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Professor americano pública contos de fadas com dois príncipes que se casam

E agora temos um conto de  fadas com casal homossexual. Isso mesmo, o lobby gay chegou mais fundo na ideia de “terminar o preconceito”. O autor Jeffrey A.Miles criou a história infantil chamada “Os príncipes e o tesouro” onde o final feliz é o casamento dos protagonistas. A ideia do autor é fazer com que as crianças cresçam entendendo que existem casais homossexuais.

A história é cheia de personagens homoafetivos. Geralmente o príncipe salva a princesa e se casa com ela… Mas este conto tem um final diferente. A princesa é lésbica, independente, e não precisa ser resgatada, e durante a busca, os dois homens se apaixonam e, no fim, acabam se casando, e aqui atentem para um detalhe, numa igreja medieval.

Estranho né? Não para o lobby que sabidamente quer um reconhecimento da igreja para legitimar a união homossexual. As autoridades já criticaram, mas em vão.

Conto de fadas gay tem casamento em igreja
Conto de fadas gay tem casamento em igreja

O que você pensa sobre isso? Iria ler esse conto para seus filhos? Eu não. Penso que as crianças não devem ser expostas a isso e também aos outros contos. Uma coisa é saber que existe a opção sexual outra coisa é ser induzida a sonhar com ela ou até mesmo a viver ela antes do tempo correto. Entendo que contos de fadas na maioria trazem verdade subentendidas que são aprendidas e praticadas antes e depois por todos que as ouvem. Nós mesmos aprendemos muitas coisas com as histórias e constituímos nossa base de pensamentos, muitas vezes por conta dos contos. Sugiro uma troca. Não lermos contos de fadas, e aqui falo de todos, não só esse. Leiamos sim a bíblia com os ensinamentos de Deus e outros literaturas mais apropriadas ao crescimento infantil. São valores que nos ajudam a viver melhor e sermos humanos mais próximos do sentimento de humanidade.

E aí, qual a sua opinião? Comente. Lembre-se, não devemos ofender a ninguém aqui. É para debater e não brigar. Comentários com palavrões e ofensas nãos serão publicados.

 

INTOLERÂNCIA: Lobby gay organiza “fogueira sacrílega” pelo cancelamento do Ciclo Rosa na Pontifícia Universidade Javeriana

(ACI/EWTN Noticias).- Sob o lema “a única Igreja que ilumina é a que arde”, o lobby gay na Colômbia organizou uma “fogueira sacrílega” para queimar imagens religiosas, terços, crucifixos, entre outros, nesta sexta-feira 16 de agosto, no marco de uma manifestação na frente da Pontifícia Universidade Javeriana pelo cancelamento do Ciclo Rosa Acadêmico, que promovia o estilo de vida homossexual.

O Ciclo Rosa foi organizado durante 12 anos pelo Instituto de Estudos Sociais e Culturais PENSAR da Pontifícia Universidade Javeriana, e ia acontecer a fins de agosto no campus do centro de estudos católico.

O evento se cancelou depois da pressão de milhares de leigos e a intervenção do Presidente da Conferência Episcopal da Colômbia (CEC) e Arcebispo de Bogotá, Cardeal Rubén Salazar, e do Núncio Apostólico no país, Dom Ettore Balestrero.

O reitor da Pontifícia Universidade Javeriana, Padre Joaquín Emilio Sánchez García, o diretor do Instituto PENSAR, Padre Alberto Múnera, e o docente da Javeriana e promotor do aborto na Colômbia, Padre Carlos Novoa -os três sacerdotes jesuítas-, defenderam o evento e criticaram o seu cancelamento.

O Padre Sánchez García, que inclusive manipulou uma frase do Papa Francisco para justificar o Ciclo Rosa, assegurou que ao organizar este evento a Pontifícia Universidade Javeriana “de maneira nenhuma fez algo inconveniente para a fé cristã”.

