13 fatos sobre João Paulo II que você precisa saber

ACI |.- Por ocasião da festa de São João Paulo II, celebrada neste dia 22 de outubro, nossos amigos do Churchpop.com resgataram estes 13 fatos fascinantes da vida do grande Pontífice.

1. Aos 15 anos quase morreu por um disparo acidental

Um amigo lhe mostrou uma arma, a qual acreditava estar descarregada. Foi quando durante uma brincadeira este amigo apertou o gatilho e disparou bem perto de Karol. Felizmente (ou milagrosamente), a bala não o tocou.

2. Teve uma “namorada” judia durante sua juventude

Seu nome era Ginka Beer, era “uma bela judia, com lindos olhos e cabelos, magra, uma excelente atriz”. Embora não possamos descrever com precisão o vínculo entre Karol Wojtyla e Ginka, ela foi primeira e possivelmente a única com quem ele teve uma relação romântica.

3. Foi ator e dramaturgo

Era membro de um grupo de teatro e pretendia trabalhar como ator, antes de descobrir sua vocação ao sacerdócio.

4. Aos 21 anos de idade já tinha perdido todos seus familiares diretos

Sua mãe morreu quando ele tinha 8 anos devido a algumas complicações durante um parto, seus três irmãos morreram durante sua infância e seu pai morreu de um ataque cardíaco, quando ele tinha 21 anos.

5. Foi atropelado por um caminhão nazista durante a Segunda Guerra Mundial

Em fevereiro de 1944, enquanto voltava do trabalho para sua casa, foi atropelado por um caminhão alemão. Os oficiais alemães pararam e, ao ver que estava inconsciente e gravemente ferido, detiveram um automóvel para usá-lo como ambulância e levá-lo ao hospital. Ficou internado durante duas semanas. A terrível experiência e sua surpreendente recuperação confirmaram sua vocação ao sacerdócio.

6. Foi detido por soldados nazistas e fugiu escondendo-se atrás de uma porta

Em agosto de 1944, durante um levantamento polonês, soldados nazistas invadiram a sua cidade a fim de prender todos os homens jovens. Ao entrar em sua casa, escondeu-se atrás de uma porta. Os soldados revistaram sua casa, mas não o encontraram e foram embora. Em seguida, escondeu-se na casa do seu Arcebispo, onde permaneceu até o final da guerra.

7. Participou do Concílio Vaticano II como Bispo e ajudou a escrever vários documentos

Colaborou na redação do texto final de Dignitatis humanae, o Decreto sobre a liberdade religiosa, e Gaudium et spes, a Constituição Pastoral sobre a Igreja no mundo atual.

8. Foi o primeiro Papa não italiano desde o século XVI

João Paulo II era polonês e não tivemos um Papa italiano a partir dele: Bento XVI é alemão e Francisco é argentino.

9. Como Papa, falava 9 idiomas com facilidade

Sabia polonês, latim, grego antigo, italiano, francês, alemão, inglês, espanhol e português. Durante sua juventude, esteve familiarizado com 12 idiomas.

10. Visitou 129 países durante seu pontificado

Isto o tornou um dos líderes mundiais que mais viajou na história e fez com que ganhasse o apelido de “Papa Peregrino”.

11. Beatificou e canonizou mais pessoas que o resto dos Papas que o antecederam… juntos

Beatificou 1.340 pessoas e canonizou 483 pessoas. Esta cifra supera todos os beatos e santos canonizados por todos os Papas anteriores a ele em toda a história da Igreja.

12. Foi herói de um gibi de Marvel na década de 1980

Assim como ele, a Beata Madre Teresa de Calcutá e São Francisco de Assis também protagonizaram livros de histórias em quadrinho.

13. É o quarto Papa com o título de “o Grande”

Embora o título não seja de maneira oficial e é apenas pelo uso popular, somente outros três papas na história mereceram tal honra: São Leão Magno (440 até 461), São Gregório Magno (590-604), e São Nicolau Magno (858-867).

São João Paulo II, rogai por nós!

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Parabéns Papa Francisco!

São 82 anos de vida. Destes, os seis últimos como o pastor de toda a Santa Igreja. Felicidades e muita saúde! Louvado seja Deus por estes anos. Louvado seja Deus por ter se dedicado ao sacerdócio.

Repost |Papa: Jesus diz claramente que Deus está do lado dos últimos

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano | Vatican News

“O ensinamento que Jesus nos oferece hoje nos ajuda a recuperar o que é essencial em nossa vida e favorece um concreto e cotidiano relacionamento com Deus (…). Ele não mede a quantidade, mas a qualidade, perscruta o coração e olha para a pureza das intenções”.

Na presença de 20 mil fiéis e turistas na Praça São Pedro para o tradicional encontro dominical do Angelus, o Papa Francisco refletiu sobre o Evangelho de Marcos, proposto pela liturgia do dia, que contrapõe duas figuras. O escriba que “representa as pessoas importantes, ricas e influentes” e a viúva, que “representa os últimos, os pobres, os fracos”.

