pensam de forma muito parecida sobre o aborto: entre 65% a 70% dizem que a mulher que praticar aborto deve ser processada e presa.

Apesar da polêmica despertada por iniciativas ligadas a grupos religiosos, como o projeto da “cura gay” e o que aumenta garantias para fetos, a maioria dos brasileiros, em especial os católicos, afirma não votar em candidatos indicados pelas igrejas.

Somente 8% dos ouvidos pelo Datafolha declararam já ter escolhido candidatos apoiados por suas igrejas, índice que cai para 5% entre católicos e sobe para 18% entre evangélicos pentecostais.

Do mesmo modo, apenas 11% dos católicos afirmam que a opinião dos líderes religiosos é importante na hora de escolher em quem votar (21% dos evangélicos pentecostais têm essa opinião).

Os dados são mais ambíguos, porém, quando o Datafolha pergunta sobre o apoio à ideia de que líderes religiosos se candidatem a cargos políticos. Um quarto dos católicos concorda com a ideia, número que sobe para cerca de 40% entre evangélicos e é relativamente forte mesmo entre espíritas (26%).

Por que a Igreja Católica cultua a imagem de santos?

GRD_2830_antonio-28cmSimplesmente porque ela não faz isto. Em primeiro lugar, é preciso entender que Deus não nos proíbe de fazer imagens, mas sim imagens “de ídolos”, ou seja, de deuses falsos.

No Antigo Testamento

Já no Antigo Testamento, o próprio Deus prescreveu a confecção de imagens como querubins, serpentes de bronze, leões do palácio de Salomão etc. A Bíblia defende o uso de imagens como é possível verificar em muitas passagens: Ex 25,17-22; 37,7-9; 41,18; Nm 21,8-9; 1Rs 6,23-29.32; 7,26-29.36; 8,7; 1Cr 28,18-19; 2Cr 3,7.10-14; 5,8; 1Sm 4,4; 2Sm 6,2; Sb 16,5-8; Ez 41,17-21; Hb 9,5 e outras mais.

Os profetas condenavam a confecção de imagens “de ídolos”: “Os que modelam ídolos nada são, as suas obras preciosas não lhes trazem nenhum proveito. Quem fabrica um deus e funde um ídolo que de nada lhe pode valer?” (Isaías 44,9-17).

O que é um ídolo?

É aquilo que:
1 – substitui o único e verdadeiro Deus;
2 – são-lhes atribuídos poderes exclusivamente divinos, e
3 – são-lhe oferecidos sacrifícios devidos ao verdadeiro Deus. É o que os judeus antigos, no deserto, fizeram com o bezerro de ouro (cf. Ex 32).

Então o que os católicos fazem?

Não é o que os católicos fazem. A Igreja Católica nunca afirmou que devemos “adorar” as imagens dos santos; mas venerar os santos por sua vida justa e igualitária ao evangelho. O que é muito diferente. Nós católicos não adoramos a imagem de São José, Nossa Senhora ou outro santo, mas ao visualizar a sua imagem lembramos de seu testemunho: viver como Jesus viveu. Lembramos que é possível chegarmos a santidade.

A imagem é um objeto que apenas lembra a pessoa ali representada; o ídolo, por outro lado, “é o ser em si mesmo”. A quebra de uma imagem não destrói o ser que representa; já a destruição de um ídolo implica a destruição da falsa divindade.

Deputado Jean Wyllys ofende o Papa após o seu primeiro tweet, católicos reagem

Deputado Jean Wyllys/Papa Bento XVI

(ACI).- Após o primeiro tweet do Papa Bento XVI no dia 12 de dezembro, o deputado homossexual brasileiro Jean Wyllys publicou em sua conta de twitter várias ofensas ao Santo Padre, referindo-se a ele como “potencial genocida” e “hipócrita”. Diante das acusações de Wyllys, católicos no Brasil reagiram e pediram uma retratação do parlamentar por ter ofendido o líder da religião da maioria da população brasileira e um chefe de estado.

Esta não foi a primeira vez que o deputado e ativista das causas LGBT no Brasil insulta o Papa e levanta acusações à Igreja. Entretanto, os insultos do deputado não ficaram sem respostas por parte dos cristãos brasileiros.

O blogueiro católico Vanderlúcio Souza escreveu ao deputado que com suas posturas ele “ofendia um Chefe de Estado”.

