Diocese nos Estados Unidos estuda o caso da “hóstia que sangra”

(ACI).- A diocese do Salt Lake City nos Estados Unidos iniciou uma investigação sobre um fato que chamou atenção dos fiéis. Uma hóstia consagrada devolvida ao celebrante da missa, e posta em um copo d´água, ainda não se dissolve, e dentro dela é possível ver marcas de sangue. O caso está ficando conhecido como a “hóstia que sangra”.

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No último 27 de novembro, a diocese de Salt Lake enviou à imprensa uma declaração sobre a “hóstia que sangra”, que se encontrava na Igreja de São Francisco Xavier.

O canal KUTV de Utah assinala que um sacerdote dessa igreja deu a hóstia consagrada a um menino para que comungasse e um parente disse ao presbítero que o pequeno não tinha feito sua primeira comunhão – ou não era católico – e por isso a devolveu.

A hóstia logo foi colocada em água para que se dissolvesse como costuma fazer-se nestes casos de acordo com as normas litúrgicas.

Entretanto, a hóstia não se dissolveu e ainda, depois de alguns dias, apareceram nela manchas vermelhas, talvez de sangue. Alguns sugerem que poderia tratar-se de um milagre, enquanto outros afirmam causas naturais para o acontecimento.

O fato é que o Administrador Diocesano do Salt Lake City, Mons. Colin F. Bircumshaw, designou uma comissão ad hoc de “indivíduos de distintos campos para investigar o tema”.  O grupo inclui cientistas e pesquisadores.

“O processo já está em marcha e os resultados serão feitos públicos”, indicam as autoridades da diocese.

A hóstia que é objeto da investigação está sob custódia do Administrador Diocesano. “Diferentemente do que assinalam os rumores, não há planos de expô-la publicamente ou para a adoração”, precisa o texto.

A declaração, que leva a assinatura do Mons. M. Francis Mannion, Presidente do Comitê de investigação, assinala ainda que “qualquer que seja o resultado da investigação, podemos usar este tempo para renovar nossa fé e devoção no maior dos milagres: a presença real de Jesus Cristo que se dá em cada Missa”.

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Imagem da Virgem permanece intacta após incêndio em base militar

(ACI).- No dia 30 de julho, a onda de calor na Espanha provocou um incêndio que danificou o interior da base militar ‘El Goloso’, localizada no norte da capital. Quando apagaram o fogo ficaram surpreendidos, pois a imagem da Virgem Maria colocada neste local permaneceu intacta.

O escritor e jornalista José Maria Zavala publicou nas redes sociais, difundindo este fato por meio da sua conta no twitter.

Foto: Jose Maria Zavala/ Twitter
Foto: Jose Maria Zavala/ Twitter

Na foto, vemos que ao redor da imagem da Virgem a grama estava queimada e parecia que as chamas de fogo tivessem respeitado a zona que rodeava a imagem. Zavala acrescentou que a imagem de cor branca não escureceu por causa da fumaça.

A relação entre a base militar e a Virgem Maria tem uma longa história. Desde 2004, o Batalhão de Infantaria Carros de Combate Leão III/61 do Regimento de Infantaria Couraçada Alcázar de Toledo 61, o qual tem um quartel nesta base, está vinculado com a Irmandade de Nossa Senhora da Paz.

Este batalhão apoia a Irmandade durante as festas religiosas e as procissões, colaborando com a banda musical e com os que realizam escoltas em eventos solenes e são enviados a comissões de honra, e geralmente são aquelas que ficam diante das procissões para garantir a ordem.

No ano passado e como parte da celebração da festividade da Virgem da Paz, este batalhão recebeu o XXI Prêmio da Paz aos Valores Humanos concedido pela Irmandade Nossa Senhora da Paz em mérito às operações de paz que realizou há 20 anos em lugares como Líbano, Iraque, Haiti, Guatemala, Mali, Somália, Kosovo e Bósnia-Herzegovina.

A Irmandade destacou no seu site “a bravura, a entrega, a abnegação, a perseverança, o sacrifício e a generosidade” destes soldados. Acrescentaram que o batalhão esperou com “muito entusiasmo” este prêmio.

Segundo Madrid Press, o batalhão doou uma parte econômica do prêmio às Irmãs Servas de Maria Ministras dos Doentes, cujo carisma é cuidar dos doentes em suas casas.

Fundada primeira igreja da maconha no mundo

Bill Levin, 59 anos, é o fundador da Igreja da Cannabis (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)
Bill Levin, 59 anos, é o fundador da Igreja da Cannabis (Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal)

Um notícia na time line do facebook me chamou a atenção e resolvi compartilhar com vocês. Nos EUA a maconha é liberada em alguns estados, mas isso nós já sabemos. O que me espantou e fez com que compartilhasse com vocês essa notícia é o fato de que em um estado que ainda não liberou o uso da maconha, Indianápolis (EUA) foi criada a primeira igreja da maconha, “Igreja da Cannabis”.

De acordo com a BBC Brasil, Bill Levin, de 59 anos, fundador da Igreja da Cannabis criou a nova doutrina para levar os ensinamentos de “paz e amor” e para cultuar o que ele chama de “planta mais saudável que existe no planeta”. A nova seita foi fundada em março de 2015 pouco após a lei “Religious Freedom Restoration Act” que protege a liberdade religiosa no estado.

“Eu vi o que realmente dizia a lei e aí entrei em um transe profundo e religioso com a cannabis, falei com Deus, ele tocou minha mão e me disse como fazer”, disse o fundador da Igreja à BBC Brasil.

Sobre a lei

Ela garante aos cidadãos o direito de exercer quaisquer crenças religiosas sem que sejam vítimas de processos na Justiça. Em prática a lei garante que se sua doutrina não permite apoiar algo você pode ir contra sem penas de um tribunal lhe processar. Lógico que o movimento LGBT questionou alegando homofobia.

Oportunidade

Diante de tamanha brecha, Levin criou uma página no Facebook e conseguiu a aprovação oficial para sua Igreja com base na nova lei, o que lhe garante reconhecimento oficial e isenção fiscal como as outras doutrinas possuem.

12 mandamentos da Cannabis

Após a aprovação Levin divulgou uma lista de 12 mandamentos. Nela´a mandamentos como: “Não seja um idiota, trate as pessoas igualmente e com amor”, ou “Ria bastante, espalhe bom humor; divirta-se na vida e seja positivo”. O último deles fala do “culto” à cannabis.