Deus do lado dos últimos

A ostentação deles é “sobretudo de natureza religiosa”, rezam para serem vistos, “e se servem de Deus para se credenciarem como defensores de sua lei”.

“E essa atitude de superioridade e de vaidade – observou o Papa – os leva ao desprezo daqueles que contam pouco ou se encontram em uma posição econômica desvantajosa, como o caso das viúvas”. E Jesus, desmascara este mecanismo perverso:

Denuncia a opressão dos fracos feita instrumentalmente, com base em motivações religiosas, dizendo claramente que Deus está do lado dos últimos”.

Para fixar bem este ensinamento, Jesus dá aos seus discípulos o exemplo da viúva, “cuja posição social era irrelevante, porque ela não tinha um marido que pudesse defender os seus direitos, e que por isso torna-se presa fácil de algum credor sem escrúpulos, porque estes credores perseguiam os fracos para que pagassem a eles”:

Deus olha para o coração

Jesus – diz o Santo Padre – vê neste gesto “o dom total de si a quem deseja educar seus discípulos”:

“O ensinamento que Jesus nos oferece hoje nos ajuda a recuperar o que é essencial em nossa vida e favorece um concreto e cotidiano relacionamento com Deus. Irmãos e irmãs, as medidas do Senhor são diferentes das nossas. Ele pesa as pessoas e suas ações de maneira diferente. Deus não mede a quantidade, mas a qualidade, perscruta o coração e olha para a pureza das intenções”.

Isto significa que o nosso “dar” a Deus na oração e aos outros na caridade – observa o Papa – deveria sempre fugir do ritualismo e formalismo, bem como da lógica do cálculo,  ser uma expressão de gratuidade, como fez Jesus conosco: nos salvou gratuitamente; não nos fez pagar a redenção.

Modelo da vida cristã

Desta forma, aquela viúva pobre e generosa torna-se o “modelo da vida cristã a ser imitado”:

Dela não sabemos o nome, mas conhecemos o coração – a encontraremos no Céu e iremos saudá-la, certamente; e é isso que conta diante de Deus. Quando somos tentados pelo desejo de aparecer e de contabilizar os nossos gestos de altruísmo, quando estamos muito interessados  no olhar dos outros e – permitam-me a palavra – quando fazemos “os pavões”, pensemos nessa mulher. Nos fará bem: nos ajudará a nos despojarmos do supérfluo para ir ao que realmente importa e a permanecermos humildes”.

“Que a Virgem Maria – disse o Papa ao concluir –  mulher pobre que se entregou totalmente a Deus, sustente-nos no propósito de dar ao Senhor e aos irmãos não algo de nós mesmos, mas nós mesmos, em uma oferta humilde e generosa”.

Ao saudar os grupos presentes na Praça São Pedro, o Papa Francisco dirigiu-se, entre outros,  ao grupo do Coração Imaculado de Maria, do Brasil, e ao grande números de  poloneses.

Reze conoso a Coroa do Espírito Santo

Esta semana, vamos rezar a Coroa do Espírito Santo. Essa oração é antiga na igreja e teve sua origem com o Papa Leão XIII por meio de uma exortação. Em 1895, o mesmo Santo Padre recomendou aos fiéis a fazerem devotamente a novena ao Espírito Santo. Ele sugeriu uma prece especial, que recomenda que seja insistentemente repetida:

Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renováreis a face da terra. 

Revemos o primeiro dia da coroa

Em nome do Pai, Filho e EspirEspírito Santo. Amém.

Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renováreis a face da terra.

Revemos uma dezena do Santo Terço

– Vinde Espírito Santo de Sabedoria, despredeinos das coisas da terra e infundi-nós o amor e o gosto pela coisas do céu. 

Repetiremos 7 vezes está invocação:

Vinde Espírito Santo, enchei os corações dos Vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso amor, vinde e renovarei a face da terra.

Após as 7 invocações digamos:

Ó Maria, que por obra do Espírito Santo, concebestes o Salvador, rogai por nós!

Em nome do Pai, Filho e Espírito Santo, amém. 

El Mito, Papa Francisco, no México

Não consegui acompanhar adequadamente o nosso pontífice em sua viagem ao México. Isso meu caros amigos e leitores devido ao trabalho que me consumiu de um modo muito grande nessas semanas. Também tive uma crise de hipertensão arterial que contribuiu para isso. Mas chega de falar de mim e me justificar. Vamos ao Papa Francisco.

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Arriba! Viva o Papa! Foto: Reuters/Alessandro Di Meo/Pool

Esses dias foram de grande repercussão sua viagem ao México. Francisco encantou como sempre e também deixou mensagens claras e direcionadas.

Encontro histórico

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Antes mesmo de chegar ao México, Papa Francisco realizou algo histórico. Se encontrou com o Patriarca Russo Ortodoxo, Kirill. Nesse encontro mil anos de separação foram aproximados em uma hora de encontro. Saiba mais… 

Encontro com a Mãe

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Um dos momentos mais emocionantes nesta visita, de acordo com o próprio Francisco, foi o encontro com a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe. O Papa rezou diante sua imagem. Em coletiva já no Vaticano Francisco disse que pediu várias coisas a padroeira da América Latina e do México.

