INTOLERÂNCIA: Lobby gay organiza “fogueira sacrílega” pelo cancelamento do Ciclo Rosa na Pontifícia Universidade Javeriana

(ACI/EWTN Noticias).- Sob o lema “a única Igreja que ilumina é a que arde”, o lobby gay na Colômbia organizou uma “fogueira sacrílega” para queimar imagens religiosas, terços, crucifixos, entre outros, nesta sexta-feira 16 de agosto, no marco de uma manifestação na frente da Pontifícia Universidade Javeriana pelo cancelamento do Ciclo Rosa Acadêmico, que promovia o estilo de vida homossexual.

O Ciclo Rosa foi organizado durante 12 anos pelo Instituto de Estudos Sociais e Culturais PENSAR da Pontifícia Universidade Javeriana, e ia acontecer a fins de agosto no campus do centro de estudos católico.

O evento se cancelou depois da pressão de milhares de leigos e a intervenção do Presidente da Conferência Episcopal da Colômbia (CEC) e Arcebispo de Bogotá, Cardeal Rubén Salazar, e do Núncio Apostólico no país, Dom Ettore Balestrero.

O reitor da Pontifícia Universidade Javeriana, Padre Joaquín Emilio Sánchez García, o diretor do Instituto PENSAR, Padre Alberto Múnera, e o docente da Javeriana e promotor do aborto na Colômbia, Padre Carlos Novoa -os três sacerdotes jesuítas-, defenderam o evento e criticaram o seu cancelamento.

O Padre Sánchez García, que inclusive manipulou uma frase do Papa Francisco para justificar o Ciclo Rosa, assegurou que ao organizar este evento a Pontifícia Universidade Javeriana “de maneira nenhuma fez algo inconveniente para a fé cristã”.

Em um evento difundido inicialmente na rede social Facebook, e logo eliminado desta, o lobby gay escreveu “que fique claro: A única Igreja que ilumina é a que arde! Qualquer tipo de fundamentalismo é perigoso e prejudicial para a liberdade de pensamento, para a autonomia e a capacidade crítica que deve ter uma sociedade que está disposta a questionar os dogmas, instituições e imaginários de todo tipo, que perpetuam ideais de exclusão e marginalização”.

Os “ideólogos do gênero”, disseram os organizadores deste evento anticatólico, “são aqueles que se inclinam à naturalização do ódio e a justificação das opressões e lxs (sic) que nos dedicamos a trabalhar por uma sociedade livre de binarismos, patriarcado e heterosexismo”.

O lobby gay se manifestou indignado por “saber que persiste a censura e a perseguição ao conhecimento laico, como nas piores épocas do obscurantismo medieval”.

“Justamente por isso, como proposta coletiva, para iluminar esses espaços que tendem a suprimir uma história de mais de dez anos de perseverança e esforço acadêmico plural, convocamos a uma grande fogueira herege, em que seremos agora as bruxas, as mariconas, escatofílicas (sic), mulheres estéreis, putas, desbocadas… as que vamos jogar ao fogo todo símbolo religioso que foi e continua sendo causa de opressões, violências, injustiças, criminalizações, culpas, segregação, temores e assassinatos”.

A “fogueira herege” realizar-se-á, indicaram, “durante a onda rosa convocada para sexta-feira 16 de agosto, em frente da Universidade Javeriana, ao meio dia”.

O lobby gay culminou o convite a seu evento pedindo que “não fique sem levar seu terço, crucifixo, santinho, etc.”.

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9 comentários sobre “INTOLERÂNCIA: Lobby gay organiza “fogueira sacrílega” pelo cancelamento do Ciclo Rosa na Pontifícia Universidade Javeriana

  1. Irmãos li atentamente os seus comentários. Concordo com Helen, Ebrael. É um fato que algumas instituições ligadas aos Jesuitas estão corrompidas, assim como várias outras ligadas a outras ordens. Infelizmente, onde há homens há pecado. Onde há pecado existe essas abominações. No entanto, julgar e condenar toda uma ordem por causa do erro de alguns é ir de encontro ao evangelho. Se fosse assim nenhum dos apóstolos deveriam ser ouvidos em suas escrituras devido a Judas, que traiu Jesus. Culpar todo um pomar por causa de maças pobres não é correto.

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    1. Bem, se eu for pensar nessa linha de raciocínio, então Simão, o Mago, deveria ter sido aceito entre os apóstolos com todo o seu estelionato, ao invés de PRIMEIRO ter se convertido!

      Uma coisa é o cara ser aceito como homem falho; outra bem diferente é as cabeças das ordens “tolerarem” esse tipo de conduta. Sim, porque esse tipo de conduta já vem de anos! A Igreja está sem Governo?

