Sobre as cinzas e a Quaresma

Já foi a missa hoje?
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CAMPANHA DA FRATERNIDADE DISCUTE O RELACIONAMENTO ENTRE IGREJA E SOCIEDADE

Cartaz da CF 2015
Cartaz da CF 2015

Todos os anos nós católicos refletimos durante a quaresma a temática proposta pela Campanha da Fraternidade. Este ano são será diferente. Com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” a CF 2015 quer suscitar nos fiéis o debate sobre o papel da Igreja e seus membros na sociedade atual. O lema da CF é “Eu vim para servir” (Mc 10, 45). 

O lançamento oficial da CF será dia 18/02, na sede da CNBB, em Brasília. A Diocese de Itabira Cel. Fabriciano realiza a abertura em três regionais. No Regional III, ao qual pertenço, será na cidade de Cel. Fabriciano, dia 22 às 8h, na Cidade do Menor, bairro Caladinho. Nas comunidades, a quarta-feira de cinzas não marca somente o início da Quaresma, mas junto com ela a CF 2015. 

“EU VIM PARA SERVIR” (MC 10, 45) 

Dividido em quatro partes, oTexto-base gera vários debates. O primeiro capítulo, apresenta várias reflexões sobre o tema como: “Histórico das relações Igreja e Sociedade no Brasil”; “O serviço da Igreja à sociedade brasileira e Igreja”.

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Quaresma: “Convertei-vos e crede no Evangelho. Lembra-te que és pó e ao pó retornarás”

“Convertei-vos e crede no Evangelho. Lembra-te que és pó e ao pó retornarás” São duas reflexões que nos são propostas quando o ministro sagrado, num gesto sacramental, impõe cinzas sobre nossas cabeças que se curvam penitentes.

Não vamos receber as cinzas como num ritual sem sentido. Conscientes do pecado do mundo, do nosso pecado também, que quer destruir o plano divino, caminhamos ao encontro da misericórdia de Deus que, pela Encarnação de seu Filho vem restaurar a Humanidade e a todo o Universo.

cinzas3

A pregação do profeta Joel que, neste primeiro dia da Quaresma, ecoa em toda a Igreja, nos convoca a conversão, a rasgar nosso coração na sua profundeza, ao arrependimento e a nos abrirmos à bondade divina, acreditando no Evangelho.

A penitência que fazemos, o jejum,a oração e a esmola não são obras externas. Nascidas no interior da nossa consciência, apresentamo-las ao Pai, sem trombetearmos pelas ruas e praças, mas na humildade do publicano que, do fundo do templo, batia no peito dizendo “Meu Deus, tem piedade mim que sou pecador” (Lc. 18,13).

E sendo uma penitência eclesial, ela não é exclusivamente pessoal; é a penitência de todos os que, batizados, cremos na redenção que, pela sua paixão e morte, o Filho de Deus traz a humanidade na confirmação de sua ressurreição.

A nossa falta de fidelidade ao Evangelho, ao reconhecimento do único Deus verdadeiro, à fraternidade entre os irmãos deve conduzir-nos à uma conversão sincera, aos valores que reconhecemos pela fé. “Completou-se o tempo e o Reino de Deus está perto. Convertei-vos e crede no Evangelho.” (Mc 1, 15)

Sintonizados com os nossos Pastores, procuramos descobrir onde estamos mais falhos na fé e na missão. No Brasil, neste ano, vamos meditar na solidariedade e segurança. A falta de fé e solidariedade conduziu-nos a uma angústia do medo. Fechamos nossas casas e nossas propriedades. Fechamo-nos a nós mesmos. Não reconhecemos o próximo. Queremos uma segurança pessoal, como se a técnica e os homens pudessem nô-la dar.

