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PM confunde peça com assalto e interrompe teatro em igreja

Em algum lugar de nosso Brasil, um militar interrompe uma peça em uma igreja protestante. Vendo as imagens, ele acredita que o jovem estava sendo de fato assaltado a mão armada. Ao entrar com a arma sacada atrás dos jovens, imediatamente o pastor avisa que é uma peça. Resultado, o PM saí meio perdido e gera o vídeo aí:

Padre que cantou paródia da Anitta em formatura pede desculpas

Padre Hewerton de Castro Alves
Padre Hewerton de Castro Alves, pediu desculpas pela escolha do repertório

Um vídeo bombou no Youtube nas últimas semanas e gerou muita polêmica entre os fiéis católicos de todo o país. Esse vídeo é o do padre Hewerton de Castro. No vídeo, ele canta e dança uma versão parodiada da música secular “Show das Poderosas”, hit da cantora de funck Anitta em uma cerimônia ecumênica de formatura do curso de direito na Universidade Católica de Pernambuco. A repercussão foi imediata, não só nas redes sociais mas também na paróquia Santa Luzia, no bairro de Areias, no Recife.

Depois de tamanha repercussão, Padre Hewerton de Castro Alves, pediu desculpas pela escolha do repertório durante uma cerimônia de formatura, no dia 13 de janeiro. No vídeo é possível observar que, Padre Hewerton gesticula, canta a letra com referência a Jesus e faz sinal de “chifrinho” após o verso “quando começo a louvar, eu te enlouqueço, eu sei”. No final, após imitar Anitta com a palma da mão aberta em “pre-pa-ra”, ele manda beijo “para as minhas fãs que estão aqui”.

Veja o vídeo AQUI

Arquidiocese de Olinda e Recife

Mesmo com 50 mil visualizações, a performance do padre não agradou ao fiéis católicos e pelo que parece à Arquidiocese de Olinda e Recife. O problema está no conteúdo sexual da versão original.  Aí foi o motivo que muitos católicos se espantaram. O fato de usar de artifícios do mundo moderno para evangelizar não foi o problema.

De acordo com informações do UOL, assim que o vídeo começou a ser compartilhado, o padre foi chamado para uma conversa com o arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido. Logo em seguida, Hewerton divulgou uma nota afirmando que a música é uma versão já conhecida e apresentada durante a Jornada Mundial da Juventude, durante a visita do Papa Francisco, em julho do ano passado.

Isso mesmo, há uma primeira versão feita para divulgar a JMJ.

Segundo o UOL, o arquidiocese não afastou o padre de suas funções.

O pedido

Em nota, o padre se desculpou pelo ocorrido e afirmou que sua intenção não escandalizar.

“Creio que, de fato, não fui feliz em cantá-la em um culto de formatura, mas a intenção sempre, de minha parte, foi de trazer os jovens para mais perto da igreja. A intenção não foi jamais de afrontar ou escandalizar pessoa alguma”. Padre Hewerton de Castro Alves

Com informações do UOL

Comercial da Red Bull: ataque a fé cristã?

O comercial da Red Bull vem causando indignação entres os cristãs. Protestos nas redes sócias dizendo que não gostam ou não apoiam a ideia da publicidade se espalharam durante  a semana passada e podem até aumentar ou simplesmente cair no esquecimento durante  essa semana. Contudo o assunto merece ser debatido. Afinal deixa algumas perguntas no ar.

A primeira que me faço é se a marca ao publicar o comercial está atacando a fé cristã. Dúvida esta que me faz lembrar dos meus tempos de faculdades ao lado de amigos publicitários e jornalistas. Me faz lembrar também dos ensinamentos sobre as palavras e aulas de semiótica. Disciplina que auxilia-nos no conhecimento para direcionarmos cores, palavras e seus significados para o leitor, mesmo que de forma subliminar.

Sobre o texto e imagens do comercial podemos inferir várias coisas a respeito, afinal as palavras quando bem usadas falam alem de sua real significância. Está entre linhas, como costumamos dizer.  As imagens nos ajudam ainda mais a compreender o que realmente está sendo dito.

 No caso da publicidade da Red Bull, eu, enquanto comunicador vejo que a ideia foi brilhante do ponto de vista publicitário, afinal falem bem ou falem mal, falem de mim. Isso faz com o vídeo se torne viral, meme (moda na internet). Desta forma a marca sempre será lembrada, pois gera polêmica. Contudo eles ainda ficaram receosos de atribuir a caminhada de Jesus a asas da bebida sempre divulgadas em suas peças.

Opinando sobre a parte que realmente cabe a este post, a religião cristã, é obvio que os texto e imagens falam muito mais do que realmente quer dizer. Não sei se foi feito com essa intenção, mas como comunicador tenho de admitir que não fazemos nada sem intenção. Tudo tem propósito. O vídeo tem os seu. Vender e colocar a marca mais ainda em evidência. As entre linhas do texto e das imagens mostram realmente desfragmentam a doutrina cristã. Desmente a bíblia. Vai de encontro a fé propagada pela Igreja no mundo.

Quando os apóstolos perguntam como Jesus anda sobre as águas e ele responde que é só olhar onde há pedras, o texto coloca um Cristo esperto e não santo. Portanto desmistifica a figura divina de Jesus. O apresenta como um homem inteligente. Posso dizer mais ainda, o texto junto a imagem coloca Jesus em situação que os cristãos nunca o viram e nunca o verão, de fraude.

Dizer que Jesus apenas olhou onde havia pedras para andar sobre as águas é o mesmo que dizer que sua divindade não existiu e portanto seus ensinamentos são mentiras, pois sua sabedoria não provém do Pai.

Outras dúvidas existem a cerca deste vídeo publicitário. Onde é o limite de um comunicador? Dá para fazer campanhas publicitárias legais sem atacar as crenças, raças, gêneros da sociedade? Nós cristãos devemos censurar? Para mim o limite é aquele ditado antigo que “onde termina o meu começa o seu”. Temos é que descobrir onde começa o do outro, para isso é fácil, basta respeitar a opinião de cada um e lembrar Paulo que dizia que tudo me é permitido, mas nem tudo me convém. Quanto as peças publicitárias sem atacar credos, raças, gêneros e outras é possível sim. Exemplo disso são os Pôneis Malditos da Nissan, que viraram febre sem atacar ninguém.

Quanto a censura, vou responder mais claramente a primeira: o vídeo é um ataque a fé cristã? Eu penso que sim. Pode não ter sido a ideia principal, mas ficou claro no texto a desmistificação de Jesus como Filho de Deus. Quanto a censura, penso que não devemos nos preocupar com isso, afinal nossa fé deve ser maior que qualquer coisa que nos ataque e ataque a nossa crença. Para concluir essa ideia lembro a vocês a única bem-aventurança do Evangelho de João. Não  me lembro agora o capítulo e versículo mas lembro o que está lá. “Felizes os que creem sem terem visto” e só isso me basta. Acredito que Jesus é Filho de Deus e nossa salvador e não há comercial ou pessoas que afaste deste pensamento e de minha fé em Cristo Santo, Santo, Santo.

por Marquione Ban