“Católicos pedem tolerância e que o deputado pare de semear o ódio”, escreveu Vanderlúcio.

Em resposta, o deputado gay escreve: “No dia em que o papa deixar de “semear ódio” e intolerância nesses casos, eu deixarei de reagir; do contrário, não me calo”, e também publicou:
“E vá ver o sentido de hipócrita para usá-lo corretamente: se há hipócrita, esse é o @pontifex”.

Em outros tweets o deputado afirma ainda sobre o Papa Bento:
“Um líder religioso que foi membro da juventude nazista e ofende os homossexuais e sua luta? Não merece respeito!”.
“Genocida em pontencial* –> “Papa considera o casamento igualitário “uma ferida grave infligida à justiça e à paz”.
(*NdE: erro de português cometido pelo deputado).

O parlamentar brasileiro ainda levanta acusações contra a Igreja católica criticando sua postura frente aos preservativos, acusando-a de fazer silêncio ante o casos de abusos sexuais por parte de alguns clérigos e de acumular dinheiro.

“É lamentável a postura do deputado Jean Wyllys em semear o ódio ao chamar o líder máximo da Igreja Católica e chefe de estado, Bento XVI, de hipócrita. Ainda mais por meio de uma rede social”, disse a ACI Digital Vanderlúcio Souza.

“Vale dizer que o povo brasileiro, majoritariamente religioso, é uma nação ordeira e que convive harmoniosamente com todos os segmentos e grupos da sociedade. Atitudes como esta do parlamentar apenas incita ao preconceito e à intolerância”, destacou o blogger.

Por outra parte, a Dra. Renata Gusson, conhecida no meio católico e pró-vida por um vídeo no Youtube no qual ela afirmou a membros da subcomissão permanente da defesa da mulher em Brasília que abortistas não representam as brasileiras, também se manifestou enviando uma carta ao deputado Jean Wyllys.

Na sua missiva a Dra. Gusson escreve ao deputado e ativista homossexual brasileiro:

“O senhor, em uma clara mensagem que incita o ódio e a humilhação ao Papa, afirma diversas acusações contra a Igreja Católica. Duas coisas me chamaram a atenção: primeiro, o senhor, como uma pessoa pública e representante do povo brasileiro que o elegeu (este povo, que em último censo realizado pelo IBGE mostrou-se majoritariamente religioso), teve uma postura desrespeitosa e impertinente”.

“Gostaria de lembrá-lo que o Papa é um chefe de Estado. Aos chefes de Estado deve-se o respeito e a consideração, por mais que discordemos de suas posturas éticas, filosóficas ou religiosas. O senhor, neste ponto, considerou-se acima do respeito devido a um chefe de Estado”.

“Em segundo lugar, eu quero pedir-lhe que me envie as fontes “primárias” que comprovem TODAS as acusações que o senhor levantou contra a Igreja Católica”.

“O senhor em seus comentários deveria, por força de justiça, junto com suas acusações à Igreja, dizer quais foram os bens legados e ainda hoje mantidos pela MAIOR INSTITUIÇÃO DE CARIDADE EXISTENTE NA FACE DA TERRA. Se não o fez, prova que a intenção não era a de simplesmente discordar da visão do Santo Padre e da Igreja Católica”, afirmou Renata Gusson, católica, mãe de família e membro do movimento pró-vida em São Paulo.

“Concluo esta mensagem pedindo-lhe que venha a público desculpar-se pelo viés causado por suas mensagens e também pedir-lhe que, em uma próxima vez, lembre-se que com a fé das pessoas não se brinca; se respeita, por mais que dela discordemos”, finalizou a Dra. Gusson.

Para manifestar-se contra as declarações do deputado Jean Wyllys sobre o Santo Padre os usuários podem ligar para o gabinete do parlamentar em Brasília:
Tel: (61) 3215-5646

Ou pelo e-mail: dep.jeanwyllys@camara.leg.br

O twitter do deputado é: @jeanwyllys_real

Católicos protegem mulheres contra “caça às bruxas” na África

(ACI/EWTN Noticias).- Leigos católicos da Zâmbia, na África, assumiram a defesa de várias mulheres que foram acusadas em suas comunidades de participar de rituais de bruxaria, evitando assim que elas sejam assassinadas pelos habitantes locais.

