Jovem americana morre em clínica de “aborto seguro e legal”

Lakisha Wilson. Foto: Google+ da Lakisha Wilson
Lakisha Wilson. Foto: Google+ da Lakisha Wilson

Quem disse que o aborto legalizado é seguro? Não é. Nos Estado Unidos, a morte de Lakisha Wilson, 22 anos, mostrou novamente que a indústria do aborto não só acaba com a vida das crianças no ventre, mas também coloca em grave perigo a vida das mães que se submetem a este procedimento, promovido como “seguro” por organizações abortistas como Planned Parenthood.

Lakisha Wilson faleceu em 21 de março na clínica de abortos Preterm, em Cleveland, estado de Ohio (Estados Unidos), mas foi transferida ao University Hospital Case Medical Center, onde recebeu suportes vitais para extrair seus órgãos.

Recentemente, Troy Newman, presidente da organização pró-vida Operation Rescue (Operação Resgate), assinalou que “a Mesa de Trabalho Médica do Estado e o Departamento de Saúde de Ohio são os que devem determinar se os padrões médicos não foram cumpridos na morte da senhorita Wilson, e sabemos que suas investigações estão avançando neste momento”.

“Entretanto, esperamos a apresentação do relatório da autópsia completa para ter respostas a algumas sérias perguntas que temos sobre as ações tomadas pelo pessoal da clínica de abortos, que levaram a uma mulher de 22 anos a ser enviada precocemente ao túmulo. Esperamos que (o relatório) diga-nos também o que aconteceu com o bebê da senhorita Wilson”.

Em declarações difundidas no dia 29 de abril, a diretora de difusão para afro-americanos de Sacerdotes pela Vida (Priests For Life) Dra. Alveda King, sobrinha do ativista dos direitos civis Martin Luther King Jr., Alveda King, assegurou que Lakisha “foi massacrada e assassinada na fábrica de abortos Preterm. Estou rezando a Deus para que conforte a sua família e traga justiça para todas as mães e seus bebês, todos vítimas do aborto”.

“Lakisha é uma vítima da ‘escolha’, da mesma forma que Tonya Reaves o foi em 2012, quando Planned Parenthood a deixou sangrar até a morte depois de um aborto fracassado”, denunciou.

A Dra. King lamentou que “nossas mulheres estejam morrendo e ainda tenha pessoas como Nancy Pelosi (congressista democrata pró-aborto) pedindo mais abortos. Os Estados Unidos precisam reconhecer que tem um problema”.

“O aborto nunca é a resposta”, destacou.

Por sua parte, o Pe. Frank Pavone, Diretor Nacional de Sacerdotes pela Vida disse que “Lakisha tinha toda a sua vida pela frente, mas morreu porque a nossa nação ainda permite o aborto a pedido durante os nove meses de gravidez”.

Super Pop debate aborto em rede nacional

pró-vida

Na noite de ontem (18/11), o programa Super Pop da emissora Rede TV discutiu a legalização do Aborto e promoveu o filme Blood Money. No palco com a apresentadora Luciana Gimenez estavam ativista Pró-Vida e também pró-aborto. Vale a pena ver o debate.

Clique AQUI e veja os vídeos do programa.

(Atualização) Consegui alguns vídeos do programa no Youtube. Vejam:

ABORTO: Cientistas apostam em ‘pílula do mês seguinte’; ativistas são contra

pilulas-gettyTerra | Cientistas da empresa de tecnologia Gynuity, nos Estados Unidos, e do Instituto Karolinska, na Suécia, dizem que as mulheres devem ter como opção uma pílula anticoncepcional pós-sexo, que poderia evitar a gravidez ao ser tomada um mês depois da relação sem proteção. Eles pedem às empresas farmacêuticas para desenvolver uma versão que possa interromper a gravidez após a união do óvulo e do espermatozoide. Ativistas dizem que o produto seria efetivamente um “aborto pela porta dos fundos.” Os dados são do jornal Daily Mail.

As atuais pílulas anticoncepcionais contêm hormônios que impedem a liberação do óvulo, mas muitas mulheres sofrem com efeitos colaterais, como ganho de peso, dores de cabeça e náuseas, além do aumento no risco de coágulos sanguíneos e câncer de mama. A proposta da “pílula do mês seguinte” é que as mulheres tomem a medicação apenas algumas vezes ao ano, dependendo de quantas vezes tiveram relações sexuais desprotegidas, o que exigiria menos planejamento.

“Vinte anos atrás, uma pesquisa multinacional feita especificamente para investigar os sentimentos das mulheres sobre a pílula anticoncepcional pós-fecundação encontrou alta aceitação. Nós não temos nenhuma evidência de que as mulheres mudaram desde então, é o atual ambiente político que precisa de reorientação”, escreveram os cientistas para a publicação Journal of Family Planning and Reproductive Health Care.

Norman Wells, da instituição Family Education Trust (em tradução literal, Confiança na Educação da Família), é contra a possibilidade. “O que esses pesquisadores estão pedindo não é nada menos do que a prescrição de rotina de uma pílula do aborto para as mulheres. O licenciamento desse tipo de droga seria efetivamente introduzir o aborto em demanda pela porta dos fundos.”

Papa pede a todos os brasileiros que defendam a vida desde a concepção

De modo particular, diante da cultura do descartável, que relativiza o valor da vida humana, os pais são chamados a transmitir aos seus filhos a consciência de que esta deva sempre ser defendida, já desde o ventre materno, reconhecendo ali um dom de Deus e garantia do futuro da humanidade,

(ACI/EWTN Noticias).- A vida humana deve ser defendida “sempre”, desde o ventre materno, reconhecendo nela um dom de Deus e uma “garantia do futuro da humanidade”, afirmou o Papa Francisco em uma mensagem para a Semana Nacional da Família, que começou ontem no Brasil.

Conforme assinala a Rádio Vaticano, o Papa inicia sua mensagem afirmando que ainda conserva “vivas no coração as alegrias que me foram proporcionadas” durante a viagem ao Brasil pela Jornada Mundial da Juventude celebrada faz uns dias no Rio de Janeiro.

O Papa animou os pais na “nobre e exigente missão que possuem de ser os primeiros colaboradores de Deus na orientação fundamental da existência e a segurança de um bom futuro. Para isso, ‘é importante que os pais cultivem as práticas comuns de fé na família, que acompanhem o amadurecimento de fé dos filhos’”?”.

Os pais, prosseguiu o Papa, foram chamados “a transmitir, tanto por palavras como, sobretudo pelas obras, as verdades fundamentais sobre a vida e o amor humano, que recebem uma nova luz da Revelação de Deus”.