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Comunidade “evangélica” inteira se converte ao Catolicismo

A história abaixo é um tando quanto antiga. De 2001, mas vale a pena ler e conhecer o que ex-protestantes pensam sobre a Igreja e sua origem. O texto está publicado no blog O Fiel Católico. Leia:

O ex-pastor Alex Jones levou toda a sua comunidade para Igreja Católica

Em todo o mundo, cada vez mais protestantes e “evangélicos” retornam à Igreja Católica. Conheça a história do Pastor Alex e de sua comunidade evangélica.

ACONTECEU NOS ESTADOS Unidos. A “Igreja Cristã Maranatha” ficava na Av. Oakman, Detroit.

Tudo começou quando o pastor Alex Jones, 58 anos, passou a trocar o culto pentecostal por uma espécie de réplica da Missa. No domingo, 4 de junho de 2006, durante a celebração da Unidade Cristã e da Ascensão do Senhor, os líderes da congregação decidiram (por 39 votos a favor e 19 contra) dar os passos necessários para torná-la oficialmente católica. Uma história repleta de anseios, surpresas, amor e alegria.

“Eu pensava que algum espírito tinha se apossado dele”, disse Linda Stewart, sobrinha do pastor Alex. “Pensava que, na procura pela verdade, ele tinha se perdido”. Linda considera o tio como um pai, ela que foi adotada por ele desde o falecimento do verdadeiro pai. A preocupação da moça começou quando seu tio trocou o estudo da Bíblia, que era feito sempre às quartas-feiras, pelo estudo dos primitivos Padres da Igreja.

Gradualmente a congregação foi deixando o culto evangélico e retornando à Santa Missa: ajoelhar-se, o Sinal da Cruz, o Credo de Niceia, a Celebração Eucarística: todos os 9 passos. Linda explica: “Aprendi que a Igreja Católica era a grande prostituta do Apocalipse e o Papa era o Anticristo. E Maria? De modo algum! Éramos felizes e seguíamos Jesus. Eu estava triste e pensava: ‘ele está maluco se pensa que vamos cair nessa!’”.

O começo de tudo se deu quando Jones ouviu, num programa de rádio chamado “Catholic Answers” (‘Respostas Católicas’), o debate entre o protestante David Hunt e o apologista católico Karl Keating. O católico fez a pergunta-chave:

“Em quem você acreditaria, no caso de um acidente, para saber o que aconteceu? Nos que estavam ali, como testemunhas oculares (Apóstolos), ou naquele que só apareceu depois de muitos anos (Lutero)?” O que era desde o princípio, o que ouvimos e vimos com nossos olhos, o que contemplamos e nossas mãos tocaram do Verbo da Vida. Porque a Vida se manifestou e nós a vimos; damos testemunho e anunciamos a Vida Eterna, que estava no Pai e se manifestou a nós; O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que tenhais comunhão conosco: nossa comunhão é com o Pai e com o Filho, Jesus Cristo. Escrevemos estas coisas para que a vossa alegria seja completa.” (I João 1-4)

Keating acentuou que, para aprender a verdade sobre a Igreja Cristã, era necessário ler os Padres da Igreja Primitiva, isto é, aqueles que estiveram lá desde o começo da história. “Aquilo fazia sentido”, disse o pastor Jones: “Guardei no coração e ponderei; mas só vim a compreender tudo quando li os Padres da Igreja e conheci uma Cristandade que não tínhamos em nossa igreja”. “Percebi que o centro do culto dos primeiros cristãos não era somente a pregação e o louvor, mas a Eucaristia, como o Corpo e o Sangue de Cristo presente”, declarou ele ainda.

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Papa se preocupa com situação do Iraque

Papa Francisco hoje pela manhã na Praça São Pedro/Foto AFP
Papa Francisco hoje pela manhã na Praça São Pedro/Foto AFP

O papa Francisco declarou neste domingo (15) que acompanha com “muita preocupação os acontecimentos dos últimos dias no Iraque” ao discursar aos peregrinos reunidos na Praça de São Pedro do Vaticano.

“Acompanho com muita preocupação os acontecimentos dos últimos dias no Iraque. Eu convido a todos que se unam a minha oração pela querida nação iraquiana, sobretudo pelas vítimas”, disse Francisco.

O pontífice insistiu em recordar os muitos cristãos que foram obrigados a deixar as próprias casas.

“Desejo para toda a população a segurança e a paz, um futuro de reconciliação e de justiça, onde todos os iraquianos, independente da crença religiosa, possam construir juntos a sua pátria”, acrescentou Francisco.

O papa também anunciou que viajará a Albânia no dia 21 de setembro.

“Hoje quero anunciar que, aceitando o convite dos bispos e das autoridades civis albanesas, tenho a intenção de viajar a Tirana no domingo 21 de setembro”, disse Francisco.

“Com esta breve viagem, desejo confirmar na fé à Igreja na Albânia e testemunhar meu alento e amor a um país que sofre há muito tempo, como consequência das ideologias do passado”, acrescentou.

Jovem americana morre em clínica de “aborto seguro e legal”

Lakisha Wilson. Foto: Google+ da Lakisha Wilson
Lakisha Wilson. Foto: Google+ da Lakisha Wilson

Quem disse que o aborto legalizado é seguro? Não é. Nos Estado Unidos, a morte de Lakisha Wilson, 22 anos, mostrou novamente que a indústria do aborto não só acaba com a vida das crianças no ventre, mas também coloca em grave perigo a vida das mães que se submetem a este procedimento, promovido como “seguro” por organizações abortistas como Planned Parenthood.

Lakisha Wilson faleceu em 21 de março na clínica de abortos Preterm, em Cleveland, estado de Ohio (Estados Unidos), mas foi transferida ao University Hospital Case Medical Center, onde recebeu suportes vitais para extrair seus órgãos.

Recentemente, Troy Newman, presidente da organização pró-vida Operation Rescue (Operação Resgate), assinalou que “a Mesa de Trabalho Médica do Estado e o Departamento de Saúde de Ohio são os que devem determinar se os padrões médicos não foram cumpridos na morte da senhorita Wilson, e sabemos que suas investigações estão avançando neste momento”.