Esquecemo-nos do que nos pode garantir a tranqüilidade e a paz: a caridade, o amor. Enquanto continuarmos a considerar o homem como lobo do próprio homem, e passarmos ao largo da miséria como se nada tivéssemos a ver com ela, enquanto espoliarmos o próximo no liberalismo da política econômica e da política social, em vão procuraremos segurança.

cinzas

A paz só nos advém da Justiça. Não da justiça farisaica, que foi condenada por Jesus: “Se a vossa justiça não for superior à dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos céus.” (Mt. 5,20).  A verdadeira Justiça é a santidade, que supera o “dente por dente e o olho por olho”, no amor, buscando com todas as forças a perfeição, como o Mestre conclui sua pregação: “Sede, portanto, perfeitos, como vosso Pai Celeste.” (Mt. 5, 39-48)

A reflexão sobre o tema da Campanha da Fraternidade deste ano, leva-nos a sair de nós mesmos, do nosso medo, da atribuição de culpa a outrem. Procuremos contribuir na construção do Reino, na solidariedade com nossos irmãos.

A nossa penitência não pode ser exterior, como pregava São Leão, Papa, no sermão 4 da Quaresma: “Não só na abstinência de alimento consiste nosso jejum: para frutuosamente subtrairmos o alimento ao corpo temos de arrancar a iniqüidade do nosso espírito.” 

Bento XVI na sua mensagem quaresmal, ressaltando as práticas penitenciais, sobretudo do jejum, insiste no mesmo tema: “A Quaresma seja portanto valorizada em cada família e em cada comunidade cristã para afastar tudo o que distrai o espírito e para intensificar o que alimenta a alma, abrindo-a ao amor de Deus e do próximo.”

A purificação da nossa vida de fé, refletindo numa caridade sem limites nos levará a pratica da justiça, a sermos perfeitos como o Pai, a quem, seguros e libertos, podemos confiar nossos dias: “Aquele que habita à sombra do Altíssimo, descansará na proteção do Deus do Céu”. (Sl.91 (90).

Dom Eurico dos Santos Veloso
Administrador Apostólico de Juiz de Fora(MG)

Fonte: Catequisar

Quaresma:”Convertei-vos e crede no Evangelho. Lembra-te que és pó e ao pó retornarás”

“Convertei-vos e crede no Evangelho. Lembra-te que és pó e ao pó retornarás” São duas reflexões que nos são propostas quando o ministro sagrado, num gesto sacramental, impõe cinzas sobre nossas cabeças que se curvam penitentes.

Não vamos receber as cinzas como num ritual sem sentido. Conscientes do pecado do mundo, do nosso pecado também, que quer destruir o plano divino, caminhamos ao encontro da misericórdia de Deus que, pela Encarnação de seu Filho vem restaurar a Humanidade e a todo o Universo.

A pregação do profeta Joel que, neste primeiro dia da Quaresma, ecoa em toda a Igreja, nos convoca a conversão, a rasgar nosso coração na sua profundeza, ao arrependimento e a nos abrirmos à bondade divina, acreditando no Evangelho.

A penitência que fazemos, o jejum,a oração e a esmola não são obras externas. Nascidas no interior da nossa consciência, apresentamo-las ao Pai, sem trombetearmos pelas ruas e praças, mas na humildade do publicano que, do fundo do templo, batia no peito dizendo “Meu Deus, tem piedade mim que sou pecador” (Lc. 18,13).

E sendo uma penitência eclesial, ela não é exclusivamente pessoal; é a penitência de todos os que, batizados, cremos na redenção que, pela sua paixão e morte, o Filho de Deus traz a humanidade na confirmação de sua ressurreição.

A nossa falta de fidelidade ao Evangelho, ao reconhecimento do único Deus verdadeiro, à fraternidade entre os irmãos deve conduzir-nos à uma conversão sincera, aos valores que reconhecemos pela fé. “Completou-se o tempo e o Reino de Deus está perto. Convertei-vos e crede no Evangelho.” (Mc 1, 15)

Sintonizados com os nossos Pastores, procuramos descobrir onde estamos mais falhos na fé e na missão. No Brasil, neste ano, vamos meditar na solidariedade e segurança. A falta de fé e solidariedade conduziu-nos a uma angústia do medo. Fechamos nossas casas e nossas propriedades. Fechamo-nos a nós mesmos. Não reconhecemos o próximo. Queremos uma segurança pessoal, como se a técnica e os homens pudessem nô-la dar.