Em um evento difundido inicialmente na rede social Facebook, e logo eliminado desta, o lobby gay escreveu “que fique claro: A única Igreja que ilumina é a que arde! Qualquer tipo de fundamentalismo é perigoso e prejudicial para a liberdade de pensamento, para a autonomia e a capacidade crítica que deve ter uma sociedade que está disposta a questionar os dogmas, instituições e imaginários de todo tipo, que perpetuam ideais de exclusão e marginalização”.

Os “ideólogos do gênero”, disseram os organizadores deste evento anticatólico, “são aqueles que se inclinam à naturalização do ódio e a justificação das opressões e lxs (sic) que nos dedicamos a trabalhar por uma sociedade livre de binarismos, patriarcado e heterosexismo”.

O lobby gay se manifestou indignado por “saber que persiste a censura e a perseguição ao conhecimento laico, como nas piores épocas do obscurantismo medieval”.

“Justamente por isso, como proposta coletiva, para iluminar esses espaços que tendem a suprimir uma história de mais de dez anos de perseverança e esforço acadêmico plural, convocamos a uma grande fogueira herege, em que seremos agora as bruxas, as mariconas, escatofílicas (sic), mulheres estéreis, putas, desbocadas… as que vamos jogar ao fogo todo símbolo religioso que foi e continua sendo causa de opressões, violências, injustiças, criminalizações, culpas, segregação, temores e assassinatos”.

A “fogueira herege” realizar-se-á, indicaram, “durante a onda rosa convocada para sexta-feira 16 de agosto, em frente da Universidade Javeriana, ao meio dia”.

O lobby gay culminou o convite a seu evento pedindo que “não fique sem levar seu terço, crucifixo, santinho, etc.”.

Para quem não entendeu o Papa sobre os homossexuais: a orientação homossexual não é pecado, mas os atos, sim.

Em recente entrevista, ainda dentro do avião rumo a Itália, o Papa Francisco fez uma declaração que muitos, muitos mesmos, vão distorce-la. Ele afirmou ao G1 que: “se uma pessoa é gay e procura Deus e a boa vontade divina, quem sou eu para julgá-la?”, disse. No entanto a leitura em recortes pode levar a entender tudo errado. Leia o trecho da entrevista e observe as frases marcadas em negrito.

Conversando com jornalistas a bordo do avião que o levou do Rio a Roma após a Jornada Mundial da Juventude, Francisco também afirmou que, segundo o Catecismo da Igreja Católica, a orientação homossexual não é pecado, mas os atos, sim.

“Se uma pessoa é gay e procura Deus e a boa vontade divina, quem sou eu para julgá-la?”, disse.

“O Catecismo da Igreja Católica explica isso muito bem”, disse. “Ele diz que eles não devem ser marginalizados por causa disso, mas que devem ser integrados à sociedade.”

“O problema não é ter essa orientação. Devemos ser irmãos. O problema é fazer lobby por essa orientação, ou lobbies de pessoas invejosas, lobbies políticos, lobbies macônicos, tantos lobbies. Esse é o pior problema”, disse.

O Papa confirma as orientações do Catecismo da Igreja e nos mostra como devemos agir diante de irmãos que possuem essa orientação sexual. Acolher é a palavra chave. Deixá-lo manter no pecado não é nossa função.

Olha o que o catecismo da Igreja diz:

Quais os principais pecados contra a castidade?   ( 2351 – 2359 ; 2396)

São pecados gravemente contrários à castidade, cada um segundo a natureza do objecto: o adultério, a masturbação, a fornicação, a pornografia, a prostituição, o estupro, os atos homossexuais. Estes pecados são expressão do vício da luxúria. Cometidos contra os menores, são atentados ainda mais graves contra a sua integridade física e moral.

Homossexuais não devem ser julgados ou marginalizados. “O Catecismo da Igreja Católica explica isso muito bem”, diz Papa

1_1G1 | O Papa Francisco disse nesta segunda-feira (29) que os homossexuais não devem ser “julgados ou marginalizados” e que devem ser integrados à sociedade.

Conversando com jornalistas a bordo do avião que o levou do Rio a Roma após a Jornada Mundial da Juventude, Francisco também afirmou que, segundo o Catecismo da Igreja Católica, a orientação homossexual não é pecado, mas os atos, sim.