Pedi pelo mundo, pela paz… mas, tantas coisas… A pobrezinha ficou com a cabeça assim… Pedi perdão, pedi para que a Igreja cresça saudável, pedi pelo povo mexicano… também, uma coisa que pedi muito é que os padres sejam verdadeiros padres e as irmãs, verdadeiras irmãs e os bispos, verdadeiros bispos: como o Senhor nos quer. Isto pedi muito a ela, não? Mas depois, as coisas que um filho diz à Mãe são um pouco secretas…

Política

Francisco falou sobre política e eleições nos Estados Unidos…

“Graças a Deus que disse que sou um político, porque Aristóteles define a pessoa humana como “animal politicus”: ao menos sou uma pessoa humana, eh? E que sou uma peça de xadrez, mas, talvez, não sei… deixo isso a seu juízo, a juízo das pessoas. E, depois, uma pessoa que pensa somente em levantar muros, seja onde seja, e não a fazer pontes, não é cristã. Isso não está no Evangelho. Depois, aquilo que me dizias, o que aconselharia, votar ou não votar: não me envolvo. Somente digo: este homem não é cristão, se diz isto assim. É preciso ver se ele disse assim as coisas, não? E por isso dou o benefício da dúvida.” Diz ao ser perguntado sobre a declaração de Trump, que o chamou de “político”.

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Um golpe no Papa ou um golpe na Igreja?

Desde que começou o Sínodo do Bispos,  neste mês de outubro, os cantos do Vaticano não são mais o mesmos. Não pelos resultados que ainda não foram concluídos e divulgados, mas pelo temor do que poderá vir a ser o documento final do Sínodo e as conclusões do Papa Francisco.

É fato, que o Sínodo é não é doutrinário ou dogmático, mas serve para aconselhar o Papa a tomar decisões que podem afetar essas duas temáticas. E quando se fala de família no Sínodo, se discute todas as suas mazelas atuais e toda a mídia se posiciona contra quaisquer decisões tradicionais, empurrando os fiéis nada fiéis, e são muitos, ao propenso apoio e pressão por novas e modernas “doutrinas”.

Os cantos do Vaticano tem nestes dias se tornado pontos de encontros para especuladores e tramas dignas da ficção de Dan Brown. Um dessas conspirações ou fato real, não sei, é que treze cardeais se insurgiram contra o Papa e seu Sínodo.

Treze, e não doze, importantes purpurados enviaram uma carta ao pontífice no dia da abertura do Sínodo colocando seus pensamentos sobre as regras do Sínodo. Segundo eles, elas facilitariam a aprovação de decisões modernas e antidoutrinais como a comunhão aos divorciados.

Não sei de fato em que acreditar. Sei que há opiniões divergentes sobre isso e as coloco a vocês. Abaixo deixo dois links com textos pró e contra a aventura dos “13 Guardiões da Fé”. Leiam e tirem suas conclusões. As minhas são simples. Para mim, tudo é possível. Um golpe ao Papa e também um golpe a Igreja e suas tradições. Não é de hoje que muita água passa por debaixo das pontes do Vaticano. E que nós, leigos distantes aos cantos da cidade de Roma, se quer pensamos o que pode estar acontecendo. Contudo, um fato é verdadeiro, o “encardido” haje cada vez mais querendo nos separar e nos distanciar da fé verdadeira em Cristo Jesus. Oremos por esse Sínodo e seus participantes. Oremos por toda a Igreja. E que Deus nos ajude.

Ah! Se os cantos do Vaticano estiverem certos, a facada do golpe, seja ele onde for, nos ferirá como nunca.

Leiam:

Treze cardeais escrevem ao papa. Eis aqui a carta.

O ataque contra Francisco: a carta dos 13, mas não só.

[Atualização]

A versão de Dolan

Nascidos para sermos missionários

No mês de agosto refletirmos sobre vocação. Vimos a diferença entre a vocação e profissão. Pois bem, aprendemos claramente que vocação é chamado de Deus e profissão é aptidão. Mas afinal, após compreender que somos chamados por Deus, qual é a nossa missão?

Essa pergunta tem uma única resposta e depende de nossa aceitação. Somos seres livres. O Pai nos deu o direito de seguir nossos caminhos e por resultado assumir as consequências. (Deuteronômio 30, 19 – 20). Mas como disse, essa resposta é simples e pode ser encontrada no final do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Matheus, 28, versos 19 e 20:

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“Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo.”

Somos chamados por vocação a sermos missionários onde quer que estejamos. Ensinar a Boa Nova e observar os ensinamentos de Deus. Essa missão é de cada um de nós.