      “Ai daquele que escandalizar um desses meus pequeninos! Seria melhor que amarrasse pedra ao pescoço e se lançasse ao mar!”

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      1. “Ai daquele que escandalizar um desses meus pequeninos! Seria melhor que amarrasse pedra ao pescoço e se lançasse ao mar!”. Exatamente isso, mas isso não desqualifica a todos de uma ordem ou instituição. Aqueles fizeram o Ciclo Rosa e o papiaram estão tão errados quanto quem quer queimar as imagens em protesto. Escândalo por escândalo não é o caminho. Muto menos a condenação de todos. Lembre-se da negociação de Abrão com Deus no caso de Sodoma e Gomorra. Um justo, ao menos um, haverá de existir.

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  2. Ao Caro Ebrael Shadai, que comentou acima, gostaria de dizer que, na minha opinião, o comentário dele é injusto e inapropriado. Em primeiro lugar, os Jesuítas não são uma “raça”, como ele colocou, são sim, uma ordem de grandíssima importância para a História da Santa Igreja, seja pela contribuição que fizeram durante os descobrimentos do novo Mundo, seja pelo inestimável legado do seu fundador, Santo Inácio de Loiola. Não devemos, de modo algum, atribuir a má conduta, a deslealdade, a obscuridade espiritual de alguns membros -sejam eles numerosos ou escassos – à um ordem tão gloriosa como a dos Jesuítas ou, de fato, a qualquer ordem religiosa da Santa Igreja, como se o erro do indivíduo fosse também aquele da ordem à que pertence. Nesse sentido, digo mais, não é apropriado para nenhum católico difamar ou escornear a Igreja, os Bispos, seu clero, mas sim, pacientemente, amá-los e orar, orar muito por eles – principalmente e especialmente – aqueles que se encontram na escuridão, como é o caso dos indivíduos citados no artigo acima. Fazer diferente, ao meu modo de ver, é tomar uma postura consoante com aquela dos anti-católicos, protestantes ou seculares, que apedrejam a Igreja a cada erro – por menor que seja – dos seus membros!

    Leiam o artigo novamente, Chamou-me atenção a seguinte frase: “saber que persiste a censura e a perseguição ao conhecimento laico, como nas piores épocas do obscurantismo medieval”.

    Pergunto-lhes: que tal lhes parece tal afirmação? Parece ter saído direto de uma fonte anti-católica, repleta de ignorância e desconhecimento da história, abundante em rancor e da imagem caricaturada que revolve sobre o período medieval! Se há católicos por ai afirmando tal absurdo, como podemos esperar que outros fora da Igreja acreditem diferente?

    Obscurantismo medieval? Não leram por acaso as obras da Teresa de Ávila, desconhecem por acaso o trabalho de S. Tomás de Aquino, etc?

    Sim, eu concordo que seja uma lástima, realmente uma tragédia em pleno desenvolvimento dentro da Igreja. Não basta a luta que temos que travar contra a completa secularização da nossa sociedade ocidental, que sem medir qualquer esforço engaja-se em aniquilar completamente a noção da existência de Deus no mundo, temos ainda que lutar contra a incredulidade e vicissitude “nossos” dentro da própria Santa Igreja?

    Felizmente, o desfecho neste caso foi a favor de Deus, e seguramente, possível apenas por Sua própria intervenção. Não é consoante com o Evangelho do Senhor aquilo que pregam os tais “padres” da Pontifícia Javeriana. Não o é hoje e NUNCA o será. A verdade de Deus dura para sempre e não muda. Se a homossexualidade era condenável ha 2 mil anos atrás, também o será daqui ha 2 mil anos. Isso é ensinamento explícito nas cartas de S Paulo. E como sabemos, ” 33. Passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão”. Lucas 21 Essa é uma Verdade, com v maiúsculo, quem a despreza o que é certo, é porque vive na Escuridão.

    20. Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, para que as suas acções não sejam desmascaradas. 21. Mas, quem age conforme a verdade aproxima-se da luz, para que as suas acções sejam vistas, porque são feitas como Deus quer». (João 3)

    Sendo assim, acalmemos os nossos corações. Pois a promessa de Cristo é eterna: as portas do Inferno não prevalecerão contar a Sua Igreja. Não vamos perder a esperança, tampouco a compostura. Temos é que orar muito, jejuar, pedir e nunca nos desesperarmos.

