Os 5 remédios para curar as feridas nesta Quaresma

Todos os dias recebo de uma grande amigo o minissermão, do Padre Joãozinho, scj. Ele compõe uma mensagem de áudio rápida, de uma minuto sobre a ótica da Liturgia Diária. O de hoje é especial! Marca o início da Quaresma e nos apresenta cinco dicas para seguir bem esse período de penitência e oração. Veja abaixo os cinco remédios para curar as feridas nesta quaresma.

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  1. Oração A oração poderá curar sua relação com Deus; reze mais. Dialogar com Deus é possível por meio da oração. E é somente com ela, que contactamos o Pai e nos tornamos íntimos. Ore sempre. Ore com fé;
  2. Jejum – Ele pode reorientar a sua relação com as coisas. Em tempos que priorizamos as coisas e não Deus, o jejum nos coloca no lugar devido. Nos abre os olhos para uma realidade que não enxergamos cotidianamente. Mas, lembre-se, jejum deve nos transformar. Não podemos fazer jejum de algo que não nos modifica. Se ele não nos modifica, ficamos apenas sem nos alimentar. Sem saciar a carne. O jejum para alma. É transformador;
  3. Caridade – Ela nos aproxima imediatamente do outro. O outro em toda a nossa história é o próximo. “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”, diz Jesus. Amar é cerne da caridade. Brota do coração. Exerça sua fé, oração por meio do amor ao próximo. Seja caridoso, mas leve-a contido para fora do tempo da quaresma. Agora é tempo propício para começar, mas ela deve perenizar em suas ações. Reoriente a sua relação com as pessoas;
  4. Silêncio – Ouvir é fundamental. Jesus pregava a palavra a todos, mas todos que iam até Ele eram ouvidos. O Silêncio nos ajuda a ouvir. Ouvir a Deus, ao outro e si mesmo. Foi no silêncio do deserto que Jesus contemplou sua missão. É preciso silenciar. É preciso ouvir. Falar menos;
  5. Simplicidade – “Menos é mais”. Já ouviram falar isso? Com a simplicidade nos livramos dos excessos. São eles que nos condicionam ao pecado. Que nos alimentam em nosso individualismo. Os humildes serão exaltados. Ser simples, agir com simplicidade é necessário para nos restringirmos a Deus e não ao mundo;

Pois bem, os cinco remédios estão aí. Vamos nos curar?

Procure sua paróquia, saiba das confissões e horários das celebrações. Participe desta quaresma. Medique-se.

Por Marquione Ban

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A cabeça da serpente, da jararaca e jararaquinhas

Neste final de semana Dom Darci, bispo auxiliar de Aparecida, chocou a ala “libertadora” da Igreja e foi ovacionado pela ala “tradicional”. Veja:

A menção de Dom Darci, arcebispo de Aparecida, clara, ao ex-presidente Lula levanta algo mais profundo para ser debatido. Dois temas para ser preciso. A unidade eclesial e também a permanência de jararaquinhas em nossa sociedade.

Dom Darci, fez uma prece ao Pai neste domingo, onde ele se mostra mais misericordioso para com os seus filhos. Em sua prece ele pede para que Deus nos dê força para esmagarmos a cabeça das serpentes e daqueles que se denominam jararacas.

Um pedido apenas. Um prece e oração. Esse fato repercutiu entre jararacas, entre sapatos e entre aqueles que não sabem onde pisar. Foi oportunizado pelos Neves, chuchus e etc. Farinhas do mesmo saco. E, é esse o fato que me levou a escrever. Como disse, dois tópicos podem ser levantados da oração de Dom Darci.

Vamos a unidade eclesial

Sim, ela deve ser debatida. Um dos poucos bispos e poucos padres a mencionar os fatos de corrupção, mesmo que usando metáfora, foi Dom Darci. Não vemos posicionamento da CNBB. Ou melhor, vemos um claro fechar de olhos a situação atual.

A corrupção está aí e deve ser aniquilado de nosso meio. Dom Darci está sob ataque. Isso porque se posicionou e orientou seu rebanho. Mas, só ele é pastor? Não. Onde estão os demais. Orar pela pátria é nosso dever e fazer dela uma boa casa também.