“Entretanto, esperamos a apresentação do relatório da autópsia completa para ter respostas a algumas sérias perguntas que temos sobre as ações tomadas pelo pessoal da clínica de abortos, que levaram a uma mulher de 22 anos a ser enviada precocemente ao túmulo. Esperamos que (o relatório) diga-nos também o que aconteceu com o bebê da senhorita Wilson”.

Em declarações difundidas no dia 29 de abril, a diretora de difusão para afro-americanos de Sacerdotes pela Vida (Priests For Life) Dra. Alveda King, sobrinha do ativista dos direitos civis Martin Luther King Jr., Alveda King, assegurou que Lakisha “foi massacrada e assassinada na fábrica de abortos Preterm. Estou rezando a Deus para que conforte a sua família e traga justiça para todas as mães e seus bebês, todos vítimas do aborto”.

“Lakisha é uma vítima da ‘escolha’, da mesma forma que Tonya Reaves o foi em 2012, quando Planned Parenthood a deixou sangrar até a morte depois de um aborto fracassado”, denunciou.

A Dra. King lamentou que “nossas mulheres estejam morrendo e ainda tenha pessoas como Nancy Pelosi (congressista democrata pró-aborto) pedindo mais abortos. Os Estados Unidos precisam reconhecer que tem um problema”.

“O aborto nunca é a resposta”, destacou.

Por sua parte, o Pe. Frank Pavone, Diretor Nacional de Sacerdotes pela Vida disse que “Lakisha tinha toda a sua vida pela frente, mas morreu porque a nossa nação ainda permite o aborto a pedido durante os nove meses de gravidez”.

Programa de TV nos EUA é cancelado devido às posturas pró-vida e pró-família dos seus apresentadores

(ACI).- Os gêmeos David e Jason Benham expressaram tristeza por causa do cancelamento do programa que estavam preparando para dar casas a pessoas pobres. Isso ocorreu devido a uma controvérsia pela oposição deles ao aborto e ao mal chamado “matrimônio” homossexual.

Em um comunicado difundido no dia 8 de maio, os gêmeos Benham assinalaram que “com todas as coisas grotescas que se veem e se escutam atualmente na televisão, poderíamos pensar que haveria espaço para dois irmãos gêmeos que somos fiéis a nossas famílias, comprometidos com princípios bíblicos e profissionais dedicados”.

David e Jason Benham na gravação da propaganda do Flip it Forward. Foto: Twitter / @DavidDBenham
David e Jason Benham na gravação da propaganda do Flip it Forward. Foto: Twitter / @DavidDBenham

“Se nossa fé nos custa um programa de televisão, que assim seja”, disseram.

Os irmãos Benham são especialistas no negócio de renovação e revenda de casas. O programa deles na rede HGTV “Flip it Forward” iria estrear em outubro.

O programa ia enfatizar a “rivalidade fraternal” dos gêmeos de Carolina do Norte (Estados Unidos), enquanto ajudam famílias pobres a “comprar casas que nunca pensaram que poderiam pagar”, indicou HGTV em um comunicado de imprensa de abril.

O site, Right Wing Watch, dirigido pelo grupo de ativismo político People for the American Way (Pessoas pelo Estilo Norte-americano), denunciou que o canal tinha escolhido um “extremista anti-gay, anti-escolha” para fazer o seu programa de televisão.

O organismo citou comentários de David Benham a um programa radial, depois do encontro de oração que liderou fora da Convenção Nacional Democrata, em Charlotte, Estado da Carolina do Norte.

Nessa ocasião, Benham disse que apesar de muitos se confessarem sendo cristãos norte-americanos, “temos divórcio sem culpa; temos pornografia e perversão; temos homossexualidade e sua agenda que está atacando a nação; temos adultério… permitimos inclusive que ideologias demoníacas tomem nossas universidades e nossos sistemas de escolas públicas, enquanto a igreja se sinta calada e só constrói grandes Igrejas”.

ditadura_gayO site criticou os protestos de Benham contra as clínicas de abortos, seu apoio à emenda a favor do matrimônio tradicional na Carolina do Norte, sua crítica ao Islã. Além disso, criticou os pontos de vista e ações do pai dos gêmeos, o pastor cristão Flip Benham.

Outros meios de comunicação norte-americanos repetiram o ponto de vista de Right Wing Watch em suas informações. Entertainment Weekly qualificou o caso como uma “controvérsia anti-gay”.

Em 7 de maio, HGTV indicou que “decidiu não avançar” com a série de televisão planejada.

Os irmãos Benham enfatizaram no seu comunicado de 8 de maio o seu dever cristão de “amar o nosso próximo”.

“Qualquer pessoa que sugira que odiamos os homossexuais ou as pessoas com outros credos está desinformada ou está mentindo”, asseguraram.

Os gêmeos disseram que manteriam seu compromisso com as seis famílias que já tinham sido selecionadas para receber uma casa nova.

Em declarações à CNN em 8 de maio, David indicou que “amamos todas as pessoas. Eu amo os homossexuais. Eu amo o Islã e os muçulmanos, e meu irmão e eu nunca discriminaríamos”.

“Nunca falei contra os homossexuais, como indivíduos, e nunca fui contra eles. Eu falo sobre uma agenda”, indicou.

Para David, “o ponto é realmente este. Há uma agenda que está buscando silenciar as vozes de homens e mulheres de fé”.

O editor do grupo legal Alliance Alert, do Alliance Defending Freedom (Aliança Defendendo a Liberdade), James Arnold, disse sobre o cancelamento do programa que “não é a primeira vez que acontece algo assim”.

“Seja na tecnologia televisiva, ou na saúde pública, vimos isto inúmeras vezes antes”.

Arnold recordou a controvérsia que surgiu em torno de Phil Robertson, do programa “Duck Dynasty”, que foi suspenso por expressar seu desconcerto sobre a atração homossexual, e a recente renuncia do Co-fundador da Mozila, Brendan Eich, que foi atacado por ativistas homossexuais por ter doado mil dólares para uma ementa na Califórnia, que tinha como objetivo definir o matrimônio como a união de uma mulher e um homem.

Para o jurista, a decisão do HGTV é “apenas a mais recente” inclusão de indivíduos em uma “lista negra” devido a suas crenças.

El Papa Pop: popularidade de Francisco nos EUA está em alta

Grafite do papa em Roma
Grafite do papa em Roma

(ACI/EWTN Noticias).- Uma pesquisa recente da conhecida empresa Gallup revelou que o Papa Francisco tem a sua popularidade quase tão alta como a que o Beato João Paulo II tinha nos Estados Unidos ao final de seu pontificado.