As acusações de bruxaria se originam devido à ocorrência de graves enfermidades, mortes e outros sérios problemas, que os habitantes costumam relacionar à prática de magia, e acreditam que a forma de deter as desgraças é matando as supostas bruxas.

Em declarações à organização internacional Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o Arcebispo de Kasama (Zambia), Ignatius Chama, destacou a crescente participação dos leigos na direção de projetos de justiça social, ajudando de forma particular as mulheres acusadas de bruxaria.

Dom Chama assinalou que as mulheres acusadas de bruxaria costumam ser golpeadas, como forma de obter a confissão dos seus supostos crimes, enquanto que seus cultivos, animais e outras posses são confiscados.

O Prelado indicou que “a caça às bruxas ainda é um problema grave na maioria das comunidades”.

Em junho de 2011, Ketha Chungu, uma mulher de 40 anos, foi golpeada até a morte, ao ser considerada suspeita de ter matado uma menina de três anos com rituais mágicos.

Dom Chama assinalou que “equipes de Justiça e Paz estão tentando conscientizar as pessoas, criando consciência sobre este tema”.

O Arcebispo africano indicou que a superstição é a origem do problema da caça às bruxas, por isso remarcou a importância de aumentar a catequese, para que as pessoas se aproximem de Deus em épocas de sofrimento e não acreditem que seus problemas são causados pela bruxaria.

“Estamos conseguindo resultados, mas (a crença na bruxaria) está enraizada na forma como as pessoas respondem aos problemas do sofrimento”, indicou.

“Quando um cristão enfrenta problemas, a forma em que enfrenta esses problemas costuma ser similar a como faziam nossos ancestrais”, disse.

O prelado explicou que “no tema da bruxaria e a caça às bruxas, quando os habitantes enfrentam o problema da doença, o problema da morte, eles preferem realizar uma caça às bruxas, como uma explicação para tais problemas”.

Por esta razão, Dom Chama destacou o trabalho dos leigos católicos na defesa das mulheres acusadas de bruxaria, principalmente recorrendo à legislação da Zâmbia.

“Acredito que estamos obtendo resultados, porque eles estão invocando a lei civil, a polícia, os juizes, porque, é obvio, em nosso país há uma lei sobre bruxaria, e nossa equipe de Justiça e Paz está invocando esta lei, e educando as pessoas sobre esta lei”, disse.

Segundo a lei da Zâmbia sobre a bruxaria, qualquer pessoa que acuse outra de ser um bruxo ou bruxa, ou de causar a morte, ferir ou causar outro danos a terceiros de forma sobrenatural, pode ser multado ou encarcerado por até um ano.

Aqueles que clamem ser caçadores de bruxas, ou que têm poderes sobrenaturais, para causar medo ou provocar danos, também podem ser castigados pela lei.

O bispo manifestou estar seguro de que “os leigos estão fazendo progresso, exceto em algumas comunidades que são muito distantes das áreas urbanas”.

“São os leigos que dirigem os trabalhos de Justiça e Paz em nossas duas diocese de Kasama e Mpika, que localizamos no departamento do Cáritas”, indicou.

Você sabe o que é idolatria?

Hoje a igreja celebra a memoria de todos os Santos e Santas. Aproveitando de uma oportunidade onde comemoramos o exemplo de cristão de cada santo da igreja que tal conversamos um pouco sobre a idolatria às imagens e por que os católicos não adoram elas? Vamos então aos fatos.

Os povos antigos acreditavam em muitos deuses e eles os representavam com imagens e acreditavam que elas eram os próprios deuses. Das imagens saiam milagres e tudo mais em suas vidas. Eles também não acreditavam em único Deus como nós acreditamos hoje. Existiam várias divindades.

Para o povo de Israel não se podia fazer nenhuma imagem de Deus, ou seja, não podiam imaginara como Deus era. Deus era invisível e ninguém nunca tinha o visto. Contudo, dos falsos deuses se faziam imagens em formas humanas ou de animais, e essas imagens eram o próprio deus pagão de muitas tribos da época. Assim essas imagens eram consideradas falsas e rivais a Javé. A cultura judaica deu o nome de ídolo a essa pratica e condenou tais atos.

O povo se perdia em meio a tantos deuses apócrifos  e abandonava Javé. Isso se qualificava como a exclusão de Javé da vida do povo. Por isso os profetas viviam exortando a comunidade. Grande exemplo disso é Oseias que denunciou várias vezes essa prática errada do povo.