Mês das Missões

Outubro é último mês temático da Igreja. Nele vamos refletir sobre “Missão é Servir” que é o tema escolhido pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) para a Campanha Missionária deste ano. A reflexão esse mês, celebrado em toda Igreja, dá seguimento à proposta da Campanha da Fraternidade deste ano “Fraternidade: Igreja e Sociedade. Eu Vim para Servir” (Mc 10,45).

O lema da Campanha Missionária 2015: “Quem quiser ser o primeiro, seja o servo de todos” (Mc 10,44), está baseado na narrativa do Evangelho, onde Cristo centraliza no serviço o perfil dos discípulos e missionários.

Servir dá sentido à missão

O diretor das POM – Pontifícias Obras Missionárias, padre Camilo Pauletti, diz que o verbo servir é muito conjugado na missão. “Servir é uma das palavras que utilizamos na missão. Não existe missão, se não tiver serviço, porque serviço dá sentido à missão”, afirma.

Papa Francisco

Na mensagem para o Dia Mundial das Missões, o Papa Francisco destaca o amor incondicional que o missionário tem com a Palavra de Deus. “Queridos irmãos e irmãs, a paixão do missionário é o Evangelho. São Paulo podia afirmar: «Ai de mim, se eu não evangelizar!» (1 Cor 9, 16). O Evangelho é fonte de alegria, liberdade e salvação para cada homem. Ciente deste dom, a Igreja não se cansa de anunciar, incessantemente, a todos «O que existia desde o princípio, O que ouvimos, O que vimos com os nossos olhos» (1 Jo 1, 1). A missão dos servidores da Palavra – bispos, sacerdotes, religiosos e leigos – é colocar a todos, sem excluir ninguém, em relação pessoal com Cristo”, escreve o pontífice.

por Marquione Ban

Papa Francisco acolherá e pede para que casas religiosas acolham os refugiados

Rádio Vaticano | Cidade do Vaticano (RV) – Após recitar a oração do Angelus, o Papa Francisco voltou seu pensamento ao drama dos refugiados que fogem das guerras e da fome “e estão a caminho de uma esperança de vida”, lançando um veemente apelo às paróquias, comunidades religiosas, mosteiros e santuários para que os acolham.

Milhares de refugiados das guerras e da fome chegam diariamente à Europa. Duas paróquias do Vaticanos acolherão famílias de refugiados - AP
Milhares de refugiados das guerras e da fome chegam diariamente à Europa. Duas paróquias do Vaticanos acolherão famílias de refugiados – AP

Francisco inicialmente lembrou que “a misericórdia de Deus é reconhecida pelas obras”, como bem testemunhou “a  vida da Beata Madre Teresa de Calcutá”, cujo aniversário de morte foi celebrado no sábado (06). O Evangelho – disse o Santo Padre – nos chama a sermos próximos dos “mais pequenos” e dos abandonados, a quem se deve dar “uma esperança concreta”. “Não basta somente dizer “Coragem, paciência!” – advertiu -, mas “a esperança é combativa, com a tenacidade de quem vai em direção à uma meta segura. Então, lançou um forte apelo:

“Portanto, na proximidade do Jubileu da Misericórdia, dirijo um apelo às paróquias, às comunidades religiosas, aos mosteiros e aos Santuários de toda a Europa para expressarem a concretude do Evangelho e acolher uma família de refugiados. Um gesto concreto em preparação ao Ano Santo. Cada paróquia, cada comunidade religiosa, cada mosteiro, cada santuário na Europa hospede uma família, começando pela minha diocese de Roma”.

O Papa dirigiu-se então aos “irmãos Bispos da Europa, verdadeiros pastores”, para que acolham e apoiem em suas dioceses seu apelo, recordando que “a Misericórdia é o segundo nome do amor”.

As duas paróquias do Vaticano acolherão duas famílias de refugiados, anunciou o Pontífice. (JE)

No Dia Mundial do Café, qual relação entre a bebida e os papas?

Hoje, 14 de abril, é o Dia Mundial do Café – e certamente não vai faltar gente disposta a celebrar muito bem essa data saboreando o próprio “homenageado”, que tem fãs fervorosos em todos os lugares.

Para acompanhar a merecida pausa de hoje para um bom cafezinho (ou vários), aqui vão três casos curiosos sobre o café e três papas!

CLEMENTE VIII

Diz a lenda que, no século XVII, vários padres italianos pediram ao papa Clemente VIII (1536-1605) que proibisse o consumo de café, então considerado uma “bebida projetada por Satanás para os infiéis”. É que o café, de fato, era muito popular entre os turcos muçulmanos, os dervixes sufistas e as tribos africanas não cristãs.

O papa, muito prudente, quis conhecer melhor a situação e pediu um café para provar. Conforme o relato da escritora britânica Claudia Roden em seu livro “Coffe: A Connoisseur’s Companion“, de 1981, o papa teria provado um café da melhor qualidade e, logo em seguida, declarou:

“Pois bem. Esta ‘bebida de Satanás’ é tão deliciosa que seria um pecado deixá-la somente para os infiéis. Enganemos Satanás batizando-a!”

