Enquanto isso, nos bastidores do Vaticano…. Papa se distância das afirmações de Müller sobre a Teologia da Libertação

(ACI/EWTN Noticias).- Em umas breves palavras na manhã de ontem durante o encontro com os sacerdotes da diocese de Roma (Itália), cidade da que é Bispo, o Papa Francisco confirmou pessoalmente que não apoia a teologia da libertação na versão que representa o sacerdote peruano Gustavo Gutiérrez, e que é respaldada pelo atual Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Dom Gerhard Müller.

O vaticanista Sandro Magister, no seu blog em italiano Settimo Céu, explica que o Santo Padre se distanciou de Dom Müller em uma breve, mas contundente observação feita durante o momento de perguntas e respostas.

“O encontro era a portas fechadas”, relata Magister e descreve como “sério e agudo”, o comentário do Papa Francisco sobre a teologia da libertação, que passou despercebido à imprensa, incluindo meios do Vaticano.

“Na formulação de uma das cinco perguntas expostas ao Papa e ao falar da centralidade dos pobres na pastoral, um sacerdote fez referência, em positivo, à teologia da libertação e à posição compreensiva ante esta teologia, do Arcebispo Gerhard Müller”, relata Magister.

Mas, “ao escutar o nome do Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o Papa Francisco nem esperou terminar a pergunta e disse: ‘isto quem pensa é Müller, isto é o que ele pensa’”, narra o Vaticanista italiano.

A afirmação do Santo Padre ganha mais importância logo depois de ter recebido, na quinta-feira passada, em audiência o sacerdote peruano Gustavo Gutiérrez, considerado um dos pais da teologia da libertação, um encontro realizado a pedido do Arcebispo Müller.

Sobre o Padre Gutiérrez, no sábado, 14 de setembro o Arcebispo de Lima e Primado do Peru, Cardeal Juan Luis Cipriani Thorne, assinalou que ainda tem colocações que deve retificar.

De acordo com perito teologia do Papa não é a Teologia da Libertação

(ACI/EWTN Noticias).- Embora o encontro não estivesse na lista oficial de audiências privadas do Papa Francisco, o Vaticano confirmou que a pedido do Arcebispo Gerhard Muller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o Papa Francisco recebeu na quinta-feira o Padre Gustavo Gutiérrez, o teólogo peruano considerado como um dos pais da controvertida teologia da libertação.

A amizade pessoal do Arcebispo Muller com o teólogo de 85 anos, que entrou para a ordem dos dominicanos a finais dos anos 90 para evitar estar sob a jurisdição do atual Arcebispo de Lima, Cardeal Juan Luis Cipriani, gerou uma série de especulações sobre o suposto apoio “oficial” à teologia da libertação no Vaticano.

As especulações dos vaticanistas se geraram logo depois da difusão pelo jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano (LOR), de um ensaio do Padre Gutiérrez originalmente publicado como parte de um livro escrito com o Arcebispo Muller, publicado em alemão faz 9 anos e traduzido recentemente ao italiano. O sacerdote peruano apresentou em Roma esta edição.

Entretanto, faz alguns meses o sacerdote jesuíta argentino Juan Carlos Scannone, um dos mais conhecidos representantes da teologia da libertação na América Latina, explicou que o Papa Francisco, como sacerdote e arcebispo, nunca apoiou os postulados polêmicos do Padre Gutiérrez.

Em uma extensa entrevista que aparece no livro publicado recentemente “Francis Our Brother Our Friend” (Francisco Nosso Irmão Nosso Amigo” (Ignatius Press, 2013) do diretor do Grupo ACI, Alejandro Bermúdez, o Padre Scannone, que foi um dos professores do Papa Francisco em seu processo de formação, explicou que “na teologia da libertação há distintas correntes, e há uma que é a corrente argentina”.

No texto que dentro de pouco será publicado em sua versão original em espanhol, o Padre Scannone recorda que “o Cardeal Quarracino (antecessor do Cardeal Bergoglio como Arcebispo de Buenos Aires) apresentou ao L’Osservatore Romano o primeiro documento da Congregação para a Doutrina da Fé sobre a teologia da libertação, e ele distinguiu quatro correntes, citando sem nomear um artigo que eu tinha escrito dois anos antes”.