A falta de unidade ao pensarmos sobre política, mostra como estamos desentrosados em outros aspectos. Campanhas da fraternidade que falam de tudo, menos de como anda nossa fé. Em cada comunidade que vou, vejo uma liturgia. E aqui, ressalvo o ótimo trabalho do meu bispo Dom Marco Aurélio Gubiotti, que unifica a Diocese de Itabira faz jus ao legado dos bispos anteriores.

Falar o mesmo discurso não significa unidade. Eu sei. Mas estar em sintonia com o que precisa ser dito e feito sim. É necessário sim, esmagar a cabeça da jararaca, das serpentes que assombram nosso povo. Sejam elas do mensalão, petróleo, da merenda escolar, do “helicoca”, Furnas, Claúdio. Aliais, precisamos também derreter umas neves e cozinhar uns chuchus.

Isso mesmo meu irmão! Os tucanos moralistas também tem defeitos e dos feios. Os membros do PT, nem falamos. E tantos outros partidos e políticos serpentes por aí.

As jararaquinhas

Quem são elas? Onde vivem? Como se alimentam?

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Somos nós. Nós que aceitamos subornos sociais em troca de maus serviços. Que subornamos os guardas por andarmos bêbados por aí. Que compramos a carta de habilitação. Que damos carteirada nas filas e órgãos públicos. Nós que não devolvemos o troco quando o recebemos a mais.

Dom Darci, antes de falar de quem se alto denomina jararaca, pede que a cabeça da serpente, “de todas as víboras” sejam esmagadas. Cuidemos para não sermos serpentes me nosso cotidiano e rezemos para que as jararacas sejam esmagadas de nossa nação.

Na sua opinião, Dom Darci fez errado ao elevar sua prece? Eu não acho. Mas aqui um texto de Dom Orvandil, bispo da Diocese Brasil Central, em opinião contrária a de Dom Darci.

Católico pode ficar repostando boatos pela web?

Sei que a resposta é a mais simples que podemos dar. Não! E repito para quem não entendeu, NÃO. Nem católico e nem ninguém. Sei também que é difícil para alguns entenderem isso. Sei ainda, que os mais safos também comentem esse erro, mas é difícil entender como alguns insistem em erros feios.

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Fabiane Maria foi espancada até a morte depois de boato nas redes sociais afirmarem que ela sequestrava crianças em São Paulo. 

Escrevo isso por um motivo simples. Tenho recebido no whats app e facebook cada postagem  estranha. Elas vão desde que o filho do Lula é dono da Friboi ao Papa Francisco ser o último papa e que a Igreja sabe disso. Tem mais, postagens falando que João Paulo II retornará e será o anticristo; que Aécio é sócio do Lula; e até, pasmem, que Obama será candidato no Brasil. O que me deixa sem palavras é que pessoas de boa fé e instruídos com o Santo Evangelho creem em tudo isso.

Vejam a história da dona de casa Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos, que morreu em maio de 2014, dois dias após ter sido espancada por dezenas de moradores de Guarujá, no litoral de São Paulo. Segundo a família, ela foi agredida a partir de um boato gerado por uma página em uma rede social que afirmava que a dona de casa sequestrava crianças para utilizá-las em rituais de magia negra.

Para evitar essas coisas eu sempre procuro ler e buscar na internet fontes seguras para cada informação. Sei que hoje não dá para confiar nos meios de comunicação, mas ainda assim são nossa melhor opção. Abaixo umas dicas para evitar essa boataria de plantão.

Verifique as fontes

Olhar quem te mandou e de onde é, é o primeiro passo. Se for de um site que você nunca viu ou sem expressão desconfie. Busque no Google. Isso vai te poupar de uma vergonha.

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Você pode gerar pânico quando não há. 

Pergunte quem sabe um pouco mais

Simples e fácil. Perguntar. Isso mesmo, pergunte a quem sabe um pouco mais sobre o assunto se é verdade. Se aquilo de fato está acontecendo.

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E crise onde não existe. 

Não seja dedos rápidos

Chegou no whats app e  você replica. Leia tudo. Informe-se do que vai postar. Afinal, é sua credibilidade que está indo junto a informação.

Essas são algumas dicas. Qual a sua para não postar bobagens na internet ou entrar para o time das fofoqueiras e coleguinhas do pai da mentira?