Esquecemo-nos do que nos pode garantir a tranqüilidade e a paz: a caridade, o amor. Enquanto continuarmos a considerar o homem como lobo do próprio homem, e passarmos ao largo da miséria como se nada tivéssemos a ver com ela, enquanto espoliarmos o próximo no liberalismo da política econômica e da política social, em vão procuraremos segurança.

A paz só nos advém da Justiça. Não da justiça farisaica, que foi condenada por Jesus: “Se a vossa justiça não for superior à dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos céus.” (Mt. 5,20).  A verdadeira Justiça é a santidade, que supera o “dente por dente e o olho por olho”, no amor, buscando com todas as forças a perfeição, como o Mestre conclui sua pregação: “Sede, portanto, perfeitos, como vosso Pai Celeste.” (Mt. 5, 39-48)

A reflexão sobre o tema da Campanha da Fraternidade deste ano, leva-nos a sair de nós mesmos, do nosso medo, da atribuição de culpa a outrem. Procuremos contribuir na construção do Reino, na solidariedade com nossos irmãos.

A nossa penitência não pode ser exterior, como pregava São Leão, Papa, no sermão 4 da Quaresma: “Não só na abstinência de alimento consiste nosso jejum: para frutuosamente subtrairmos o alimento ao corpo temos de arrancar a iniqüidade do nosso espírito.” 

Bento XVI na sua mensagem quaresmal, ressaltando as práticas penitenciais, sobretudo do jejum, insiste no mesmo tema: “A Quaresma seja portanto valorizada em cada família e em cada comunidade cristã para afastar tudo o que distrai o espírito e para intensificar o que alimenta a alma, abrindo-a ao amor de Deus e do próximo.”

A purificação da nossa vida de fé, refletindo numa caridade sem limites nos levará a pratica da justiça, a sermos perfeitos como o Pai, a quem, seguros e libertos, podemos confiar nossos dias: “Aquele que habita à sombra do Altíssimo, descansará na proteção do Deus do Céu”. (Sl.91 (90).

Dom Eurico dos Santos Veloso
Administrador Apostólico de Juiz de Fora(MG)

Fonte: Catequisar

Papa envia mensagem para a Campanha da Fraternidade 2012

“Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8): este é o lema da Campanha da Fraternidade lançada oficialmente pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) nesta quarta-feira, 22.  Em mensagem enviada nesta Quarta-feira de Cinzas ao presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno Assis, o Papa Bento XVI salientou que “para os cristãos, de modo particular, o lema bíblico é uma lembrança de que a saúde vai muito além de um simples bem estar corporal”.

O Pontífice disse esperar que esta Campanha possa inspirar no coração dos fiéis e das pessoas de boa vontade uma solidariedade cada vez mais profunda para com os enfermos, que tantas vezes sofrem “mais pela solidão e abandono do que pela doença”.

“Ajudando-lhes ao mesmo tempo a descobrir que se, por um lado, a doença é prova dolorosa, por outro, pode ser, na união com Cristo crucificado e ressuscitado, uma participação no mistério do sofrimento Dele para a salvação do mundo”, explicou o Papa.

Bento XVI enfatizou que oferecendo o sofrimento a Deus por meio de Cristo, é possível colaborar na vitória do bem sobre o mal, porque Deus torna fecunda a oferta, o ato de amor de cada um.

“Associando-me, pois, a esta iniciativa da CNBB e fazendo minhas as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias de cada um, saúdo fraternalmente quantos tomam parte, física ou espiritualmente, na Campanha ‘Fraternidade e Saúde Pública’”,  afirmou.