“E há uma corrente argentina, que o mesmo Gustavo Gutiérrez diz que é uma corrente com características próprias da teologia da libertação, que nunca usou categorias do tipo marxista ou a análise marxista da sociedade, mas sem desprezar a análise social privilegia uma análise histórica cultural”, explicou.

O perito jesuíta adicionou que “na teologia argentina da libertação não se usa a análise social marxista, mas se usa preferentemente uma análise histórica-cultural, sem desprezar o sócio-estrutural e sem ter como base a luta de classes como princípio determinante de interpretação da sociedade e da história”.

Segundo Scannone, “a linha argentina da teologia da libertação, que alguns chamam ‘teologia do povo’, ajuda a compreender a pastoral de Bergoglio como bispo; assim como muitas de suas afirmações e ensinamentos”.

Para o Padre Scannone, “há coisas que acredito que marcaram de maneira especial o Cardeal Bergoglio, sobretudo o tema da evangelização da cultura, o tema da piedade popular. Uma coisa muito de Bergoglio é falar do povo fiel. Quando saiu à sacada (de São Pedro, quando foi eleito Papa), o primeiro que fez foi pedir que o povo rezasse por ele para que Deus lhe abençoe, antes de abençoar o povo. Isso é muito dele”.

Scannone adiciona que “este tipo de teologia” sem categorias marxistas, fez parte “do ambiente no qual ele exerceu a sua pastoral. De fato, a problemática da piedade popular e da evangelização da cultura, e enculturação do Evangelho, é chave nesta linha teológica”.

“Que a Igreja se reconcilie com a Teologia da Libertação”, pede Casaldáliga ao Papa

De Pedro para Francisco, por intermédio de Adolfo. O Prêmio Nobel da Paz argentino, Adolfo Pérez Esquivel, transmitiu ao papa Francisco uma mensagem clara e direta de Pedro Casaldáliga (na foto, com as crianças): “Que aIgreja se reconcilie com a Teologia da Libertação”.

A reportagem é de José Manuel Vidal, publicada no sítio Religión Digital, 25-06-2013. A tradução é do Cepat.

Fonte: http://goo.gl/4IDny

Antes de visitar o Papa, na companhia do líder indígena Qom argentino, Félix Díaz, o Nobel argentino, Pérez  Esquivel, telefonou para seu velho amigo Pedro, bispo emérito de São Félix do Araguaia, poeta, profeta dos pobres e pastor dos índios. E o bispo brasileiro de origem espanhola aproveitou a ocasião para enviar dois pedidos ao Papa: que defenda os indígenas e que reabilite aTeologia da Libertação.

“Apresentei-lhe uma mensagem de Pedro Casaldáliga, que me disse: ‘Você verá Francisco, diga para ele que procure escutar, refletir e chegar a um acordo, uma reconciliação com os teólogos latino-americanos. Que se preocupe com toda a questão dos povos originários no continente’. Para mim, isso foi um sinal positivo”, afirmou o Nobel.

Após a audiência com o PapaEsquivel reconheceu: “É verdade que existiram problemas com muitos teólogos da libertação. É preciso revisar muitas coisas. As teologias nunca são definitivas, são caminhos para construir”.

Sem saber o que o Papa fará a esse respeito, o que o pensador argentino já tem claro é que “Francisco tem um compromisso com os pobres. É um pastor e isto está manifestando continuamente. Há tempo para tudo, tem apenas 100 dias como Pontífice. Aí (no Vaticano), as mudanças não são fáceis. É preciso esperar. Não esperem mudanças rápidas porque não serão feitas. É preciso dar passos. É necessário ver e orientar para identificar o que é o melhor”.

Passo a passo, mas na direção pedida por Casaldáliga: “Eu acredito que o Papa promoverá a reconciliação com aTeologia da Libertação. O Papa é um pastor, outros foram funcionários. Esta é a diferença”.

O Pacto das Catacumbas

Nobel argentino também revelou que, na reunião com o Papa, de 45 minutos, entregou-lhe uma cópia do chamado “Pacto das Catacumbas”, um manifesto assinado por 40 bispos, entre eles grandes personalidades latino-americanas, poucos dias antes do encerramento do Vaticano II.

Esquivel disse que o Papa, ao ver entre os assinantes Helder Câmara, Luigi BetazziManuel Larraín, Leónidas Proãno, Sergio Méndez Arceo e Faustino Zazpe, exclamou: “Ui! Quem está aqui!”.