Uma vez que o povo escolhido optava por adorar falsos deuses, Deus proibiu o uso das imagens. Assim todas as vezes que a bíblia fala para não se fazer imagens o povo está neste contexto. Perdido em meio a deuses apócrifos e vazio. Submissos a culturas que adoravam tais entidades, como foi no Egito  na Babilônia e muitas vezes até em Israel.   Havia grande perigo a idolatria.

Quando esse perigo não existia Deus até mandava fazer imagens. Exemplo é o caso da serpente de bronze. Depois da heresia ao louvar e adorar o bezerro de ouro o povo sofre com o castigo das mordidas das cobras. Após o clamor e o entendimento de pecado que haviam cometido e a oração de Moisés Deus manda que se erga uma serpente de bronze para que todo aquele que pra ela olhasse ficasse curado da picada. Isso porque olhavam com fé em Javé. Sabiam que Deus é quem haviam mandado fazer a imagem e não ela por si que curava. Deus é quem operava milagre. (Êxodo 25, 18-20)

Outros textos podem nos mostrar que Deus mandou fazer imagens. Como por exemplo Números 7, 89; 21,8-9; 2º Samuel 6, 2; 2ºReis 19, 15 e Sabedoria 6,7.

A Arca da Aliança também é outra demostração de que Deus não desagrada de imagens, mas sim da idolatria delas. Ele mandou que a construísse e colocasse sobre sua tampa dois anjos que representavam a glória de Deus e presença Dele. Na Arca eram guardadas as tabuas com os 10 mandamentos.

A Arca era carregada solenemente pelas ruas de Jerusalém. Davi assim o fez. Em Jericó a arca foi carregada durante sete dias pelos sacerdotes (Josué 6, 4ss).

Para nós católicos as imagens são como a serpente de bronze ou querubins colocados sobre a arca, ou ainda os anjos nos arcos da entrada de Jerusalém, mencionados em Isaías. São instrumento de lembrança da grandiosidade de Deus. Os santos e santas representados viveram o evangelho de Jesus Cristo. Sua história de vida nos indica caminhos possíveis para santidade. Olhar uma imagem de São João Batista nos leva a entender que ele acreditou em um Deus único que enviou seu filho para nos salvar, Jesus.

Está é a visão da igreja católica sobre as imagens. Se algum fiel faz diferente, ele vai de encontro aos ensinamentos de Deus propagados pela igreja.

Sabemos que no Brasil há o chamado sincretismo religioso. Câncer para qualquer doutrina. Seja ela cristã ou africana. O sincretismo destrói os princípios católicos e também da outra religião.

Católicos não se aceitem dizer que São Jorge é Ogum e outro santo é qualquer outra entidade em algumas religiões. Essa não foi a fé que esses santos viveram e morreram por ela. Eles são exemplos de vida em Cristo. Dedicada a Ele e por Ele. Também não deixem que ninguém adore a um santo ou santa. Nós veneramos os santos. Temos admiração pela coragem que eles tiveram de viver o evangelho. Nenhum deles ocupa o lugar de Deus.

Idolatria é fazer dos santos e santas deuses e não os são. Eles são servos do Senhor antes de tudo.

 

Formação: Maria e seus dogmas.

Maria teve mais filhos? Por que ela é santa? Realmente ela é virgem? Católicos, nossa igreja é rica em conhecimento sobre as sagradas escrituras. Conhecer a nossa doutrina significa que vamos amar mais ainda nossa igreja fundada pelo próprio Cristo. Muitos de nós saem de nossa casa e vão para o protestantismo e passam a nos atacar, mas se quer leram ou estudaram a nossa doutrina.

Sair da Igreja Católica para outra doutrina significa acreditar que Deus é ausente e inexistente. Teria Deus abandonado seu povo a ponto deixar que inventassem dogmas de fé? Teria Deus abandonado seu povo a ponto de não suscitar profetas que denunciassem esses supostos abusos?

Irmãos, creio que não. Portanto estudai nossa doutrina. Faça formações. A fé é como plantas, precisa de adubo para viver. Precisamos nos alimentar de formações para fortalecer nossa fé em Cristo e na sua Igreja.

Confira o estudo sobre Maria.