“Se uma pessoa é gay e procura Deus e a boa vontade divina, quem sou eu para julgá-la?”, disse.

“O Catecismo da Igreja Católica explica isso muito bem”, disse. “Ele diz que eles não devem ser marginalizados por causa disso, mas que devem ser integrados à sociedade.”

“O problema não é ter essa orientação. Devemos ser irmãos. O problema é fazer lobby por essa orientação, ou lobbies de pessoas invejosas, lobbies políticos, lobbies macônicos, tantos lobbies. Esse é o pior problema”, disse.

As declarações foram feitas quando o Papa respondia a uma pergunta sobre o chamado lobby gay do Vaticano.

“Vocês veem muito escrito sobre o lobby gay. Eu ainda não vi ninguém no Vaticano com um documento de identidade dizendo que é gay”, brincou.

Mulheres
Francisco também afirmou que a proibição de mulheres sacerdotes na Igreja Católica é “definitiva”, apesar de que ele gostaria que elas tivessem mais papéis de liderança nas atividades pastorais e de administração.

“A Igreja falou e disse ‘não’… essa porta está fechada”, disse, em seu primeiro pronunciamento público sobre o tema como Papa.

Ele se referiu a um documento firmado pelo falecido Papa João Paulo II de que o banimento do sacerdócio feminino era parte dos ensinamentos infalíveis da Igreja e é definitivo.

A Igreja afirma que não pode ordenar mulheres porque Jesus só escolheu homens para serem seus apóstolos. Defensores do sacerdócio feminino dizem que ele estava agindo conforme os costumes daquele tempo.

Banco do Vaticano

O pontífice também disse que o banco do Vaticano, envolvido em uma série de escândalos, deve ser “honesto e transparente”, e que ele vai ouvir as recomendações de uma comissão que criou para definir se o banco deve ser reformado ou mesmo fechado.

O Vaticano anunciou nesta segunda que assinou um acordo sobre a troca de informações financeiras e bancárias com a Itália para combater a lavagem de dinheiro, confirmando reportagem da Reuters na semana passada.

Viagem de volta
O avião que transportava o pontífice, um Airbus A330 da companhia Alitalia, aterrissou no aeroporto de Ciampino, em Roma, às 11h25 (6h25 de Brasília), após percorrer os 9.201 quilômetros que separam o Rio de Janeirox da capital italiana.

O Papa desceu a escada do avião carregando a sua maleta preta de mão, que havia chamado a atenção já na viagem de ida.

Do aeroporto, o pontífice foi de helicóptero até o Vaticano, pondo fim a sua primeira viagem internacional como Papa.

O Papa mandou uma mensagem pelo Twitter avisando que chegou, dizendo que sua alegria era maior que seu cansaço.

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Papa Francisco: “Na Cúria há gente santa, mas também uma rede de corrupção. Fala-se de ‘lobby gay”, e é verdade, existe”. “Expliquem o que têm de explicar, mas sigam adiante… Abram portas, façam algo aí onde clama a vida”.

Texto postado no blog Frates in Unum

“Na Cúria há gente santa, mas também uma rede de corrupção. Fala-se de ‘lobby gay”, e é verdade, existe”. “Expliquem o que têm de explicar, mas sigam adiante… Abram portas, façam algo aí onde clama a vida”. 

Por  Reflexión y Liberación | Tradução: Fratres in Unum.com – Um encontro histórico, sem precedentes. Pelo que se disse, e pelo como se disse. Durante uma hora, Francisco dialogou com franqueza com a diretoria da Confederação Latino-americana e Caribenha de Religiosas e Religiosos (CLAR). Conversaram sentados em círculo, entre iguais, como nas primeiras comunidades fundadas por Jesus… E o Papa foi sincero: falou da corrupção na Cúria romana, onde “há gente santa, mas também uma rede de corrupção, também existe, é verdade… Fala-se do ‘lobby gay’, e é verdade, existe”.