E o Nobel explica que o Papa se interessou muito pelo assunto e, embora não tenha se comprometido com nada, disse que iria pensar. De sua parte, Esquivel se comprometeu em “reunir os teólogos da Libertação, como Leonardo Boff e outros, que tanto contribuíram com a Igreja”.

A íntegra do Pacto das Catacumbas está aqui.

Leonardo Boff pede reinterpretação do cristianismo para salvar a “crucificada” Mãe Terra

(ACI).- Leonardo Boff, considerado um dos principais impulsores da teologia marxista da libertação (TML), pediu reinterpretar o cristianismo para ajudar a “Mãe Terra” que “está crucificada” e é nossa tarefa tirá-la da cruz, como os teólogos da libertação “o fizemos durante décadas com os pobres”.

Boff, que na década de 90 abandonou o sacerdócio, casou-se com uma mulher divorciada, e se afastou da Igreja Católica para converter-se no que ele chama um “ecoteólogo de matriz católica” dedicado a escrever livros sobre ecologia e temas alheios ou contrários à doutrina católica, afirmou em uma recente palestra que o grito da terra é o grito dos pobres e o grito dos pobres é o grito da terra, nossa Mãe Terra.

A reinvidicação do ex-franciscano ocorreu no marco do Congresso Continental de Teologia, realizado em São Leopoldo (RS) na universidade jesuíta UNISINOs entre os dias 7 a 11 deste mês com a intenção de equiparar o Concílio Vaticano II com a teologia marxista da libertação. Leonardo Boff assegurou que a “marca registrada” desta vertente de teologia, condenada em seguidas ocasiões pela Igreja, é “a opção pelos pobres, contra a miséria e a opressão”.

“Dentro dessa opção pelos pobres é preciso colocar o grande pobre que é a Mãe Terra, que é a Pachamama, a Magna Mater, a Tonantzin, a Gaia, é o grande pobre devastado e oprimido”, afirmou.

Para Boff, “este organismo que chamamos Terra e do qual formamos parte” pode, em qualquer momento, “expulsar-nos como se fôssemos células cancerígenas”.

Segundo o “ecoteólogo”, a “Mãe Terra” estaria preparando um novo ser capaz de “suportar o espírito”. Citando outro conhecido promotor da teologia marxista da libertação, sancionado pela Congregação para a Doutrina da Fé, Jon Sobrino, Leonardo Boff sublinhou que “esta terra crucificada, deverá descer da Cruz, é preciso ressuscitá-la e esta é a tarefa de uma eco-teologia da libertação”.

“A teologia da libertação nasceu escutando e explicando o grito dos pobres, mas não só os pobres gritam, gritam as águas, gritam as árvores, gritam os animais, gritam os ventos, a terra grita”, disse. Segundo Boff, “o universo é autoconsciente”, tem um propósito, e a Terra “começou a pensar, sentir e amar”.

O autor disse ainda que a trindade deve ser entendida como “a grande energia fundamental”, e que trindade significa “comunhão e relações inclusivas de todos com todos”.

Boff pediu também que o conceito de Revelação seja revisado, afirmando que houve muitas manifestações de Deus na história, por isso deve-se deixar de buscar que outros se convertam ao cristianismo.

“Deus chega sempre antes dos missionários e sempre atua antes que os missionários”, assinalou.

Para o defensor da TML, o cristianismo, vai além das “margens estreitas do catolicismo atual” e que para sobreviver necessita reformular-se e entrar em harmonia com a “Mãe Terra”.

Entre os participantes no evento também se encontrava o sacerdote peruano Gustavo Gutiérrez, considerando o pai da teologia marxista da libertação, Jon Sobrino, e o Bispo de Jales (SP), Luiz Demétrio Valentini, entre outros teólogos sancionados mais de uma vez pela Igreja.

Papa Bento XVI acena à Teologia da Libertação

Depois de passar boa parte de seu mandato como prefeito da poderosa Congregação para a Doutrina da Fé combatendo a Teologia da Libertação, o Papa Bento XVI nomeou para o cargo alguém que foi aluno de um dos criadores do movimento. O bispo alemão Gerhard Ludwig Müller, de 64 anos, assumiu o comando da antiga Inquisição também com o histórico de ter participado ativamente em diversos comitês ecumênicos, inclusive atuando como negociador-chefe da igreja junto aos luteranos.