Por que a Igreja usa as cinzas?

A Igreja Católica sempre usou as cinzas em sua liturgia. Esse uso é baseado em passagens bíblicas e tem sua origem no Antigo Testamento.

Uma das passagens da qual a Igreja se inspira esta no livro de Ester – Est 4, 1. Lá está escrito que Mardoqueu se vestiu de saco e cobriu – se de cinzas quando soube do decreto do Rei Asuer I, da Pérsia, que condenava todos os judeus a morte.

Outro livro que também fala das cinzas como uso penitencial é o Jó. Na ocasião, Jó, mostra seu arrependimento vestindo-se de saco e se cobrindo de cinzas – Jó 42,6. O livro de Jó foi escrito entre VII e V a.C. O profeta Daniel também fala das cinzas. “Volvi – me para o Senhor Deus a fim de dirigir – lhe uma oração de súplicas, jejuando e me impondo o cilício e as cinza”, Daniel 9, 3. Daniel fala isso profetizando a invasão de Jerusalém pela Babilônia.

No livro de Jonas, a população de Nínive proclamou jejum e todos se vestiram de saco, inclusive o rei, que também se sentou sobre as cinzas – Jn 3, 5-6.

Jesus Cristo em seu evangelho também falou sobre cinzas. No evangelho de Jesus segundo Mateus está escrito assim: “Ai de ti Corozaim! Ai de ti Betsaida! Por que se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas se teriam arrependido sob o cilício e as cinzas” – Mt 11, 21.

Para a igreja esse sentido penitencial das cinzas abre a quaresma, que para a fé Católica é período de jejum, oração e penitencia. As cinzas usadas neste dia são resultados da queima dos ramos do Domingo de Ramos do ano anterior.

Quando na celebração/missa as cinzas são impostas com os seguintes dizeres: “Recorda-te que és pó e em pó te converteras” ou “Arrepende-te e crede no Evangelho”.

Ao aceitar a imposição das cinzas o cristão expressa duas realidades fundamentais. A primeira premissa é que somos criaturas mortais. “Você é pó, e ao pó voltará”, diz o livro de Gênesis. A segunda premissa é a conversão ao Evangelho. Depois de reconhecer que somos pó e ao pó voltaremos reconhecermos a boa nova de Cristo como nosso manual de vida.

Mais leituras sobre as cinzas

Vários livros da Bíblia falam sobre as cinzas como sinal de transitoriedade – Nm 19; Hb 9, 13; Gn 18, 27; Jó 30, 19 – e como sinal de luto – 2Sm 13,19; Sl 102,10; Ap 19,19 – e ainda como penitência – Dn 9,3; Mt 11, 21.

Programação de Missas nesta quarta-feira

A Paróquia Sagrada Família, Ipatinga, terá celebrações e missas nesta quarta-feira de cinzas em vários horários. As comunidades da paróquia irão celebrar nos horários de domingo.

A liturgia das cinzas começam as 08h30 e só encerra as 19h30. Veja a programação:

  • 7h celebração na Comunidade São Pedro – Rua Icó, 45, Caravelas;
  • 08h30 celebração na Comunidade Menino Jesus – Rua Serra Central, 25, Jardim Panorama;
  • 10h missa na comunidade Imaculada Conceição – trevo do Caçula com Panorama;
  • 16h celebração na comunidade Santa Luzia – Rua Amazonita, atrás do Colégio Vele do Aço;
  • 18h celebração na comunidade Sagrado Coração de Jesus – Rua Vitória, Jardim Panorama; próximo à unidade de saúde;
  • 18h missa na comunidade São Pedro – rua Icó, 45, Caravelas;
  • 19h30 missa na comunidade Menino Jesus – Rua Serra Central, 25, Jardim Panorama;

por Marquione Ban

Imagem da Internet

Por que a Igreja usa as cinzas?