PAULO VI

Issa é um cristão árabe de Jerusalém. Em 1963, ele trabalhava na empresa responsável pela manutenção elétrica do Santo Sepulcro. No começo do ano seguinte, o papa Paulo VI iria visitar a Terra Santa e Issa confidenciou um grande desejo ao seu pároco: “Eu gostaria de encontrar o papa!”. Mas Issa não obteve nenhuma resposta.

No dia 6 de janeiro de 1964, o pároco pediu a Issa e à sua esposa Leila: “Estendam um belo tapete vermelho na entrada”. Os dois jovens obedeceram. Pouco depois, Paulo VI em pessoa apareceu, cumprimentou o vizinho, ouviu em confissão uma pessoa gravemente doente e aceitou uma xícara de café oferecida por Leila.

“Foi uma surpresa! Não esperávamos que Paulo VI entrasse mesmo na nossa casa”, conta o casal, ainda cheio de emoção, do alto dos seus 80 anos de idade e muitas histórias para compartilhar.

Ah, sim: sabe o que eles fizeram com a xícara em que o papa tomou seu café?

FRANCISCO

No começo de 2014, o jornalista espanhol José Manuel Vidal visitou a Casa Santa Marta e ficou surpreso com a simplicidade do almoço que é servido ao papa Francisco e aos seus colaboradores.Ele conta que, no centro de cada mesa, havia uma fruteira com bananas, kiwis e tangerinas. Ao lado, uma garrafa de água com gás e duas garrafas de vinho: um tinto e um branco, de rótulos “simples e populares”. O primeiro prato foi um macarrão parafuso “normalzinho”; o segundo, escalope “apenas passável”, com guarnição de ervilhas e pimentões fritos. Quem quisesse salada de alface podia se levantar e servir-se. Como sobremesa, fruta. E, isto sim, um bom café: “espresso” ou “macchiato”.

Sabemos que Francisco gosta de chimarrão, mas também sabemos que, nas poucas vezes em que viajava para Roma quando ainda era cardeal de Buenos Aires, Bergoglio gostava de tomar um “caffè ristretto” (curto) encostado ao balcão de alguma cafeteria, enquanto dava uma caminhada.

Outra curiosidade interessante para os brasileiros: durante a sua estadia no Brasil em 2013, o papa Francisco saboreou o café baiano “Natura Gourmet”. Mas isto não foi novidade para ele (nem teria sido para Bento XVI): esse café, produzido em Ibicoara, na Chapada Diamantina, é consumido em todo o Vaticano desde 2010, quando o produto foi selecionado para atender a demanda da Cidade-Estado!

O papa até pode ser argentino. Mas o café que ele toma é brasileiro!

sources: ALETEIA

Bispo é ordenado no Rio sem autorização de Francisco

Ato não foi autorizado pelo papa Francisco e deve resultar na excomunhão dos dois religiosos.

Eis o desobediente.
Eis o desobediente.

O bispo dom Richard Nelson Williamson ordenou o padre Jean-Michel Foure como novo bispo em cerimônia realizada nesta quinta-feira (19) no mosteiro de Santa Cruz, em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro.

Segundo o jornal “O Estado de São Paulo”, o ato não foi autorizado pelo papa Francisco e deve resultar na excomunhão dos dois religiosos. Crítico ao atual líder dos católicos, Williamson já foi excomungado da religião em 1988 pelo mesmo motivo. Porém, em 2009, o então papa Bento XVI perdoou o inglês, mas impediu que ele realizasse ordenamentos de padres ou bispos.

Em entrevista ao periódico, Williamson disse não ver problemas na excomunhão porque para ele – ou para Foure – isso não surte em nenhum efeito. O religioso ainda afirma que a Igreja já errou ao excomungar santos e nada irá surpreendê-lo.

A ordenação também desagradou o arcebispo do Rio de Janeiro, cardeal dom Orani Tempesta e o bispo de Nova Friburgo, dom Edney Gouveia Mattoso.

Paróquias de Ipatinga-MG aderem ao “24 Horas Para o Senhor”

Segunda edição do evento atinge todo o mundo.
Segunda edição do evento atinge todo o mundo.

As paróquias de Ipatinga-MG aderiram ao projeto “24 Horas para o Senhor”. O momento de louvor, adoração e reconciliação será nos dias 13 e 14 de março, das 18h de um dia até as 18h do outro. As 24 Horas vão ser na Igreja Matriz de Cristo Rei, Centro da cidade.

A programação conta com adoração, missa, oração do terço e principalmente confissões. Os padres de todas as paróquias irão se revezar para atender aos fiéis.

Informações nas Secretarias Paroquiais de sua paróquia ou com lideranças de sua comunidade.

Inciativa Papal

As 24 Horas para o Senhor é uma iniciativa do Papa Francisco, que realizou a primeira edição no ano passado. Na ocasião, Francisco presidiu a Liturgia Penitencial e missa de abertura, além de ter confessado alguns fiéis.