A pesquisa, realizada em 1023 americanos maiores de 18 anos, entre os dias 6 e 9 de fevereiro, revelou que a opinião favorável em relação ao Papa Francisco sobe a 76 por cento ante 9 por cento desfavorável. 16 por cento dos pesquisados indicou que não tinha uma opinião formada.

Por sua parte, o Beato João Paulo II, que será canonizado junto com João XXIII pelo Papa Francisco em 27 de abril deste ano, em fevereiro de 2005, poucos meses antes de sua morte, alcançou uma popularidade de 78 por cento.

Em abril de 2013, a pouco tempo de sua eleição, 58 por cento dos pesquisados por Gallup mostrava uma opinião favorável a Francisco, 10 por cento tinha uma visão desfavorável e 31 por cento não tinha uma opinião.

A pesquisa do Gallup revela também que a popularidade do Papa Francisco é alta tanto entre católicos, quanto entre protestantes e inclusive entre aqueles que se consideram “sem identidade religiosa”.

Dos católicos pesquisados, 89 por cento tinha uma opinião favorável sobre Francisco ante 3 por cento que tinha uma “desfavorável”. No caso dos protestantes, a popularidade de Papa alcançou 78 por cento, com apenas 7 por cento de desaprovação.

Aqueles que indicaram não ter uma identidade religiosa expressaram uma aprovação do Santo Padre em 73 por cento.

Selfie do Papa durante a JMJ no Rio
Selfie do Papa durante a JMJ no Rio

“Cerca de um ano depois de sua eleição como Papa, os americanos são essencialmente tão positivos sobre Francisco como foram com João Paulo II pouco antes de sua morte”, destacou Gallup.

Maior templo protestante dos EUA agora é uma Catedral Católica

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Depois que a mega-igreja protestante foi a falência, seu prédio foi comprado pela Diocese Católica do local, que a usará como sua nova catedral. Sem entrar no mérito da feiura protestante da igreja, isso tem uma forte simbologia por trás. É uma virada da Igreja Católica nos Estados Unidos, que afinal começou muito pequena, e agora já é a maior denominação cristã dos Estados Unidos. Embora as conversões antes do Vaticano II fossem quase dez vezes maiores, ainda assim, muitos americanos estão largando suas seitas e buscando a verdadeira Igreja de Cristo.

O nome que foi dado à nova Catedral, aprovado pela Santa Sé, é Christ Cathedral (antes era chamada de Crystal Cathedral). As motivações são ecumênicas (nem tudo é perfeito); mas há um bom motivo para escolherem essa como sua nova Catedral, que afinal é um ponto turístico e já tinha se tornado referência em igrejas protestantes no país. A Igreja Católica está crescendo nos EUA. Essa é a verdade.

Lá, podemos ver o oposto do Brasil. Aqui o “padrão” é dizer-se católico, então temos muitos “católicos não-praticantes”. Lá, os não-praticantes são em maioria os protestantes, já que eles são a grande maioria da população. Como a grande parte dos protestantes no Brasil, os católicos dos Estados Unidos são ativos em sua Igreja.

Alguém me disse que a tendência é aumentar. Que talvez daqui a vinte anos, metade dos Americanos sejam católicos. Eu espero firmemente que isso seja verdade. Por que, cá entre nós, eles parecem bem mais espertos que os brasileiros, que sempre tiveram Cristo na sua esquina, mas não ligam para isso. A Diocese de Orange County é a 10º maior do país. A Catedral atual não tem capacidade para abrigar os fiéis, já chegaram a ter que distribuir entradas para entrar (como no Vaticano).

Cultura da Morte: Obama diz que aborto permite que mulheres alcancem seus sonhos

Obama
Presidente Obama defende a morte de inocentes

(ACI/EWTN Noticias).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, emitiu ontem um comunicado com ocasião dos 41 anos da decisão judicial do caso Roe vs. Wade que abriu as portas ao aborto nesse país em 22 de janeiro de 1973 e que permitiu o extermínio de 57 milhões de bebês no ventre de suas mães.

Em seu comunicado, Obama qualifica o aniversário de Roe vs. Wade como uma oportunidade para que as mulheres possam “alcançar seus sonhos”. Na verdade, os “sonhos” alcançados são o do governo de controlar a população, principalmente e latinos. 

Obama assegurou que hoje “renovamos nosso compromisso ao princípio diretriz da decisão (de Roe vs. Wade): que toda mulher deve ser capaz de fazer suas próprias escolhas sobre seu corpo e sua saúde”.

“Reafirmamos o nosso firme compromisso de proteger o acesso da mulher a um cuidado da saúde acessível e seu direito constitucional à privacidade, incluindo o direito à liberdade reprodutiva”. – Obama, Barack

Ao concluir sua mensagem, o presidente norte-americano relacionou seus compromissos com o aborto com que os Estados Unidos “seja um país onde todos merecem a mesma liberdade e oportunidades para cumprir seus sonhos”. Será?

Lei Obama Anti-Vida

Obama promoveu durante seus dois governos um mandato que obriga os empresários a pagarem por planos de saúde que cubram aborto e anticoncepção para os seus trabalhadores, mesmo que em consciência se oponham a estas práticas anti-vida.

Durante sua campanha eleitoral de reeleição em 2012, Obama recebeu mais de 15 milhões de dólares da maior corporação de aborto do mundo, a International Planned Parenthood Federation, que logo assumiu o crédito de sua vitória eleitoral.

A realidade americana

O ator, produtor e líder pró-vida Eduardo Verástegui, denunciou que dos 3 mil abortos que se realizam cada dia nos Estados Unidos, 650 são bebês latinos.

“Os hispanos somos os mais afetados pela indústria do aborto”, assinalou, indicando que “as crianças dos grupos minoritários (hispanos e afro-americanos) estão sendo abortadas em uma proporção de mais do dobro em comparação com as crianças anglo-saxões”.

Em 2012, Alveda King, sobrinha do ativista dos direitos civis Martin Luther King Jr. e fundadora da Fundação King of América (Rei da América), denunciou que desde a década de 1960 o aborto exterminou 14 milhões de crianças negras nos Estados Unidos.

“O aborto legal fez nos Estados Unidos o que o Ku-Klux-Klan não conseguiu nem sonhar em alcançar: o extermínio, desde 1962, de 14 milhões de crianças afro-americanas, um terço da população negra atual”, denunciou, ao participar do VI Congresso Mundial de Famílias, em Madri (Espanha).