“De modo particular, diante da cultura do descartável, que relativiza o valor da vida humana, os pais são chamados a transmitir aos seus filhos a consciência de que esta deva sempre ser defendida, já desde o ventre materno, reconhecendo ali um dom de Deus e garantia do futuro da humanidade, mas também na atenção aos mais velhos, especialmente aos avós, que são a memória viva de um povo e transmissores da sabedoria da vida”.

Para concluir, invocando a intercessão de Nossa Senhora Aparecida, o Papa pediu que as famílias possam chegar a ser “os mais convincentes arautos da beleza do amor sustentado e alimentado pela fé”.

A Semana Nacional da Família é uma iniciativa da Conferência Episcopal do Brasil, e este ano gira em torno do tema “A transmissão e a educação da fé cristã na família”. Os bispos brasileiros, retomando o documento de Aparecida, recordaram em uma nota que a família “é um dos tesouros mais importantes da América Latina e é um patrimônio de toda a humanidade”.

Dilma sanciona lei (PLC 3/2013) sem vetos e abre as portas do país para o aborto

images (1)DO G1 | A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta quinta-feira (1º), sem vetos, projeto de lei que determina o atendimento obrigatório e imediato no Sistema Único de Saúde (SUS) a vítimas de violência sexual, segundo informou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A lei entra em vigor em 90 dias.

Com a sanção, Dilma manteve no projeto um trecho que foi alvo de polêmica entre religiosos por obrigar hospitais a prestarem serviço de “profilaxia da gravidez” a mulheres que foram abusadas. As entidades religiosas pediram veto ao inciso por entendem que o termo abre brecha para médicos realizarem aborto.

De acordo com o projeto, todos os hospitais da rede pública serão obrigados a oferecer, de forma imediata, entre outros serviços, a “profilaxia da gravidez”, termo que, de acordo com o Ministério da Saúde, refere-se ao uso da chamada “pílula do dia seguinte”.  A medicação evita a fecundação do óvulo (em até 72 horas após a relação sexual) e não tem poder para interromper uma gestação.

Padilha esclareceu que, “se uma vítima de violência sexual for amanhã a um hospital, o hospital já tem que cumprir todas essas recomendações” devido à portaria que está em vigor desde 2008. “Daqui 90 dias, quando a lei entra em vigor, esse hospital passa a também ser questionado de uma forma ainda mais intensa, porque não é mais apenas uma recomendação, mas uma lei do país”, afirmou.

A presidente Dilma também vai encaminhar um projeto de lei para corrigir duas imprecisões técnicas no texto aprovado pelo Congresso. Uma delas é sobre o conceito de violência sexual e a segunda estabelece, claramente, no inciso 4 do artigo 3º o uso e a administração da medicação com eficiência para gravidez resultante de estupro.

PLC-3-2013
Dilma não cumpre promessa de campanha e abre as portas do país para o aborto

“É importante a correção porque esse texto é exatamente o que é recomendado pelo Ministério da Saúde para vítimas de estupro, ou seja, usar a medicação até 72 horas para se evitar gravidez de vítimas de estupro. A oferta de medicação no tempo adequado para evitar gravidez de vítimas de estupro”, disse Padilha.

Pela atual legislação, em caso de gravidez resultante de estupro, é permitido à vítima realizar o aborto, bastando para isso assinar um documento no próprio hospital.

Com a lei sancionada nesta quinta, as vítimas também terão direito a diagnóstico e tratamento das lesões no aparelho genital; amparo médico, psicológico e social; profilaxia de doenças sexualmente transmissíveis, realização de exame de HIV e acesso a informações sobre seus direitos legais e sobre os serviços sanitários disponíveis na rede pública.

Para a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, as medicações  “na hora certa” vão evitar abortos.

“É um projeto que, ao evitar a gravidez com e medicações corretas, precisas, na hora certa, ele também evita possíveis abortos caso a mulher resolva fazê-lo. É um projeto que está dentro da conduta do nosso governo e deixará, amenizará definitivamente o sofrimento de crianças, mulheres e pessoas portadoras de deficiências e de meninas que sofrem o estupro e a violência sexual”, disse.

Segundo Padilha, a atual política do Ministério da Saúde já prevê “atendimento humanizado”.

“Esse projeto transforma em lei aquilo que já é um política estabelecida em portaria do Ministério da Saúde que garante tratamento humanizado, respeitoso, a qualquer vítima de estupro”, afirmou.

As entidades religiosas também chegaram a pedir veto ao inciso sobre a “pílula do dia seguinte” por entenderem que o termo abre brecha para médicos realizarem aborto. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, rebateu os críticos e disse que projeto diminui a incidência de aborto.

“O que temos a dizer é que é exatamente um projeto que além de prestar o apoio humanitário essencial para a mulher que foi vítima de uma tortura, porque todo estupro é uma forma de tortura, ele permite que ela não passe por um segundo sofrimento, que é o aborto legal.  Sancionando um projeto que foi aprovado por unanimidade no Congresso Nacional, onde há uma cativa bancada da família, é corrigir esse projeto que vem do Congresso com uma ambiguidade que, sim, poderia abrir essa brecha.  Apoiamos esse projeto sem abrir nenhuma porta para a prática do aborto e diminuindo a incidência do aborto legal”, disse.

Algumas entidades religiosas também pediram veto ao trecho que trata do fornecimento de informações pelos hospitais às mulheres vítimas de violência sexual. O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) chegou a protocolar na Presidência da República, no mês passado, um ofício argumentando que não cabe a hospitais oferecer orientação jurídica,  responsabilidade que seria apenas das delegacias de polícia e outras autoridades, segundo o parlamentar.

Termo

O projeto de Lei que será enviado pela presidente com o objetivo de corrigir imprecisões na lei altera o termo “profilaxia da gravidez” por “medicação com eficiência precoce para prevenir gravidez resultante de estupro”. O texto informa que “a expressão ‘profilaxia da gravidez’ não é a mais adequada tecnicamente e não expressa com clareza que se trata de uma diretriz para a administração de medicamento voltados às vítimas de estupro”.

Com a alteração, disse Padilha, o governo reconhece que a “atitude correta para se evitar a gravidez de mulheres vítimas de estupro é oferecer medicação em tempo adequado, até 72 horas”.

A presidente também propõe a substituição do artigo 2º da lei, que da forma como foi aprovado no Congresso, considera violência sexual “qualquer forma de atividade sexual não consentida”. O projeto que será enviado considera “todas as formas de estupro, sem prejuízo de outras condutas em legislação específica”. De acordo com Padilha, a alteração protege pessoas com deficiência mental e crianças.