 

Católicos de todo o mundo celebram Jesus Misericordioso

Católicos de diversas partes do mundo celebram neste domingo, 15, a Festa da Divina Misericórdia. A comemoração foi instituída pelo beato João Paulo II em 30 de abril de 2000, data a partir da qual a festa passou a ser celebrada no segundo Domingo da Páscoa.

A Festa da Divina Misericórdia foi instituída a partir das revelações de Jesus à Santa Faustina, uma freira polonesa que na década de 30 recebeu de Jesus uma mensagem de misericórdia para toda a humanidade. Segundo relatos, Jesus pediu à Santa Faustina para pintar o quadro da Divina Misericórdia e descreveu as inscrições que deveriam estar no quadro: “Jesus, eu confio em vós”.

O objetivo dessa festa é celebrar a misericórdia de Deus, o Amor Dele pela humanidade, anunciar a salvação como gratuito amor de Jesus e da sua misericórdia.

Santa Faustina

Santa Faustina nasceu na Polônia em 1905 e morreu aos 33 anos. Buscou a santidade na vida comum do dia a dia. Tinha pouca instrução, mas no seu diário, onde transcreve os ensinamentos de Jesus, não há nenhum erro teológico. Beatificada e canonizada em 2000 pelo beato João Paulo II, sua grande missão no mundo foi ser arauto da misericórdia de Jesus.

Censo católico: Igreja cresceu no Brasil em 2010

A Igreja Católica no Brasil, por meio do Centro de Estatísticas Religiosas e Investigação Social (CERIS), realizou o censo anual no primeiro semestre de 2011, cujos resultados indicam um aumento de 55,79% no número de padres católicos no país entre 1990 e 2010.

Tendo como referência o ano de 2010 e, conforme a pesquisa realizada entre as dioceses, ordens e congregações, estima-se que houve um crescimento considerável em relação às vocações sacerdotais e religiosas, bem como o aumento do número de paróquias, além da criação de novas dioceses.

O resultado ilustra muito bem como a Igreja está organizada e tende a ampliar cada vez mais sua presença em todo o Brasil. As mudanças na configuração da Igreja no Brasil, registradas no novo Anuário Católico 2012 trazem, entre outros dados, um retrato do atual quadro de nossas paróquias, bem como o número de agentes de pastoral consagrados (sacerdotes, diáconos, religiosos/as) que atendem a população católica de nosso país, confirmando assim, as necessidades de conversão pastoral apontadas pela Conferência de Aparecida.

Dentre as mudanças que o censo revela, nas suas diversas vertentes, chamadas aqui de evolução da Igreja no Brasil, estão contempladas, por exemplo: o crescimento no número de diáconos permanentes, que passaram de 632 para 2711, mais que triplicando o seu número em apenas 20 anos.

A evolução do número de paróquias por regional da CNBB (1940-2010) e a média de crescimento anual destas neste período;
A evolução do número de circunscrições eclesiásticas (1991-2010);
A evolução do número de diáconos permanentes neste mesmo período;
A evolução do número de presbíteros brasileiros e estrangeiros (1970-2010);
A evolução do número de religiosas, incluindo professas, noviças e professas egressas;
A evolução do número de habitantes por presbítero (1970-2010);
A relação entre habitantes por presbítero (1970-2010) e o percentual da evolução destes indicadores nos anos de 1990 a 2010, entre outros dados.

Esta amostragem do CERIS contesta, por um lado, teorias como a da secularização e a do enfraquecimento da Igreja Católica, que perde fiéis para outras denominações religiosas, ou mesmo para o ateísmo, como algumas pesquisas censitárias apontam. E por outro, reforça a tese de Zygmunt Bauman de que a busca pela comunidade religiosa, a Igreja ou a vida sacerdotal, é a busca por segurança em um mundo de inseguranças.

Todos os dados emersos na pesquisa estão em WWW.ceris.org.br
(CM)

Fonte Rádio Vaticano

34.000 CATÓLICOS A MAIS POR DIA

Segundo o relatório anual da “Situação da Missão Global”, feito em 2011, a Igreja Católica reúne 1 bilhão e 160 milhões de adeptos em todo o mundo e todos os dias aderem mais 34 000 pessoas. Os dados do estudo, divulgado pela agência Analisis Digirtal, afirma que no mundo hoje, existem dois bilhões de pessoas, de um total de sete bilhões, que nunca foram alcançados pela mensagem do Evangelho. Outros dois bilhões e 680 milhões ouviram algumas vezes, ou conhece vagamente, mas não são cristãos.