Defesa da vida

Em defesa da vida e expressando sua oposição ao aborto nos Estados Unidos, em 22 de janeiro de cada ano se realiza uma multitudinária marcha na capital do país, denominada a Marcha pela Vida (“March for Life”, em inglês).

Este ano, o Papa Francisco expressou seu apoio aos manifestantes através da rede social Twitter, assegurando-lhes as suas orações e pedindo “que Deus possa nos ajudar a respeitar todas as vidas, especialmente as mais vulneráveis”.

Diante desse desafio, onde um dos principais líderes do mundo se declara contra a vida, o que podemos fazer? Nos resta rezar e seguir a cartilha do papa Francisco que nos incitou a entramos para a política, afim de melhoramos nossa qualidade de vida e defendermos a vida. Não aceitar mais as corrupções diárias e leis anti-vida que nos colocadas.

Oremos irmãos. Oremos muito.

Paul Walker: seu último filme, Hours, traz mensagem sobre o valor da vida

Cartaz do Filme Hours
Cartaz do filme Horas com Paul Walker

(ACI/EWTN Noticias).- Na semana passada o astro de Velozes e Furiosos, Paul Walker, faleceu em um acidente trágico de carro nos EUA. Ele tinha 40 anos. O carro em que estava colidiu contra um poste e uma árvore e então pegou fogo. Paul estava gravando o 7º filme da série Velozes e Furiosos. Agora milhões de fãs esperam Hours, uma produção diferente dos tradicionais filmes de ação mas que promete deixar sem fôlego os espectadores, e que mostra um intenso amor pela vida humana

Muito conhecido por essa franquia, Paul fez diversos outros filmes. Seu último filme foi Hours (Horas). Esse filme traz uma profunda mensagem de vida. Nele não automóveis velozes, garotas super bonitas. O filme narra a história de um pai que faz o possível e impossível para salvar sua filha recém-nascida em meio a destruição do furacão Katrina, que devastou o sul do EUA a anos atrás. A estréia do filme nos EUA será no dia 13/12.

Hours – Horas

O filme foi rodado em março deste ano na cidade de Nova Orleans, que foi devastada pelo Furacão Katrina. Walker compartilha a tela com a atriz Génesis Rodríguez, e teve estreia adiantada devido ao falecimento de Walker, protagonista do filme.

“Paul estava orgulhoso deste projeto. Há duas semanas fizemos uma coletiva imprensa e me lembro que ele estava emocionado”, disse Peter Safran, produtor executivo de Hours ao site de notícias The Hollywood Reporter.

O Filme

Hours está ambientado em 2005, no meio do furacão Katrina, um dos maiores desastres naturais da história dos EUA. Walker interpreta Nolan, um homem que deve enfrentar em um mesmo dia a morte de sua esposa e o nascimento de sua filha.

Nolan (Walker) deve lutar para manter com vida a sua filha recém-nascida que se encontra em uma unidade neonatal com respiração artificial, em um hospital evacuado pelo furacão e onde não há energia elétrica. Os médicos disseram que o bebê necessita do respirador por 48 horas para sobreviver ao nascimento prematuro.

Trailer

Crítica

A crítica cotou o suspense como bom.  Entretanto, o mais poderoso do filme é sua forte mensagem a favor do matrimônio, da família e da vida humana nos “diálogos” que o protagonista mantém com sua filhinha.

Hours é um dos três filmes que Paul Walker protagoniza e que serão exibidos de maneira póstuma.

Bispo vai fazer oração de exorcismo diante da aprovação do “matrimônio” gay nos EUA

Dom Thomas Paprocki (foto Facebook diocese de Springfield)
Dom Thomas Paprocki (foto Facebook diocese de Springfield)

(ACI/EWTN Noticias).- Sacerdotes, religiosos e leigos participarão nesta quarta-feira 20 de novembro na oração de súplica e exorcismo presidida pelo Bispo de Springfield, Illinois (Estados Unidos), Dom Thomas Paprocki, como ato de reparação pela aprovação do “matrimônio” gay que o Governador desse estado, Patt Quinn, assinará nesse mesmo dia.

A Catedral da Imaculada Conceição em Illinois será cenário destas oraçõesque, conforme indica os Apêndices da Edição Latina de 2004 do Ritual de Exorcismos, podem ser utilizadas se um Bispo diocesano o “considera conveniente” em “circunstâncias especiais da Igreja”.

Estas circunstâncias especiais se dão, assinala o comunicado, porque “a presença do diabo e outros demônios se manifesta não só quando tenta ou atormenta as pessoas, mas também pela intervenção de sua ação nas coisas e lugares, de alguma forma, assim como pelas diversas formas de oposição e perseguição contra a Igreja”.

Dom Paprocki cuja diocese está conformada por 130 paróquias em 28 condados, assinalou através de um comunicado emitido na quinta-feira 14 de novembro que “o contexto para esta oração pode entender-se recordando as palavras do Papa Francisco quando teve que enfrentar uma situação parecida, como Arcebispo de Buenos Aires, (Argentina) em 2010”.

Nessa oportunidade o então Cardeal Jorge Mario Bergoglio exortou a que “não sejamos ingênuos: não se trata de uma simples luta política; é a pretensão destrutiva ao plano de Deus. Não se trata de um mero projeto legislativo (este é só o instrumento) mas sim de uma armação do Pai da Mentira que pretende confundir e enganar os filhos de Deus”.

O Prelado norte-americano explicou que as palavras do Cardeal Bergoglio fazem referência ao Evangelho de São João 8, 44, onde Jesus se refere ao demônio como “mentiroso e pai da mentira”. Do mesmo modo, o Papa Francisco diz que “o matrimônio do mesmo sexo vem do demônio e como tal deve ser condenado”.

Dom Paprocki, enfatizou que “devemos orar para livrar-nos deste demônio que entrou no nosso estado e na nossa Igreja”, e indicou que “todos os políticos têm agora a obrigação moral de trabalhar para repelir esta legislação perversa e questionável”.

O Bispo de Springfield também ressaltou que o Santo Padre fala do amor recordando “a expressão profunda da misericórdia de Deus que sussurrou Jesus enquanto expirava na Cruz para nos salvar dos nossos pecados: ‘Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem’ (Lc 23, 34)”.