“O texto aprovado inicialmente é vago e deixa dúvidas quanto à extensão dos casos que seriam abrangidos pela lei”, informa o projeto.

Estupro

Segundo dados encaminhados pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, estima-se que, a cada 12 segundos, uma mulher é estuprada no Brasil. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que em cinco anos os registros de estupro no Brasil aumentaram em 168%: as ocorrências subiram de 15.351 em 2005 para 41.294 em 2010. Segundo o Ministério da Saúde, de 2009 a 2012, os estupros notificados cresceram 157%; e somente entre janeiro e junho de 2012, ao menos 5.312 pessoas sofreram algum tipo de violência sexual.

Enquanto isso no site da CNBB…. PLC 3/2013, que abre as portas ao aborto, é aprovada parcialmente pela Conferência dos Bispos

CNBBDefendido o Veto Total por vários pró-vidas no país e fora da PL 3/2013, a CNBB – Conferência Nacional do Bispos do Brasil – pede apena o veto parcial da medida.  A entidade não ouviu o clamor de muitos de sues fiéis e de manifestantes pró-vida pelo país pedido o veto total da Presidenta. A CNBB apoio o texto e pede veto parcial apenas a essa medida que abre as portas para o aborto no país. 

Lei a nota

Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB, representou a Conferência em audiência na última quarta-feira, 17 de julho, com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann e o ministro-chefe da secretaria-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, tendo também a participação de outras entidades religiosas e movimentos em defesa da vida, para pedir veto de dois incisos do artigo terceiro do PLC 3/2013.

O secretário considera a importância do Projeto de Lei, no entanto, ele afirma que a CNBB “apoia o veto dos incisos IV e VII do artigo terceiro que trata sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”. A Presidente da República tem até o próximo dia 1º de agosto para a sancionar a Nova Lei.

Veja quais são os dois incisos:
IV – profilaxia da gravidez.
VII – fornecimento de informações às vítimas sobre os direitos legais e sobre todos os serviços sanitários disponíveis.

O que o Papa Francisco diria? E você? Como diria o Padre Paulo Ricardo, ” a avenida está aberta”. Oremos Brasil. Essa lei abre as fronteiras para o genocídio de inocentes. Com essa medida os hospitais terão autonomia para fazerem o aborto ou as mulheres que queiram fazer terão autonomia legal para questionar na justiça esse direito. Oremos… 

Arcebispo argentino assegura que o Papa Francisco tem uma “firmíssima” postura contra o aborto

Dom Carlos María Franzini

(ACI/EWTN Noticias).- O Arcebispo da Mendoza (Argentina), Dom Carlos María Franzini, recordou que o Cardeal Jorge Mario Bergoglio, atual Papa Francisco, liderou junto à Conferência Episcopal da Argentina (CEA), uma “firmíssima” postura contra o aborto e a favor da vida.

Em uma entrevista concedida ao Grupo ACI, Dom Franzini, que trabalhou durante bom tempo com o Papa Francisco, sublinhou que o Cardeal Bergoglio durante os anos da direção do Episcopado Argentino, “teve uma firmíssima postura a favor da vida, e não poderia ser de outra maneira”.

O Prelado denunciou que nos últimos anos na Argentina se desenvolve com especial virulência uma sutil estratégia a favor da cultura do aborto que apresenta como “não sendo mal, o que é intrinsecamente mal”, a que o Papa Francisco respondeu por muitos anos “com uma ampla batalha a favor da vida em seu mais amplo espectro, desde o início de sua concepção, até a morte natural”.

Dom Franzini explicou que há mais de 10 anos a CEA publica sua firme posição contra o aborto e precisou que “em todas estas declarações, estiveram muito presente o pensamento e a mão do Cardeal Bergoglio”.

“É uma comprometida batalha a favor da vida, não é contra ninguém, mas a favor da vida, que de tantas formas é ameaçada. A vida é ameaçada pelo aborto, e pelos que com eufemismos querem fazer com que não seja um crime”, asseverou.

Do mesmo modo, o Prelado também deplorou aqueles que colocam em perigo a vida das pessoas promovendo o consumo de drogas ou de álcool e também aqueles que de alguma forma colaboram com tudo aquilo que gera fome ou violência em qualquer de suas formas.

“A batalha a favor da vida tem muitas frentes, e quisemos como Episcopado Argentino ter mais de uma palavra para estimular o compromisso dos crentes nesta luta”, concluiu.

Por sua parte o Papa Francisco se pronunciou em diversas ocasiões contra o aborto, e em uma carta enviada aos líderes do G8 e assinada no último dia 15 de junho, recordou que é necessário defender a vida dos mais fracos “inclusive daqueles que se encontram dentro do ventre de sua mãe”.

De igual modo, no dia 12 de maio deste ano, dentro do marco da canonização da primeira Santa colombiana, a Madre Laura, pediu que se “garanta a proteção jurídica do embrião”, e “se proteja o ser humano desde o primeiro instante de sua existência”.

“O aborto nunca é uma solução”, disse o Cardeal Bergoglio em setembro de 2012, depois da publicação de um protocolo para abortos não puníveis na capital argentina.

ONU reconhece que o aborto não é direito humano

(ACI/EWTN Noticias).- Ao emitir uma histórica resolução sobre mulher, paz e segurança, o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) rechaçou a pretensão de que as vítimas de estupros em tempos de guerra tenham um suposto direito ao aborto.

 Em sua resolução 2106, adotada em 24 de junho de 2013, o importante organismo da ONU rechaçou qualquer medida que pretenda legitimar o aborto e a pílula do dia seguinte nos países membros.

O Secretário Geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, realizou um relatório a inícios de 2013, assegurando que o aborto e a pílula do dia seguinte são um “componente integral” de qualquer resposta à violência sexual em situações de conflito.

Entretanto, o Conselho de Segurança da ONU simplesmente “tomou nota da análise e recomendações contidas” em seu relatório, rechaçando diplomaticamente suas sugestões.

A resolução aprovada pelo Conselho de Segurança está centrada na prevenção e atenção da violência sexual em situações de conflito, o qual alcança a mulheres e crianças em acampamentos de refugiados.

Algumas delegações promotoras do aborto ante a ONU protestaram pelo rechaço ao aborto como direito humano.

A delegada da França, Najat Vallaud-Belkacem, questionou: “Por que continuam discutindo os direitos sexuais e reprodutivos das vítimas da violência sexual?”, enquanto que Karin Enstrom, em representação dos países nórdicos demandou como “crucial” a disponibilidade do aborto e da pílula do dia seguinte em situações de conflito.