Este ano não será diferente. Papa Francisco presidirá novamente a Liturgia Penitencial e também confessará os fiéis.

Na sua cidade

Vamos divulgar essa iniciativa para todos. Na sua cidade ou diocese deve acontecer esse evento também. Poste nos comentários o local e horários para que mais pessoas possam se reencontrar com Deus. Lembrem-se, todo cristão deve se confessar ao menos uma vez com o Sacerdote.

Papa na mira do Estado Islâmico

Depois da decapitação dos 21 cristãos coptas egípcios, mês passado, que tinham sido sequestrados na Líbia, os terroristas do temido Estado Islâmico divulgaram um vídeo em que, além de veicular as cenas brutais do covarde assassinato massivo, ainda destacavam a sua aproximação da fronteira italiana, em clara ameaça contra o Vaticano.

Imagem de Franco Origlia - Getty Images; editado FidesPress
Imagem de Franco Origlia – Getty Images; editado FidesPress

O grupo italiano de comunicações Mediaset publicou neste domingo em seu site algumas declarações do comandante das forças vaticanas de segurança, Domenico Giani, 52, sobre esta ameaça contra a sede do catolicismo. Giani confirma que o perigo é real, mas afirma que, até o momento, não há indícios concretos de que esteja em andamento algum plano terrorista para atacar o papa Francisco e o Vaticano.

À frente da Gendarmaria Vaticana há nove anos, Giani foi entrevistado pela revista “Polizia Moderna”, editada pela corporação. Ele observa que “o nível de atenção é constantemente alto”, já que, além das atuais ameaças do Estado Islâmico, existe o risco permanente de atentados isolados que podem ser cometidos por fanáticos ou pessoas mentalmente desequilibradas.

Giani informa que cerca de vinte gendarmes, os policiais do corpo de segurança do Vaticano, são especialmente treinados em ações antiterrorismo e que alguns deles acompanham o papa em suas viagens ao exterior. O comandante destaca ainda as boas relações entre a Santa Sé e vários países muçulmanos, que compartilham informações relevantes no tocante à segurança e ao monitoramento de riscos. O relacionamento da Gendarmaria Vaticana com a polícia italiana também é elogiado por Domenico Giani.

Sobre as eventuais preocupações do papa com a própria segurança, o chefe da “polícia papal” observa que Francisco não pretende mudar o estilo do seu pontificado, baseado na proximidade com os fiéis. “Mesmo como pontífice, ele continua sendo o padre que não quer perder o contato com o seu rebanho”, considera Giani, acrescentando que “somos nós, encarregados da sua segurança, que devemos nos adequar a ele, e não o contrário”.

De fato, desde que foi eleito para o pontificado, Francisco mora na Casa Santa Marta, onde tinha ficado hospedado durante o conclave. A residência está situada dentro das fronteiras vaticanas e Francisco a escolheu porque ali se sente mais próximo das pessoas no dia a dia. Normalmente, os papas residem no Palácio Apostólico, onde a segurança seria maior. Foi mesmo o Vaticano, portanto, quem teve de se adequar a este papa que promove a reaproximação entre a Igreja e as “periferias existenciais”.Francisco já preocupou muitos especialistas em segurança ao se expor a riscos considerados altos, como é o caso do seu costume de usar o papamóvel aberto em vez do blindado, ou de simplesmente descer do papamóvel para conversar com os fiéis no meio da multidão.

Neste domingo, Francisco voltou a denunciar o sofrimento das minorias étnicas e religiosas perseguidas no Iraque e na Síria. O papa convidou os fiéis a rezarem em silêncio na Praça de São Pedro “pelos irmãos que sofrem por causa fé” naqueles países, aterrorizados pelo sangrento fundamentalismo do Estado Islâmico.

Texto publicado em Aleteia

Cardeal Marx diz que a Igreja da Alemanha não é uma filial de Roma e que Sínodo não pode dizer-lhes o que devem fazer

O presidente da Conferência Episcopal Alemã, cardeal arcebispo de Munique, Reinhard Marx, declarou que «não somos uma filial de Roma. Cada conferência episcopal é responsável pelo cuidado pastoral em sua cultura e devemos, como tarefa própria, anunciar o evangelho por nossa conta». Quanto à pastoral, o cardeal disse que «o Sínodo não pode prescrever em detalhes o que devemos fazer na Alemanha».

Por Il Foglio/Cathcon/InfoCatólica | Tradução: Marcos Fleurer – Fratres in Unum.com Em declarações à imprensa, o cardeal dá por fato que após o sínodo seguirá uma comissão (em seu país) que analisará os temas mais relevantes já que, segundo ele as polêmicas teológicas sobre o matrimônio, a família e a moral sexualnão poderão ser solucionadas em três semanas.

No Sínodo, indica, devemos encontrar um texto base que «conduziria a um maior progresso» na discussão. Também deve se buscar uma posição comum sobre questões fundamentais.