Por Marquione Ban

O filme sobre Noé e o Dilúvio não condiz com a visão da Igreja, afirma Prof. Felipe Aquino

Fui ver o filme no cinema e em breve vou escrever uma crítica. Adianto que quem quiser ver o filme e estiver pensando em ver um filme religioso e/ou bíblico vai se decepcionar. Noé é um drama de ação.

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(ACI/EWTN Noticias).- O conhecido autor e apresentador católico, Prof. Felipe Aquino, em um dos seus mais recentes artigos fala sobre o filme “Noé”, estrelado pelo ator Russel Crowe. No texto o pensador brasileiro conhecido pelos seus 73 livros e pregações, assinala que a obra hollywoodiana apresenta uma visão que não se coaduna com a interpretação que a Igreja dá do episódio do dilúvio e da aliança de Deus com Noé.


“Os quatro capítulos do Gênesis (6-9) narram o dilúvio bíblico e significa uma expressão do pecado que, a começar com Adão e Eva vão se alastrando cada vez mais. Esta narração contém, como pode-se notar quando se lê atentamente, repetições e contradições. Os exegetas (estudiosos da Bíblia) concluem que a narração é a fusão de dois documentos (fontes Sacerdotal P e Javista J) conservando cada qual os seus detalhes próprios, sem que o autor sagrado tivesse a preocupação de harmonizá-los entre si. Isto mostra que o autor sagrado não estava preocupado com detalhes menores, e visava sim um sentido mais profundo, uma mensagem religiosa”, explica Prof. Aquino.

Filme não condiz com a bíblia.
Filme não condiz com a bíblia.


Recordando ainda o fato de que nas tradições dos povos antigos há cerca de 288 histórias de dilúvio, e todas com uma base comum: há uma grande catástrofe por conta de uma grande ofensa dos homens contra a divindade. O elemento do castigo que mata os homens e os animais pode ser a água, o fogo, o terremoto, etc.

“Na Babilônia há quatro versões semelhantes de dilúvio, semelhantes ao da Bíblia. Note que Abraão foi oriundo da Mesopotâmia. Aos olhos da ciência é certo que não houve um único dilúvio universal”, afirmou o professor que também é doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP.

 “Quando o texto bíblico fala de “terra inteira” e “todos os homens” não fala em sentido geográfico, mas religioso, hiperbólico isto é, o gênero humano para o autor sagrado se reduzia  àqueles que transmitiam os valores religiosos da humanidade”.

“A mensagem do relato do dilúvio (Gen 6-9) – prossegue o Prof. Aquino- quer mostrar o seguinte: Deus é santo e puro; Deus é justo; não pode deixar o mal imperar; Deus é clemente; convida à conversão antes de corrigir”, ressaltou Prof. Felipe.

“O dilúvio marca o fim de um período da história religiosa da humanidade e marca o início de uma nova era; é como se fosse o início de um novo mundo, onde Deus faz aliança com Noé, o “pai” da nova humanidade”.

Falando propriamente de Noé, Prof. Aquino ressalta que este “é uma imagem de Cristo”.
“Noé salvou a humanidade pelo lenho da arca, Cristo vai salvá-la pelo lenho da cruz, do dilúvio do pecado. A arca de Noé é uma figura da Igreja; assim como ninguém sobreviveu fora da arca, ninguém se salva fora da Igreja. Todos os que se salvam, mesmo que não pertençam à Igreja, se salvam por meio de Cristo e da Igreja, ainda que não saibam disso”, destaca.

“As águas do dilúvio são figura do Batismo, que pela água dá vida aos fiéis e apaga os pecados; o dilúvio, como nova criação, prefigura “os novos céus e a nova terra” (2Pe 3,5-7.10) que haverão no fim da história”.

“Como se pode ver, esta visão da Igreja nada tem a ver com a do filme de Noé”, asseverou Felipe Aquino.
 

Porque os católicos não comem carne na quaresma e principalmente na Sexta-feira da paixão?

Esse vídeo por nos ajudar um pouco.

E essas são minhas considerações diante meus anos de catequese e vida na igreja.

Essa pergunta tem sido feita a mim por várias pessoas, principalmente pelos amigos protestantes que tenho. No entanto, confesso que não tenho conhecimento teológico e doutrinal suficiente para passar, mas tenho minha fé. Que me leva a viver essa tradição e orientação da igreja de forma sadia.

