A ganância “carioca” pelo petróleo

Isso na verdade trata-se de uma ganância de um político sem  pretensões nacionais e de uma sociedade manipulada licitamente por um emissora de tv. Pergunte a Fernanda Montenegro, Xuxa e tantos outros, se entendem o que significa partilhar essa riqueza com estados mais pobres? Pergunte ao governador do Rio o quanto ele ganha com impostos da CSN e do minério mineiro que vai pra lá. Buracos nos restam aqui em Minas.

Ao Rio ia ser tirado 6% apenas. Os caras pintadas globais, que se quer entendem o que é de fato royalties, foram as ruas. Lindo! Agora eu me pergunto, por que não pintam seus rostos pelo investimento em educação? Ah! esqueci que seus filhos estudam em colégios particulares. Por quê não pintam as caras pela saúde? Hoje eu estou só cometendo gafes, esqueci que eles só se tratam só Sírio-Libanês, Albert Einstein e tantos outros particulares e bons. Oh, esqueci de novo, a Dona Dilma e Sr Lula, que infelizmente ainda tenho um pouco de apreço, também se tratam lá. Por isso ela vetou alguns pontos sedendo aos “caras pintadas globais”.

A massificação é um problema. Um câncer. Senhor curai-nos desse mal.  Ensina-nos a partilhar com o outro. Ensina-nos a dividir o que destes a todos e não a um.

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Leia esse excelente artigo de CHRISTIAN CARVALHO CRUZ, publicado no jornal O Estado de S.Paulo. Clique no título para ler.

Ganância e arrogância de baciada

5 comentários em “A ganância “carioca” pelo petróleo”

  1. Pingback: Anônimo
  2. Concordo que a riqueza do país deva ser distribuída, esse é um dos princípios do federalismo. Concordo também que os royalties do pré-sal sejam distribuídos, apesar de entender que royalties não são a mesma coisa que petróleo (O petróleo, fica com as empresas petrolíferas, entre elas a Petrobrás, que comercializa o petróleo e seus derivados, gerando tributos que beneficiam todos os estados da federação. Os royalties são uma indenização pelo impacto social e ambiental, que a indústria petrolífera causa.) O que nós fluminenses não queremos é que tirem o que o Estado do Rio recebe para distribuir para todos. O que queremos é que sejam mantidas as regras para os campos já licitados e, daqui para frente, utilizem as novas regras. O Rio de Janeiro é o segundo estado que mais transfere arrecadação de tributos para União e é o penúltimo em recursos que recebe de volta. Repito, um dia o petróleo vai acabar e se o Rio não lutar pelos Royalties, vai acabar arcando sozinho com o ônus que essa indústria vai nos deixar.

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  3. Se esqueceu também que o Rio está repleto de favelas ocupadas por brasileiros que vieram de outras regiões do Brasil. São todos bem-vindos. São brasileiros também. Mas se continuarem chegando aqui a rodo, em busca dos empregos gerados pela indústria do petróleo, e se não for dado aos municípios (que perderão muito mais do que os 6% mencionados aí em cima) condições de se estruturar para receber tanta gente, o que vai sobrar para nós, depois do fim do petróleo, serão favelas, pobreza, doenças e outras coisas do gênero. A riqueza do petróleo está com a Petrobrás: é ela que fica com o petróleo. É ela que comercializa o petróleo. O que o Rio quer, porque precisa, é dos royalties. O petróleo pode ficar no mar, mas todo o impacto da indústria, fica no Rio. Isso é muito claro. Só não enxerga quem não quer.

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    1. Paz e bem Edson da parte de Cristo nosso Senhor.

      Você ponderou muito bem sobre o grande problema nacional que é o êxodo para as grandes cidades. São Paulo, Rio, BH e outras capitais sofrem com isso. Talvez não o tanto quanto o Rio e São Paulo, afinal são vendidas na TV como cidades lindas e cheias de oportunidades. No entanto acredito que se a riqueza for distribuída esse êxodo terminará. Se a riqueza for de todos e para todos é possível viver bem na terra onde se nasce. Sem ter que ir buscar alternativas.

      Digo tudo isso porque o Rio e outros municípios “produtores” de petróleo recebem uma boa quantia por isso. Me pergunto sempre quando comento isso, onde está esse dinheiro? Na saúde dos cariocas? Na segurança? Na contenção de encostas para evitar tragédias naturais? Moradia? Nada foi feito durante tanto tempo para o povo. Nada é feito hoje.

      Sei que a distribuição possa não resolver todos os problemas, mas pode ajudar nas poucas ações do governo voltadas ao povo assim com já acontece aí no Rio. Eles, políticos, não usam do dinheiro para o mínimo de ações populares, mas usam do seu máximo para o roubo.

      Obrigado por comentar, pois seus argumentos nos fazem pensar em outro angulo que ainda não havíamos pensado.

      Agora lembre-se. Deus pede que sejamos justos. Se a riqueza é do país é justo que fique um só lugar?

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