O Conselho de Segurança da ONU rechaçou também incluir supostos direitos específicos para as pessoas homossexuais.

Juventude Socialista da Espanha usa imagem de “mulher crucificada” para defender o aborto

ppanunciosocialistas13052013(ACI/EWTN Noticias).- As Juventudes Socialistas da Galicia (Espanha) lançaram uma campanha para evitar que se reforme a lei do aborto -tal como exigem os pró-vidas ao Governo-, e para isso não duvidaram em usar a imagem de uma mulher crucificada com o rosto tapado com o lema “Tens direito à vida, tens direito a decidir”.

Conforme informou a Europa Press, a campanha será lançada pelas redes sociais. Para o secretário geral de Juventudes Socialistas, Aitor Bouza, a reforma da lei do aborto é “um retrocesso próprio de tempos franquistas” porque tira “o direito de decidir às mulheres”.

Por isso se mostrou a favor de manter a lei do aborto aprovada pelo PSOE em 2010, que modificou a legislação de 1985.

A lei de 2010 liberalizou o aborto até a 14ª semana de gestação e até a 22ª semana para quando há “graves riscos para a vida ou a saúde da mãe ou do feto”, e em adiante quando há má formação do feto.

Segundo Bouza, a proposta para reverter esta legislação a favor dos nascituros responde “a razões ideológicas, lideradas pela Igreja Católica” e supõe “voltar para épocas passadas de manipulação e doutrinação”.

Nesse sentido, para a secretária de Igualdade dos jovens socialistas, Anabel Rey, reformar a lei tal como propõem os pró-vida, supõe situar-se “ao nível de países como a Polônia, Irlanda e Malta”, onde o aborto é restringido. No caso de Malta, o aborto não é legal em nenhum caso.

Defesa da vida

Como se recorda, a organização Derecho a Vivir anunciou recentemente que em 14 de maio apresentará a campanha “Apaga o Aborto”, com a qual procura reforçar seu pedido ao Governo de conseguir o “aborto zero”.

A campanha prevê encher as ruas da Espanha com publicidades pedindo o desaparecimento do aborto no país e será reforçada também com anúncios em internet, rádio e televisão.

A porta-voz, Gádor Jóia, disse que não queremos 300 abortos ao dia na Espanha, nem 120 mil anuais, mas o “aborto zero”.

Giro de Notícias: Canonização, Pró-Vida, YouCat, SOUC, Dia Mundial das Comunicações

Madre Lupita e Madre Laura
Madre Lupita e Madre Laura

Santas latino-americanas

O Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, assegurou que o Papa Francisco está “muito contente” porque na sua primeira cerimônia de canonização elevou aos altares duas religiosas latino-americanas, a Madre Laura da Colômbia e a Madre Lupita do México.

Pró-Vida

Mais de 20 mil pessoas, entre italianos e estrangeiros, saíram ontem às ruas de Roma (Itália) em um ambiente festivo para participar da terceira Marcha pela Vida, em que se pediu respeitar este direito humano inalienável e para protestar contra a legalização do aborto no país que desde 1978 causou a morte de mais de 6 milhões de bebês no ventre materno.

YouCat

Após distribuir em 2012 meio milhão de Catecismos YouCat para jovens por meio das dioceses do Brasil, a Ajuda àIgreja que Sofre começa a distribuir mais 1 milhão de exemplares do YouCat.

No início a meta foi, através das dioceses, alcançar os jovens engajados e que iriam à JMJ Rio. Já nesta segunda distribuição, a AIS buscou contatar diretamente os diversos grupos de estudo do catecismo jovem pelo Brasil e também atender às poucas dioceses que não foram contempladas no primeiro envio.

Semana de Oração Pela Unidade dos Cristãos – SOUC

289193A Igreja celebra entre os dias 12 e 19 de maio, a edição 2013 da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC), no hemisfério sul. O tema da Semana será “O que Deus exige de nós?”.  Inspirado em Miquéias 6,6-8, o material foi todo preparado pelo Movimento de Estudantes Cristãos da Índia, com a consultoria da Federação de Universidade Católica de Toda a Índia e do Conselho Nacional de Igrejas na Índia.

A Semana de Oração é promovida mundialmente pelo Conselho Pontifício para Unidade dos Cristãos (CPUC) e pelo Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e acontece em períodos diferentes nos dois hemisférios.

 

Dia Mundial das Comunicações

Neste domingo, 12, a Igreja comemora o Dia Mundial das Comunicações Sociais. Por ocasião desta data, Bento XVI, antes de apresentar renúncia ao Pontificado, publicou uma mensagem, em 24 de janeiro deste ano, ressaltando o papel das redes sociais na evangelização e no desenvolvimento humano. Leia a mensagem na íntegra AQUI.

Em Ipatinga-MG, a data foi celebrada em dois dias. No dia 10, sexta, aconteceu uma palestra no Plenário da Câmara com o tema “Redes Sociais e a evangelização”. No domingo, 12, um missa em Ação de Graças reuniu a comunidade e vários comunicadores da região. Na ocasião foi lançada mais um meio de comunicação para a Diocese de Itabira/Cel. Fabriciano, a revista Gálatas. O evento foi organizado pela Pastoral da Comunicação.

Agentes da Pascom da Diocese de Itabira/Cel. Fabriciano
Agentes da Pascom da Diocese de Itabira/Cel. Fabriciano

 

 

 

Mãe de Justin Bieber produz vídeo contra o aborto

Jeremy Bieber e Pattie Malette com o pequeno Justin recém-nascido (foto difusão)

(ACI/EWTN Noticias).- A mãe do cantor Justin Bieber, Pattie Malette, que deu a luz ao famoso artista quando ela tinha apenas 18 anos de idade, está produzindo um curtametragem pró-vida e contra o aborto com o qual espera arrecadar dez milhões de dólares para diversos centros materno-infantis ao redor do mundo.

Pattie Malette é a produtora do filme “Crescendo” cuja estréia será no próximo 28 de fevereiro.

A canadense de 37 anos assinalou em um comunicado que espera que sua participação em Crescendo alente “jovens mulheres de todo o mundo, como eu”, para que “elas saibam que têm um lugar aonde ir, pessoas que cuidarão delas e um lar seguro onde viver se ficarem grávidas pois (muitas) acreditam que não há lugar ao qual acudir”.

A mãe de Bieber estará presente em algumas pré-estréias deste curta conforme informou a produtora “Movie to Movement” na sexta-feira 18 de janeiro.