Uma tradição da igreja e de seus fiéis que não deve incomodar aqueles que não a praticam.
Uma tradição da igreja e de seus fiéis que não deve incomodar aqueles que não a praticam.

Isso mesmo, orientação da Igreja. Muitos pensam que é apenas uma tradição, mas não é só isso. Em meus anos de catequese e também de vida ativa na igreja, aprendi que a igreja sempre orientou os fiéis ao jejum de carne neste período para que intensificássemos a penitência.

O peixe nesta história, não é mera coincidência, mas também é uma orientação eclesial. De fato, não sei falar o motivo exato, mas posso elencar alguns para essa prática:

  1. Porque a igreja orienta seus fiéis a que se abstenham de carne vermelha, já que Jesus derramou seu sangue por nós na sexta-feira antes da Páscoa;
  2. Porque Jesus distribuiu peixes à multidão. (Mc 6.41);
  3. Porque o peixe é o símbolo dos cristãos e porque Jesus lhes disse que todos nós fossemos “pescadores de homens”. (Mt 4.19);
  4. Porque ao fazer o sacrifício de não comer carne vermelha, tão comum em nossa rotina, os fiéis unem-se ao sacrifício de Cristo na Cruz;
  5. Porque para mim e para muitos a carne vermelha é a preferida e abster-se dela me leva a um pequeno sacrifício, incomparável ao sacrifício de Cristo na Cruz, mas que me ajuda a pensar nos sofrimentos que ele teve;
  6. Porque aprendi assim e repeito a minha fé, doutrina e igreja;
  7. Porque antes, na páscoa dos judeus, era sacrificado um cordeiro, que era preparado com ervas amargas e comido em família no dia. Para nós católicos, o cordeiro pascal é Cristo, que redime o mundo do pecado, e devido a isso não sacrificamos mais animais de carne vermelha no dia do sacrifico final do Cordeiro de Deus, Jesus. 

Essa é minha fé.

Sabe, muitos ficam falando que é balela fazer isso. Que é uma tradição besta, afinal não está na Bíblia. Contudo, eu não consigo diferenciar esse “costume” de outros modernos que muitos tem por aí. Respeito a tradição de muitos, e só gostaria que repeitassem a minha. Ao contrário de buscar justificativas para muitas coisas que minha igreja orienta, eu as vivo.

A tradição da minha igreja nasceu com Cristo e isso me basta. Muitas coisas podem não estar escritas nas sagradas escrituras, mas estão na memória de um povo que vive os mandamentos de Cristo desde sua passagem aqui na Terra. Não são invencionices alheias ou da cabeça de um líder eloquente por aí. Contudo, são costumes firmados na fé dos patriarcas eclesiais.

Se falei alguma bobagem meus caros leitores, me corrijam. E se, porventura, alguém de vós conhece outros motivos e informações completem nos comentários. Seriam interessante aprendermos juntos.

Por Marquione Ban

Queria que os beagles fossem crianças…

1375270_608354412561429_721477846_nComo foi histórico para nossa nação a invasão do Instituto Royal, em São Roque-SP. Justo em São Roque. Para quem não sabe, São Roque protege todos os cães. E foi lá que ocorreu como muitos meios de comunicação noticiaram a “batalha de São Roque”. Ativistas, bem ativos, invadiram o Instituto Royal, que realizava pesquisas médicas, segundo eles, em cães da raça beagle. Todos os cães foram libertados e o Instituto destruído. Cada ativista levou um ou mais animais para serem cuidados por eles.

O que me impressiona nesta história toda, e em outros fatos ocorridos pelo mundo afora, é de como a sociedade é voltada a defender a vida dos animais. Engajada. Nada mais coerente e em comunhão com o livro de Gênesis. Temos de cuidar da criação do Senhor. Se… No entanto, a mesma sociedade que os defende esquece os seus. A cada dia vemos leis severas para proteção animal, e diga-se de passagem que são necessárias pois perdemos o bom senso, mas vemos também a abertura das leis para flexibilizar a vida humana. Flexibilizamos o aborto e a eutanásia a pouco em nosso país. Acabamos por assim dizer, Prefer os irracionais animais a nossas crianças. Queria que os beagles fossem crianças…

Promovemos o aborto pela simples observância do direito. Direito da mulher escolher ter ou não um filho. O ato sexual não se questiona. Promovemos intensamente a criação de animais como crianças, gastando desordenadamente com a saúde, lazer e bem estar dos bichos o que poderia ser gasto para matar a fome de muitos. Não é exagero. Podemos ver como muitos fazem. A população quer imitar os mais ricos que aparecem na TV fazendo festas para animais. Contratando os melhores petshops. Comprando roupas e acessórios para os bichos. Só com a beleza animal se cuida de muitos filhos. Quem tem qualquer animal deve zelar dele, mas não o fazer de criança. De bebê. Pessoa é pessoa.