Por sua vez, defendeu a liberdade da vida religiosa — “expliquem o que têm de explicar, mas sigam adiante” –; mostrou sua preocupação por “certos grupos restauracionistas”; e reivindicou o espírito de Aparecida: “Aparecida não acabou. Aparecida não é só um documento. Foi um acontecimento”. Reflexión y Liberación oferece de maneira exclusiva esta breve síntese deste histórico encontro celebrado na Santa Sé.

Audiência com o Papa Francisco

Abram portas… abram portas!

Eles se equivocarão, pisarão na bola, isso passa! Talvez até chegue para vocês uma carta da Congregação para a Doutrina (da Fé) afirmando que disseram tal ou qual coisa… Mas não se preocupem. Expliquem o que tiver que explicar, mas sigam adiante… Abram portas, façam algo ali onde clama a vida. Prefiro uma Igreja que se equivoca por fazer algo do que uma que adoece por ficar fechada…

. (sobre sua eleição) Não perdi a paz em momento algum, sabem? E isso não é meu, eu sou de ficar preocupado, nervoso… Mas não perdi a paz em momento algum. Isso me confirma que isso é de Deus.

. (ao contar-lhe da esperança que nos trouxeram os seus gestos neste tempo, faz referência a  permanecer vivendo em Santa Marta) … esses gestos… não vieram de mim. Eles não me ocorreram. Não é que eu traçara um plano, nem que me tenham feito um quando me elegeram. Fiz dessa forma porque senti que era o que o Senhor queria. Mas estes gestos não são meus, há Outro aqui… isso me dá confiança.

Vim com a roupa contada, lavava-a de noite, e de repente isso… Sim, eu não tinha nenhuma possibilidade! Nas apostas de Londres eu estava em 44º lugar, vejam vocês, quem apostou em mim ganhou muitíssimo, claro!… Isso não vem de mim…

. É preciso virar a mesa. Não é novidade que na Ottaviano [ndr: uma via de Roma] morra um idoso de frio à noite, ou que há tantas crianças sem educação, ou com fome, penso na Argentina… Por outro lado, as principais bolsas do mundo sobem ou descem 3 pontos e isso é um acontecimento mundial. É preciso mudar isso! Não pode ser. Os computadores não foram feitos à imagem e semelhança de Deus; são um instrumento, sim, mas não mais. O dinheiro não é imagem e semelhança de Deus. Só a pessoa é imagem e semelhança de Deus. É preciso mudar isso. Esse é o evangelho.

. É necessário ir às causas, às raízes. O aborto é mal, mas isso está claro. Porém, o que está por trás da aprovação dessa lei, que interesses estão detrás? São as vezes as condições que colocam os grandes grupos para apoiar financeiramente, sabiam? É necessário ir às causas, não podemos ficar só nos sintomas. Não tenham medo de denunciar…. Vocês sofrerão, terão problemas, mas não tenham medo de denunciar, essa é a profecia da vida religiosa…

. Partilho com vocês duas preocupações. Uma é a corrente pelagiana que existe na Igreja neste momento. Há alguns grupos restauracionistas. Conheço alguns; coube a mim recebê-los em Buenos Aires. E nos sentimos como se tivéssemos voltado 60 anos atrás! Antes do Concílio… Sentimo-nos em 1940… Um relato, só para ilustrar esse grupo, não é para que riam disso, eu tive respeito, mas preocupa-me; quando eu fui eleito, recebi uma carta de um desses grupos, e eles disseram: “Sua Santidade, nós lhe oferecemos este tesouro espiritual: 3.525 rosários.” Por que eles não dizem: “nós rezamos pelo senhor, pedimos…”? Mas essa coisa de contar… E esses grupos voltam a práticas e disciplinas que eu experimentei – não vocês, porque vocês não são velhos – a disciplinas, a coisas que naquele momento aconteceram, mas não agora, elas não existem hoje em dia…