Malette tem escrito e falado extensamente sobre o vício das drogas e a vida desordenada que levava antes de ficar grávida de Justin Bieber. Aos 14 anos começou a consumir maconha, LSD e álcool. Aos 15 conheceu Jeremy, o pai do conhecido cantor. No ano seguinte deixou sua casa e se viu obrigada a manter-se com pequenos furtos e venda de drogas.

Aos 17 tentou suicidarse jogando-se na frente de um caminhão. No hospital onde foi atendida se converteu ao cristianismo. Em uma entrevista no Today Show em setembro de 2012, Malette se referiu à gravidez adolescente e à sua luta pessoal como mãe. Ela recordou ademais que muitos ao seu redor a pressionaram para que se submetesse a um aborto que ela sempre rechaçou.

Como mãe solteira (Jeremy se separou dela 10 meses depois do nascimento de Justin) Malette trabalhou em vários ofícios a tempo parcial. Como não pôde se graduar, uma vizinha cuidou do pequeno durante um ano para que voltasse à escola. Depois, já na universidade estudou, com uma bolsa de estudos, desenho gráfico.

Através de sua experiência e com seu testemunho, a mãe do jovem cantor canadense quer fazer ver que as jovens que se encontram em uma situação como a que ela viveu há quase duas décadas, que sim existem pessoas e instituições que as podem ajudar.

Promotores do aborto “preocupados” com o eficiente trabalho de líderes pro-vida na Europa

Ignacio Arsuaga

 (ACI).- Depois de tomar conhecimento que o lobby do aborto europeu elaborou uma lista identificando os 27 líderes pro-vista mais eficazes, Ignacio Arsuaga, presidente da plataforma espanhola HazteOír –incluído nessa relação– assegurou que isto responde a uma crescente “preocupação” dos promotores da cultura de morte pelo eficaz trabalho dos defensores da vida europeus.

Em declarações ao grupo ACI nesta segunda-feira, 22 de outubro, Arsuaga assinalou que o documento, distribuído há poucos dias em uma reunião seletiva de abortistas dentro dos foros do Parlamento Europeu, “só pode significar que aqueles que atacam a dignidade da vida humana, a liberdade educativa, a liberdade religiosa ou a família estão preocupados porque os enfrentamos cada vez mais e melhor”.

A finalidade da lista, chamada “As 27 mais importantes personalidades anti-eleição (contrárias ao aborto)”, para o líder do HazteOír é clara: “dar nome àqueles considerados como inimigos. Identificar as pessoas e os grupos cívicos que estão dando a cara de maneira mais relevante na batalha cultural a favor do direito a viver dos seres humanos não nascidos”.

“A reunião de 10 de outubro onde foi repartido esse dossiê  foi organizada pelo ‘European Parliamentary Forum on Population and Development (EPF)’, um lobby de captação de recursos europeus para promover o aborto”, indicou.

Na lista ordenada pelos abortistas figuram, além de Ignacio Arsuaga e Jorge Soley Climent da Espanha, estão Sophia Kuby, da Alemanha, sob o título de “direita dura católica”.

Considerados como “personalidades populares católicas continentais” encontram-se os políticos italianos Carlo Casini e Luza Volontè, a austriaca Gudrun Veronika Kugler, a fundadora do Foro Europeu para os Direitos humanos e a Família, Catherine Vierling, entre outros. Também faz parte da lista o italiano Massimo Introvigne, defensor da liberdade religiosa na Europa.

Para Ignacio Arsuaga, o ver-se incluído na lista negra dos abortistas como presidente da plataforma HazteOír se deve, principalmente, ao êxito terminante do VI Congresso Mundial de Famílias, realizado em Madrid em maio deste ano.

Arsuaga recordou que neste evento participaram “milhares de pessoas e foram congregados os maiores peritos pró vida e pró família do mundo”.

“Mas provavelmente também nossa implicação na defesa dos mais fracos através de nossa plataforma Direito a Viver e sua influência na Hispanoamérica, onde os organismos internacionais e os grupos pró aborto estão desenvolvendo seus maiores esforços na atualidade”, disse.

O líder da plataforma pró-vida HazteOír assinalou ao grupo ACI que em pouco mais de 10 anos de existência, esta organização defensora da vida e a família obteve “uma capacidade de influência que quem defende posturas antagônicas não puderam ignorar”.

“Em 2001 começamos uns poucos amigos com um computador, uma página web rudimentar e um orçamento ridículo. Hoje somos mais de 5.000 sócios e uma comunidade de 300.000 cidadãos ativos”.

Entretanto, Arsuaga sublinhou que não desejam atribuir-se “mérito algum no fato que outros nos assinalem ou nos critiquem”.

“Sempre dissemos que, diante deste modo de atuar, nossa melhor resposta é seguir trabalhando, dedicando apenas o tempo que for imprescindível para defender-nos legitimamente”, concluiu.

A favor da vida: Menina grávida do pai decide não abortar

O portal de notícias G1 publicou nesta segunda-feira (27/08), a decisão de não praticar aborto, tomada por uma menina de 14 anos, após ter sido estuprada pelo próprio pai. O fato é uma importante “vitória” do movimento pró-vida sobre a cultura da morte. As aspas na palavra “vitória” devem-se às circunstâncias trágicas e complexas da história, pois, obviamente, uma gravidez decorrente de um crime  pode ser fonte de muitos sofrimentos. Todavia, o que nos causa alívio nessa situação foi a sábia, porém, difícil escolha da garota de seguir em frente com a gravidez, mesmo diante das pressões do lar e do lobby abortista que circunda os ambientes hospitalares do Brasil.

É dentro desse quadro que se encaixa a “vitória” da vida sobre a morte. Sem essa  contextualização correríamos o risco de fazer falsos juízos a respeito do que é bem e do que é mal. Por isso, creio que seja importante compreender que uma tragédia nessas proporções, ou seja, uma gravidez fruto de um estupro com agravante de incesto, não pode ser interpretada como “da vontade de Deus”, pois o mal nunca é vontade de Deus, embora Ele o permita existir moralmente.

Assim diz o Catecismo da Igreja Católica sobre o incesto e o estupro:

2356. A violação designa a entrada na intimidade sexual duma pessoa à força, com violência. É um atentado contra a justiça e a caridade. A violação ofende profundamente o direito de cada um ao respeito, à liberdade e à integridade física e moral. Causa um prejuízo grave, que pode marcar a vítima para toda a vida. É sempre um acto intrinsecamente mau. É mais grave ainda, se cometido por parentes próximos (incesto) ou por educadores contra crianças a eles confiadas.