Sei que muitos ao lerem minhas palavras, vão me chamar de sensacionalista, de louco, fundamentalista e tantos outros. No entanto, eu posso levar ao extremo do caso dos Beagle de São Roque, para que reflitamos. Houve um”boom” nas redes sociais de defesa dos animais e contra tudo que os cerca. Hoje vi em um jornal de circulação nacional que essa defessa se atem a alguns. E discriminatória. De acordo com pesquisa feita em São Paulo, a maioria desaprova quaisquer pesquisas com macacos e cachorros, já com ratos.

Quando vejo essas matérias me pergunto. Para onde caminhamos? Sinceramente não sei. Talvez para o fim. Ou início de um novo tempo. Tempo onde tudo é relativo e valores humanos são amorais e ilegais. Ter filhos será errado. Matá-los será correto. Adotar animais é o certo.

São tantos valores perdidos e invertidos. Meu ponto de vista segue estranho aos olhares de muitos. Segue equivocado para vários e será irrelevante para quase todos. Isto porque, são frutos de massivas campanhas “desinformativas” que informam o errado com se fosse certo.

Sabe, se estive na “batalha de São Roque” teria ajudado os ativistas. Não posso negar. Depois, seria depois. Aí está a minha dificuldade e de muitos. O ativismo imediato, mas que se perde em seguida com a publicação dos gols da rodada, um meme bacana ou ainda os fatos da novelas. Vivemos mentirosamente ativos, enquanto “senhores da sociedade” nos manipulam como marionetes.

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Lutemos pela vida humana. Lutemos por nós. Não nos tornemos uma sociedade vazia, sem vida e fútil. Cortemos realmente as cordas que nos aprisionam as mãos de quem quer apenas nosso trabalho. Sejamos de fato livre dessas amarras sociais.

Sou e serei pro-vida sempre. Não importa as condições. Deus dá o força para carregarmos qualquer fardo. Lutemos com a mesma motivação, que lutaram os “soldados de São Roque” pelos beagles, pela vida e pelo fim do aborto. Sejamos incisivos e não céticos ou de opinião massificada. Sejamos cristãos de verdade. Cuidemos de nossas gerações.

por Marquione Ban

A ganância “carioca” pelo petróleo

Isso na verdade trata-se de uma ganância de um político sem  pretensões nacionais e de uma sociedade manipulada licitamente por um emissora de tv. Pergunte a Fernanda Montenegro, Xuxa e tantos outros, se entendem o que significa partilhar essa riqueza com estados mais pobres? Pergunte ao governador do Rio o quanto ele ganha com impostos da CSN e do minério mineiro que vai pra lá. Buracos nos restam aqui em Minas.

Ao Rio ia ser tirado 6% apenas. Os caras pintadas globais, que se quer entendem o que é de fato royalties, foram as ruas. Lindo! Agora eu me pergunto, por que não pintam seus rostos pelo investimento em educação? Ah! esqueci que seus filhos estudam em colégios particulares. Por quê não pintam as caras pela saúde? Hoje eu estou só cometendo gafes, esqueci que eles só se tratam só Sírio-Libanês, Albert Einstein e tantos outros particulares e bons. Oh, esqueci de novo, a Dona Dilma e Sr Lula, que infelizmente ainda tenho um pouco de apreço, também se tratam lá. Por isso ela vetou alguns pontos sedendo aos “caras pintadas globais”.

A massificação é um problema. Um câncer. Senhor curai-nos desse mal.  Ensina-nos a partilhar com o outro. Ensina-nos a dividir o que destes a todos e não a um.

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Leia esse excelente artigo de CHRISTIAN CARVALHO CRUZ, publicado no jornal O Estado de S.Paulo. Clique no título para ler.

Ganância e arrogância de baciada