A Igreja Católica sempre usou as cinzas em sua liturgia. Esse uso é baseado em passagens bíblicas e tem sua origem no Antigo Testamento.

Uma das passagens da qual a Igreja se inspira esta no livro de Ester – Est 4, 1. Lá está escrito que Mardoqueu se vestiu de saco e cobriu – se de cinzas quando soube do decreto do Rei Asuer I, da Pérsia, que condenava todos os judeus a morte.

Outro livro que também fala das cinzas como uso penitencial é o Jó. Na ocasião, Jó, mostra seu arrependimento vestindo-se de saco e se cobrindo de cinzas – Jó 42,6. O livro de Jó foi escrito entre VII e V a.C. O profeta Daniel também fala das cinzas. “Volvi – me para o Senhor Deus a fim de dirigir – lhe uma oração de súplicas, jejuando e me impondo o cilício e as cinza”, Daniel 9, 3. Daniel fala isso profetizando a invasão de Jerusalém pela Babilônia.

No livro de Jonas, a população de Nínive proclamou jejum e todos se vestiram de saco, inclusive o rei, que também se sentou sobre as cinzas – Jn 3, 5-6.

Jesus Cristo em seu evangelho também falou sobre cinzas. No evangelho de Jesus segundo Mateus está escrito assim: “Ai de ti Corozaim! Ai de ti Betsaida! Por que se tivessem sido feitos em Tiro e em Sidônia os milagres que foram feitos em vosso meio, há muito tempo elas se teriam arrependido sob o cilício e as cinzas” – Mt 11, 21.

Para a igreja esse sentido penitencial das cinzas abre a quaresma, que para a fé Católica é período de jejum, oração e penitencia. As cinzas usadas neste dia são resultados da queima dos ramos do Domingo de Ramos do ano anterior.

Quando na celebração/missa as cinzas são impostas com os seguintes dizeres: “Recorda-te que és pó e em pó te converteras” ou “Arrepende-te e crede no Evangelho”.

Ao aceitar a imposição das cinzas o cristão expressa duas realidades fundamentais. A primeira premissa é que somos criaturas mortais. “Você é pó, e ao pó voltará”, diz o livro de Gênesis. A segunda premissa é a conversão ao Evangelho. Depois de reconhecer que somos pó e ao pó voltaremos reconhecermos a boa nova de Cristo como nosso manual de vida.

Mais leituras sobre as cinzas

Vários livros da Bíblia falam sobre as cinzas como sinal de transitoriedade – Nm 19; Hb 9, 13; Gn 18, 27; Jó 30, 19 – e como sinal de luto – 2Sm 13,19; Sl 102,10; Ap 19,19 – e ainda como penitência – Dn 9,3; Mt 11, 21.

Programação de Missas nesta quarta-feira

A Paróquia Sagrada Família, Ipatinga, terá celebrações e missas nesta quarta-feira de cinzas em vários horários. As comunidades da paróquia irão celebrar nos horários de domingo.

A liturgia das cinzas começam as 08h30 e só encerra as 19h30. Veja a programação:

  • 08h30 celebração na Comunidade Menino Jesus – Rua Serra Central, 25, Jardim Panorama;
  • 10h missa na comunidade Imaculada Conceição – trevo do Caçula com Panorama;
  • 16h celebração na comunidade Santa Luzia – Rua Amazonita, atrás do Colégio Vele do Aço;
  • 18h celebração na comunidade Sagrado Coração de Jesus – Rua Vitória, Jardim Panorama; próximo à unidade de saúde;
  • 18h missa na comunidade São Pedro – rua Icó, 45, Caravelas;
  • 19h30 missa na comunidade Menino Jesus – Rua Serra Central, 25, Jardim Panorama;

As comunidades da Paróquia Sagrada Família ficam localizadas nos bairros Jardim Panorama, Caravelas, Caçula e Parque Caravelas.

por Marquione Ban

Imagem da Internet