O que podemos concluir desse trecho do Catecismo? Que as ações desse pai que resultaram na gravidez dessa filha são perversas, pecados de matéria grave. Quanto à gravidez, ela, de per si, não é má, porque a geração de um filho é um Dom de Deus. Porém, a circunstância na qual essa gestação surgiu é dolorosa e fonte de sofrimento, pois remete imediatamente a um trauma pelo qual nenhum ser humano merece passar. Por outro lado, pode ser causa de expiação e conversão se vivida na perspectiva da cruz de Cristo. Lembremos-nos que não existe mal tão grande que dele Deus não possa tirar um bem ainda maior.

Ademais, embora esse filho tenha sido gerado de um estupro, ele, sendo outro indivíduo, não tem culpa das práticas abomináveis de seu pai. Portanto, não tem por que pagar por um crime que não cometeu. Não se sana uma dor criando outra. Desse modo, não se pode admitir, sob nenhum pretexto, a legitimidade de um possível aborto que viesse a acontecer. Assim, entendemos a decisão da menina desse caso como uma “vitória” do pró-vida sobre os defensores do aborto.

A matéria do G1 destaca que a adolescente só decidiu não abortar depois de ter visto vídeos que demonstravam como é feito o procedimento do aborto. Isso reforça aquilo que os pró-vida já dizem há muito tempo: a gestante que é informada claramente sobre o que é um aborto sempre escolhe a vida. Diante do peso de um estupro, carregar a cruz de um homicídio não seria um alívio, pelo contrário, apenas mais uma dor.

Elba Ramalho denuncia: governo da presidente Dilma se contradiz ao promover o aborto

Achei linda a entrevista e vale a pena ver tudo.

Em entrevista exclusiva, disponível agora na íntegra no canal da ACI Digital no YouTube, a cantora católica e pró-vida Elba Ramalho denuncia a promoção do aborto no governo da Presidente Dilma Rousseff e se diz entristecida pelo fato de que a mandatária, quando candidata, havia prometido não legalizar o aborto, mas agora está sendo “conivente” com a promoção dessa prática antivida, permitindo medidas como a edição da norma técnica do Ministério da Saúde que viria a instruir as mulheres a realizar o aborto impunemente, garantindo ainda recursos públicos para esse fim.

Elba Ramalho denunciou no seu diálogo com ACI Digital no último 24 de julho, na cidade do Rio de Janeiro, que o governo Dilma se contradisse ao permitir o avanço do lobby abortista e ofereceu seu testemunho na luta contra esse mal da sociedade de hoje lançando um apelo para que as jovens brasileiras sejam conscientes do valor da vida e que não matem os seus filhos no ventre no caso de uma gravidez.

A cantora afirmou que esteve com a presidente em uma ocasião na qual a então candidata pelo Partido dos Trabalhadores assegurou que não legalizaria o aborto no Brasil. Admitindo sua decepção, a artista manda um recado a Dilma Rousseff:

“Querida presidente, eu fui a uma reunião sua, quando a senhora disse que não legalizaria o aborto no Brasil. E muito me entristece hoje, como artista e cidadã brasileira, ver o seu governo caminhar por vias contrárias e enganadoras, tentando convencer a nossa sociedade, amparando grupos feministas patrocinados por empresas internacionais, multinacionais que querem produzir a morte exigindo mais abortos no Brasil como controle de natalidade”.

A cantora disse ainda: “me entristece que a senhora seja conivente com isso”. “Isto é mais um jogo para chegar a uma legalização, vamos dizer assim, um pouco “camuflada” do aborto, ou seja, legalizar a morte”, disse Elba mais adiante na conversa com o grupo ACI.

“Então, a gente está aqui hoje assumindo uma posição mais forte e mais direta porque a gente enfrenta realmente uma estrutura pesada, abortiva, uma estrutura que quer ver o sangue de crianças inocentes derramado no mundo”, disse a cantora brasileira.

“Se o jovem se conscientiza hoje que abortar é tão fácil quanto tomar um copo d’água, e ele não assume a responsabilidade dos seus atos, a nossa sociedade se extingue em muito pouco tempo. (…) É preciso que o jovem entenda que o aborto é a morte de uma criança que está no ventre de sua mãe, e ele acontece quando sua mãe consente que a sua criança seja assassinada”, assinalou.

“O povo brasileiro não é conivente com a morte! (…) Garotas do Brasil, meninas do Brasil, jovens do Brasil, acordem! É Pecado, é crime: Não Matarás!”.

“Se você não crê em Deus, creia que você mais adiante, que você na sua terceira idade e na sua velhice isso vai lhe pesar tanto sobre os ombros, sobre a sua consciência, você vai chorar lágrimas de sangue, você vai se arrepender…”, disse Elba Ramalho, que admitiu na mesma entrevista ter feito um aborto e após ter recebido o perdão de Deus e voltado para a Igreja Católica, hoje se dedica a defender a vida.

Falando sobre a pressão e as ameaças de alguns grupos feministas que ela vem recebendo, a cantora afirmou à nossa agência: “eu não tenho medo, eu não me sinto afrontada”.

Elba disse que na verdade, essas afrontas causam-lhe tristeza, porque muitas vezes provêm de grupos integrados por pessoas “frias”, e em alguns casos, constituídos de “juízas, médicos, médicas, professoras, filósofas, mulheres que são uma minoria, uma minoria que grita muito, faz muito barulho. Mas elas também são financiadas por empresas internacionais, nós sabemos disto, e eu estou dizendo aqui baseada em fatos concretos”.

“Elas recebem apoio, “money””, enfatizou a cantora, “para elas gritarem e ameaçarem: Elba Ramalho fique longe do meu útero, se ela for cantar em tal lugar a gente vai apedrejar… Os cães ladram, mas caravana continuará cantando e defendendo a vida.” “Isso não me afeta em nada”, asseverou.

“Eu fico feliz por vocês (da ACI Digital) estarem aqui me dando a oportunidade de falar. Estamos juntos, esta é uma luta toda, de todos nós e obrigado…Eu faço isso com muita humildade com muita gratidão a Deus, que pelas mãos daVirgem Maria me colocou diante desta obra e o assumo com muita responsabilidade, muita consciência e muita alegria no meu coração”, concluiu Elba Ramalho.

Elba também gravou uma especial mensagem em defesa da vida para os leitores da ACI Digital e todos os defensores da vida no Brasil que pode ser vista em: http://www.youtube.com/watch?v=BfSFijYA91Y

Para parabenizar a cantora brasileira pelo seu trabalho pró-vida não deixe de demonstrar seu apoio através dos comentários no nosso canal no YouTube.