Müller é um velho amigo de Bento XVI — ele fundou um instituto para publicar 16 volumes de escritos do Pontífice. O Bispo escreveu com o padre peruano Gustavo Gutiérrez, de quem foi aluno, o livro “Do lado dos pobres – a Teologia da Libertação”, publicado em 2004. Em um discurso em 2008, Müller defendeu o movimento como uma interpretação correta dos ensinamentos da Igreja sobre os pobres, e não um chamado à revolução – argumento central da crítica do então cardeal Joseph Ratzinger. O próprio Bento XVI, diz o bispo, estaria de acordo com alguns aspectos da Teologia da Libertação.

Uma questão importante é se seu contato duradouro com os teologistas da libertação sul-americanos, em particular com seu pai espiritual Gustavo Gutiérrez, vai levar a uma nova interpretação da teologia – diz o grupo reformista católico alemão “Nós Somos a Igreja’.

À frente da Congregação, Müller terá de lidar com os escândalos sexuais envolvendo a Igreja Católica. Nessa questão, ele foi criticado pela Rede de Sobreviventes dos Abusados por Padres por permitir que o prelado americano Peter Kramer, condenado por crime sexual envolvendo crianças, voltasse a prestar serviços paroquiais após terapia.

O bispo herda uma outra questão não concluída envolvendo religiosos dos EUA. Seu antecessor, o cardeal americano William Levada — que deixa o cargo por limitação de idade — foi alvo de críticas por abrir uma investigação contra a Conferência de Liderança das Mulheres Religiosas, a maior organização de freiras do país reconhecida pelo serviço social, por suposto distanciamento da doutrina católica.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/mundo/papa-bento-xvi-acena-teologia-da-libertacao-5375326#ixzz1zaNSEc6W

Nova geração de padres pop dá o que falar

Os sacerdotes católicos Alessandro Campos, Adriano Zandoná, Nilso Motta (em pé, da esq. para a dir.) e Juarez de Castro: serenidade para lidar com o assédio feminino
Os sacerdotes católicos Alessandro Campos, Adriano Zandoná, Nilso Motta (em pé, da esq. para a dir.) e Juarez de Castro: serenidade para lidar com o assédio feminino

Nos bastidores da foto ao lado, os jovens sacerdotes poderiam ser facilmente confundidos com integrantes de uma banda pop, não fossem as camisas clericais. “Miaaau!!”, brincava Adriano Zandoná ao ouvir que estava “gato” no ensaio. “Não vão sacanear e publicar a reportagem na semana da Parada Gay, né?”, dizia Juarez de Castro, levando os outros às gargalhadas. De chapéu e calça jeans apertada, Alessandro Campos emendava: “Escreva lá que estamos todos solteiros… Graças a Deus!”. Mais risos. Bonitos, carismáticos e informais, eles figuram entre os nomes emergentes de uma nova geração de religiosos católicos dedicados a divulgar o Evangelho além da missa. Para isso, estão cada vez mais presentes na mídia, com discos, livros e programas de rádio e TV, fenômeno que ganhou fôlego desde 2008, quando pela primeira vez dois padres (Fábio de Melo e Marcelo Rossi) ficaram na lista dos dez maiores vendedores de CDs do país. No ano passado, foram quatro (incluídos também Robson de Oliveira e Reginaldo Manzotti).

A gênese do fenômeno vem da década de 60, quando o padre Zezinho levou, por influência do iê-iê-iê dos Beatles, guitarras e baterias às missas do Santuário São Judas Tadeu, na Zona Sul. Ao mesmo tempo em que tocou o coração de muitos, foi chamado de “estrela” e “achincalhador da fé”. Polêmica semelhante envolveu Marcelo Rossi, que explodiu nos anos 90 fazendo os devotos suarem a camisa com suas coreografias e hoje soma vendas de 12 milhões de discos e 8 milhões de livros. Tal popularidade não é desprezada pela Igreja Católica, que viu sua penetração entre os brasileiros cair de 83% para 68% nos últimos vinte anos e, ao mesmo tempo, os evangélicos ganharem terreno, em parte pelo surgimento de pastores midiáticos e marqueteiros, em parte pelo engajamento político de sacerdotes e bispos simpáticos à Teologia da Libertação.