. A segunda [preocupação] é com a corrente gnóstica. Esses panteísmos… Ambas são correntes elitistas, mas esta é de uma elite mais educada… Ouvi falar de uma superiora geral que instou as irmãs de sua congregação a não rezarem de manhã, mas a banharem o cosmos espiritualmente no cosmos, coisas como essa… Elas me preocupam porque ignoram a encarnação! E o Filho de Deus se tornou a nossa carne, a Palavra encarnada, e na América Latina temos carne em abundância [de tirar al techo]! O que acontece aos pobres, suas dores, é a nossa carne…

O evangelho não é a regra antiga, nem tampouco este panteísmo. Se olharem para as periferias: os indigentes… os drogados! O modo de tratar as pessoas… Esse é o evangelho. Os pobres são o evangelho.

* (ao falar-lhe da difícil tarefa de cuidar da Cúria Romana, e da comissão de cardeais que lhe darão apoio, etc.) E, sim… é díficil. Na cúria há gente santa, de verdade, há gente santa. Mas também há uma rede de corrupção, também há, é verdade… Fala-se do ‘lobby gay’, e é verdade, existe… Vamos ver o que podemos fazer…

A reforma da Cúria romana é algo que pedimos quase todos os cardeais nas congregações anteriores ao Conclave. Eu também a pedi. A reforma não posso fazer eu, estes assuntos de gestão… Eu sou muito desorganizado, nunca fui bom nisso. Mas os cardeais da comissão a levarão adiante. Aí estão Rodríguez Maradiaga, que é latino-americano, que está na dianteira, está Errázuriz, são muito organizados. O de Munique também é muito organizado. Eles levarão isso adiante.

. Rezem por mim, para que me equivoque o menos possível…

. Aparecida não terminou. Aparecida não é só um documento. Foi um acontecimento. Aparecida foi algo distinto. Primeiro, porque não teve documento de trabalho. Teve contribuições, mas não um documento. E, ao fim, também não tinha um documento, sim, no dia anterior ao fim [da Conferência] tínhamos 2300 “maneiras”… Aparecida enviou à missão continental. Aì termina Aparecida, no impulso à missão.

É que houve de especial em Aparecida é que não se celebrou num hotel, nem numa casa de retiros… celebrou-se num Santuário mariano. Durante a semana, celebrávamos a eucaristia com umas 250 pessoas, porque era dia útil de trabalho. Mas aos finais de semana estava cheio…! O povo de Deus acompanhava os bispos, pedindo o Espírito Santo…

Eu vi — falo dele porque o vejo pouco amigável, mais dessa forma, é bom, mas é assim — vi o prefeito, João [ndr: Dom João Braz de Aviz, prefeito da congregação para os religiosos], que saía com a sua mitra, e o povo se aproximava, aproximavam-lhe as crianças, e eles saudava, abraçava… Esse mesmo bispo, mais tarde, votava. Não pode ter votado da mesma maneira se estivesse em um hotel!

Tínhamos as salas de reunião em baixo do Santuário. Assim, a música de fundo eram os cantos, as celebrações no Santuário… Isso fez da conferência algo muito especial.

. Há algo que me preocupa, embora não saiba como lê-lo. Há congregações religiosas, grupos muito, muito pequenos, umas poucas pessoas, gente idosas…  Não há vocações, o que sei, o Espírito Santo não quer que continuem, talvez já tenham cumprido sua missão na Igreja, não sei… Mas lá estão elas, aferradas a seus edifícios, aferradas ao dinheiro… Eu não sei porque isso ocorre, não sei como ler isso. Mas peço-lhes que se preocupem com esses grupos… A administração do dinheiro… é algo que precisa ser refletido.

. Aproveitem este momento que vivemos na Congregação para a Vida Consagrada… É um momento de sol… Aproveitem. O Prefeito é bom. E o secretário, que foi ‘lobbyado’ por vocês! Não, na realidade, sendo o presidente da USG, é lógico que fosse ele! É melhor…

. Ponham todo o seu empenho no diálogo com os bispos. Com o CELAM, com as conferências nacionais… Eu sei que há alguns que têm outra idéia da comunhão, mas… Falem, conversem com eles, digam-lhes…