Fonte ACI Digital

A favor da vida: Mãe brasileira adia tratamento de câncer e salva seu bebê do aborto

 (ACI/EWTN Noticias).- Simone Calixto uma mãe brasileira que se recusou a submeter-se a um aborto, como sugeriram os médicos em Ontario (Canadá) após o diagnóstico de câncer de mama que recebeu quase ao mesmo tempo que soube que estava grávida. Depois de optar pela vida de sua pequena viajou ao Brasil onde completou seu tratamento e teve seu bebê.

Os médicos canadenses indicaram a Simone, uma médica de 39 anos, que abortasse, pois sua gestação incrementava o tamanho do tumor em seu peito devido aos hormônios.
“Eles me disseram que a gravidez estava alimentando o tumor com hormônios, que dificilmente o bebê sobreviveria e que o mais seguro era interromper a gestação para poder fazer o tratamento correto”, disse Simone em entrevista ao Jornla O Estado de São Paulo.

Tal como recorda Simone, os médicos do melhor hospital de Ontario, a cidade em que residia, disseram-lhe que sem este passo (o aborto) não poderiam oferecer-lhe o tratamento.
“Se naquele centro de referência eles tinham essa conduta, percebi que em nenhum outro hospital seria diferente”, lamentou a mãe brasileira na sua entrevista ao “Estadão”.

Pressionada pela urgência de uma decisão para o procedimento, Simone afirmou que sentiu que ia morrer: “Senti que ia morrer, minha alma agonizava”, disse ao jornal paulistano.

Diante da situação, Simone Calixto decidiu usar o sonar, um aparelho que permite escutar os batimentos do coração do bebê no útero.
“Coloquei o sonar na barriga e em dez segundos comecei a ouvir o coraçãozinho. Senti que ele estava bem vivo”, afirmou.

Além disso, Simone recordou ter visto um programa de televisão brasileiro, no qual apresentaram um caso similar ao seu no qual o bebê nasceu são. Logo contatou o doutor Waldemir Rezende o especialista citado na notícia e viajou ao Brasil.

Em seu país natal, Calixto chegou às 36 semanas de gravidez e deu à luz através de uma cesárea. O súbito crescimento do tumor em seu peito, apesar da quimioterapia realizada, a obrigou a adiantar o parto.

A pequena Melissa nasceu sã, com apenas uma leve dificuldade respiratória. Posteriormente extirparam o tumor no seio de Simone.

Simone agora deve enfrentar uma bateria de exames que não puderam ser feitos durante a gravidez, como tomografias e mais sessões de químio.

“O mais difícil já passou. A Melissa é um milagre, uma promessa que se cumpriu”, afirmou Simone em sua entrevista.

Governo falta com a palavra e promove o aborto, alertam pró-vidas de São Paulo

SÃO PAULO, 06 Jul. 12 / 04:15 pm (ACI).

Em um texto aprovado em reunião extraordinária de 23 de junho o presidente da comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1, Dom Benedito Simão, bispo de Assis (SP), assinou um texto denunciando que, ao contrário das promessas feitas pela então candidata Dilma Rousseff de não promover o aborto no Brasil, o governo brasileiro vem aprovando medidas que poderiam resultar, na prática, na sua aprovação irrestrita.

Segundo recorda o texto da Comissão: “No dia 16 de outubro de 2010, a então candidata a Presidente da República, Dilma Rousseff, assinou uma carta de compromisso na qual afirmava: “Sou pessoalmente contra o aborto e defendo a manutenção da legislação atual sobre o assunto. Eleita Presidente da República, não tomarei a iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação do aborto e de outros temas concernentes à família”.

Entretanto, no mesmo mês de outubro de 2010, o Diário Oficial da União publicava a prorrogação, até fevereiro de 2011, do termo de cooperação Nº 137/2009, assinado alguns dias antes pelo governo Lula, criando no Ministério da Saúde um grupo de “estudo e pesquisa para despenalizar o aborto no Brasil e fortalecer o SUS”. Um novo termo de cooperação Nº 217/2010 foi publicado no Diário Oficial do dia 23/12/10 para criar um “grupo de estudo e pesquisa para estudar o aborto no Brasil e fortalecer o SUS”. Do nome do grupo foi retirado o termo “despenalizar”, mas os demais nomes e detalhes são os mesmos que favorecem a agenda abortista.

Este novo termo de cooperação foi prorrogado através de nova publicação no Diário Oficial de 22/12/11 e novamente prorrogado com publicação no Diário Oficial de 09/01/12 para vigorar até 30/08/12, já durante o governo Rousseff.

“Se a Presidente Dilma fosse coerente com o que escreveu na carta de 16 de outubro, logo eleita, acabaria com este grupo de estudo e pesquisa. Mas não foi isto que ela fez”, denuncia o texto.

A escolha de Eleonora Menicucci para o gabinete da Presidente Dilma também foi criticada.
“Em fevereiro deste ano, a Presidente Dilma designou a socióloga Eleonora Menicucci para Ministra da Secretaria de Políticas das Mulheres. A nova Ministra, que também integra o grupo de estudo sobre o aborto, fez apologia do mesmo, relatou ter-se submetido pessoalmente duas vezes a esta prática e afirmou que levaria para o governo sua militância pelos “direitos sexuais e reprodutivos das mulheres” como afirmou o Jornal A Folha de São Paulo em sua edição de 07-02-2012.

“As decisões e os atos de uma pessoa falam mais alto do que as palavras faladas ou escritas. Com a designação de Eleonora Menicucci como Ministra das Políticas para as Mulheres, a Presidente Dilma rasgou a carta de 16 de outubro de 2010, pois entrou em contradição com o compromisso assumido naquele documento”, assevera o texto da comissão em defesa da vida do regional Sul 1 que corresponde ao estado de São Paulo.

Talvez a denúncia mais grave do texto seria o fato que o governo brasileiro “estaria implantando, através do Ministério da Saúde, uma nova estratégia, desenvolvida pelos promotores internacionais do aborto, para difundir esta prática, burlando a lei sem, por enquanto, modificá-la”. Segundo esta estratégia, “o sistema de saúde passará a acolher as mulheres que desejam fazer aborto e as orientará sobre como usar corretamente os abortivos químicos, garantindo em seguida o atendimento hospitalar, e serão criados centros de aconselhamento para isso”.