Não são poucos, porém, os dilemas dessa visibilidade: é possível cultivar a estampa de galã sem fazer com que as fiéis fantasiem outro tipo de relação? “A religião tem de dialogar com as diversas culturas”, avalia o padre Valeriano dos Santos Costa, diretor da Faculdade de Teologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “Só é preciso cuidado para não chamar mais atenção do que Jesus.” Missão nada simples. Nos eventos presenciados por VEJA SÃO PAULO, as frequentadoras verbalizavam a todo momento o encantamento pelos predicados dessas novas estrelas dos altares paulistanos.

Nos perfis abaixo, conheça quatro padres pop e seus estilos diferentes de levar a Palavra:

Padres pop: Juarez de Castro

Na adolescência, Juarez de Castro gostava de fazer filmes caseiros que eram exibidos em praça pública num vilarejo próximo à cidade mineira de Lavras, onde nasceu e morava com a família. “Meu irmão ganhou uma filmadora e eu era sempre o protagonista”, conta ele, primo em segundo grau do ator Selton Mello. Anos depois, por linhas tortas, seu destino acabou por transformá-lo em popstar da fé, com programas em rádio, TV e cinco discos — o mais vendido, com 250.000 cópias, bateu o último álbum do sertanejo Michel…

» Leia mais

Padres pop: Alessandro Campos

Com camisa de gola clerical, calça jeans justa e um caro relógio Bulgari no pulso, o padre Alessandro Campos esmera-se no figurino que mescla sagrado com profano. Capricha também na performance de astro quando sobe ao palco para cantar as músicas do álbum “O Homem Decepciona, Jesus Cristo Jamais”, lançado no fim de 2011. Tocador de viola e de berrante, chegou a fazer uma entrada apoteótica em um de seus shows religiosos, no qual surgiu montado a cavalo. + Nova geração de padres pop dá o que…» Leia mais

Padres pop: Adriano Zandoná

Adriano Zandoná estava no ventre da mãe quando a irmã de 5 anos teve câncer no sangue e no rim. Devido à gravidez, a dona de casa foi proibida de estar presente nas sessões de radioterapia da filha, mas, sem ter quem fosse com a menina, não atendeu às recomendações. Acompanhou todo o difícil tratamento, com o filho na barriga. Preocupada com o bem-estar do bebê, orou a Nossa Senhora, pedindo que sua decisão tivesse sido a mais certa. Por sorte — ou “milagre”, como acredita o irmão… » Leia mais

Padres pop: Nilso Motta

Já passava das 23 horas da sexta-feira 25 de maio quando o padre Nilso Motta vestiu a batina em um camarim improvisado no canto do altar de uma igreja em Barueri, na Grande São Paulo. Minutos depois, ele se dirigiu à porta da frente e caminhou pela nave até alcançar seu posto. Cerca de 2.000 pessoas (entre elas, crianças agitadas e idosos animados) se espremiam pelos corredores e entoavam de cor alguns hits católicos. Os termômetros marcavam 10 graus. Alguns se enrolaram em cobertores — a construção ainda…

» Leia mais

Personalidades que inspiraram os aspirantes a padre-popstar

No meio do caminho entre o padre Marcelo Rossi e a nova geração de religiosos midiáticos, Fábio de Melo, de 42 anos, levou a música católica para o topo das paradas. Nascido na cidade de Formiga, no interior de Minas Gerais, ele vive num sítio em Taubaté, a 130 quilômetros da capital paulista, e já vendeu mais de 2 milhões de CDs, quase 1 milhão de DVDs, além de 500.000 livros. + Nova geração de padres pop dá o que falar na cidade + O… » Leia mais

Impressões dos fiéis

 “Vou virar freguesa desta missa… São mais de 2 metros de padre!” Mulher de cerca de 60 anos para a filha, em missa do padre Adriano “Que desperdício!” Senhora de aproximadamente 50 anos, sobre o padre Juarez, em frente da Rede Vida + Nova geração de padres pop dá o que falar na cidade + Personalidades católicas que inspiraram os aspirantes a padre-popstar “Gosto de sermão que faz a gente pensar nas coisas da vida.” Homem de uns 30 anos, sobre a… » Leia mais

por Claudia Jordão [colaborou Jéssika Torrezan]

Reportagem publicada na Revista Veja São Paulo