A respeito disso, a Conferência Episcopal de Illinois -a qual também pertence o Bispo de Peoria, Dom Daniel Jenky, que em abril de 2012 disse que a Igreja Católica sobreviveu ao nazismo e sobreviverá a Obama- emitiu no último dia 5 de novembro um comunicado expressando estar “profundamente decepcionada de que os membros da Assembleia Geral tenham eleito redefinir o que está fora de sua autoridade: uma instituição natural como o matrimônio”.

Ressaltou também a sua preocupação “pelas ameaças, totalmente reais, contra a liberdade religiosa que estão em jogo com a aprovação deste projeto de lei”.

Cidade é processada por começar eventos com orações

Boa parte dos quase 100 mil habitantes da cidade de Greece, estado de Nova Iorque-EUA, estão um tanto quanto perplexos. O atual estado emocional dos moradores de Greece se deve ao fato de duas outras moradoras terem processados a cidade na Suprema Corte. O motivo do processo é que antes dos eventos públicos é feita uma oração.

Ainda este mês, dia 6 de novembro, a Corte Suprema dos Estados Unidos escutou as alegações por escrito e orais do grupo Americans United for Separation of Church and State (Americanos pela separação entre Igreja e Estado), em representação de Susan Galloway e Linda Stephens, que denunciaram a cidade de Greece por violação a Constituição por iniciar os eventos públicos rezando. 

De acordo com a matéria da ACI Digital, a maioria dos eventos são abertos com orações cristãs, no entanto os atos são abertos a representantes de qualquer credo. O defensor da cidade, David Cortman, e representante da Alliance Defending Freedom assinalou que “os membros da comunidade devem ter a liberdade de rezar sem serem censurados”.

“Começar os eventos rezando é uma liberdade entesourada que os autores da Constituição praticavam. Os americanos não devem ser obrigados a trair esta liberdade só para apaziguar alguém que diz ofendido por escutar uma oração”, disse Cortman em um comunicado sobre este caso.

O Fundo Becket para a Liberdade Religiosa, um dos 26 organismos que apresentou um recurso a favor da cidade, argumentou que a Corte Suprema deve respeitar a atitude histórica de respeito à oração e à liberdade religiosa.

Eric Rassbach, conselheiro geral do Fundo Becket, afirma sobre este caso que “a Corte deve decidir se as cidades podem reconhecer e celebrar a diversidade religiosa do país ou se o governo deve tratar a identidade religiosa como uma ameaça”. Além disso, explicaram os defensores da cidade de Greece, a Câmara de Senadores e a de Deputados nos Estados Unidos possuem capelães. Eles recordaram ainda que os primeiros grandes líderes da história da nação se referiam frequentemente a Deus e rezavam publicamente.

Por Marquione Ban com informações da ACI/EWTN Noticias

Psiquiatras dos EUA: Chamar pedofilia de “orientação sexual” foi um “erro”

Capa do Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais da APA
Capa do Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais da APA

(ACI/EWTN Noticias).- A Associação Americana de Psiquiatria (APA, por suas siglas em inglês), publicou recentemente um comunicado assegurando que considerar a pedofilia como uma “orientação sexual” dentro da quinta edição do seu Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais (DSM-5) foi um “erro”, que será corrigido na edição digital do livro, assim como nas próximas impressões.

Em seu comunicado, titulado “erro no texto de desordem pedofílica será corrigido”, a APA indicou que “a ‘orientação sexual’ não é um termo usado no critério de diagnóstico para a desordem pedofílica, e seu uso na discussão do texto do DSM-5 é um erro e deve ler-se como ‘interesse sexual’. De fato, a APA considera a desordem pedofílica como uma ‘parafilia’ (uma separação sexual), não uma ‘orientação sexual’”.

“Este erro será corrigido na versão eletrônica do DSM-5 e na próxima impressão do manual”, indicou a associação de psiquiatras americanos.

Entretanto, Mat Staver, presidente e fundador do Liberty Counsel dos Estados Unidos, uma organização defensora da liberdade religiosa, da santidade da vida e da família, expressou sua desconfiança respeito a que se tratou de um erro.

Staver recordou que a APA, ao apresentar seu manual assegurou que este marcava “o final de uma viagem de mais de uma década revisando os critérios para o diagnóstico e classificação das desordens mentais”.

“Claramente, se reclassificar a pedofilia foi um mero ‘erro’, teria sido detectado na ‘viagem da década’”, advertiu o líder pró-família.

Mat Staver advertiu que “já seja que se classifique como uma ‘orientação sexual’ ou como um ‘interesse sexual’, qualquer esforço para tornar a pedofilia legítima dará aos pederastas todos os argumentos que precisam para remover as leis de idade de consentimento, e as crianças sofrerão”.

O Liberty Counsel qualificou de “não científicas” as mudanças realizadas nas diversas edições do Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais (DSM).

“Na terceira edição do DSM, a APA disse que aquele que atua segundo a própria atração sexual pelas crianças é um pedófilo”, recordou a organização defensora da família, indicando que para a quarta edição do manual psiquiátrico mudou “o critério, dizendo que a pedofilia era uma desordem somente ‘se causasse um mal-estar clinicamente significativo ou deterioração nas áreas sociais, ocupacionais ou outras importantes do funcionamento’”.

Para o Liberty Counsel, depois dos dez anos que levou desenvolver este novo manual psiquiátrico “é difícil aceitar que a sua publicação tenha sido um equívoco ou um engano”.

“É mais provável que o protesto público tenha ocasionado o recente comunicado de imprensa da APA”, indicou a organização.

Mat Staver advertiu que a Associação Americana de Psiquiatria “perdeu a credibilidade com este último desatino sobre a classificação para a pedofilia. A APA se viu cooptada por uma agenda política. É difícil ver a APA de qualquer outra forma”.

“As implicações de reclassificar a lei natural, seja para o matrimônio homossexual ou para as relações adulto-crianças, são de longo alcance”, indicou.

E antes da repercussão contra essa grotesca determinação eles pensavam assim:

APA reconhece Pedofilia como orientação sexual 

Pedofilia é reconhecida como “orientação sexual” no EUA

Boy Watching Shadowy FigureNão sei o que comentar diante esse fato. A não ser que todos estão é loucos e orientados pelo coisa ruim. Como pode ser reconhecido o abuso de menos, crianças com orientação? Oremos, os tempos estão mudando e as pessoas esquecendo Deus e os seus princípios.