Sobre a doutrina, o cardeal disse que se deve estar em comunhão com a Igreja, mas em questões individuais de atenção pastoral, «o Sínodo não pode prescrever em detalhes o que devemos fazer na Alemanha». Portanto, acrescenta, os bispos alemães tem a intenção de publicar sua própria carta pastoral sobre o matrimônio e a família depois do Sínodo.

O ofício dos bispos não é esperar e receber permissão. «Não somos só uma filial de Roma.Cada conferência episcopal é responsável pelo cuidado pastoral em sua cultura e devemos, como tarefa própria, anunciar o evangelho por nossa conta. Não podemos esperar até que um sínodo estabeleça algo, como temos feito até aqui, para abordar a pastoral familiar».

Fonte: Fratres in Unum

Papa: o verdadeiro jejum vem do coração

Cidade do Vaticano (RV) – Os cristãos, especialmente na Quaresma, são chamados a viver coerentemente o amor a Deus e o amor ao próximo. Este é um dos trechos da homilia que Francisco pronuncio una Missa celebrada na manhã desta sexta-feira na Casa Santa Marta.

O Papa se inspirou na primeira Leitura extraída do Livro de Isaías, em que o povo se lamenta a Deus por não ouvir seus jejuns. Para o Pontífice, é preciso distinguir entre “o formal e o real”. Ou seja, de que adianta jejuar, não comer carne, e depois brigar ou explorar os funcionários? Eis o motivo pelo qual Jesus condenou os fariseus, porque faziam “tantas observações exteriores, mas sem a verdade do coração”.

O amor a Deus e ao homem estão unidos

O jejum que Jesus quer, ao invés, é o que desfaz as cadeias injustas, liberta oprimidos, veste quem está nu, faz justiça. “Este é o verdadeiro jejum – reiterou o Papa – o jejum que não é somente exterior, uma lei externa, mas deve vir do coração”:

“E nas tábuas da lei há o preceito em relação a Deus, em relação ao próximo e os dois estão juntos. Eu não posso dizer: “Mas, não, eu cumpro os primeiros três mandamentos… e os outros mais ou menos”. Não, se não cumpre estes, não pode cumprir aqueles, e se cumpre este, deve cumprir aquele. Estão unidos: o amor a Deus e o amor ao próximo são uma unidade e se quiser fazer penitência, real e não formal, deve fazê-la diante de Deus e também com o seu irmão, com o próximo”.

Usar Deus para cobrir a injustiça

Pode-se ter tanta fé, prosseguiu, mas – como diz o Apóstolo Tiago – se “não realiza obras, é morta, para que serve?”. Assim, se alguém vai à Missa todos os domingos e comunga, pode-se perguntar: “E como é a sua relação com seus funcionários? Os paga de maneira irregular? Dá a eles um salário justo? Paga também as taxas para a aposentaria? Para a assistência de saúde?”.

“Quantos homens e mulheres têm fé mas dividem as tábuas da lei: ‘Sim, eu faço isso… mas você dá esmolas? Sim, sim, sempre mando um cheque para a Igreja. Ah, então tá… Mas na tua Igreja, na tua casa, com quem depende de você (filhos, avós, funcionários), você é generoso, é justo? Não se pode fazer ofertas à Igrejas e pelas costas, ser injusto com seus funcionários. Este é um pecado gravíssimo: usar Deus para cobrir a injustiça”.

“E isto – retomou o Papa – é aquilo que o profeta Isaias, em nome do Senhor, nos explica”: “Não é um bom cristão quem não faz justiça com as pessoas que dependem dele”. E não é um bom cristão aquele que não se despoja de algo necessário para dar ao próximo, que precisa”.

O caminho da Quaresma é “este, é duplo: a Deus e ao próximo. É real, não simplesmente formal. Não é somente deixar de comer carne sexta-feira, fazer alguma coisinha e depois, deixar aumentar o egoísmo, a exploração do próximo, a ignorância dos pobres”.

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Há dois anos Bento XVI renunciava ao papado

Uma testemunha conta como foi a resignação do Papa Bento XVI

1466254_10152825196679830_7982322774882901574_nHá dois anos, Bento XVI tornou-se o primeiro Papa a resignar, nos últimos 600 anos. Aqui está o relato comovente do Arcebispo Leo Cushley do que se passou nesse dia.

11 de Fevereiro é feriado no Vaticano. É o dia em que a Santa Sé celebra o acordo de 1929 da tão conhecida “Questão Romana”, a resolução dos 59 anos de disputa entre o Reino de Itália e a Santa Sé, depois da queda de Roma em 1870 para as tropas do Reinado e o fim efectivo dos antigos Estados Papais na Itália central. Por acaso, foi também o dia em que Bento XVI decidiu resignar há um ano atrás.

A data tinha sido marcada para um pequeno consistório, consistindo numa oração da hora intermédia e o anúncio do Cardeal Angelo Amato de alguns beatos que seriam promovidos a santos. Também já haviam uns suaves e pequenos rumores na Cúria Romana sobre o Santo Padre anunciar uma ou duas mudanças importantes na altura, talvez em relação ao topo da administração, mas este tipo de rumores circulam como gaivotas à volta do Belvedere do Vaticano: andam frequentemente por aí, fazem algum ruído e depois desaparecem outra vez. Por outras palavras, tal como na maior parte dos sítios, nada acontece até acontecer.