“Apesar do fato de que Jesus Cristo fundou uma só Igreja, e pouco antes de morrer, rezava para que -todos fossem um- hoje existem muitas denominações cristãs: eram 1600 no início do séc.XX, e são 42 000 em 2011”, afirma o estudo. Os protestantes pentecostais são 612 milhões e crescem 37 mil ao dia. Os protestantes “clássicos” são 426 milhões e aumentam 20 mil por dia.

As Igrejas Ortodoxas somam 271 milhões de batizados e ganham cinco mil por dia. Anglicanos, reunidos principalmente na África e na Ásia, 87 milhões, e três mil a mais por dia. Aqueles que o estudo define “cristãos marginais” (Testemunhas de Jeová, mórmons, aqueles que não reconhecem a divindade de Jesus ou da Trindade) são 35 milhões e crescem dois mil ao dia.

“A forma mais comum de crescimento é ter muitos filhos e fazê-los aderir à sua tradição religiosa. A conversão é mais rara, no entanto, acontece para milhões de pessoas todos os anos, o mais comum é a de um cônjuge para a fé do outro”. Em 2011, os cristãos de todas as denominações farão circular mais de 71 milhões a mais de Bíblias no mundo (já há 1 bilhão e 741 milhões, algumas de forma clandestina). A cada ano 409 mil cristãos partem para evangelizar um país que não é o seu de origem, distribuídos em 4.800 organizações missionárias diversas.

 Fonte ZENIT

O novo retrato da fé no Brasil: surge uma nova categoria, a dos “evangélicos não praticantes”

Acaba de nascer no País uma nova categoria religiosa, a dos evangélicos não praticantes. São os fiéis que creem, mas não pertencem a nenhuma denominação. O surgimento dela já era aguardado, uma vez que os católicos, ainda maioria, perdem espaço a cada ano para o conglomerado formado por protestantes históricos, pentecostais e neopentecostais. Sendo assim, é cada vez maior o número de brasileiros que nascem em berço evangélico – e, como muitos católicos, não praticam sua fé. Dados da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelaram, na semana passada, que evangélicos de origem que não mantêm vínculos com a crença saltaram, em seis anos, de insignificantes 0,7% para 2,9%. Em números absolutos, são quatro milhões de brasileiros a mais nessa condição. Essa é uma das constatações que estatísticos e pesquisadores estão produzindo recentemente, às quais ISTOÉ teve acesso, formando um novo panorama religioso no País.

Isso só é possível porque o universo espiritual está tomado por gente que constrói a sua fé sem seguir a cartilha de uma denominação. Se outrora o padre ou o pastor produziam sentido à vida das pessoas de muitas comunidades, atualmente celebridades, empresários e esportistas, só para citar três exemplos, dividem esse espaço com essas lideranças. Assim, muitas vezes, os fiéis interpretam a sua trajetória e o mundo que os cerca de uma maneira pessoal, sem se valer da orientação religiosa. Esse fenômeno, conhecido como secularização, revelou o enfraquecimento da transmissão das tradições, implicou a proliferação de igrejas e fez nascer a migração religiosa, uma prática presente até mesmo entre os que se dizem sem religião (ateus, agnósticos e os que creem em algo, mas não participam de nenhum grupo religioso). É muito provável, portanto, que os evangélicos pesquisados pelo IBGE que se disseram desvinculados da sua instituição estejam, como muitos brasileiros, experimentando outras crenças.

É cada vez maior a circulação de um fiel por diferentes denominações – ao mesmo tempo que decresce a lealdade a uma única instituição religiosa. Em 2006, um levantamento feito pelo Centro de Estatística Religiosa e Investigações Sociais (Ceris) e organizado pela especialista em sociologia da religião Sílvia Fernandes, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), verificou que cerca de um quarto dos 2.870 entrevistados já havia trocado de crença. Outro estudo, do ano passado, produzido pela professora Sandra Duarte de Souza, de ciências sociais e religião da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), para seu trabalho de pós-doutorado na Universidade de Campinas (Unicamp), revelou que 53% das pessoas (o universo pesquisado foi de 433 evangélicos) já haviam participado de outros grupos religiosos.

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