Vejam a matéria:

A Associação Americana de Psiquiatria dos Estados Unidos (APA, por suas siglas em inglês) aceitou dentro da quinta edição do seu Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais a “orientação sexual pedofílica”, e a diferenciou da “desordem pedofílica”.

Para a APA, a “orientação sexual” pedofílica consiste naqueles que “nunca atuaram em base a seus impulsos”.

Conforme informou o site informativo Neon Tommy, auspiciado pela Escola de Comunicações de Annenberg, da University of Southern Califórnia, a decisão da Associação Americana de Psiquiatria dos Estados Unidos deu lugar a que numerosos grupos de defesa da pedofilia ampliem “o alcance de suas organizações”.

Tal é o caso, indicaram, de B4U-ACT, uma organização criada em 2003 “principalmente como uma forma para que ‘pessoas atraídas por menores’ sejam abertas sobre as suas preferências sexuais em uma atmosfera de apoio”.

“De acordo ao porta-voz e agressor sexual com antecedentes, Paul Christiano, o grupo de defesa da pedofilia está “‘trabalhando para desestigmatizar a comunidade de saúde mental’. Christiano explicou que as atitudes negativas da sociedade para com as pessoas atraídas por menores ‘alcançam a elaboração de políticas e a comunidade de saúde mental’”, indicou o informativo.

abuso-sexual-pedofilia

Caitlin Myers, estudante de doutorado em Sociologia da University of Southern Califórnia explicou ao Neon Tommy que não se pode assegurar que a conduta dos pedófilos fique somente na mente, pois “é cientificamente impossível resolver a pergunta de se as pessoas atraídas por um menor atuarão ou não em base a seus impulsos”.

Fonte: Aci Digital

Pastores declaram apoio a JMJ no Rio

O Pastor Silas Esteves, da Igreja e Comunidade “A Palavra Viva” de Niterói-RJ. Ele enviou uma gravação feita na reunião dessa Igreja ocorrida nos EUA e na qual toda a Igreja manifesta seu apoio à JMJ, a Rádio Canção Nova de Brasília. Eles também oraram pelo evento e ainda fizeram uma declaração de amor ao Papa Francisco e a nós católicos. Ouça e creia..

Defender o autêntico matrimônio não é atacar gays, explica Cardeal Dolan de Nova Iorque

Arcebispo de Nova Iorque, Cardeal Timothy Dolan

(ACI/EWTN Noticias).- O Arcebispo de Nova Iorque e Presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, Cardeal Timothy Dolan, assinalou que a defesa do autêntico matrimônio, composto por um homem e uma mulher, não significa nem é atacar os homossexuais.

Em uma entrevista concedida na Semana Santa ao programa televisivo This Week da rede americana ABC, o Cardeal explicou que a Igreja não é contrária a ninguém mas ama todos, também os homossexuais, que são criados a imagem e semelhança de Deus.

Ao ser perguntado sobre o que responderia a um casal de gays “católicos” que “querem casar-se, se amam e querem criar uma família”, o Cardeal assinalou: “o primeiro que lhes diria é que eu os amo e Deus também”.

“Estamos feitos a imagem e semelhança de Deus e queremos sua felicidade, mas também sabemos que Deus nos diz que o caminho à felicidade, sobretudo quando se trata do amor sexual, é só para o homem e a mulher no matrimônio onde nascerão os filhos naturalmente”, sublinhou o Arcebispo.

“Temos que fazer, que se veja melhor que nossa defesa do matrimônio não consiste em um ataque aos homossexuais”. O Cardeal admitiu logo que embora “não fomos bons” para dar com claridade essa mensagem, a Igreja não é contrária a nenhuma pessoa.

“Estamos defendendo o que Deus nos ensinou sobre o matrimônio, que é entre um homem e uma mulher para sempre e que traz uma nova vida”, precisou.

Além disso indicou que “temos que escutar às pessoas, como o exemplo que acaba de descrever: Jesus morreu na cruz por eles como morreu por mim. Queremos ensinar o que Deus nos ensina sobre como devemos viver”.

EUA: Marcha pró-vida no dia 25 de janeiro reunirá mais de cem mil pessoas para pedir o fim do aborto

(ACI/EWTN Noticias).- Na próxima sexta-feira 25 de janeiro, a capital do Estados Unidos,  Washington D.C., será novamente o cenário onde centenas de milhares de pessoas, em sua maioria jovens, se reunirão para participar da anual “Marcha pela Vida” e exigir a abolição do aborto.

Este ano recorda-se o 40ª aniversário da sentença Roe Vs Wade que permitiu a legalização do aborto nos Estados Unidos. Neste contexto, a nova presidenta da “Marcha pela Vida” Jeanne Monahan, disse ao grupo ACI que a manifestação está marcada por muitas mudanças dirigidas especialmente aos jovens e a renovação cultural.

“Estamos tentando fazer um bom trabalho de conscientização de que perdemos 55 milhões de vidas nas últimas quatro décadas, mas ao mesmo tempo, capturando o entusiasmo das pessoas e dos jovens na marcha “, indicou.

A concentração será ao meio dia no Mall Nacional e às 13:30h a Marcha percorrerá a Avenida da Constituição para o edifício da Corte Suprema no Capitol Hill.

A marcha durará apenas uma hora à diferença de outros anos e contará com alguns apresentadores “que conhecem realmente a situação” e os discursos “serão todos vanguardistas no tema pró-vida”, assinalou a organizadora.

Monahan estimou que ao redor de 80 por cento dos participantes desta marcha serão jovens, o que representa um indicador esperançoso já que eles são o futuro para o movimento pró-vida e isto causaria grande impacto sobre a cultura.

As previsões dos meios de comunicação indicam que a “Marcha pela Vida” poderia superar em número de participantes da toma de posse presidencial de 21 de janeiro.

Monahan confirmou ao grupo ACI que “vemos todo tipo de sinais de maior entusiasmo e emoção. Há todo tipo de indicadores que apontam à participação de uma grande multidão. A marcha tem um impacto enorme, mas ainda não podemos medir a magnitude”.

Ela explicou que este impacto não será visto apenas no Congresso, mas “também na mensagem que a marcha envia ao mundo e a Washington D.C: Somos pró-vida, respeitamos a vida e queremos protegê-la”.

Monahan assinalou que a luta pela vida “é realmente uma batalha espiritual. Esta marcha tem um enorme impacto salvando vidas”.