    Pax Domini

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    1. A resposta é simples: a Ordem permite não somente que esses crápulas traidores façam esse tipo de coisa, mas também estimula institutos, criados e sustentados em suas instituições, comandados por seus provinciais, divulguem, de forma desavergonhada, ideias totalmente apostáticas. Bando de conspiradores do Inferno!

      Já ouviu falar na Unisinos (universidade jesuíta gaúcha)? Já ouviu falar do IHU – Instituto Humanitas -, mantido pela Unisinos? Leia isso, mas precisamente a última frase:

      http://t.co/ZJ7Vol3b

      Misturam discurso polido de diversidade racial (que até um bebê reconhece), religiosa (que é algo óbvio), etc. com a sexual (que é discurso comunistas). Imagine quantas pessoas já reclamaram disso e há quanto tempo isso, vergonhosamente, está no ar!

      Você acha que os organizados e bem treinados provinciais não sabem disso? Sabe quantas vezes eu já liguei para lá para cobrar explicações dos responsáveis? Sabe quantos protocolos e e-mais já enviei para a Arquidiocese de Porto Alegre? Ora, não sejamos ingênuos!

      Sim, os jesuítas e maçons são os principais promotores da maldita Teologia da Libertação! Basta ler o teor dos outros artigos do IHU e saberemos por quem esses vermes são inspirados: pelo Diabo!

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      1. Caro Sr Abrael,

        Eu não conheço nem o Unisinos ou o tal Instituto Humanitas que, segundo o sr, é mantido por eles. Eu conheço sim, como dito antes, o legado de Sto Inácio de Loiola. Conheço, não em profundidade, admito, aquilo que ele vislumbrava para a Ordem Jesuíta. Novamente repito, o sr parece estar generalizando o mal-comportamento, a deslealdade daqueles em posição de poder dentro da ordem ai no Brasil, como se isso fosse algo consoante com o Moto sob o qual a ordem foi criada.

        Como dito anteriormente: Os erros dos membros da Igreja – (i.e. padres pedófilos, etc) não são pecados da Igreja e não a tornam menos Santa. O mesmo se aplica à ordem dos Jesuítas ou qualquer que seja. Se no Brasil ela está infiltrada por pessoas indignas de representarem o nome glorioso estabelecido pelo seu fundador, a questão não é necessariamente universal.

        Não digo que as condutas erradas devam ser ignoradas. Contudo, no meu comentário anterior, reforçado neste, afirmo apenas que não cabe a nenhum católico leigo passar veredito à ninguém. Não é novo o que acontece, segundo o sr, dentro da Ordem Jesuíta. A Igreja Católica é Bi-milenar. Nela desde sempre houveram aqueles que foram fiéis a Cristo e aqueles que, por diferentes motivos, se desviaram do caminho. Por motivos semelhantes outras ordens foram reformadas – como a das Carmelitas descalças no tempo de Teresa de Avila – pois haviam se afastado do Evangelho.

        Continuo a defender a opinião de que não é apropriado para um católico leigo referir-se ao clero católico por “crápulas, etc”… Mesmo porque, seguramente, há dentro da ordem aqueles que ainda carregam as aspirações de Sto Inácio.

        Mais uma vez, voltemos às Escrituras. Se Deus, que é o Senhor, afirmou à Abraão que pouparia toda a Cidade de Sodoma se lá encontrasse apenas 10 JUSTOS, quem somos nós para passar veredito de condenação à toda uma ordem por causa de conduta de alguns, mesmo que esses alguns ocupem posições de liderança e com isso, permitam que seus subordinados disseminem o erro?

        32. Abraão replicou: “Que o Senhor não se irrite se falo ainda uma última vez! Que será, se lá forem achados dez?” E Deus respondeu: “Não a destruirei por causa desses dez.”

        Pax Domini,

        Helen

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        1. O perigo não são os erros dos membros da Igreja, mas quando esses, além de permitidos, são estimulados pelos responsáveis por tais Congregações.

          Era de se esperar que, diante de tantos bispos diocesanos nos escandalizando, ao menos os prelados das congregações se mantivessem longe da m***da toda. Mas, não! Alardeiam aos quatro ventos sua apostasia.

          Sim, se você leu a última frase do artigo que eu cito (no link), você saberá que são apóstatas, acoitados sim pelo provincial dos Jesuítas da América do Sul.

          Daí, já temos dois exemplos gritantes de órgãos supervisionados diretamente pela administração provincial sul-americana avalizando escândalos.

          Não vamos colocar panos quentes demais, para não cair no relativismo. A Abraão, eu responderia como São Paulo em Efésios 5, 11:

          “Não compactueis com as OBRAS DAS TREVAS; antes, DENUNCIAI-AS ABERTAMENTE!”

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