Não havia nenhuma indicação de que este dia iria ser diferente. Também era feriado e, apesar de o resto da Cúria estar a desfrutar de um descanso, as poucas pessoas à volta da pessoa do Santo Padre, incluindo eu próprio, estavam de serviço na Sala del Concistoro do Palácio Apostólico para o receber quando ele fosse rezar com os cardeais presentes em Roma e para estar na curta cerimónia.

Como Prelado da Antecâmara, uma espécie de auxiliar de campo, que ajuda os principais convidados do Santo Padre e que assegura que tudo corre de acordo com o previsto quando as pessoas importantes aparecem, cruzei-me com o Santo Padre antes de a cerimónia começar. Como sempre, ele desceu dos seus apartamentos por um elevador privado com o Arcebispo Georg Gänswein e o Msgr. Alfred Xuereb, os seus dois secretários. Parecia bem, mas cansado, e cumprimentou-nos de forma normal.

Como este era um dia de alguma solenidade, o Mestre de Cerimónias estava presente. O Arcebispo Guido Pozzo, na altura Esmoleiro, também lá estava. Quando o Santo Padre ficou pronto para a Liturgia das Horas, todos o seguimos para a Sala del Concistoro para rezar com os cardeais que lá estavam à espera.

Rezámos a hora intermédia da memória de Nossa Senhora de Lourdes (11 de Fevereiro) e depois o Cardeal Angelo Amato fez o seu anúncio relativamente aos que iam ser promovidos aos altares. Até aqui tudo bem.

O Santo Padre tomou então a sua vez de discursar. Era a primeira vez que eu me sentava num consistório, por isso não fazia ideia se isto era normal ou não. Ele falou em Latim, ia ser por isso necessário um esforço maior que o normal para todos nós – sendo o italiano a língua normal da Cúria – portanto era evidente uma certa tensão enquanto tentávamos perceber por onde é que ele estava a ir.

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Papa: “Não há lugar na Igreja para aqueles que abusam de menores”

E fica a dica!
E fica a dica!

(ACI/EWTN Noticias).- “Não há absolutamente lugar no ministério para aqueles que abusam de menores”, advertiu nesta quinta-feira o Papa Francisco em uma carta aos Presidentes dos Episcopados e aos Superiores das congregações religiosas na qual exortou a não terem medo do escândalo para lutar contra este flagelo.

O Pontífice enviou a carta na véspera da primeira reunião em Roma – de 6 a 8 de fevereiro – de todos os membros da Pontifícia Comissão para a proteção dos menores e nela assegura às famílias “que a Igreja não poupa esforço algum para proteger os seus filhos, e têm o direito de se dirigir a ela com plena confiança, porque é uma casa segura”.

“Portanto, não se poderá dar prioridade a nenhum tipo de considerações, seja qual for a sua natureza, como por exemplo evitar o escândalo, porque não há absolutamente lugar no ministério para aqueles que abusam de menores”, expressou.

Francisco concluiu a carta pedindo “que Maria Santíssima, Mãe da ternura, ajude-nos a cumprir, com generosidade e rigor, nosso dever de reconhecer humildemente e reparar as injustiças do passado, e a ser sempre fiéis à tarefa de proteger aqueles que são os prediletos de Jesus”.

#ElMito: Francisco diz que católico não deve ter filhos “como coelhos”

E fica a dica!
E fica a dica!

Yahoo | A bordo do avião papal, 19 janeiro, o papa Francisco apelou nesta segunda-feira a uma “paternidade responsável”, e considerou um católico bom não deve se comportar “como coelhos”, em entrevista coletiva a bordo do avião que o levou de volta a Roma.

“Alguns acham, perdoem a expressão, que para ser bom e católico temos que ser como coelhos”, disse aos 70 jornalistas credenciados no voo papal que saiu de Manila.

Essa foi a resposta Francisco a uma pergunta sobre a controvérsia nas Filipinas sobre os problemas do controle de natalidade e o uso de contraceptivos, que a Igreja Católica não admite.

Francisco explicou que os especialistas aconselham “três por família” para manter a população.

“Quando é menos do que isso ficamos com problemas extremos, como poderia acontecer na Itália. Não sei se é verdade, mas em 2024 disseram que não haverá dinheiro para pagar os aposentados”, acrescentou.

Para evitar isso, sua resposta e a “resposta da Igreja” é a “paternidade responsável”.

Como exemplo ele contou a história de um encontro que teve há alguns meses com uma grávida de seu oitavo filho.

“Isso é uma irresponsabilidade! A resposta é a paternidade responsável e eu conheço muitas vias lícitas que ajudam”, declarou.

Sobre os filhos de famílias pobres, o papa destacou que para elas cada filho é “um tesouro a ser amado”. EFE