No primeiro aniversário da legalização do aborto nos Estados Unidos, a líder pró-vida Nellie Gray decidiu iniciar na capital do país a “Marcha pela Vida” para protestar contra a lei abortista e em defesa da dignidade do ser humano a partir da concepção.

Gray faleceu à idade de 86 anos em 13 de agosto de 2012. Monahan recordou Nellie Gray e disse que “uma coisa que eu admirava muito e aprendi com ela é como ela rezava pelas pessoas e tinha um coração misericordioso para aqueles que participam da indústria do aborto”.

Revista Times: Promotores do aborto têm perdido as batalhas contra os pro-vidas nos EUA

A capa deste mês da Revista Times

(ACI/EWTN Noticias).- Na capa de sua edição de janeiro de 2013, a famosa revista americana Times, assegura que embora “40 anos atrás, os ativistas do direito ao aborto obtiveram uma épica vitória com (a sentença da Corte Suprema no caso) Roe vs. Wade”, que permitiu a legalização do aborto nos Estados Unidos, “eles estiveram perdendo desde então” para os pró-vidas.


Conforme explica Kate Pickert, autora do artigo de capa, desde que em janeiro de 1973 a Corte Suprema dos Estados Unidos converteu em um direito federal o acesso ao aborto, “o movimento pro-choice (abortista) vem  perdendo” as suas lutas.

“Em muitas partes do país, atualmente, recorrer a um aborto é mais difícil que em muitos lugares desde a década de 1970”.

Pickert assinalou que “há menos médicos dispostos a realizar o procedimento e menos clínicas abortistas no negócio”.

“Os ativistas pro-choice (abortistas) foram ultrapassados por seus contrapartes pró-vidas, que pressionaram exitosamente para obter regulações estatais que limitam o acesso” ao aborto, escreveu.

“Muitos estados requerem atualmente que as mulheres passem por aconselhamento, períodos de espera ou ultrassons antes de submeter-se a abortos”, indicou.

Para a jornalista americana, “a causa pró-vida esteve ganhando a guerra do aborto, em parte, porque buscou uma estratégia organizada e bem executada”.

Além disso, reconheceu, “a opinião pública está crescentemente” do lado pró-vida.

“Graças ao ultrassom pré-natal e aos avanços da neonatologia, os americanos podem agora saber como se vê um feto e que os bebês nascidos tão prematuramente como às 24 semanas agora podem sobreviver”, assinalou Pickert.

A jornalista da Times disse que “apesar de que três quartos dos americanos acreditarem que o aborto deveria ser legal em alguns ou todos os casos, a maioria apoia leis estatais que regulem o procedimento, e cada vez menos se identificam a si mesmos como ‘pro-choice’ nas pesquisas de opinião pública”.

Pickert também retratou a divisão geracional que destrói por dentro a causa abortista, pois “os jovens ativistas do direito ao aborto reclamam de que as líderes das organizações feministas”, que tinham 20 ou 30 anos quando se legalizou o aborto nos Estados Unidos, “não estão dispostas a passar a tocha às novas gerações”.

Entretanto, para Kate Pickert, um dos principais motivos da derrota dos promotores do aborto é que “em uma democracia dinâmica como os Estados Unidos, defender o status quo é sempre mais difícil que lutar para mudá-lo”.

Uma das expressões mais claras do avanço da causa pró-vida nos Estados Unidos é a multitudinária marcha nacional pela defesa da vida que mobilizam centenas de milhares de pessoas, com frequência ignoradas pelos meios, todos os anos em janeiro, no aniversário da sentença de Roe vs. Wade.

A última marcha, em 2012, reuniu mais de 400 mil pessoas que durante várias horas suportaram intenso frio, neblina e até chuva enquanto percorriam as principais ruas da capital americana até a sede do Capitólio.

“Prova de amor maior não há”: professora entregou a própria vida para salvar 17 crianças em massacre nos EUA

Victoria Soto + (foto Facebook)

(ACI/EWTN Noticias).- Victoria  Soto era uma professora cristã de origem porto-riquenha no colégio Sandy Hook em Connecticut (Estados Unidos) que conseguiu salvar a vida de 17  crianças  no dia do massacre perpetrada por Adam  Lanza , que deixou como trágico saldo a morte de 27 pessoas, entre eles 20 pequenos e o próprio assassino, que cometeu suicídio depois da matança.

Soto, de 27 anos, reagiu rapidamente quando escutou os disparos no sala de aula vizinha que Lanza   havia invadido. Ela disse às 17  crianças que os ruídos eram parte de uma brincadeira e que para ganhar deviam esconder-se nos armários da sala e permanecer em silêncio. Os pequenos a obedeceram.

Segundo diversos meios locais, quando  Lanza   ingressou na sala de aula,  Victoria  disse que as  crianças  estavam em aula de ginástica mas a explicação não convenceu o homicida. Ele abriu fogo contra um dos armários e ela se colocou entre as balas e as crianças  para protegê-los, o terminou custando sua vida.

“Abrace os seus seres queridos e diga-lhes quanto você os ama porque nunca se sabe quando você voltará a vê-los outra vez. Faça-o em homenagem a Vicki”, escreveu em sua conta de twitter Carlee Soto, a irmã da professora assassinada, no sábado 15 de dezembro, um dia depois do massacre.

Um primo de Victoria , Jim Wiltsie, disse que Victoria  “perdeu a vida fazendo o que amava. Ela amava essas crianças  e sua meta na vida era chegar a ser uma professora para moldar estas jovens mentes”.

Victoria , graduada na Eastern Connecticut State University, estava estudando para obter um mestrado em educação para deficientes na Southern Connecticut State University. Soto trabalhou durante 5 anos no colégio Sandy Hook.

“Temos uma professora que estava mais preocupada com seus alunos que por ela. Isso fala de seu caráter, seu compromisso e sua dedicação”. Assim assinalou o prefeito John Harkins de Stratford durante um memorial celebrado no sábado ao qual compareceram 300 pessoas em declarações reunidas pela Associated Press (AP).

Victoria Soto vivia com seus pais e suas irmãs e frequentava a Lordship Community Church em Stratford. Uma de suas amigas, Andrea Crowell, disse à AP que a professora “pôs suas crianças em primeiro lugar. Ela sempre falava disso. Ela quis fazer o melhor por eles, ensinar-lhes algo novo cada dia”.