Segundo declarações da Ministra Menicucci à imprensa orientar as mulheres às clínicas de aborto não constitui um delito, Para a ministra, “somente é crime praticar o próprio aborto”, “não é crime orientar uma mulher sobre como praticar o aborto”.

“Como coroamento de todo este trabalho de difusão da prática do aborto, mesmo deixando as leis como estão, o Correio Braziliense, do dia 9 de junho, noticia a possibilidade por parte do Ministério da Saúde de liberar para o público a venda de drogas abortivos, atualmente em uso somente nos hospitais”, denuncia ainda o texto assinado pelo bispo de Assis (SP).

“De fato, esta é a política da Presidente Dilma: incentivar e difundir o aborto, favorecendo os interesses de organismos internacionais que querem impor o controle demográfico aos países em desenvolvimento, mesmo se isto leva a Presidente a desrespeitar a vontade da maioria do povo brasileiro, que é contrária ao aborto, e a infringir as mais elementares regras da democracia”.

“Não queremos que a Presidente Dilma faça pronunciamentos por palavras ou por escrito, queremos fatos:
1. A demissão imediata da Ministra Eleonora Menicucci da Secretaria das Políticas para as Mulheres.
2. A demissão imediata do Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães, que está coordenando a implantação das novas medidas a serem tomadas por esse Ministério.
3. O rompimento imediato dos convênios do Ministério da Saúde com o grupo de estudo e pesquisa sobre o aborto no Brasil”.

Assim conclui o texto da Comissão liderada por Dom Benedito Simão, quem na ocasião do 4º encontro das comissões diocesanas em defesa da vida do seu Regional, no dia 16 de junho deste ano, encorajou os presentes a seguirem lutando contra o aborto, já que toda vida nascente é a vida de um filho de Deus, “e Deus jamais nos aborta”.

Kit aborto: como assim?

Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues
Arcebispo de Sorocaba (SP)

É lamentável que os cuidadores da saúde pública, ao invés de se empenharem em promover a vida, se ocupem em formular políticas que acabam por estimular a prática do aborto.

O leitor, com certeza, se lembra do Kit Gay, proposta de um grupo do Ministério da Educação para combater a homofobia. A cultura gay criou a palavra homo-afetividade e seus derivados, para substituir a palavra homossexualidade e seus derivados, cujo peso semântico estaria impregnado de milênios de preconceito contra os homossexuais. Só que o conteúdo do Kit Gay, ao invés de educar para aceitação do diferente e de propor caminhos de uma solução ética para as questões levantadas pela problemática, transforma a exceção em ideal e não faz suficiente distinção entre homossexualidade e homossexualismo: aquela uma condição, na maioria dos casos, independente da vontade da pessoa e este, uma prática eticamente reprovável, que jamais poderá ser inscrita no horizonte daquilo que a história humana sempre entendeu por casamento. Infelizmente vivemos um momento “cultural” onde as palavras não traduzem mais a realidade objetiva das coisas, mas os desejos arbitrários de indivíduos ou de grupos de indivíduos. É dentro desse quadro “cultural” que, por pressão de grupos organizados, certas práticas acabam por receber respaldo legal.

É o que o Ministério da Saúde de nosso país pretende fazer através de uma coisa que se poderia chamar de Kit Aborto a ser distribuído nos hospitais públicos para as mulheres que querem abortar. O Estadão noticiou: “O Ministério da Saúde e um grupo de especialistas se reúnem para discutir um programa para aconselhamento de mulheres que decidiram abortar. A comissão vai sugerir a formulação de uma cartilha, com orientações para que o procedimento seja feito com segurança. A intenção é fecharmos o material de orientação em, no máximo, um mês”, afirmou o coordenador do grupo de estudos sobre o aborto da sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Thomaz Gollop. O formato final do programa será definido pelo Ministério. A cartilha conteria, por exemplo, informações para a mulher escolher o lugar do procedimento.

O uso de comprimidos à base de misoprostol, droga altamente abortiva, seria facilitado pela rede pública. “O projeto do Ministério da Saúde consiste na seguinte estratégia: a mulher grávida vai a uma unidade de saúde pública mais perto de sua casa e pega o Kit Aborto e vai para casa fazer o aborto ilegal de forma segura. Tudo isso financiado com o dinheiro público”. A justificativa são os milhões de abortos com milhares de mortes de mulheres(?!!!) que acontecem no Brasil em clínicas clandestinas. Sobre isso ponderou alguém: “Como foi feita essa pesquisa? Qual o método foi utilizado? Qual a amostragem? Chega de jogar na cara da população números sem sentido e sem explicação… Parece que essa história de “um milhão de abortos” não passa de mágica, de maquiagem, de ficção matemática.”

A proposta do Ministério da Saúde pretende que o Kit Aborto “seja um componente da política de planejamento reprodutivo”. O que é uma evidente aberração lógica. “De um lado, a política de planejamento reprodutivo pressupõe a reprodução, isto é, uma mulher vai ficar grávida, ter um filho, etc. Com isso, é descartada a morte do feto por meio da realização do aborto. Do outro lado, é preciso ver que esse argumento é uma frase bonita, uma espécie de poesia, para disfarçar a verdadeira intenção, que é a legalização indireta do aborto e, ainda por cima, com financiamento público.” É lamentável que os cuidadores da saúde pública, ao invés de se empenharem em promover a vida, se ocupem em formular políticas que acabam por estimular a prática do aborto.

Compete aos cristãos e a todas as pessoas que conservam o senso sagrado da inviolabilidade da vida humana (a vida do feto é vida humana), a missão de lutarem por todos os meios para que o aborto seja banido da face da terra. Essa missão nós a realizamos de três maneiras: a) pela mobilização contra projetos de lei e contra medidas governamentais pró-aborto; b) pela formação das consciências das crianças e dos jovens no sentido da defesa da vida sempre e em todas as etapas de seu desenvolvimento; c) pela presença e apoio a mulheres grávidas com dificuldades de levar adiante a gravidez. A Igreja procura também ir ao encontro das mulheres, que se submeteram em momentos de desespero ao aborto, com o chamado Projeto Raquel. “O Projeto Raquel é o ministério de cura pós-aborto da Igreja Católica nos Estados Unidos (e agora em diversos países) e está em atividade sob alguma forma na maioria das dioceses com o nome Projeto Raquel ou outro similar.”

Em Sorocaba ainda não o temos implantado. Mas eis o depoimento de alguém que recebeu o apoio desse serviço da Igreja: “O Projeto Raquel me deu a capacidade de me afastar de uma vida de desespero e culpa e começar uma nova vida de esperança e perdão. Uma experiência única… Eu nunca mais serei a mesma.”